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historia da igreja medieval parte 4
historia da igreja medieval parte 4

                                Ascensão do Islã  Era dos Califas 

 

   Expansão Durante a Época de Maomé, 622-632

   Expansão Durante o califado Rashidun, 632-661

   Expansão Durante o califado omíada, 661-750 

 

O califado Rashidun, soluçar a bandeira do Islã, começou a se Expandir a Partir da Arábia não Século VII, enfrentando OS bizantinos Pela Primeira Vez los 634. bizantinos e persas sassânidas estavam esgotados POR Décadas de guerra Entre si e, JA não do Século definitiva VIII, o califado omíada (sucessor do Estado rashidun) havia Conquistado Toda Pérsia ea Maior Parte do Território bizantino, incluíndo o Egito, a Palestina ea Síria.

Num Átimo, a Maior Parte do Mundo Cristão estava ágora soluçar o jugo Muçulmano. Seguintes nsa Séculos, ESTADOS islâmicos se tornariam Os mais Poderosos do Mundo Mediterrâneo.

Embora a Igreja Estatal reivindicasse Para Si a Autoridade religiosa SOBRE OS cristãos do Egito e do Levante, uma era Realidade Que a maioria dos cristãos destas regions JÁ ERAM miafisitas e Membros de seitas Otras Que havia Muito vinham Sendo perseguidas POR Constantinopla. Os Novos governantes muçulmanos, Por Outro Lado, ofereciam Tolerância religiosa parágrafo OS cristãos de QUALQUÉR seita. Disso de Além, súditos OS fazer califado podiam Ser aceitos Como muçulmanos Simplesmente declarando-se um Fieis UMA Única divindade Cujo profeta Maomé era (a shahada). Como consequencia, Povos OS do Egito, Palestina e Síria aceitaram EM SEUS Massa Novos senhores e muitos si declararam muçulmanos no Espaço de poucas Gerações.

A Expansão Muçulmana continuou posteriormente los Otras contraditório da Europa, particularmente na Península Ibérica (Veja al-Andalus) .

 

 

                 Expansão do cristianismo na Europa

 

 

Durante o Século IX, o Imperador lhes Constantinopla encorajou Expedições Missionárias NAS Nações vizinhas, incluíndo o califado Muçulmano e Entre OS Turcos Cazares. Em 862, ELE enviou os Santos Cirilo e Metodio parágrafo pregar AOS eslavos da Grande Morávia. Na Época, a Maior Parte da População eslava da Bulgária JÁ era Cristã EO PROPRIO czar Bóris I was in batizado 864. A Sérvia era considerada Cristã JÁ los 87.065. No Inicio de 867, o patriarca de Constantinopla Fócio escreveu Que o cristianismo havia Sido Aceito Pelos rus 'de Kiev, um Povo Que, contudo, a Só Seria Totalmente cristianizado no seguinte Século.

Destes, a Igreja da Grande Morávia escolheu de Imediato se Ligar com Roma e Localidade: Não com Constantinopla: OS Missionários enviados para la se aliaram AO papa Durante o cisma de Fócio (863-867) 66. DEPOIS de Vitórias decisivas OS contra bizantinos los Anquíalo e Katasyrtai, a Bulgária declarou SUA Igreja autocéfala ea elevou AO estatuto de patriarcado, Uma Autonomia Reconhecida los 927 POR Constantinopla67 68, mas abolida Pelo Imperador Basílio II Bulgaróctone ("matador de búlgaros") DEPOIS de SUA conquista bizantina da Bulgária.

Na Sérvia, Que se tornou hum reino Independente não Início do Século XIII, Estêvão IV Duchan, DEPOIS de Conquistar grande Parte do Território bizantino na Europa e de assumir o Título de tsar, elevou o arcebispo Sérvio AO estatuto de patriarca los 1346, posição UMA Que ELE manteve Ate a conquista do Império Bizantino Pelos Turcos otomanos. Por FIM, None Imperador bizantino jamais governou OS cristãos da Rússia.

A Expansão da Igreja não ocidente e no norte da Europa começou Muito Mais Cedo, com a Conversão dos irlandeses não Século V, dos Francos não MESMO Século Do final, dos visigodos Arianos da espanha (Reino visigótico) algum ritmo e DEPOIS dos Ingleses não finais do Século VI. NA EPOCA Das Missões bizantinas uma Europa central e oriental, a Europa Ocidental Cristã, apesar de ter perdido Quase Toda a espanha Pará o Islã, JA abrangia a Germânia e contraditório da Escandinavia e, com Exceção do sul da Itália, era Independente do Império Bizantino e era JÁ havia muitos Séculos.

This SITUAÇÃO fomentou a ideia de UMA Igreja Universal de: Não Ligada um Estado None los particular69 e da qua a Igreja Estatal do Império Romano Seria apenas contraditório. Muito Antes da derrocada do Império Bizantino, a Região da poloneses, Húngaros e To Us Link Povos da Europa ERAM Parte de UMA Igreja Que de forma alguma se enxergava Como Parte da Igreja Estatal imperial e Que, DEPOIS do Grande Cisma do Oriente, JA de: Não estava los Comunhão com ELA.

                          ANSELMO DE CANTUÁRIA

 

 

PORTAL MAKENZIE /Alderi S. de Matos

 

1. Cronologia

 

1033

 

 

Anselmo nasce em Aosta, no noroeste da Itália (70 km ao norte de Turim), na região onde se encontram três países (Itália, França e Suíça). A atual província de Vale D'Aosta é a menor da Itália, com 3.264 km² e 120.000 habitantes. Seus pais são o nobre lombardo Gondolfo e Ermenberga, de uma família abastada da Borgonha. Seu pai o destina à carreira política, mas ele escolhe a vida monástica. Recebe uma excelente educação e será considerado um dos melhores latinistas do seu tempo. Brigado com o pai, deixa a sua casa e passa alguns anos viajando pela Europa.

 

1060

 

Ingressa no mosteiro beneditino de Sainte-Marie du Bec-Hellouin, na Normandia, fundado por Herluin em 1034, que estava sob a jurisdição do arcebispado de Rouen. Torna-se discípulo do famoso Lanfranc e auxilia-o nas atividades de ensino. Depois de trabalhar como advogado e destacar-se no estudo da lógica, Lanfranc abriu uma escola em Avranches (1039) e a seguir a de Bec (1042), que se tornou famosa em toda a Europa. Também tornou-se conselheiro de Guilherme, duque da Normandia, o futuro Guilherme I, o Conquistador. Hoje Bec fica a 6 km da pequena cidade de Brionne, Departamento de Eure, na Região da Alta Normandia (norte da França). Na época de Revolução Francesa, os monges foram expulsos e a grande igreja-abadia foi destruída. Em 1948, o local foi devolvido à ordem beneditina e hoje existe uma nova igreja-abadia no local do antigo refeitório do século 17.

 

1063

 

Anselmo é eleito prior do seu mosteiro em substituição a Lanfranc, que é nomeado abade de Caen e depois arcebispo de Cantuária (1070-1089).

 

1078

 

Com a morte de Herluin, fundador e primeiro abade de Bec, Anselmo torna-se o seu sucessor. É com dificuldade que os monges vencem a sua relutância em aceitar o cargo. Seu biógrafo, Eadmero, conta que o abade eleito prostra-se diante dos irmãos e com lágrimas suplica-lhes que não coloquem esse fardo sobre ele, enquanto que eles também se prostram e rogam que aceite o cargo. Transforma Bec em um importante centro de erudição monástica. Nesse período, escreve duas de suas principais obras: o Monologium (Monológio) e o Proslogium (Proslógio). Mediante doações do rei Guilherme I, o Conquistador, o mosteiro de Bec havia recebido terras na Normandia e na Inglaterra, o que levou Anselmo a visitar esse país por três vezes. A primeira visita ocorre no ano em que ele se torna abade de Bec. Nessa ocasião, conhece Eadmero, então um jovem monge em Cantuária.

 

1093

 

Durante uma visita à Inglaterra, Anselmo é, contra a sua vontade, nomeado arcebispo de Cantuária (Canterbury) pelo rei Guilherme II, o Ruivo, conforme o desejo dos nobres e do povo. Recusa firmemente essa honra, quando acontece uma cena ainda mais estranha do que a ocorrida quando foi eleito abade de Bec. É arrastado à força para junto do leito do rei, que se encontra enfermo, e o báculo é lançado contra a sua mão fechada; dali é levado para o altar, onde se canta o ";Te Deum";. É finalmente consagrado arcebispo em 4 de dezembro. 1095, Anselmo não pode receber o pálio, símbolo da plena autoridade episcopal, até que o rei reconhece o papa Urbano II (1088-1099), então contestado pelo antipapa Clemente III. Guilherme envia emissários a Roma, que regressam com Walter, bispo de Albano, trazendo o pálio. Anselmo recusa-se a receber o pálio das mãos do rei, mas em uma cerimônia solene em Cantuária, no dia 10 de junho de 1095, o pálio é colocado pelo legado papal sobre o altar, de onde Anselmo o recolhe. Anselmo dedica-se a implementar na Igreja da Inglaterra as reformas do papa Hildebrando ou Gregório VII (1073-1085), lutando contra a simonia (comércio de cargos eclesiásticos), o nicolaísmo (casamento clerical) e as investiduras leigas.

 

1097

 

Surgem novos problemas entre o arcebispo e o rei, que deseja controlar a igreja na Inglaterra. Anselmo vai para Roma, passando o Natal em Cluny e o restante do inverno em Lions. Na primavera de 1098, chega a Roma, onde é tratado com grandes honras pelo papa. Retira-se para Cápua, onde conclui Cur Deus Homo? (Por que Deus se fez homem?), que havia começado a escrever na Inglaterra. Em outubro, Urbano II realiza um concílio em Bari para tratar das questões levantadas pelos gregos quanto à processão do Espírito Santo. Anselmo toma parte destacada nas discussões. Seus argumentos mais tarde serão incluídos no seu tratado acerca do assunto. É instado a aguardar outro concílio a ser realizado na Páscoa de 1099 em Latrão (Laterano), no qual ouve os cânones contra as investiduras leigas e o decreto de excomunhão contra os ofensores. Em 1100, com a morte de Henrique II e a ascensão de Henrique I, é chamado de volta à Inglaterra.

 

1103

 

Anselmo é novamente exilado, por não aceitar que o rei efetue a investidura dos bispos e abades.

 

1107

 

A controvérsia é resolvida em um concílio realizado em Londres. O rei abre mão do pretenso direito de investir os prelados ao passo que a Igreja permite que os prelados prestem reverência por suas possessões temporais. Com isso, Anselmo passa os seus dois últimos anos em paz no seu cargo.

 

1109

 

Morre em Cantuária no dia 21 de abril. É canonizado em 1163 e declarado doutor da Igreja em 1720. Sua primeira biografia foi escrita por seu discípulo Eadmero.

 

1103

Anselmo é novamente exilado, por não aceitar que o rei efetue a investidura dos bispos e abades.

 

 

 

2. Escritos

 

 

 

 

1076

Monologium (Monológio = monólogo ou solilóquio)

1077-78

Proslogium (Proslógio = discurso ou colóquio)

1080-85

De grammatico (O gramático)
De veritate (A verdade)
De libertate arbitrii (A liberdade de arbítrio)
De casu diaboli (A queda do demônio)

1092-94

Epistola de incarnatione Verbi (Epístola sobre a encarnação do Verbo)

1094-98

Cur Deus homo? (Por que Deus se fez homem?)

1099-1100

De conceptu virginali (Sobre a concepção virginal e o pecado original)

1102

De processione Spiritus Sancti (Sobre a processão do Espírito Santo)

1106-07

Epistola de sacrifício azymi et fermentati (Epístola sobre sacrifícios asmos e fermentados)
De sacramentis ecclesiae (Os sacramentos da igreja)

1107-08

De concordia (Sobre a harmonia da presciência, da predestinação e da graça com o livre arbítrio) Defesa Contra Gaunilo

 

            Grande Cisma do Oriente (1054)

 

            A DIVISÃO E O CISMA:ORIENTE ,OCIDENTE

 

O Cisma do Ocidente foi uma ruptura que ocorreu na Igreja Católica em 1378. As motivações deste cisma não foram de ordem teológica mas sim política, resultado do fim do Papado de Avignon. O cisma terminou décadas mais tarde no Concílio de Constança de 1414, com o papado restabelecido em Roma.

O Concílio de Constança, que teve lugar entre 1414 e 1418 em Constança. O seu principal objectivo foi acabar com o cisma que tinha resultado do Papado de Avignon.

Na altura em que o concílio foi convocado, havia três papas, todos eles clamavam legitimidade. Alguns anos antes, num dos primeiros golpes que afectaram o movimento conciliador, os bispos do concílio de Pisa tinham deposto ambos os papas anteriores e elegido um terceiro papa, argumentando que em tal situação, um concílio de bispos tem mais autoridade do que um só papa. Isto apenas contribuiu para agravar o cisma.

Este Concílio, iniciado em 1414, teve lugar para resolver a questão do cisma do Ocidente, tornando-se logo numa arena de luta política. Após acesa discussão, que incluiu interferência e ameaças dos poderes seculares, o Concílio recomendou a abdicação dos três papas e a eleição de um único novo papa de consenso geral. O Papa Gregório XII, de Roma, acedeu e resignou, mas os antipapas de Avinhão foram depostos. Finalmente, a 11 de Novembro de 1417, a assembleia do concílio elegeu Martinho V, pondo fim ao cisma.(Fonte diário universal)

 

 

 A desavença entre a Cristandade Oriental e Ocidental

 

Numa tarde de verão do ano de 1054, quando estava preste a começar um ofício na Igreja de Santa Sophia, em Constantinopla, o Cardeal Humberto e outros dois enviados do Papa entraram na igreja e se encaminharam em direção ao santuário. Não tinham vindo orar. Puseram uma Bula de Excomunhão sobre o altar e, com passos decididos, saíram do santuário. Quando passaram pela porta oeste o Cardeal sacudiu a poeira de seus pés, enquanto proferia estas palavras: "Que Deus veja e julgue”. Um diácono correu atrás dele desesperado e lhe implorou que levasse consigo a Bula. O Cardeal se recusou a fazê-lo e a Bula foi jogada na rua.Convencionalmente considera-se que este incidente marcou o inicio do grande cisma entre o oriente ortodoxo e o ocidente romano. O cisma, no entanto, como reconhecem os historiadores de hoje, não é de fato um acontecimento cujo começo possa ser estabelecido numa data exata.

Foi algo que aconteceu gradativamente, como resultado de um processo longo e complicado, que começou muito antes do século XI e que só terminou um pouco depois daquela época. Influências diversas contribuíram para tal. O cisma condicionou-se a fatores culturais, políticos, e econômicos. No entanto sua causa fundamental não foi secular, mas sim teológica. Em última analise, foi por causa de assuntos doutrinais que o oriente e o ocidente se desentenderam - dois deles em particular: a primazia do Papa e o filioqüe.

Antes de considerarmos mais de perto estas duas diferenças principais, ou verdadeiro curso que o cisma tomou, devemos dizer algo sobre o pano de fundo em que ele se desenrolou. Bem antes de haver um cisma claro e formal entre o oriente e o ocidente os dois lados haviam se tornado estranhos um ao outro. Ao tentarmos compreender porque a unidade da Cristandade foi rompida, devemos começar por este crescente afastamento.

Quando Paulo e outros apóstolos viajavam pelo mundo mediterrâneo, eles se deslocavam através de uma forte unidade política e cultural, o Império Romano. Este império era formado por muitos grupos étnicos diferentes, que freqüentemente tinham línguas e dialetos próprios. Todos eles, no entanto, eram governados pelo mesmo imperador. Havia uma extensa civilização grego-romana que era compartilhada pelas pessoas cultas em todas as regiões do império. Entendia-se ou o grego ou o latim em quase todo o império e muitos sabiam falar ambas as línguas. Tais fatos contribuíram muito para a Igreja primitiva em seu trabalho missionário.

Porém, nos séculos seguintes, a unidade do mundo mediterrâneo desapareceu gradativamente. A unidade política foi a primeira a desaparecer. A partir do final do século III o império, ainda que teoricamente uno, estava geralmente dividido em duas partes, o ocidente e o oriente. Constantino levou mais longe este processo de separação ao fundar uma segunda capital no oriente, ao lado da velha Roma na Itália. Depois vieram as invasões dos bárbaros no começo do século V. Com exceção da Itália, que em sua maior parte continuou a fazer parte do império por mais algum tempo, o ocidente foi dividido entre os chefes bárbaros. Os bizantinos jamais se esqueceram dos ideais de Roma sob os governos de Augusto e Trajano e ainda consideravam seu império universal, o que se dava apenas teoricamente. Justiniano foi, porém, o último imperador que se esforçou seriamente em acabar com a distância entre a teoria e os fatos. Suas conquistas no ocidente foram logo abandonadas. A unidade política entre o oriente grego e o ocidente romano foi destruída pelas invasões dos bárbaros e jamais foi plenamente restabelecida.

A separação foi levada a um estágio mais sério pela ascensão do Islã. O mediterrâneo, que outrora havia sido chamado de Mare Nostrum pelos romanos, passava agora, em grande parte, ao controle dos árabes. Os contatos culturais e econômicos entre o oeste e o leste do mediterrâneo nunca cessaram completamente, mas se tornaram bem mais difíceis.Desligado de Bizâncio, o ocidente tratou de estabelecer o seu próprio Império "Romano." No dia de natal do ano de 800, o Papa coroou Carlos Magno, rei dos francos, imperador. Carlos Magno procurou, em vão, o reconhecimento do imperador de Bizâncio. Os bizantinos, que ainda acreditavam no princípio da unidade do império, viam Carlos Magno como um intruso e sua coroação feita pelo Papa, como um ato cismático dentro do império. A criação de um Império romano cristão no ocidente, ao invés de unir a Europa, serviu tão somente para separar ainda mais o Oriente e o Ocidente.

A unidade cultural ainda persistiu, mas de uma maneira bem mais atenuada. Tanto no oriente quanto no ocidente os homens cultos ainda viviam dentro da tradição clássica que a Igreja havia assumido e adotado. Com o passar do tempo, porém, começaram a interpretar esta tradição de maneira cada vez mais divergente. A situação se tornou ainda mais difícil por questões relacionadas a língua. Havia chegado ao fim a época em que as pessoas cultas eram bilíngües. No ano de 450 havia poucos na Europa que soubessem ler grego e depois de 600, embora Bizâncio ainda se intitulasse Império Romano, era raro um bizantino que falasse latim, a língua dos romanos. Photius, o maior erudito de Constantinopla no século IX não sabia ler latim e, em 864 um imperador "romano" de Bizâncio, Miguel III, chegou a chamar a língua na qual Virgílio escreveu, de "uma língua bárbara”. Se os gregos queriam ler obras em latim ou os romanos em grego, eles só tinham acesso a traduções e geralmente não se preocupavam em ler nem mesmo estas. Psellus, um eminente erudito grego do século XI tinha uma noção tão precária da literatura latina que confundia César com Cícero. Isto porque não se inspiravam mais na mesma fonte nem liam os mesmos livros. O oriente grego e o ocidente romano se distanciavam cada vez mais.

Foi um precedente funesto, porém significativo, que a renascença cultural da corte de Carlos Magno tinha sido marcada desde o início por um forte preconceito contra a cultura grega. A hostilidade e a provocação da parte do império romano do ocidente em relação a Constantinopla se estendia para além do campo político atingindo o campo cultural. Os homens cultos da corte de Carlos Magno não tencionavam imitar Bizâncio, mas procuravam criar uma nova civilização cristã que fosse sua própria. Na Europa do século IV havia existido uma única civilização cristã. No século XIII havia duas. Talvez tenha sido no reinado de Carlos Magno que o cisma entre estas duas civilizações tenha primeiro se tornado claro.

De sua parte, os bizantinos ficaram fechados no seu próprio mundo e pouco fizeram para se aproximar do ocidente. Ao contrário do que acontecia no século IX e em séculos posteriores eles não levavam o conhecimento ocidental a sério como ele merecia. Eles simplesmente rejeitavam todos os "francos" como bárbaros.

Estes fatores culturais e políticos com certeza afetavam a vida da Igreja e tornavam mais difícil manter a unidade religiosa. O afastamento cultural e político pode facilmente levar a contendas de caráter eclesiástico, como podemos constatar no caso de Carlos Magno. Não tendo sido reconhecido na esfera política pelo imperador bizantino, logo retaliou com uma acusação de heresia contra a Igreja bizantina. Denunciou os gregos por não usarem o filioqüe no Credo (falaremos mais sobre isto em seguida) e recusou-se a aceitar as decisões do 7º Concílio Ecumênico; é verdade que Carlos Magno só soube destas decisões através de uma tradução mal feita que distorcia seriamente seu sentido verdadeiro. De qualquer modo, ele parece ter sido um semi-iconoclasta quanto às suas posturas.

A situação política distinta no leste e no oeste fez com que a Igreja assumisse formas externas diferentes, de modo que gradativamente passou-se a pensar na hierarquia da Igreja de maneira conflitante. Desde o começo tinha havido uma ênfase quanto a isto no oriente e no ocidente. No oriente havia muitas igrejas cuja base remontava aos apóstolos; havia um forte sentido de igualdade entre todos os bispos quanto a natureza conciliar e colegial da Igreja.

O Oriente reconhecia o Papa primeiro entre iguais. No ocidente, por outro lado, havia só uma grande sé que reivindicava para si a sucessão apostólica - Roma - donde passou a ser vista como a sé apostólica. O ocidente, mesmo aceitando as decisões dos Concílios Ecumênicos, não tinha um papel muito ativo nos mesmos. A Igreja era vista mais como uma monarquia - a do Papa - do que como um colegiado.

Esta diferença inicial de pontos de vista se tornou mais séria devido a acontecimentos políticos que se seguiram. Como era de se esperar, as invasões dos bárbaros e a conseqüente queda do império no ocidente serviram para tornar mais forte a estrutura autocrática da Igreja ocidental. No oriente havia um chefe secular muito poderoso - o imperador - para manter a ordem e fazer cumprir a lei. No ocidente, depois do advento dos bárbaros, havia um grande número de chefes guerreiros, todos eles, de um certo modo, usurpadores.

 Na maioria das vezes era o Papado sozinho que podia desempenhar o papel de centro de união, como um elemento de continuidade e estabilidade na vida política e espiritual da Europa ocidental. Por força das circunstâncias, o Papa assumiu um papel que os Patriarcas Gregos não foram chamados a fazer. Tornou-se um autocrata, um monarca absolutista, que se colocou acima da Igreja, expedindo ordens de um modo que poucos ou nenhum bispo do oriente jamais havia feito, não só quanto aos subordinados da Igreja, mas também quanto as autoridades seculares. A Igreja no ocidente tornou-se centralizada a um ponto que era desconhecido em qualquer dos patriarcados no oriente (com exceção possivelmente no Egito). Monarquia no ocidente; no oriente um colegiado.Não foi este também o único efeito que as invasões dos bárbaros tiveram na vida da Igreja.

Em Bizâncio havia muitos leigos cultos que tinham um grande interesse em teologia. O teólogo leigo sempre foi uma figura aceita na Ortodoxia; alguns dos patriarcas bizantinos mais cultos - Photius, por exemplo - haviam sido leigos antes de serem escolhidos para o Patriarcado. No oeste, no entanto, a única educação efetiva que sobreviveu a "Idade das trevas" era a que a Igreja dava ao clero. A teologia tornou-se privilégio dos padres, uma vez que a maior parte dos leigos era analfabeta, e não era capaz de entender as tecnicidades de uma discussão teológica. A Ortodoxia, apesar de confiar ao episcopado a tarefa especial de educar, nunca conheceu uma divisão tão grande entre o clero e os leigos, como a que se deu na Idade Média no Ocidente.

As relações entre os cristãos do leste e do oeste se tornaram ainda mais difíceis pela ausência de uma língua comum. Como os dois lados já não conseguiam se comunicar entre si com facilidade, ou ler o que o outro escrevera, apareceram freqüentes mal-entendidos em termos de teologia. Estes mal-entendidos pioravam ainda mais por causa das traduções mal feitas as quais se teme terem sido feitas deliberada e maliciosamente.

O leste e o oeste se tornavam estranhos um ao outro, o que era algo que provavelmente afetaria ambos os lados. Na Igreja primitiva tinha havido unidade na fé, mas uma diversidade de escolas de teologia. Desde o início tanto o leste quanto o oeste haviam enfocado o mistério cristão cada um a sua maneira. O enfoque do ocidente era mais prático; o do leste mais especulativo.

O pensamento romano foi influenciado por conceitos Jurídicos, pelos conceitos da lei romana, enquanto que os gregos viam a teologia, no contexto da adoração à luz da Liturgia Sagrada. Quando pensavam a Trindade os romanos o faziam pela unidade de Deus Pai, os gregos pela triunidade das Pessoas; quando refletiam sobre a crucificação, os romanos pensavam primordialmente no Cristo - vítima, os gregos, no Cristo - vencedor. Os romanos falavam mais da redenção; os gregos da deificação e assim por diante.

Como aconteceu com as escolas de Antioquia e Alexandria no leste estes dois enfoques distintos não eram contraditórios em si; cada um serviu, como complemento do outro, e tinham seu próprio lugar na plenitude da tradição católica. Porém, agora que os dois lados estavam se tornando estranhos um ao outro - sem unidade política e com pouca unidade cultural, sem uma língua comum - havia o perigo de que cada lado seguisse seus pontos de vista isolados e que chegasse a extremos, esquecendo-se do valor que há em pontos de vista opostos

Falamos dos diferentes enfoques dados à doutrina no Leste e no Oeste. Havia dois pontos doutrinais em relação aos quais os dois lados não se completavam mais, mas entravam em conflito direto - a primazia e a infalibilidade do Papa e o filioqüe. Dois fatores mencionados em parágrafos anteriores eram suficientes por si próprios para causar uma séria tensão quanto à unidade da cristandade. Apesar de tudo, a unidade da Igreja poderia ainda ter sido preservada se não tivesse havido duas outras questões difíceis. Devemos nos voltar para elas agora. Só na metade do século IX que o desentendimento em toda sua extensão veio à tona, mas as divergências entre os dois lados podem ser datadas bem mais cedo.Já tivemos oportunidade de mencionar o Papado quando falamos das situações políticas distintas, no Oriente e no Ocidente; vimos como a estrutura centralizada e monárquica da Igreja do ocidente foi reforçada pelas invasões dos bárbaros. Porém, contanto que o Papa reivindicasse poder absoluto só no ocidente, Bizâncio não fazia qualquer objeção.

 Os bizantinos não se incomodavam que a Igreja do Ocidente fosse centralizada, contanto que o Papado não interferisse no leste. O Papa, no entanto, achava que sua jurisdição se estendia do Ocidente ao Oriente. E logo que tentasse impor seu poder dentro dos Patriarcados do Oriente, problemas haveriam de surgir. Os ortodoxos deram ao Papa uma primazia de honra, mas não a primazia universal que ele achava que lhe era devida. O Papa considerava a infalibilidade uma prerrogativa sua; os ortodoxos diziam que em questões relacionadas a fé a decisão final cabia não ao Papa sozinho mas a um concilio representando todos os bispos da Igreja. Aqui temos duas concepções diferentes da organização externa da Igreja.

Atitude ortodoxa quanto ao Papado é expressada admiravelmente por um escritor, do século XII, Nicetas, Arcebispo de Nicomédia:

«Amado irmão, nós não negamos à Igreja de Roma a primazia entre os cinco patriarcados irmãos; e reconhecemos seu direito ao mais honorável lugar num concílio ecumênico. Mas ela se separou de nós por seus próprios atos, quando, por orgulho, assumiu uma monarquia que não faz parte de seu ofício... Como haveremos de aceitar decretos seus que foram publicados sem sermos consultados ou mesmo sem termos conhecimento deles? Se o Pontífice romano, sentado no trono altivo de sua glória, deseja nos atacar e, por assim dizer, das alturas "despejar" mandatos sobre nós, se deseja nos julgar ou nos governar e às nossas Igrejas, não se aconselhando conosco, mas por seu prazer arbitrário, que tipo de irmandade ou mesmo que tipo de parentesco pode haver? Seríamos os escravos e não os filhos de tal Igreja, e a Sé de Roma, não a mãe piedosa de seus filhos, mas uma rígida e imperiosa senhora de escravos.»

Era assim que se sentia um ortodoxo no século XII quando toda a questão veio à tona. Em séculos anteriores a atitude dos orientais em relação ao Papado foi basicamente a mesma, embora tivesse sido ainda aguçada por controvérsias. Até o ano de 350 Roma e o Oriente evitaram um conflito aberto quanto a primazia e a infalibilidade do Papa. Mas a divergência do ponto de vista não era menos séria por estar parcialmente escondida.

A segunda grande dificuldade era o filioqüe . A disputa envolvia os termos sobre o Espírito Santo no Credo de Nicéia/Constantinopla.

Originalmente o credo dizia "Eu creio no Espírito Senhor e fonte de vida, que procede do Pai, e com o Pai e o Filho recebe a mesma adoração e a mesma gloria." Esta, que é a forma original, é recitada sem modificações no Oriente até hoje. Mas o Ocidente acrescentou uma frase extra "e do Filho" (em latim "filioqüe") tanto que seu credo agora diz "que procede do Pai e do filho" Não é certo quando e onde este acréscimo foi feito primeiro, mas parece que se originou na Espanha, como uma defesa contra o arianismo. De qualquer modo a igreja espanhola inseriu o filioqüe no credo no terceiro Concílio de Toledo (589), se não antes. Da Espanha o filioqüe espalhou-se para a França, e dai para a Alemanha, onde foi bem recebido por Carlos Magno e adotado pelo concílio semi-iconoclasta de Frankfurth (794). Teriam sido escritores na corte de Carlos Magno que primeiro fizeram com que o filioqüe passasse a ser um assunto controvertido, acusando os bizantinos de heréticos por recitarem o credo em sua forma original. Mas Roma, com seu conservadorismo típico, continuou a usar o credo sem o filioqüe até o começo do século XI. Em 808 o Papa Leão III escreve numa carta para Carlos Magno, que embora ele mesmo achasse que o filioqüe procedia em termos doutrinais, ele considerava errado interferir nos termos do credo. Deliberadamente mandou inscrever o credo em placas de prata - sem o filioqüe - e as colocou na igreja de São Pedro. Até segunda ordem, Roma agiria como mediadora entre a Alemanha e Bizâncio.

Só depois de 850 que os bizantinos passaram a prestar atenção ao filioqüe. Quando o fizeram sua reação foi muito crítica. A ortodoxia não concordou (e ainda não concorda) com este acréscimo no credo, por dois motivos. Primeiro, os concílios ecumênicos proibiram a introdução de quaisquer mudanças no credo; e no caso de qualquer acréscimo só um outro concílio ecumênico e ninguém mais tinha competência para fazê-lo. O Credo é propriedade de toda a Igreja, e uma parte dela não tem o direito de interferir nele.

 O Ocidente, ao alterar arbitrariamente o credo, sem consultar o oriente é culpado contra a unidade da Igreja. Em segundo lugar, os ortodoxos acham o filioqüe teologicamente errado. Dizem que o Espírito procede somente do Pai e consideram uma heresia dizer que Ele também procede do Filho. Pode parecer a muitos que esta questão é tão obscura que chega a ser sem importância. Mas os ortodoxos diriam que uma vez que a doutrina sobre a Trindade é o cerne da fé cristã, uma pequena mudança de ênfase na teologia trinitária tem conseqüências enormes em muitos outros campos. O filioqüe não só destrói o equilíbrio entre as três pessoas da Trindade, mas também leva a uma falsa compreensão da ação do Espírito no mundo, estimulando a existência de uma doutrina falsa sobre a Igreja. (Dei aqui uma visão regular da ortodoxia sobre o filioqüe; Deve-se notar, no entanto, que certos teólogos ortodoxos consideram o filioqüe apenas um acréscimo não autorizado ao Credo, não necessariamente herético por si só).

Além destas duas questões principais, as reivindicações do Papa e o filioqüe havia outros assuntos menos importantes quanto ao culto e à disciplina na Igreja que causaram problema entre o Oeste e o Leste - os ortodoxos admitiam que o casamento para membros do clero, os romanos insistiam no celibato clerical; os dois lados tinham normas diferentes quanto ao jejum; os ortodoxos usavam pão fermentado na eucaristia, os romanos pão não fermentado ou "ázimo."

Or volta de 850 o leste e o oeste ainda se encontravam em total comunhão um com o outro e ainda formavam uma só Igreja. A divisão cultural e política haviam se juntado para causar um afastamento crescente, mas não havia um cisma claro. Os dois lados tinham uma concepção diferente da autoridade do Papa e confessavam o Credo de forma diferente, mas estas questões não haviam ainda sido trazidas à tona claramente.

Em 1190 Teodoro Balsamon, Patriarca de Antioquia e grande autoridade em direito canônico, tinha uma visão diferente dessas questões:«Há muitos anos (não diz quanto exatamente) a Igreja do Ocidente não comunga com os outros quatro patriarcados e tornou-se uma estranha para os ortodoxos. Portanto, nenhum católico romano deve receber a comunhão a não ser que primeiro declare que renega a doutrina e os costumes que o separam de nós e que se sujeitará aos cânones da Igreja, unido à Ortodoxia.»

 

Aos olhos de Balsamon, a comunhão entre as igrejas havia sido afetada; havia um cisma claro entre o oriente e o ocidente. Os dois não formavam mais uma Igreja visível.Nesta transição entre o período do afastamento entre o Oriente e o Ocidente até o cisma propriamente dito quatro incidentes tem importância especial; a disputa entre Photius e Nicolau I (geralmente conhecida como o cisma de Photius no ocidente; o oriente preferiria chamá-lo do cisma de Nicolau); a questão dos dípticos em 1009; a tentativa de reconciliação em 1053 e suas conseqüências desastrosas; e as Cruzadas.

 

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Em 751, com a morte ea derrota fazer ÚLTIMO exarca de Ravena EO Fim do Exarcado, Roma deixou de Ser-parte do Império Bizantino. Forcados a buscar Proteção los Outro lugar, Os papas se voltaram parágrafo OS francos e, com a coroação de Carlos Magno POR Leão III não Natal de 800, transferiram SUA Lealdade parágrafo hum Imperador rival. Mais claramente fazer that Antes, a Igreja do ocidente, AINDA los Comunhão com a Igreja Estatal do Império Bizantino, era de: Não Mais Parte Dela. Disputas Entre a Sé de Roma, that reivindicava Autoridade SOBRE TODAS como Demais SES, ea de Constantinopla, Que Localidade: Não tinha rival no Âmbito do Império, culminaram, TALVEZ inevitavelmente71, na Mútua excomunhão de 1054.

A Comunhão com Constantinopla FOI POR rompida de Todos os cristãos europeus com Exceção dos that AINDA ERAM governados Pelo Império (incluíndo OS búlgaros e Servios) e OS fragilizados rus 'de Kiev, Que estavam Organizados n'uma sé metropolitana fazer patriarcado de Constantinopla. This Igreja (Que se tornaria a Igreja Ortodoxa Russa) Então, se tornaria Independente los 1448, apenas Cinco Anos Antes da extinção fazer império72, DEPOIS da qua como autoridades Turcas incluiriam de Todos os súditos cristãos, Independente da etnia, num Único milho encabeçado Pelo patriarca de Constantinopla.

Os ocidentais that criaram OS ESTADOS cruzados na Grécia e No Oriente do Médio nomearam patriarcas e To Us Link hierarcas latinos (ocidentais), Realizando concreta e permanentemente o cisma75. Esforços foram Feitos los 1247 (a "União das Igrejas" fazer Segundo Concílio de Lyon) e in 1439 (a "União de Florença" no Concílio de Florença) Para reunir o ocidente EO oriente, mas OS Acordos alcançados pelas delegações Participantes e Pelo Imperador foram posteriormente rejeitados Pela Vasta maioria dos cristãos bizantinos.

No oriente, a ideia de Que o Imperador bizantino era o Líder dos cristãos lhes Todo Mundo persistiu Entre o clero Durante Toda a existencia do Império, MESMO when o Território bizantino estava Reduzido Praticamente à Cidade de Constantinopla. Em 1393, apenas 60 Anos Antes da Queda da Capital, o patriarca Antônio IV de Constantinopla escreveu Pará Basílio I da Moscóvia defendendo a Comemoração Liturgica do Imperador bizantino NAS Igrejas russas com o Argumento de Que ELE era o "Imperador (Basileu) e autocrator dos romanos, OU SEJA, DE 'de Todos os cristãos' ". De a Acordo com o patriarca Antônio, "Localidade: Não E Possível Entre OS cristãos ter UMA Igreja e Localidade: Não ter hum Imperador. Pois o Império ea Igreja TEM Grande Unidade e comunalidade e Localidade: Não E Possível separa-los"  e "o sagrado Imperador de: Não e Como OS soberanos e governantes de Otras regions ".