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arrebatamento pre-tribulacional
arrebatamento pre-tribulacional

   A TEORIA DO ARREBATAMENTO PRÉ-TRIBULACIONISTA   A DOUTRINA VERDADEIRA, E ACEITA PELA MAIORIA DAS IGREJAS, INCLUSIVE NO BRASIL.

 

Os que defendem o arrebatamento pré-tribulacionista acreditam na interpretação dispensacionalista da Palavra de Deus. A igreja e Israel são dois grupos distintos para os quais Deus tem um plano divino.

 

Argumentos essências do Arrebatamento Pré-tribulacionista.

 

Vários argumentos podem ser apresentados em apoio à posição pré-tribulacionista do arrebatamento. 

 

POR TIPOLOGIA BÍBLICA

 

Deus não igualou Noé e sua família com os pecadores rebeldes e obstinados. Enquanto Noé e os seus não entraram na Arca, Deus não derramou o terrível dilúvio. Enquanto Ló e sua família não saíram de Sodoma, Deus não fez chover fogo do céu. Então porque Deus não livraria também a Igreja da Tribulação? Então, enquanto Jesus não arrebatar sua Igreja, não começará a Tribulação. 

Em João 14.3 Jesus prometeu: “E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”. Aqui a vinda de Jesus é com o propósito de receber a Igreja para si mesmo e levá-la para um lugar na casa do Pai; essa não pode ser a mesma vinda com a Igreja para a terra, como sustentam os adeptos da pós-tribulação. 

 

No livro do Apocalipse do capítulo 4 ao 19 nada fala sobre a Igreja, mas trata da Tribulação na terra. Logo se deduz que a Igreja não estará na terra nesse período de Tribulação. Já os capítulos de 1 ao 3 de Apocalipse menciona por 19 vezes a Igreja, e só volta a mencioná-la no capítulo 21 chamando-a de Esposa do Cordeiro. 

Os Pré-tribulacionistas crêem que as profecias relativas a Tribulação devem ser interpretadas de forma literal e que o período da Igreja é um tempo misterioso e está estritamente relacionado com o fato de o povo de Isreal ter negado o seu Messias, e por eles o terem rejeitado, os gentios foram enxertados (Rm 11.1-8), esse enxerto deve se completar primeiramente, antes que Deus volte a tratar com o povo israelita. Para que isso seja possível profeticamente é importante que:

 

1-    A Bíblia seja interpretada literalmente. 

2-    A Igreja seja poupada da Grande Tribulação (Ap 3.10). 

3-    O arrebatamento seja iminente, pode acontecer a qualquer momento (1 Ts 5.6). 

4-    A Igreja esteja isenta da ira futura de Deus (Ap 6.17; 1 Ts 1.10; 5.9) 

5-    Haja remoção dos salvos, na remoção do Espírito Santo (2 Ts 2.7,13). 

 

O método de interpretação literal das Escrituras.

 

É franca e livremente reconhecido pelos pós-tribulacionistas que a controvérsia entre eles e os pré-tribulacionistas é a questão do método de interpretação empregado no tratamento das profecias. Se o método de interpretação literal das profecias for o certo, então a teoria pré-tribulacionista está correta. Dessa maneira podemos ver que a doutrina da volta pré-tribulacionista de Cristo para instituir um reino literal resulta de métodos de interpretação literal das promessas e das profecias do Antigo Testamento. É natural, portanto que o mesmo método de interpretação deva ser também empregado na interpretação do arrebatamento. Seria ilógico construir um sistema pré-milenarista sobre um método literal de interpretação e depois abandonar esse método no tratamento de outras questões relacionadas com o mesmo tema. Podemos observar facilmente que o método literal de interpretação exige um arrebatamento pré-tribulacionista da Igreja.

 

Não pode haver um método empregado para estabelecer o pré-milenarismo e outro para interpretar as promessas de arrebatamento. O método literal de interpretação, aplicado de maneira coerente, leva necessariamente a outra conclusão: a de que a Igreja será arrebatada antes da septuagésima semana de Daniel. 

A natureza da septuagésima semana.

 

Existem várias palavras usadas no Antigo e no Novo Testamento em referencia ao período da septuagésima semana, as quais, quando examinadas em conjunto oferecem a natureza essencial ou o caráter desse período: 

1)    Ira Divina (Ap 6.16,17; 11.18; 14.19; 15.1,7; 16.1,19; 1Ts 1.9,10;5.9; Sf 1.15,18); 

2)    Julgamento (Ap 14.7; 15.4; 16.5-7; 19.2); 

3)    Indignação (Is 26.20,21; 34.1-3); 

4)    Castigo (Is 24.20,21) ; 

5)    Hora do julgamento (Ap 3.10); 

6)    Hora de angústia (Jr 30.7); 

7)    Destruição (Joel 1.15); 

8)    Trevas (Joel 2.2; Sf 1.14-18; Am 5.18). 

Devemos mencionar que essas referências abrangem todo o período e não apenas parte dele, de modo que todo o período é assim caracterizado.

 Desde que a era da igreja termina com o inicio da Tribulação, ela não tomará mais parte nos assuntos terrenos até o milênio.

 Não confundir Tribulação com ira vindoura.

 

Dizem os pós-tribulacionistas que Tribulação não deve ser confundida com ira vindoura, para tentarem fugir das seguintes passagens: 

E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura” (1Ts 1.10). 

Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts 5.9). 

Mas observe que a ira do Cordeiro é derramada no momentoem que Eleestá em seu trono e que esse período aqui é descrito como tempo da Tribulação (Ap 6.16,17). 

Não podemos confundir a Grande Tribulação com a Tribulação que a antecede (Mt 24.6-12), a apostasia, que é apenas o princípio das dores. 

O arrebatamento se dará antes da Tribulação, então evidentemente é necessário que o arrebatamento e vinda do Senhor Jesus sejam dois eventos distintos. Pois no arrebatamento Ele virá apenas até as nuvens, não porá os pés na terra, nós iremos ao encontro dele nas nuvens (1Ts 4.16-17). Será num instante, num piscar de olhos (Mt 24.27; 1Co 15.51), será também em secreto. 

Na segunda vinda Ele tocará à terra e todo olho o verá (ZC 14.3,4; Ap 1.7). Jesus derrota plenamente o Anticristo (Ap 19.15-21) e seus seguidores desde o menor até o maior (19.18). É a justiça de Deus, Sua ira é vinda sobre os iníquos. 

Jesus, depois de derrotar o Anticristo, o Falso Profeta e o Dragão, mandará prender Satanás por mil anos (Ap 20.1-4).

 

Distinção entre arrebatamento e segunda vinda de Cristo

 

Devemos observar várias contraposições entre o arrebatamento e a segunda vinda. Elas mostrarão que os dois acontecimentos não são vistos como sinônimos nas Escrituras.

 

A)    O arrebatamento compreende a retirada dos salvos, enquanto o segundo advento requer o aparecimento e a manifestação de Jesus. 

B)    No arrebatamento os santos são levados nos ares, enquanto na segunda vinda Cristo volta à terra. 

C)    No arrebatamento Cristo vem buscar a sua Igreja, enquanto na segunda vinda Ele virá com a Igreja. 

D)   O arrebatamento resulta na retirada dos salvos e na instauração da Tribulação, enquanto na segunda vinda será instaurado o reino milenar. 

E)     O arrebatamento pode acontecer a qualquer momento, enquanto a segunda vinda será precedida por uma multidão de sinais. 

F)     O arrebatamento está relacionado ao plano para a Igreja, enquanto a segunda vinda está relacionada ao plano para Israel e para o mundo. 

G)   O arrebatamento deixa o mundo intacto, enquanto a segunda vinda implica em mudança mundial. 

Essas e outras contraposições que poderiam ser apresentados apoiam a alegação de que o arrebatamento e a segunda vinda de Cristo não podem ser confundidos como um mesmo acontecimento.  

 

OS 144 MIL SELADOS 

 

Enquanto a Igreja estiver na terra não existirá um relacionamento exclusivamente judaico para com Deus. Todos os salvos independentes de raça tem uma posição no Corpo de Cristo, conforme indicado em Colossenses 1.26-29; 3.11; Efésios 2.14-22; 3.1-7. Durante a septuagésima semana, a Igreja estará ausente, pois dos salvos restantesem Israel Deussela 144 mil judeus, 12 mil de cada tribo de acordo com Apocalipse 7.14. O fato de Deus lidar novamente com Israel nesse relacionamento nacional, separando-o por identidade nacional e mandando-o como representante às nações no lugar das testemunhas da Igreja, indica que a Igreja não deve estar mais na terra.]

DOUTRINA DO ARREBATAMENTOPRÉ-TRIBULACIONAL

 

 

ALICERCES BÍBLICOS

 

1- Interpretação Literal das Escrituras

2- Pré-Milenismo

3- Futurismo

4- Diferença Entre Israel e a Igreja

 

          De acordo com esses alicerces observa-se seis argumentos que favorecem o pré-tribulacionismo, antes de estudá-los detalhadamente.

 

 

CONTRASTE ENTRE AS DUAS VINDAS DE JESUS

 

          O arrebatamento demonstra que a Igreja vai ao encontro de Jesus cf. I TESS. 4: 17, isto é, a vinda é exclusiva para o cristão, a Igreja. A volta, isto é, no segundo advento de Cristo, Ele vem com a Igreja e estabelece Seu Reino Messiânico cf. ZAC. 14: 4, MAT. 24: 30 e APOC. 19: 11-14.

 

 

A NECESSIDADE DE UM INTERVALO ENTRE AS DUAS VINDAS

 

          É necessário haver um período intercalar entre o arrebatamento e a segunda vinda de Jesus por ao menos 2 motivos: para que todo cristão compareça diante do Tribunal de Cristo (cf. II CORINTIOS 5: 10) e para que surjam cristãos na Grande Tribulação, os quais terão seus corpos não-ressurretos e transformados (ISAÍAS 65: 20-25).

 

VINDA IMINENTE DE JESUS CRISTO

 

          Significa que não é obrigatório que ocorra determinados fatos antes deste evento, isto é, Jesus pode voltar a qualquer momento sem que haja uma série precisa de acontecimentos antes disso.

 

A NATUREZA DA TRIBULAÇÃO

 

          O propósito da Tribulação, isto é, porque irá ocorrer a Grande Tribulação ? É claro que há motivos para essa determinação de Deus, de acordo com DEUTERONOMIO 4: 29-30 e JEREMIAS 30: 7-11 vemos que a Grande Tribulação é primeiramente um tempo para restauração de Israel, período chamado de Dia do Senhor, Angústia de Jacó, dia da ira de Deus cf. SOFONIAS 2: 3 e LUCAS 21: 23. Lemos ainda em OBADIAS 14, SOFONIAS 1: 17 e 15 e ZACARIAS 14: 1 outras definições para o período da Grande Tribulação, demonstrando tempos de “fogo” na terra, pois o planeta também precisa ser redimido e somente pelo fogo o será, afinal só sangue e fogo purificam (I CORÍNTIOS 3: 13-15).

 

A NATUREZA DA IGREJA

 

          A Igreja é um mistério (EFÉSIOS 3: 3-4), judeus e gentios se unem em um só corpo. A Igreja tem promessa de libertação do tempo da ira de Deus durante a Tribulação (I TESSALONICENSES 1: 9-10 e I TESSALONICENSES 5: 9), nenhum cristão permanecerá na terra durante a tribulação.

 

A OBRA DO ESPÍRITO SANTO

 

          Sabe-se que durante a Grande Tribulação reinará na terra a pessoa do anti-Cristo, do qual Paulo fala em II TESSALONICENSES 2, lemos  ainda nos versos 6 e 7 que Alguém o detém,  e somente Deus através do Seu Espírito pode detê-lo, na Igreja.

 

1- INTERPRETAÇÃO LITERAL DAS ESCRITURAS

 

 

          A interpretação literal e constante da Bíblia, significa explicar o sentido do texto apenas com o uso normal do texto, levando em consideração:

- gramática: de acordo com as regras de ortografia

- histórica: o contexto histórico da passagem

- contextual: de acordo com o contexto da passagem

 

          Qualquer interpretação que conflite com a gramática não é válida neste método. A pessoa que analisa o texto precisa verificar corretamente o relacionamento gramatical das palavras, busca-se então o significado das palavras, a forma das palavras, a função das palavras e o relacionamento entre elas.

 

          As Escrituras são compostas durante várias épocas e culturas diferentes, e assim é que o leitor deve vê-la durante a interpretação literal.

 

          O texto fora do contexto vira pretexto, o contexto inclui vários aspectos;

 

- os versículos imediatamente antes e depois da passagem

 

- o parágrafo e o livro em que ocorre a passagem

 

- o período em que foi escrito

 

- a mensagem da Bíblia como um todo (TIAGO 2: 17/ EFÉSIOS 2: 8-9)

 

- a situação histórico e cultural no período em que foi escrita a passagem

 

          Como exemplo podemos citar II CRÔNICAS 7: 14 que normalmente é usado como uma fórmula mágica de benção nacional, porém verificamos em 6:24 que o “meu povo”é somente Israel, essa passagem envolve Israel e não a Igreja, portanto é incorreto usá-la assim. Outros exemplos são FILIPENSES 4:13 e JOÃO 10:10.

 

          Quando o sentido normal da Escritura faz sentido não busque qualquer outro sentido, tome cada palavra em seu sentido primário, a não ser que o contexto e passagens relacionadas indiquem o contrário.

 

 

2- PRÉ-MILENISMO

 

          O pré-milenismo ensina que Jesus Cristo voltará antes do período milenar, as características do reino milenar são:

- terá duração de mil anos

- sua localização será aqui na terra

- o governo será mundial sob ordens de Jesus Cristo em pessoa

 

          Existem outros dois tipos de ensino, o pós-milenista e o amilenista, que praticamente diferem em pouca coisa, o ensino pós-milenista é de que Cristo voltará à terra após reinar por mil anos, durante a presente era através da Igreja, isto é, Cristo reina espiritualmente.

 

          A posição pré-milenista é sem dúvida a mais antiga e criada pela Igreja desde seus primeiros séculos.

 

          O pré-milenismo começou a desaparecer com o início da Igreja católica no tempo de Agostinho (354-430 A.D.), o catolicismo unido com o Estado na época de Constantino fez esmorecer a esperança da volta de Jesus, porém sempre houve pré-milenistas, mesmo quando não era conhecido. Durante a reforma os anabatistas ajudaram a reviver o pré-milenismo.

 

          As bases Bíblicas para o pré-milenismo, embora APOCALIPSE 20: 1-7 seja um forte apoio, são desenvolvidas no A.T. e N.T. As alianças do A.T. com Abraão e Davi estabelece promessa incondicional de um reino em Canaã liderado pelo definitivo Filho de Davi (ISAÍAS 65).

 

          Em I CORÍNTIOS 15: 25 fala de um reino seguido ao retorno de Cristo.

 

 

3- FUTURISMO

 

          Existem 4 maneiras de entender as Escrituras em relação ao Apocalipse:

- Preterista: crê que a maioria das profecias, senão todas, já se cumpriram no passado

- Historicista: entende que as profecias estão e serão totalmente cumpridas na era da Igreja, inclusive a Tribulação

- Idealista: não crêem em uma cronologia das profecias, pensam que as passagens proféticas apenas ensinam idéias ou verdades

- Futurista: crêem que virtualmente todos os eventos ocorrerão no futuro, durante a Grande Tribulação, na Segunda Vinda e no Milênio.

          O futurismo teve aceitação ampla na Igreja primitiva, que acreditava nos eventos futuros.

          As vantagens do futurismo são relacionadas à textos da Bíblia que indicam a vinda pessoal e física de Jesus na terra pela segunda vez ( ATOS 1: 9-11; LUCAS 21: 27), na Bíblia lemos dias, meses e anos, que devem ser aceitos literalmente.

          Um terço da Bíblia é profecia e a maior parte dela versa sobre o futuro, uma abordagem literal será futurista conseqüentemente.

 

4- DIFERENÇAS ENTRE ISRAEL E A IGREJA

 

          É muito importante saber que Deus tem dois povos: Israel e a Igreja, mas isso não implica que haja dois modos de salvação, a Bíblia claramente diz de Jesus Cristo em Sua obra redentora é o Único Caminho, uma vez que judeus e gentios são descendentes do mesmo homem caído - Adão.

          Israel é particularmente uma escolha de Deus, por várias razões, entre elas:

- uma propriedade particular e nação santa (EXÔDO 19: 5-6)

- um povo que revelaria ao mundo a sabedoria de Deus  ( DEUT. 4: 5-8)

- Israel deveria trazer o Messias ao mundo e salvação aos gentios (ROMANOS 9: 4-5 / JOÃO 4: 22)

          Estes são aspectos importantes de Israel, nenhum cristão deve negar esses aspectos quando leva a sério as Escrituras.

          A Igreja é uma obra a parte do povo judeu, isso por inúmeras razões, vejamos algumas mais importantes:

- a Igreja nasceu em Pentecostes e Israel há muitos séculos atrás, para provar isso lemos em MATEUS 16: 18 que a Igreja ainda seria edificada

- a Igreja só poderia existir após certos acontecimentos no ministério de Jesus Cristo, a ressurreição e ascensão são inclusos nesses eventos bem como a capacitação do Espírito Santo através de dons

- a Igreja é um mistério, referência nunca dada à Israel. Na Bíblia lemos algumas características que demonstram a Igreja ser um mistério; judeus e gentios são unidos em um só corpo (EFÉSIOS 3: 3-6), Cristo em cada crente (COLOSS. 1: 27), a Igreja como noiva de Cristo é um mistério (EFÉSIOS 5: 32), o arrebatamento da Igreja (I CORÍNTIOS 15: 51-52)

- o relacionamento entre judeus e gentios na Igreja é peculiar, completamente diferente do relacionamento incrédulo entre ambos (EFÉSIOS 2: 11-16). Deus ainda salva pessoas judias e gentios combinando-os em um terceiro organismo completamente novo, a Igreja

- a distinção em GÁLATAS 6: 16 é clara, “Israel de Deus” é logicamente referência aos judeus convertidos ao cristianismo, isso mostra também a separação de Israel incrédula, a quem Paulo chama de “Israel segundo a carne” em I CORÍNTIOS 10

- no livro de ATOS, Israel e a Igreja existem simultaneamente, o termo Israel é mencionado 20 vezes e o termo Igreja (ECCLESIA), 19 vezes.

          Israel e a Igreja são vistos como dois organismos diferentes pela Bíblia, se fosse um apenas não haveria necessidade de restauração de Israel.

          Não é correto fundir Israel e a Igreja em um único objeto apenas, pois além de todas as razões já vistas lemos no N.T. o arrebatamento da Igreja e não de Israel, o qual passará pela Tribulação e ao fim da mesma se converterá a Jesus contemplando Aquele a Quem transpassaram.

          Uma distinção entre Israel e a Igreja conforme ensinada na Bíblia oferece mais uma base de apoio ao arrebatamento pré-tribulacional.

          Além desses 4 alicerces Bíblicos para o arrebatamento pré-tribulacional, poderemos tecer outros comentários visando eliminar qualquer dúvida a esse respeito, para isso iniciamos considerações importantes acerca do arrebatamento e a Segunda Vinda de Jesus.

 

 

O ARREBATAMENTO E A SEGUNDA VINDA, DIFERENÇA IMPORTANTE

 

 

          Na Bíblia encontramos diferenças nas passagens referentes ao arrebatamento e a segunda vinda, tanto um fato como o outro tratam de vindas de Cristo, contudo são distintas entre si, isto é,  a primeira vinda é o arrebatamento da Igreja nas nuvens antes dos sete anos de Tribulação e a segunda vinda é o retorno de Cristo à terra, o que ocorrerá no fim da Tribulação. Obviamente a Bíblia não contém um texto que explique a diferença das duas vindas de Cristo, porém as Escrituras ensinam a diferença de um modo peculiar, da mesma forma que cremos na Trindade, mas sabemos que não há nenhuma passagem Bíblica que afirme clara e simplesmente a tri-Unidade de Deus, porém sabemos que a Bíblia ensina isso de um modo diferente.

 

 

1- ARREBATAMENTO

 

          É versado claramente no texto de I Tessal. 4: 13-18 e no verso 17 a expressão “arrebatamento” é a tradução do verbo grego “harpazo”, o qual tem significado de agarrar para o alto ou puxar com força.

 

          O arrebatamento é comparado muitas vezes ao caso de Enoque (Gênesis 5: 24) e de Elias (II Reis 2: 12), Jesus Cristo também foi arrebatado ao céu conforme Atos 1: 9.

 

          O arrebatamento é definido como um mistério (I Coríntios 15: 51-54) ao passo que a segunda vinda de Cristo já é predita desde o A.T. (Zacarias 14:4; 12: 10). No arrebatamento há um deslocamento da terra para o céu e na segunda vinda ocorre o inverso.

 

          A seguir uma comparação entre os dois eventos.

 

 

 

ARREBATAMENTO

 

SEGUNDA VINDA

 

Os santos arrebatados vão ao céu

 

Os santos vêm à terra

 

Acontecimento iminente sem sinais

 

Seguem sinais, inclusive a tribulação

 

A terra não é julgada

 

A terra é julgada

 

Não mencionado no A.T.

 

Predito várias vezes no A.T

 

Envolve apenas cristãos

 

Afeta todos os homens

 

Nenhuma referência à Satanás

 

Satanás é amarrado

 

Cristo vem para os Seus

 

Cristo vem com os Seus

 

Ele vem nos ares

 

Ele vem à terra

 

Somente os Seus o vêem

 

Todo olho O verá

 

Começa a Tribulação

 

Começa o Milênio

 

 

          Esses contrastes deixam claro a diferença entre o translado da Igreja e a volta do Senhor Jesus, além disso lê-se em Apocalipse 19: 7,8 e 14 que a Igreja (Noiva) é preparada para acompanhá-Lo em Sua volta à terra, pois como isso poderia ocorrer se a Igreja estivesse aqui ?

 

PASSAGENS DO ARREBATAMENTO

 

 

PASSAGENS DA SEGUNDA VINDA

 

 

 

Marcos 13:14-27

 

II Tess 2;1

 

Daniel 2:44-45

 

Atos 3:19-21

 

João 14:1-3

 

I Timóteo 8:14

 

Daniel 7:9-14

 

I Tess 3:13

 

Romanos 8:19

 

II Timóteo 4:1

 

Daniel 12:1-3        

 

II Tess 1:6-10

 

I Corin. 1:7-8

 

II Timóteo 4:8

 

Zacarias 12:10

 

II Tess 2:8

 

I Cor 15:51-53

 

Tito 2:13

 

Zacarias 14:1-15

 

I Pe 4:12-13

 

I Corin 16:22

 

Hebreus 9:28

 

Mateus 13:41

 

II Pe 3:1-14

 

Filip 3:20-21

 

Tiago 5:7-9

 

Mateus 24:15-31

 

Judas 14-15

 

Filip 4:5

 

I Pe 1:7 e 13

 

Mateus 26:64

 

Apoc 19:11

 

Coloss 3:4

 

I Pe 5:4

 

Apoc 1:7

 

Apoc 20:6

 

I Tess 1:10

 

I João 2:28

 

Marcos 14:62

 

 

 

I Tess 2:19

 

I João 3:2

 

Lucas 21:25-28

 

 

 

I Tess 4:13-18

 

Judas 21

 

Apoc 22:7

 

 

 

I Tess 5:9   

 

Apoc 2:25

 

Apoc 22:12 e 20

 

 

 

I Tess 5:23

 

Apoc 3:10

 

Atos 1:9-11

 

 

A NECESSIDADE DE UM INTERVALO ENTRE AS DUAS VINDAS

 

 

          Para que ocorra certos eventos preditos na Bíblia, é necessário haver um intervalo entre o arrebatamento e a segunda vinda.

 

1- O Tribunal de Cristo

          Em II Coríntios 5:10 lemos que todos os cristãos deverão comparecer perante um juízo especial, conhecido como “juízo do Bema”. A palavra grega “Bema” jamais é mencionada nos textos que descrevem a segunda vinda de Cristo à terra, nestes casos lê-se a palavra “Krino”, isto é, o juízo do “Krino” será apenas para incrédulos, será necessário um período para a concretização do juízo de Cristo aos arrebatados e ressuscitados.

 

2- A Preparação da Noiva

          A Igreja deve estar completa para o casamento com Cristo, na verdade o juízo “Bema” é tal preparação, ao término dele a Igreja toda estará pronta para o Senhor e esse casamento ocorre no céu.

 

3- O Julgamento dos Incrédulos

 

          Como poderia haver um julgamento entre salvos e não salvos em seus corpos naturais se todos os crentes fossem arrebatados na Segunda Vinda ? Deverá haver um intervalo de tempo.

 

4- O Povo do Milênio

          Todos os que se tornarem cristãos na Grande Tribulação e não forme mortos entrarão no milênio com uma vida normal, não serão arrebatados na Segunda Vinda de Cristo, conforme Isaías 65: 20-25

 

5- O Plano de Deus para Israel  A Igreja composta por judeus e gentios não deverá misturar-se com o plano ainda não concluído para com Israel, Deus estabeleceu 70 semanas para Israel (Daniel 9:24-27), um programa destinado somente à Israel, a Igreja portanto não deve passar por esse período de 70 semanas, assim como não passou nas 69 semanas iniciais, não passará pela última, pois esse não é o plano divino.

 

A IMINÊNCIA DA VOLTA DE JESUS CRISTO

 

          Ao lermos o N.T. veremos que o ensino dado é sobre a volta de Jesus aqui para arrebatar Sua Igreja sem que ocorra algum evento necessariamente, isto é, não há nenhum sinal prévio e obrigatório para anteceder a vinda de Cristo à Igreja, portanto o N.T. ensina a volta iminente de Jesus.

 

 

O Que é Iminência ?

          Uma definição Bíblica para um fato iminente é descrita como segue:

1- Um acontecimento iminente é aquele que está prestes a acontecer, a qualquer momento, sendo que outros fatos podem até ocorrer antes mas nada precisa ocorrer antes de acontecer o evento iminente. Se houver necessidade de ocorrer algo antes, então o fato não é iminente.

 

2- Se o fato é iminente, não existe um período de tempo pré determinado ao fato, isto é, ele pode ocorrer a qualquer momento.

 

3- Não existe uma data pré estabelecida para um evento iminente, seja ela direta ou implícita.

 

4- Um acontecimento iminente não pode ser “em breve”, porque um fato breve precisa ocorrer dentro de um período de tempo pequeno, contudo o fato iminente pode até ocorrer em um período pequeno de tempo mas não precisa ser assim para ser iminente.

 

          Nas Escrituras lemos a Doutrina da Vinda Iminente de Jesus Cristo à Sua Igreja nos seguintes textos Sagrados: I CORÍNTIOS 1: 7, I CORÍNTIOS 16: 22, FILIPENSES 3: 20, FILIPENSES 4: 5, I TESSALONICENSES 1: 10, I TESSALONICENSES 4: 15-18, I TESSALONICENSES 5: 6, I TIMÓTEO 6: 14, TITO 2: 13, HEBREUS 9: 28, TIAGO 5: 7-9, I PEDRO 1: 13, JUDAS 21, APOCALIPSE 3: 11, APOCALIPSE 22: 7, 12,20 E APOCALIPSE 22: 17,20.

 

          Nos textos acima verificamos a doutrina da iminência quando o leitor é ensinado a aguardar pacientemente a Vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo, observe que não há aviso prévio, apenas diz que Ele virá a qualquer momento.

 

          A Igreja aguarda Alguém, Uma Pessoa - Jesus Cristo - e não uma série de eventos, pois todos os sinais que Jesus diz ocorrer, em Mateus 24 por exemplo, estão relacionados com a Tribulação e a volta dEle para estabelecer Seu Reino Milenar  com Sua Igreja, agora para o arrebatamento não há nenhum sinal deixado por Ele, ao contrário é afirmado em Mateus 24: 36 que ninguém sabe o dia e nem a hora.

 

          “Maranata” ou “Marah natha”, significa Vem Nosso Senhor, um termo que só tem sentido se a vinda for a qualquer momento, isto é, iminente, os cristãos antigos utilizavam esse termo como uma saudação.

 

          Embora seja uma doutrina a volta de Cristo iminente, não devemos nos esquecer que uma série de eventos tem ocorrido nos últimos anos, os quais nos levam a crer na Vinda de Jesus estar realmente às portas, observe que poderá ocorrer ainda este ano ou daqui a vários anos, a questão é que vive-se em dias difíceis, onde a Igreja de Jesus Cristo padece, é atacada por uma variedade de investidas, às vezes partindo de dentro de si mesma.

 

          A volta iminente de Jesus Cristo deve ser aguardada a qualquer momento mais agora do que nunca, pode ser que Ele volte hoje.

 

               

       

                 A Base nas Escrituras Para Esperarmos o

 

                       Arrebatamento Antes da Tribulação                                        

 

Está provado que a compreensão da profecia bíblica é progressiva — à medida que os eventos mundiais continuam a se desdobrar, os elementos que antes eram considerados alegóricos agora fazem pleno sentido! Além disso, desde 1989, os espíritos-guia demoníacos estão dizendo aos autores de livros de Nova Era para prepararem seus aderentes para o arrebatamento do povo cristão.

 

"Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras" — apóstolo Paulo em 1 Tessalonicenses 4:18.

 

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!

 

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

 

Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.

 

Agora você está com a

"THE CUTTING EDGE"

Já usei muito esta ilustração, mas a julgar pelos comentários que recebemos desafiando nossa posição que o arrebatamento ocorrerá antes da Tribulação, ela aparentemente precisa ser repetida com freqüência: o que estava anteriormente fora dos limites da razão agora tornou-se bastante razoável à luz dos eventos atuais.

 

Por exemplo: até o início do século XX, a maioria dos comentaristas via o exército de duzentos milhões de soldados mencionado em Apocalipse 9:16 como algo totalmente fantástico e que deveria ser considerado como uma alegoria — representativo de alguma outra verdade espiritual. Eles raciocinavam que como todos os exércitos do mundo daquela época combinados não atingiriam aquele número astronômico, a passagem não deveria ser entendida literalmente. Entretanto, setenta e cinco anos depois, ficamos sabendo que a China sozinha poderia mobilizar um exército daquele tamanho, se assim desejasse. Novamente, aquilo que antes estava fora dos limites da razão tornou-se agora bastante razoável! O mesmo princípio aplica-se às demais profecias — o tempo inevitavelmente lança mais luz sobre a interpretação.

 

Similarmente, a história da igreja mostra que em alguns casos, foram necessários várias centenas de anos para que todas as grandes doutrinas da fé fossem codificadas e solidificadas. Por exemplo, a justificação unicamente pela fé não foi completamente "firmada" até os dias de Martinho Lutero, nos anos 1500s. Assim, não vamos cair na armadilha de pensar que tudo o que os primeiros pais disseram seja sacrossanto e esteja fora de revisão.

 

Até hoje, muitos ainda ridicularizam o conceito do que caracterizam como "um arrebatamento secreto" porque insistem que uma pessoa supostamente chamada Margaret McDonald concebeu a idéia em 1830 — e a idéia foi adotada posteriormente pela denominação Irmãos Plymouth, e popularizada por meio dos esforços de C. I. Scofield, e sua famosa Bíblia de Referência.

 

Para responder a essas objeções, tudo o que podemos dizer é: "O que dizem as Escrituras?" A posição (como afirmamos enfaticamente) encaixa-se com todas as Escrituras e fazem mais sentido do que aquelas que são anteriores a ela? Vamos descobrir examinando o assunto da forma mais objetiva que pudermos.

 

Que haverá uma remoção instantânea da igreja do mundo é algo que está fora de disputa, porque 1 Tessalonicenses 4:13-18 e 1 Coríntios 15:51-53 declaram isso. A principal diferença de opinião gira em torno de quando ocorrerá essa remoção, pois muitos insistem que será simultânea à Segunda Vinda de Cristo no fim do Período da Tribulação, e não no início. Todos os crentes concordam que Deus certamente arrebatará seus filhos eleitos deste mundo a qualquer tempo que escolher, mas existem várias razões lógicas para acreditarmos que esse evento ocorrerá antes da Tribulação.

 

Primeiro, precisamos compreender que o principal propósito do Período da Tribulação ("O Dia do Senhor") é punir e refinar a nação de Israel — não a igreja de Jesus Cristo — que é sua amada noiva. Parte (senão a maioria) da confusão que cerca esse assunto é causada pela compreensão incorreta do termo "escolhido" como se referisse aos filhos de Deus.

 

A igreja é formada exclusivamente de indivíduos escolhidos, mas existem dois grupos distintos de escolhidos fora da igreja: O primeiro é formado pelos santos do Antigo Testamento e o segundo é o grupo daqueles que serão salvos durante o período da Tribulação. Portanto, quando vemos o termo "escolhidos" usado em Mateus 24, juntamente com algumas referências nos evangelhos de Marcos e Lucas — precisamos entender que esses não são os santos da Época da Igreja — por razões que serão explicadas em detalhes posteriormente.

 

A maioria das profecias sobre o Período da Tribulação encontra-se no Antigo Testamento e, portanto, é claramente destinada a Israel. Adicionalmente, não faz absolutamente nenhum sentido o Senhor fazer Sua noiva passar pelos horrores inimagináveis da Tribulação — mesmo considerando-se que a igreja é formada por pecadores merecedores do inferno. Ele nos salva pela Sua graça e não por algum mérito nosso, de modo que propósito haveria em punição durante a Tribulação? Enquanto estivermos nestes corpos mortais, o pecado continuará a caracterizar nossa existência e nenhuma punição apagará nossa natureza pecaminosa. Somente após recebermos nossos corpos glorificados é que finalmente estaremos livres do pecado.

 

Além disso, aqueles que insistem que o período da Tribulação servirá para remover "as máculas e as rugas" [Efésios 5:27] da igreja antes que ela possa se apresentar diante de Cristo, negligenciam um fato básico: Essa crença forma a base para o Purgatório pagão, de modo que aqueles que acreditam que a igreja precisa passar por um período de "purificação" estão aceitando a mentira do Purgatório! Os cristãos que constituem a igreja são imaculados, pois Jesus Cristo nos imputou Sua perfeição.

 

As imperfeições humanas e toda mancha do pecado precisa ser removida de nós como um pré-requisito para que possamos comparecer na presença de Deus — e isso será realizado instantaneamente no arrebatamento [1 Coríntios 15:50-58].

 

Vejamos o que dizem as Escrituras do Antigo Testamento sobre o assunto "Dia do Senhor" — "o tempo de angústia de Jacó" — para obter uma melhor compreensão de sua aplicação a Israel. Como veremos, poucos temas bíblicos associados com o fim dos tempos atraíram tanta atenção ou foram tão enfatizados no Antigo Testamento.

 

Quando os profetas mencionam: "O dia do Senhor", freqüentemente soam como Amós, que escreveu:

 

"Ai daqueles que desejam o dia do SENHOR! Para que quereis vós este dia do SENHOR? Será de trevas e não de luz. É como se um homem fugisse de diante do leão, e se encontrasse com ele o urso; ou como se entrando numa casa, a sua mão encostasse à parede, e fosse mordido por uma cobra. Não será, pois, o dia do SENHOR trevas e não luz, e escuridão, sem que haja resplendor?" [Amós 5:18-20].

 

Embora o "Dia do Senhor" como um termo teológico, inclua tudo o que acontece em todo o período durante o qual Deus cumpre Suas promessas e traz a história ao fim, a ênfase encontrada na maioria das passagens do Antigo Testamento está no período tenebroso de tribulação e julgamento que iniciará aquele dia. Ele é retratado como um tempo terrível para a humanidade; dias repletos dos juízos de Deus em que a Terra será devastada e esvaziada, e seus habitantes morrerão aos milhões. Haverá trevas, aflições e ais, à medida que a ira de Deus for totalmente liberada contra a humanidade rebelde [compare Deuteronômio 4:30-31; Isaías 2:19, 24:1,3,6,19-21; Jeremias 30:7; Daniel 12:1; Joel 1:15, 2:1-2; Amós 5:18-20; Sofonias 1:14-15,18]. Conforme descobrimos nessas passagens do Antigo Testamento, as nações pagãs e o povo eleito de Deus, Israel, experimentarão o julgamento divino, pois a abrangência da Tribulação será mundial.

 

Como Jeremias disse em 25:32-33:

"Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eis que o mal passa de nação para nação, e grande tormenta se levantará dos confins da terra. E serão os mortos do SENHOR, naquele dia, desde uma extremidade da terra até à outra; não serão pranteados, nem recolhidos, nem sepultados; mas serão por esterco sobre a face da terra. Uivai, pastores, e clamai, e revolvei-vos na cinza, principais do rebanho, porque já se cumpriram os vossos dias para serdes mortos, e dispersos, e vós então caireis como um vaso precioso. E não haverá refúgio para os pastores, nem salvamento para os principais do rebanho."

 

No entanto, apesar de todos os horrores desse tempo terrível, o objetivo é claro que ele levará ao livramento. Eis algumas citações dos profetas:

 

"Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; e é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela." [Jeremias 30:7].

 

"Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada, hei de reinar sobre vós. E vos tirarei dentre os povos, e vos congregarei das terras nas quais andais espalhados, com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada. E vos levarei ao deserto dos povos; e ali face a face entrarei em juízo convosco; como entrei em juízo com vossos pais, no deserto da terra do Egito, assim entrarei em juízo convosco, diz o Senhor DEUS. Também vos farei passar debaixo da vara, e vos farei entrar no vínculo da aliança. E separarei dentre vós os rebeldes, e os que transgrediram contra mim; da terra das suas peregrinações os tirarei, mas à terra de Israel não voltarão; e sabereis que eu sou o SENHOR." [Ezequiel 20:37-38].

 

"E acontecerá em toda a terra, diz o SENHOR, que as duas partes dela serão extirpadas, e expirarão; mas a terceira parte restará nela. E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O SENHOR é o meu Deus." [Zacarias 13:8-9].

 

[Observe que dois terços de Israel serão mortos e somente um terço sobreviverá aos rigores do julgamento de Deus!].

 

O Período da Tribulação objetiva fazer a purificação [veja também Apocalipse 7:9 e 14:4] e preparar a conversão nacional de Israel [compare com Ezequiel 20:37-38; Zacarias 13:1,8-9, citado anteriormente]. De tudo isso, devemos compreender que a Tribulação do mundo inteiro está bem próxima. Entretanto, até mesmo esse mais terrível de todos os tempos será usado por Deus para o bem final, e levará a história em direção ao fim que Ele planejou. Estes são alguns textos adicionais para estudo:

 

Dia do Senhor: Isaías 2:12; 13:6; Ezequiel 13:5; 30:3; Joel 1:15, 2:1,11,31; Amós 5:18-20; Obadias 1:15; Sofonias 1:7,14; Zacarias 14:1; Malaquias 4:5.

 

Tribulação: Deuteronômio 4:30-31; Isaías 2:19, 24:1,3,6,19-21, 26:20-21; Jeremias 30:7; Daniel 9:27, 12:1; Joel 2:1-2; Amós 5:18-20; Sofonias 1:14-15,18.

 

Agora que estabelecemos a base para o Período da Tribulação e mostramos como ele se refere a Israel e não à igreja, voltemos nossa atenção para os aspectos lógicos e de bom senso para o arrebatamento antes da Tribulação. Já dissemos que é um ponto irrealista e espiritualmente improdutivo pensar que o Senhor sujeitaria Sua amada noiva aos terríveis eventos da Tribulação. Aproveitando que estamos no assunto da noiva de Cristo, vamos dar uma rápida olhada nos antigos costumes hebraicos de noivado e casamento.

 

Uma vez que os pais concordassem com o casamento de seus filhos e o noivado formal fosse declarado (o noivado naquele tempo tinha o mesmo vínculo de indissolubilidade que o casamento), o noivo então iria providenciar uma casa para viver com a noiva. Freqüentemente, isso levava até dois anos para ser concluído. Enquanto esperava, a noiva permanecia na casa de seu pai, mas vivia em uma "expectativa do retorno do noivo a qualquer momento". Suas malas ficavam prontas, por assim dizer, pois ela ansiava com expectativa pelo dia em que seu pretendido voltaria para ela. Então, quando o noivo finalmente ficava preparado para receber sua noiva, um alegre grupo de celebrantes, juntamente com os "amigos do noivo" — os paraninfos, ou padrinhos, na terminologia atual — vinham à casa da noiva à meia-noite, e um amigo do noivo gritava "Aí vem o noivo!" A noiva, logicamente, devia acordar e abrir a porta para os celebrantes. Nesse ponto, ela acompanhava o grupo festivo até a casa do pai do noivo, onde a cerimônia de casamento ocorria — e depois disso, o casal se mudava para sua nova casa, para uma lua-de-mel que normalmente durava sete dias.

 

Os paralelos entre o costume hebraico do casamento e o arrebatamento da igreja são inegáveis! A noiva (a igreja) deve esperar a vinda do noivo (Jesus Cristo) na casa de seu pai (este mundo, controlado por Satanás). Quando o noivo volta após um período de separação de dois anos (aproximadamente 2.000 anos até aqui), a noiva é levada para a casa do pai do noivo (a casa do Pai Celestial) onde ocorre a cerimônia de casamento. A lua-de-mel na nova casa (as "moradas" de João 14:2) dura sete dias (corresponde aos sete anos do Período da Tribulação aqui na Terra).

 

Então, encontramos outro forte argumento para um arrebatamento anterior à Tribulação em 1 Tessalonicenses 5:9, em que lemos: "Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo."

 

Esse verso, considerado no contexto, está obviamente conectado com o ensino de Paulo a respeito do arrebatamento — pois esse é o assunto do capítulo 4 e verso 13 até o capítulo 5 verso 11. Uma das principais razões que motivou Paulo a escrever essa primeira carta era que a igreja de Tessalônica estava entristecida pelo destino dos seus amados. Aquelas pessoas também tinham crido e aparentemente tinham morrido sem terem sido tomadas nos céus por Cristo (como Paulo tinha ensinado anteriormente, isso aconteceria algum dia). No entanto, como Paulo só esteve com eles por aproximadamente um mês, o conhecimento que eles tinham do assunto era incompleto. Portanto, para corrigi-los nesse mal-entendido, Paulo diz que seus familiares mortos "em Cristo" na verdade (somente por um momento) precederiam aqueles que estarão vivos no instante do arrebatamento.

 

Observe que Paulo usa a palavra "consolai-vos" duas vezes em seu discurso, em um esforço de aliviar seus temores; depois ele conclui com o verso citado anteriormente (5:9), dizendo que Deus não os tinha destinado para a ira — a ira divina que está reservada para a nação de Israel (em particular, e para o restante do mundo em geral) e, portanto, devemos compreender que esse ensino a respeito do arrebatamento objetiva ser uma fonte de consolação para todos os crentes da Época da Igreja.

 

Como o Diabo não tinha acabado de atormentar aqueles cristãos tessalonicenses, circulou a falsa noção que por causa da perseguição que eles estavam experimentando, o "dia do Senhor" (o Período da Tribulação) já estava presente e eles tinham perdido o arrebatamento! Isso levou Paulo a escrever sua segunda epístola, em que lhes deu (e a nós também) dois sinais inegáveis, sem os quais o Período da Tribulação não poderá iniciar! No verso 3 do capítulo 2, Paulo nos diz que não devemos nos deixar enganar por ninguém, pois "aquele dia" não virá sem que ocorra antes a apostasia — uma apostasia, ou afastamento, dependendo da interpretação que se tenha da palavra grega apostasia — juntamente com o aparecimento do "homem do pecado", o Anticristo. Assim, precisamos compreender que esses dois eventos terão de ocorrer antes do início do período da Tribulação.

 

Neste ponto, gostaria de lhe fazer uma pergunta: Que outra razão poderia ter motivado Paulo a apresentar esse ensino aos tessalonicenses, se não tivesse em vista o arrebatamento anterior à Tribulação? Pense nisso.

 

Outro ponto interessante refere-se à "apostasia" de 2 Tessalonicenses 2:3. A maioria vê isso com um afastamento em massa da fé anterior ao Período da Tribulação e essa certamente parece ser uma possibilidade quando o Anticristo ascender ao poder e as pessoas de todo o mundo começarem a adorá-lo. No entanto, ao longo dos anos, vários mestres proeminentes insistem que a palavra grega apostasia também pode ser traduzida como "afastamento" — como no afastamento da igreja deste mundo — e crêem que isso se refira a um arrebatamento anterior à Tribulação. Entretanto, alguns estudiosos do grego — muitos dos quais adotam a posição anterior à Tribulação — não concordam com a interpretação de "afastamento", de modo que esse ponto em particular está longe de ser resolvido.

 

O Comentário Bíblico Amplificado usa as palavras "afastamento da igreja" na nota de rodapé para esse verso — 2 Tessalonicenses 2:3 — pois isso dá o significado total da palavra, apostasia.

 

Outra porção das Escrituras que se aplica à nossa discussão encontra-se em Apocalipse 3:10, onde o Senhor glorificado dirige palavras à igreja de Filadélfia:

 

"Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra."

 

Pense atentamente na palavra hora. É um termo limitado à Terra. Uma vez que você saia da Terra e do sistema solar, essa palavra não tem a mesma relevância!

 

As sete igrejas mencionadas em Apocalipse, capítulos 2 e 3, eram igrejas literais que existiam na Ásia Menor no tempo em que João escreveu o Apocalipse. Muitos eruditos bíblicos acreditam que elas representam sete períodos distintos da história da igreja, finalizando com os "laodicéienses" — um tempo de espiritualidade morna imediatamente anterior ao período da Tribulação. Outra interpretação é que são sete tipos de igrejas, contendo membros individuais que são representativos de todas as expressões de espiritualidade e fidelidade a Jesus Cristo. E é para o caráter "filadelfense" fiel dos cristãos genuínos (que estiverem vivos naquele tempo), que a promessa é feita: "eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo". Observe que a promessa é "guardar da hora" e não "guardar na hora" da tribulação, como alguns pós-milenistas insistem que é o caso.

 

Noé foi salvo "da" ira de Deus no dilúvio, mas passou pela hora! Ló foi salvo da ira de Deus, mas passou pela hora. Jesus Cristo promete à igreja que a livrará da hora da provação que virá sobre todo o mundo.

 

Outro ponto interessante é que a igreja é mencionada freqüentemente até Apocalipse 3, mas então no verso 1 do capítulo 4, João recebe uma súbita ordem "Sobe aqui" (simbólica do arrebatamento?) e a igreja não é mencionada novamente até muito mais tarde, onde a encontramos como a "esposa do Cordeiro", no capítulo 21.

 

Em seguida, no verso 4 do capítulo 4, encontramos os vinte e quatro anciãos (presbuteros no texto grego) assentados em volta do trono celestial e vestidos de branco e com coroas de ouro. Estar vestido de branco significa que a pessoa é uma vencedora [Apocalipse 3:4-5] e as coroas são consistentemente retratadas no Novo Testamento como representativas de recompensa. O fato de os anciãos estarem assim vestidos indica que o julgamento ante o Tribunal de Cristo [2 Coríntios 5:10] já ocorreu e os galardões já foram distribuídos! Se você duvida dessa interpretação, apenas veja o verso 3 do capítulo 5, em que encontramos estas palavras: "E ninguém no céu, nem na terra, nem debaixo da terra, podia abrir o livro, nem olhar para ele." O verso 4 continua "... ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem de olhar para ele." Meu amigo, Jesus Cristo é homem e Deus ao mesmo tempo — a segunda pessoa da Trindade — mas esses comentários obviamente não se referem a Ele! Como então estão essas pessoas no céu, se não pelo arrebatamento? É nossa compreensão das Escrituras que o próprio Jesus Cristo foi o primeiro homem a ressuscitar e entrar nos céus como "as primícias dos que dormem".

 

Se é assim, os santos do Antigo Testamento ou do período da Tribulação não poderão preceder a igreja nos céus como homens ressuscitados por causa do que encontramos nos seguintes versos:

 

"Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda." [1 Coríntios 15:20-23; ênfase adicionada].

 

Considerada no contexto, a frase, "os que são de Cristo" refere-se à igreja e, portanto, são os próximos na fila a serem ressuscitados — com nenhum outro grupo precedendo-os.

 

Acople esses fatos com Apocalipse 7:13-14 e precisamos chegar à outra conclusão:

 

"E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são, e de onde vieram? E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro."

 

Que esses são os santos do período da Tribulação está fora de qualquer discussão! Como acabamos de ver em 1 Coríntios 15:20-23, Cristo é as "primícias dos que dormem" e depois disso os que pertencem a Ele serão ressurretos. Assim, quando Apocalipse 7:13-14 nos informa dos santos do período da Tribulação nos céus, isso requer que a igreja tenha sido arrebatada em algum ponto anterior!

 

Em que ponto a Tribulação começará na Terra? Em Apocalipse 6:1, encontramos o Senhor Jesus Cristo abrindo o primeiro selo, que sinaliza o início, mas observe algo que acontece antes disso no capítulo 5: Os versos 8 e 9 nos dizem que "os quatro animais" e os vinte e quatro anciãos (esses anciãos claramente representam todos os cristãos) cantam um novo cântico, dizendo:

 

"Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; e para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra."

 

A expressão "toda a tribo, e língua, e povo, e nação" está obviamente se referindo a um grupo muito maior do que apenas os vinte e quatro anciãos.

 

E então há a exortação do apóstolo Paulo a respeito do dia do Senhor:

 

"Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva; porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios; porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam, embebedam-se de noite. Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação; porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele. Por isso exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis." [1 Tessalonicenses 5:1-11].

 

Por que Paulo os ensinou (e nos ensinou) a vigiar se o evento não é iminente — poderia ocorrer a qualquer momento e está em seguida no calendário profético de Deus? Observe a cuidadosa distinção que Paulo faz entre os pronomes "vós" e "eles". Esse contraste destina-se a mostrar que nós, ao contrário daqueles que estão perdidos, não seremos pegos desprevenidos quando o dia do Senhor vier como um ladrão de noite. Entenda isto — O dia do Senhor terá a duração de sete anos ao tempo da Segunda Vinda de Cristo, de modo que "venha" obviamente significa o início dele — exatamente após o "afastamento" e a revelação do homem do pecado.

 

E isso nos traz ao assunto de Mateus 24 — em minha humilde opinião o capítulo mais malcompreendido e mal-aplicado de toda a Bíblia, no que se refere às profecias. Até mesmo os doutores em teologia que deveriam conhecer melhor tropeçam nessa porção das Escrituras e a consideram inteiramente fora do contexto quando tentam aplicar uma parte dela ao arrebatamento. O senso comum diz que Paulo sabia sobre o que estava falando em 1 Coríntios 15:51, quando disse:

 

"Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados."

 

O que a palavra "mistério" (grego musterion) significa quando é usada no Novo Testamento? Ela se refere a uma Escritura anteriormente não-revelada! Em outras palavras, Paulo está nos dizendo algo aqui, aproximadamente nos anos 59-60, que nunca antes tinha sido revelado por Deus: o assunto do arrebatamento. Esse fato apenas exige que nenhuma das palavras de Cristo em Mateus 24 possa estar se referindo ao arrebatamento! Por que esse ponto é importante? Bem, vamos apenas olhar para o capítulo e destacar alguns detalhes.

 

Na cena que temos diante de nós, o Senhor está respondendo às perguntas feitas pelos Seus discípulos. É muito provável que nesse ponto particular, o grupo era formado unicamente de judeus. Jesus Cristo ainda não tinha morrido e a Época da Graça ainda não tinha iniciado, de modo que 100% do que encontramos nos relatos dos evangelhos está sob a lei e não sob a graça! Nenhum dos profetas do Antigo Testamento "viu" a Época da Igreja porque Deus não revelou isso a eles — era um "mistério" divino! O ensino do Senhor aqui é perfeitamente coerente com esse princípio. Ele está instruindo os judeus sobre o que a "geração" [verso 34] experimentará durante o Período da Tribulação, pois a igreja ainda não estava visível e ainda seria revelada! Com essa idéia em mente, observe que os versos 4-13 descrevem as condições que o remanescente judaico eleito experimentará durante os dias tenebrosos do período da Tribulação — o "tempo da angústia de Jacó".

 

Mateus 24:9 diz claramente que: "Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome." Deus selará 144.000 judeus no início desse período terrível e é para eles que esse discurso é dirigido. O verso 13 tem sido malcompreendido e mal-aplicado por muitos cristãos pensando que precisamos "perseverar até o fim" para sermos salvos, quando na realidade isso está se referindo ao livramento físico dos judeus que estarão vivos na Segunda Vinda de Cristo — no fim do Período da Tribulação!

 

Lembre-se que isso não pode se aplicar aos cristãos de forma alguma, pois naquele ponto — quando Jesus proferiu as palavras registradas em Mateus 24 — a igreja ainda era um mistério [Efésios 3:1-6]. Observe que o verso 14 diz:

 

"E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim."

 

Meus amigos, o evangelho da graça ainda era desconhecido naquele tempo! Esse "evangelho do reino" — a mensagem que João Batista e Jesus Cristo pregaram e à qual o Senhor está se referindo aqui — era "Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus."

 

Essa mensagem será pregada novamente durante o período da Tribulação pelos 144.000 israelitas citados em Apocalipse 7 e pelas "duas testemunhas" de Apocalipse 11:3. O fim do Período da Tribulação — que ocorrerá na Segunda Vinda de Cristo — não acontecerá até que essa mensagem específica do evangelho tenha sido ouvida por todas as nações e por meio da qual elas saberão que o reino literal de Jesus Cristo na Terra está prestes a ser iniciado. Quando o Senhor disse isso aos seus discípulos, Ele tinha acabado de ser rejeitado como rei pela nação de Israel e sabia que Suas palavras eram para uma futura geração de descendentes. Em nenhum lugar a igreja aparece aqui.

 

Começando com o verso 15, temos o início da "Grande Tribulação" — os três anos e meio finais, que serão tão terríveis que o Senhor fez o seguinte comentário no verso 21:

 

"Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver." [Mateus 24:21].

 

Que os judeus são o foco principal desse discurso é deixado claro no relato paralelo encontrado em Marcos 13. Observe o fraseado do verso 9:

 

"Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados, e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho." [Marcos 13:9; ênfase adicionada].

 

Pelo que sei, os judeus não costumam levar os cristãos às suas sinagogas por razão alguma, muito menos para surrá-los! No entanto, durante a Tribulação, os 144.000 judeus eleitos serão perseguidos pelo seu próprio povo, bem como pelos gentios.

 

Em seguida, no verso 22, temos uma frase muito interessante sobre a abreviação "daqueles dias" por Deus, pois se Ele não fizesse isso, nenhuma carne se salvaria! Isso tem uma relação direta com o verso 36 — outro comentário feito pelo Senhor que tem sido mal-aplicado há muitos anos. Os pastores dizem aos seus rebanhos, com base no verso 36, que ninguém poderá saber o "dia e a hora" do arrebatamento — quando esse verso não tem absolutamente nada que ver com o arrebatamento, pois considerado no contexto correto, está claramente se referindo à Segunda Vinda. A perseguição e matança serão tão grandes que Deus abreviará aqueles dias para que alguns permaneçam vivos para povoar o Reino Milenar. Como o período será abreviado (algo menor que o número total de dias profetizado por Daniel), ninguém saberá o dia e a hora exatos!!

 

Lembre-se que todo o capítulo 24 de Mateus está lidando com os judeus sob a lei e não com a igreja sob a graça — a igreja e o arrebatamento, naquele tempo, ainda eram mistérios não-revelados dos conselhos de Deus.

 

O verso 44 tem sido usado para fortalecer o argumento que ninguém pode saber o tempo do arrebatamento, quando na verdade ele está falando dos judeus aterrorizados que estarão escondidos e suas mentes preocupadas com a sobrevivência — não em contar o número de dias que faltam na "Grande Tribulação", conforme informado ao profeta Daniel (um dos argumentos usados contra "saber o dia e a hora"):

 

"Por isso, estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis." [Mateus 24:44].

 

Pense nisto — os cristãos são exortados em todo o Novo Testamento a vigiar e aguardar o retorno do Senhor para nos levar para si mesmo e somos ensinados que não virá como uma surpresa, de acordo com o seguinte:

 

"Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios." [1 Tessalonicenses 5:4-6; ênfase adicionada].

 

Assim, novamente, vemos que as afirmações em Mateus 24 não podem estar referenciando ao arrebatamento.

 

O ajuntamento dos escolhidos de Deus "desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus" [verso 31] é "logo depois da aflição daqueles dias..." [verso 29] — Novamente, essa é a Segunda Vinda e não o arrebatamento. As ilustrações "será levado um, e deixado o outro" dos versos 40 e 41 — tão freqüentemente usadas para ilustrar o arrebatamento — na verdade referem-se à separação das ovelhas e dos bodes discutida em Mateus 25:33; os que ficarem são aqueles que entrarão no Reino Milenar. E essa passagem está, logicamente, em um contexto não-interrompido, e é parte dos comentários estendidos do Senhor com relação à Sua segunda vinda.

 

É compreensível que muitos tentem usar Mateus 24 como texto de prova para o arrebatamento pois grande parte do capítulo parece "se encaixar" nele, mas, como vimos — uma inspeção cuidadosa revela que isso simplesmente não é o caso.

 

Embora muitos bons homens tenham "quebrado a cara" tentando prever a data do arrebatamento, Mateus 24:36 não é uma barreira legítima!

 

Os eventos mundiais e as atitudes nacionais estão aparentemente convergindo a um perfeito alinhamento com o que as Escrituras dizem que serão as condições existentes na época do aparecimento do Anticristo. Assim sendo, e pelas razões detalhadas anteriormente, acreditamos que o arrebatamento possa ocorrer a qualquer momento. Você está preparado para encontrar o Senhor nos ares?

 

Nota Final do Diretor da Cutting Edge

 

Que fique bem claro que não adotamos a posição do arrebatamento anterior à Tribulação porque não somos "corajosos" o suficiente para passar pelas perseguições do Anticristo. Muitas pessoas nos escrevem fazendo exatamente essa acusação. Essa noção é uma bobagem, por um único fato bem simples: Embora a igreja será poupada das perseguições do Anticristo, passará pela fase final das dores do parto que produzirão o Anticristo [Mateus 24:8].

 

Nós o incentivamos a ler os artigos N1408, "As Surpreendentes e Pouco Compreendidas Implicações do Aparecimento do Anticristo, Conforme Mateus 24" e N1332, "Confirmação de Grandes Discrepâncias no Ensino Profético Padrão", que detalham esse fato claramente. Quando passarmos pelas "guerras, rumores de guerra, nações se levantando contra nação, reino contra reino, terremotos em muitos lugares", teremos a impressão que estamos passando pelas perseguições do Anticristo no período da Tribulação. Todos os cristãos hoje precisam amadurecer espiritualmente bem depressa, pois não sabemos quando seremos cercados, perseguidos e até torturados por causa da nossa fé.

 

A idéia que ensinamos o arrebatamento anterior à Tribulação porque desejamos "escapar" da perseguição é risível e totalmente falsa.

 

Verdadeiramente, o fim dos tempos está bem diante de nós. O mundo está na iminência de ver o aparecimento do iníquo.

 

 

Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.

 

Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

 

Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente.

 

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias dIA-DIA.

FONTE WWW.ESTUDARESCATOLOGIABIBLICA.BLOGSPOT.COM

 

 

         Cinqüenta Evidências do Arrebatamento Pré-Tribulacional  

                       DOUTRINA HISTÓRICA DA IMINÊNCIA 

                 A IGREJA NÃO  PASSARÁ PELA GRANDE TRIBULÇÂO


1.   A Bíblia nunca assim o declarou explicitamente.

2.   Ap 1 fala do passado (?as coisas que vistes?); Ap 2,3 do presente (?as coisas que são?) ; Ap 4-22 do futuro (?as coisas que hão de ser?). Depois de Ap 3 a Igreja nunca é mencionada. Em Ap 4 os 24 anciãos (símbolos da igreja local totalizada futura) já estão no trono antes de começar a Tribulação; em Ap 19:8,14 a igreja local totalizada futura VOLTA à terra ao final da Tribulação; logo não estava aqui naquele período!

3.   Cristo prometeu aos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais: !Eu te guardarei da hora da provação? Ap 3:10.

4.   Ap 15:1; 16:1,19 dizem que a Grande Tribulação é um período de juízo sobre um mundo ímpio, sobre as igrejas apóstatas, e sobre Israel rebelde. Usam expressões fortíssimas: !flagelo?, !vinho do furor de Deus?, !7 taças da cólera de Deus?! Mas Jo 5:24, Rm 5:9, 1Ts 5:9 nos garantem que o salvo !não entra em juízo?, !não foi destinado para a ira?, e !Jesus nos livra da ira vindoura?.

5.   A Grande Tribulação, embora afetando o mundo inteiro, é primordialmente para castigarIsrael Jr 30:4-9; Dn 12:1; Mt 24:15,21.

6.   Não há nenhum sinal cronológico quanto à vinda de Cristo para arrebatar os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais; mas há muitos sinais cronológicos (?1260?, !2520 dias?, !tempo, tempos e metade de tempo?, !42 meses?, etc.) que se aplicam só a Israel.

7.   Dn 9:25-27 profetizou 70 semanas para Israel. Na 69a., Israel rejeitou e crucificou seu Senhor, por isso a !fita VHS? de Israel foi interrompida e acionada a da dispensação das igrejas locais. Completada esta, será reacionada a fita de Israel, para cumprir-se a 70a. semana, a Grande Tribulação, chamada !Tribulação de Jacó? em Dn 12:1; Jr 30:7; Ap 12:7-9. Como os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não estiveram presente nas primeiras 69 semanas, não estarão na 70a.

8.   A trombeta de 1Co 15:52 (instantânea; relacionada com o Arrebatamento) é diferente da de Ap 10:17; 11:15-19 (prolongada Ap 10:7; relacionada com juízo)!

9.   José (tipo de Cristo) casou-se com Asená (tipo da Igreja) quando estava rejeitado pelos seus irmãos (tipo de Israel) e antes dos 7 anos de fome Gn 41:45. Enoque foi arrebatado antes do dilúvio Jd 14-16; Gn 5:24; Noé, antes das águas Gn 6; Lc 17:26-27,30; Ló, antes do fogo Gn 19; Lc 17:28-30.

10.Somente quando os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais (?o sal?) forem retirados é que o mundo entrará em completa e veloz putrefação moral e espiritual (2TS 2:67-10).

11.Cada [verdadeiro] crente das [verdadeiras] igrejas locais, o corpo de Cristo, é uma só comEle e em Ele. Portanto, se os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais passassem pela 70a. semana, o próprio Cristo passaria pelo julgamento e castigo de Deus, o que é impossível Hb 9:25-27.

12.Se algum dos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais passasse pela Tribulação, como todos lá têm que se sujeitar ao Diabo Ap 13:7, então Cristo estaria sujeito ao Diabo ou deixaria de ser o cabeça de cada [verdadeira] igreja local.

 Agora, vejamos o resumo feito pelo Pr. Mike Walls:

Cinqüenta Evidências do Arrebatamento Pré-Tribulacional

DOUTRINA HISTÓRICA DA IMINÊNCIA

1. As igrejas locais primitivas acreditavam na iminência do retorno do Senhor. Enquanto se pode debater sobre os detalhes de o que os [assim chamados] "pais da igreja" disseram, há uma consistência e unanimidade nas igrejas locais primitivas sobre a iminência do retorno do Senhor para buscar aqueles que verdadeiramente são Seus, sendo tal iminência essencial à posição pré-tribulacional e em oposição a algumas outras posições.

2. A posição pré-tribulacional é a ÚNICA que verdadeiramente ensina a iminência do retorno do Senhor para buscar os [verdadeiros] crentes da dispensação das igrejas locais.

3. O fato de haver maior desenvolvimento da doutrina pré-tribulacional nos últimos séculos não a impede de provir dos primeiros séculos [mesmo que não usasse a terminologia de hoje]. Nos primeiros anos das igrejas locais pode-se observar o desenvolvimento das grandes doutrinas fundacionais sobre a Trindade, sobre a Deidade do Filho, sobre Cristo ser o Deus-homem, sobre o cânon das Escrituras, etc. Após os concílios das igrejas primitivas [mesmo que já com o fermento da hierarquia e outros males que foram as raízes para o papismo] há um tempo de declínio com a igreja corporativa mergulhando em grande apostasia. Os ensinamentos daquele tempo são construídos sobre muitas das heresias de Agostinho. Quando veio a Reforma, houve um período de restabelecimento das doutrinas fundacionais da salvação. Agora, nestes últimos dias há a habilidade e a necessidade da igrejas locais entender melhor as doutrinas da escatologia, e o Espírito está continuando o Seu ministério de guiar as igrejas locais em toda a verdade.

4. A exortação a sermos confortados pela !vinda do Senhor? (1Tess 4:18) só é válida no contexto da visão pré-tribulacional. Poderia mesmo ser uma coisa temerosa numa visão pós-tribulacional. !Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.? (1Ts 4:18)

5. Somos exortados a [com feliz expectativa] olharmos para e aguardarmos a !Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo;? (Tt 2:13)

Se há algum evento profético (isto é: a Tribulação) a ocorrer antes disso, então esta passagem é sem sentido. 

6. Novamente, devemos !nos purificar? à vista desta vinda (1Jo 3:2-3). Se esta vinda não é iminente, então esta passagem é sem sentido.    !2 Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que,quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. 3 E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.? (1Jo 3:2-3)

7. Foi dito aos crentes da dispensação das igrejas locais para *apenas* [com feliz expectativa] olharem para (e aguardarem pela) a Vinda de Cristo. É para Israel e é para os santos a serem salvos durante a Tribulação que foi dito para [em expectativa] olharem para (e procurarem por) sinais.

NATUREZA DAS IGREJAS LOCAIS

(As pessoas que não entendem a natureza das igrejas locais como únicas no programa de Deus estarão continuamente confusas sobre a natureza da volta de Cristo para receber os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais)

8. O Translado  dos [verdadeiros] crentes da dispensação das igrejas locais nunca é mencionado em nenhum contexto que fale da Segunda Vinda de Cristo ao final da Tribulação. 

9. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais !não são indicadas para a ira? (Ro 5:9; 1 Tes 1:9-10). Portanto, os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não podem entrar no !grande dia de Sua ira?. 
      !Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira." (Rm 5:9)
      !9 Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e verdadeiro, 10 E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura.? (1Ts 1:9-10)

10. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não serão !destruídos pelo Dia do Senhor? (1Tes 5:1-9) (Dia do Senhor é outro nome para a Grande Tribulação.)
?1 ¶ Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva; 2 Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; 3 Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobre-virá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. 4 Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; 5 Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. 6 ¶ Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios; 7 Porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam, embebedam-se de noite. 8 Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação; 9 Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo,? (1Ts 5:1-9)

11. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais serão ?preservados da hora da provação que há de vir sobre todo o mundo." (Ap 3:10) 
?Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.? (Ap 3:10)

12. O [verdadeiro] crente escapará da Tribulação (Lc 21:36). [Mas é possível que esta passagem se refira mais propriamente aos salvos durante a tribulação. Hélio]
?Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem.? (Lc 21:36)

13. É do caráter de Deus livrar os Seus dos tempos das provas. (Lembremos de Noé, Ló, Raabe, Israel,  etc). 

14. Está claro que há um intervalo de tempo entre o Translado  dos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais e o retorno de Cristo. (Jo 14:3).
?E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.? (Jo 14:3)

15. Somente a posição pré-tribulacional não divide o Corpo de Cristo de acordo com um princípio baseado em obras, como tão claramente faz o Arrebatamento Parcial (e outras posições, em menor proporção). O Arrebatamento Pré-Tribulacional dará um grande final, em clímax, ao grande plano de salvação só pela graça. 

16. As Escrituras são inflexíveis quanto à igreja local totalizada futura ser sem divisões e ser indivisível. Na presente dispensação cada uma das [verdadeiras] igrejas locais está dividida em trigo e joio [impossíveis de serem diferenciados com toda segurança] e está dividida pela velha natureza dos crentes que neles continua presente. Quando formos glorificados na vinda de Cristo, a igreja local totalizada futura não terá divisões entre membros nem dentro de cada membro. 

17. O piedoso grupo remanescente da Tribulação tem os atributos visto em Israel do Antigo Testamento e não nas igrejas locais. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não estão presentes nas profecias de Apocalipse. 

18. A visão pré-tribulacionista, diferentemente da visão pós-tribulacionista, não confunde termos (tais como "eleitos" e "santos") que se aplicam aos crentes de todas as épocas, em oposição a termos (tais como "igreja [local]" e "em Cristo") que se aplicam somente aos que são "o corpo de Cristo" e referem-se a esta dispensação.  

A OBRA DO ESPÍRITO SANTO

19. O Santo Espírito é o Restringente do mal no mundo. Conforme profetizado, Ele não pode ser removido do mundo a menos que todos os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais, que são moradia do Espírito Santo, sejam também removidos. 

20. O Espírito Santo será removido antes de !o iníquo? ser revelado. Esse iníquo será certamente revelado na Tribulação. De fato, a Tribulação começa com a assinatura da aliança entre esse iníquo e Israel. Esse ato o revelará. 

21. A !apostasia? em 2Ts 2:3 seria melhor entendido em seu contexto como !a partida?. Esta é uma referência à partida do Espírito Santo como habitando a [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais. 
?Que ninguém vos engane, segundo maneira nenhuma: porque não será assim sem que primeiramente venha a retirada (dos crentes)  {*}, e tenha sido revelado o homem do pecado, o filho da perdição? (2Ts 2:3, tradução literal e harmônica com a KJV)
Nota de Hélio: !a RETIRADA (dos crentes)?: O grego "646 apostasia" muitas vezes não significa "apostasia DA FÉ".
. Quando aparece isoladamente (sem ser seguida de "da fé"), então ?646 apostasia? somente significa "SEPARAÇÃO" ou "RETIRADA", e é o contexto que esclarece a que ela se refere: em At 21:21, é "separar [de Moisés]"; somente em 1Ti 4:1 (acompanhado de "da fé"), é que "aposthsontai tinev thv pistewv" deve ser entendido como "alguns se separarão da fé" ou "alguns apostatarão da fé".
. A palavra relacionada "apostasion" é "carta de separação [divórcio]" em Mt 5:31 e 19:7 e Mr 10:4.
. A palavra relacionada "868 aphistemi" é "separar [do Templo]" em Lc 2:37; é "ausentar" em Lc 4:13; é "apartar" em Lc 13:27 e At 12:10 e 15:38 e 22:29 e 1Ti 6:5 e 2Ti 2:19 e He 3:12; é "levar" em At 5:37; é "deixar" em At 5:38; é "retirar" em At 19:9, e é "desviar" em 2Co 12:8.
Portanto, neste presente verso 2Te 2:3, tudo indica que "646 apostasia" se refere ao ARREBATAMENTO dos verdadeiros salvos da dispensação das assembléias, se refere à retirada deles para fora deste mundo. 
- Todas as 7 traduções (e respeitamos muitíssimo a Tyndale-1522) da Bíblia para o inglês anteriores à KJV traduziram !646 apostasia? para ?partida?, somente à partir da KJV-1611, infelizmente, a palavra foi transliterada ao invés de traduzida, isto sempre tem o perigo de causar confusão...
 
22. A obra do Espírito Santo toma os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais e os torna como Cristo no aspecto em que eles [sem revolta] se submetem à morte e à perseguição. Em oposição a isto, os santos do AT (veja muitos dos Salmos) e os santos da Tribulação gritam por vingança (Ap 6:10). 
?E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?? (Ap 6:10)
 

O ARGUMENTO HERMENÊUTICO

23. Somente a visão pré-tribulacional permite uma interpretação verdadeiramente literal em todas as passagens do AT e NT a respeito da Grande Tribulação. 

24. Somente a posição pré-tribulacional distingue claramente entre as igrejas locais e Israel, e reconhece como Deus lida diferentemente com cada um deles. Isto exige um intervalo de tempo entre o Arrebatamento e a Segunda Vinda de Cristo, sendo esse tempo chamado de a Tribulação (a Septuagésima Semana de Daniel), um tempo destinado exclusivamente ao castigo aos judeus e gentios que recusaram Cristo. 

25. Todos os crentes devem comparecer diante do Trono do Julgamento de Cristo (2Cor 5:10). Este evento nunca é mencionado nos relatos dos eventos em torno da Segunda Vinda. 
?Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal.? (2Co 5:10)

26. Os !vinte e quatro anciãos? em Ap 4:1-5; 5:14 são representantes da igreja local totalizada futura. Portanto, é necessário que esta igreja local totalizada futura, individida e indivisível, em seu número e constituição finais e totais, seja reunida em glória antes dos eventos da Tribulação. 
?4:1 ¶ Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz que, como de trombeta, ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer. 2 E logo fui arrebatado no Espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono. 3 E o que estava assentado era, na aparência, semelhante à pedra jaspe e sardônica; e o arco celeste estava ao redor do trono, e parecia semelhante à esmeralda. 4 E ao redor do trono havia vinte e quatro tronos; e vi assentados sobre os tronos vinte e quatro anciãos vestidos de vestes brancas; e tinham sobre suas cabeças coroas de ouro. 5 E do trono saíam relâmpagos, e trovões, e vozes; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus." ... 5:14 !E os quatro animais diziam: Amém. E os vinte e quatro anciãos prostraram-se, e adoraram ao que vive para todo o sempre." (Ap 4:1-5;5:14)

27. Há claramente uma vinda de Cristo somente para a Sua noiva, antes da Sua Segunda Vinda à terra. Ap 19:7-10. 
?7 Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. 8 E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. 9 E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. 10 E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia.? (Ap 19:7-10)

28. Os santos salvos durante a Tribulação não são transladados [nem glorificados] na Segunda Vinda de Cristo mas, durante o Milênio, executam atividades normais. Elas incluem especificamente agricultura, construção e procriação (Is 65:20-25). 
?20 Não haverá mais nela criança de poucos dias, nem velho que não cumpra os seus dias; porque o menino morrerá de cem anos; porém o pecador de cem anos será amaldiçoado. 21 E edificarão casas, e as habitarão; e plantarão vinhas, e comerão o seu fruto. 22 Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus eleitos gozarão das obras das suas mãos. 23 Não trabalharão debalde, nem terão filhos para a perturbação; porque são a posteridade bendita do SENHOR, e os seus descendentes estarão com eles. 24 E será que antes que clamem eu responderei; estando eles ainda falando, eu os ouvirei. 25 O lobo e o cordeiro se apascentarão juntos, e o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o SENHOR.? (Is 65:20-25)

29. O Julgamento das nações gentílicas, o qual se segue à Segunda Vinda (Mt 25:31-46), indica que os salvos e os perdidos estão cada um num corpo natural, o que seria impossível se o Translado  ocorresse na Segunda Vinda. 
?31 ¶ E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; 32 E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; 33 E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. 34 Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; 35 Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; 36 Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. 37 Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? 38 E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? 39 E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? 40 E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. 41 Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; 42 Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; 43 Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes. 44 Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? 45 Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim. 46 E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.? (Mt 25:31-46)

30. Se o Translado  ocorresse ao mesmo tempo que a Segunda Vinda, não haveria necessidade de separar as ovelhas dos bodes no julgamento subseqüente. O ato do Translado  já fez a separação. 

31. O Julgamento de Israel (Ez 20:34-38) ocorre após a Segunda Vinda e requer um Israel re-unido. Novamente, a separação dos salvos e dos perdidos seria desnecessária se todos os salvos tivessem sido previamente separados por um translado na Segunda Vinda. 
?34 E vos tirarei dentre os povos, e vos congregarei das terras nas quais andais espalhados, com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada. 35 E vos levarei ao deserto dos povos; e ali face a face entrarei em juízo convosco; 36 Como entrei em juízo com vossos pais, no deserto da terra do Egito, assim entrarei em juízo convosco, diz o Senhor DEUS. 37 Também vos farei passar debaixo da vara, e vos farei entrar no vínculo da aliança. 38 E separarei dentre vós os rebeldes, e os que transgrediram contra mim; da terra das suas peregrinações os tirarei, mas à terra de Israel não voltarão; e sabereis que eu sou o SENHOR.? (Ez 20:34-38) 

DIFERENÇAS ENTRE O ARREBATAMENTO E A SEGUNDA VINDA

32. No Arrebatamento, os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais encontram Cristo no ar. Na Segunda Vinda, Cristo retorna ao Monte das Oliveiras. 

33. No tempo do Arrebatamento, o Monte das Oliveiras está não será mudado. Na Segunda Vinda ele está dividido formando um vale a leste de Jerusalém. 

34. No tempo do Arrebatamento, os santos são transladados. Nenhum dos santos é transladado no tempo da Segunda Vinda. 

35. No tempo do Arrebatamento, o mundo não é julgado pelo pecado, mas desce cada vez mais profundamente no pecado. Na Segunda Vinda, o mundo é julgado pelo Rei dos Reis. 

36. O Translado dos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais é representado como uma libertação do dia da ira, enquanto a vinda de Cristo é a libertação dos que sofreram sob grave Tribulação. 

37. O Arrebatamento é iminente [pode ocorrer a qualquer segundo, sem necessidade de condições nem sinais] enquanto há sinais específicos que têm que preceder a Segunda Vinda. 

38. O Translado  dos crentes vivos é uma verdade revelada apenas no NT. A Segunda Vinda com os eventos que a circundam é proeminente no AT e NT. 

39. O Arrebatamento é apenas para os salvos, enquanto a Tribulação e a Segunda Vinda diz respeito ao mundo todo. 

40. Nenhuma profecia não cumprida permanece entre os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais e o Arrebatamento. Mas muitos sinais têm que ser cumpridos antes da Segunda Vinda de Cristo. 

41. Nenhuma passagem do AT e do NT diz respeito à ressurreição dos santos na Segunda Vinda nem menciona o Translado dos santos vivos no mesmo tempo.  

A NATUREZA DA TRIBULAÇÃO

42. Somente a visão pré-tribulacional mantém a distinção entre a !Grande Tribulação? e as tribulações em geral que experimentamos. 

43. A Grande Tribulação é adequadamente entendida na visão pré-tribulacional como uma preparação para a restauração de Israel. (Dt 4:29-30. Jer 30:4-11, Dan 9:24-27, Dan 12:1-2)
    !29 Então dali buscarás ao SENHOR teu Deus, e o acharás, quando o buscares de todo o teu coração e de toda a tua alma. 30 Quando estiverdes em angústia, e todas estas coisas te alcançarem, então nos últimos dias voltarás para o SENHOR teu Deus, e ouvirás a sua voz." (Dt 4:29-30)
    !4 E estas são as palavras que disse o SENHOR, acerca de Israel e de Judá. 5 Porque assim diz o SENHOR: Ouvimos uma voz de tremor, de temor mas não de paz. 6 Perguntai, pois, e vede, se um homem pode dar à luz. Por que, pois, vejo a cada homem com as mãos sobre os lombos como a que está dando à luz? e por que se tornaram pálidos todos os rostos? 7 Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; e é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela. 8 Porque será naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, que eu quebrarei o seu jugo de sobre o teu pescoço, e quebrarei os teus grilhões; e nunca mais se servirão dele os estrangeiros. 9 Mas servirão ao SENHOR, seu Deus, como também a Davi, seu rei, que lhes levantarei. 10 ¶ Não temas, pois, tu, ó meu servo Jacó, diz o SENHOR, nem te espantes, ó Israel; porque eis que te livrarei de terras de longe, e à tua descendência da terra do seu cativeiro; e Jacó voltará, e descansará, e ficará em sossego, e não haverá quem o atemorize. 11 Porque eu sou contigo, diz o SENHOR, para te salvar; porquanto darei fim a todas as nações entre as quais te espalhei; a ti, porém, não darei fim, mas castigar-te-ei com medida, e de todo não te terei por inocente." (Jr 30:4-11)
    !24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. 27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador." (Dn 9:24-27)
    !1 ¶ E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro. 2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno." (Dn 12:1-2)

44. Em nenhuma passagem do AT que discute a Tribulação, as igrejas locais são mencionadas. 

45. Em nenhuma passagem do NT que discute a Tribulação, as igrejas locais são mencionadas. 

46. Em contraste com as posições que vêem o Arrebatamento como midi-tribulacional ou pré-ira, a visão pré-tribulacional oferece uma explicação adequada para o começo da Grande Tribulação em Ap. 6. Essas outras duas posições, errôneas, são claramente refutadas pelo claro ensinamento das Escrituras de que a Grande Tribulação começa muito tempo antes da 7ªtrombeta em Ap.11. 

47. Não há fundamento adequado para a firmação de que a 7ªtrombeta de Apocalipse 11 é a última trombeta de 1Cor 15. Quem afirma isso o faz com base somente em suposição. A visão pré-tribulacional mantém a distinção própria entre as trombetas proféticas do Arrebatamento dos verdadeiros crentes da dispensação das igrejas locais e as trombetas da Tribulação. 
    1Co 15:52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.
    Ap 11:15 E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.

48. A unidade da Septuagésima semana de Daniel é mantida pela visão pré-tribulacional. Em contraste, a visão midi-tribulacional destrói esta unidade e confunde o programa para Israel com o programa para as igrejas locais. A visão pós-tribulacional nega o claro ensinamento das 70 semanas, subvertendo-o em alguma forma de alegoria. 
        !24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. 27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador." (Dn 9:24-27)

49. A reunião dos santos após a Tribulação é feita por anjos (Mt 25:31-46; ), enquanto a reunião dos [verdadeiros] crentes das verdadeiras igrejas locais é feita pelo !mesmo Senhor?. 
    Mt 13:39 O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos.
    Mt 13:41 Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade.
    Mt 13:49 Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos, e separarão os maus de entre os justos,
    Mt 24:31 E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.
    !13 ¶ Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. 14 Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. 15 Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. 16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. 17 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.? (1Ts 4:13-17)

50. Ap 22:17-20 !17 E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida. 18 Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; 19 E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro. 20 ¶ Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedovenho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.? (Ap 22:17-20.

 

FONTE WWW.ESTUDARESCATOLOGIA.BLOGSPOT.COM

 

 

               HISTORIA DA DOUTRINA PRE-TRIBULACIONAL

 

 

 

 

O desenvolvimento da doutrina é raramente pura e linear a partir da revelação de articulação e aplicação. [3] Isto é certamente verdade no campo da escatologia e as muitas interpretações ortodoxas e heterodoxas da doutrina das últimas coisas ao longo dos séculos, especialmente quando essas visões são amplamente divulgado e aceito (popularidade fomenta aberração). crenças religiosas populares vêm de muitas fontes. Alguns são baseadas nas Escrituras e na teologia. Às vezes crenças derivam de tradição e história. Em outras ocasiões, as crenças podem ser fundamentadas principalmente em práticas e valores culturais. Na outras vezes crenças podem ter suas origens na literatura, na música, ou outras manifestações de uma cultura. Finalmente, idéias teológicas pode ser uma amálgama de uma ou todas as opções acima. Porque idéias teológicas são também muitas vezes convicções religiosas e reflexões abstratas e não simplesmente o processo de desembaraçar as muitas vertentes de uma doutrina e de crença pode ser um estudo tedioso.              

 

Os valores têm consequências.   Assim também, as crenças.   idéias pessoais, culturais, históricas e teológicas convergem diariamente na vida dos indivíduos como eles enfrentam as provações, traumas e tragédias da vida e suas muitas incertezas.   Assim é que uma carga muitas vezes lançado contra aqueles que sustentam a crença em um arrebatamento pré-tribulacional é que ele é simplesmente espiritual, teológica, ou escapismo psicológico em que o aderente consciente ou inconscientemente evita as realidades do mundo atual para os sonhos do mundo para vir.   Entretanto, essas taxas são intelectualmente desonesto e aqueles que apresentá-los muitas vezes não conseguem entender completamente os fundamentos bíblicos, teológicos e históricos da pretribulationism.   Crenças são simples, mas as doutrinas que são a base dessas crenças são complexas e entendê-las totalmente requer um estudo-primeiro da Bíblia (II Tm. 2:15), e, em seguida, da teologia e história.

 

Nenhuma idéia surge em um vácuo.   Quer social, político, teológico, econômica ou histórico, todo conceito, sonho e desejo (bíblico ou não bíblico) surge em meio a uma cultura e história.   É o que os historiadores sociais e culturais bem como teólogos e filósofos termo Zeitgeist (literalmente espírito da época).   Toda doutrina tem uma história de sua interpretação.   Isto é para o desenvolvimento da escatologia em geral e pretribulationism em específico. [4] Assim, quando FF Bruce, o estudioso Irmãos do Novo Testamento afirma que o conceito do arrebatamento da Igreja defendida por John Nelson Darby não foi uma aberração de pensamento, mas vinculado às idéias que estavam no ar na década de 1820 e 1830 entre os estudantes ávidos de profecia não cumprida , ilustrou o papel da cultura na formação de idéias religiosas. [5] Toda doutrina bíblica é interpretada e aplicada no meio da história humana. Bruce ilustrou o conceito de Zeitgeist. Trata-se de um conceito que pode ser muito útil para os campos de teologia histórica e teologia sistemática (especialmente escatologia). O mesmo é verdadeiro de articulação e difusão da doutrina do arrebatamento pré-tribulacional durante os vinte séculos XIX e. Aceitação do arrebatamento pré-tribulacional é uma crença de que continua (com o aumento da crítica), em presente século também.            

 

A crença no arrebatamento era forte no fundamentalismo americano na primeira metade do século XX, mas que a crença foi contido, principalmente dentro da comunidade cristã nas igrejas, escolas bíblicas, seminários e publicações religiosas. [6] Ele não teve um visível presença cultural na sociedade maior. Entretanto, no rescaldo da Segunda Guerra Mundial e com o estabelecimento do Estado de Israel em 1948, e especialmente depois da guerra de junho de Seis Dias de 1967, a prova da crença no arrebatamento começou a se manifestar na cultura mais ampla através de livros, filmes, rádio e Internet. São estes indivíduos, eventos, organizações e marcos que esta apresentação comentários.    

 

The Rapture em Teologia americano

 

 

 

Premillennialism tem uma longa história nos Estados Unidos, que remonta ao período colonial através de tais clérigos como o aumento Mather e Cotton Mather, mas não foi até depois da Guerra Civil Americana que pretribulationism tornou-se predominante. [7] O historiador John Hannah resume essa emergência declarando :

 

            Premillennialism começou a mostrar sinais de algum impacto dentro do cristianismo americano na década de 1840, mas recebeu negativa da imprensa através do fervor apocalíptico criado pelo movimento Adventista decepcionante, que definir uma data específica para os Senhores voltar.  Após a Guerra Civil, um tipo de pré-milenarismo se que evitou definição de data, mas insistiu no retorno iminente de Cristo.   Apocalipse foi interpretada como grande parte futurista, para que o problema de definição da data foi evitado.   O ensino do retorno a qualquer momento de Cristo em um arrebatamento secreto realizado a mesma finalidade em que criou expectativa. [8]

 

 

 

Embora a genealogia do arrebatamento nos Estados Unidos encontra Darby como seu progenitor, há evidências da crença no arrebatamento nos Estados Unidos antes de Darby.

 

Pré-americano Darby arrebatamento crença é encontrado no pensamento de Morgan Edwards (1722-1795), um pastor batista Welsh-nascido e educador, que emigrou para a América, e em maio de 1761, tornou-se pastor da Igreja Batista, na Filadélfia. [9] Após a Guerra Revolucionária, Edwards tornou-se um educador e no primeiro Batista historiador de sua época. sua grande obra Materiais em direção a uma História dos batistas (1770) é um importante trabalho delineando história primitiva Batista Americana. Edwards juntamente com outros clérigos de Rhode Island, como Ezra Stiles (1727-1795) foi um dos curadores originais da fundação do que viria a ser conhecido hoje como Brown University.       

 

Em um ensaio escrito por Edwards entre 1742-1744, antes de emigrar, há convicção clara em um evento êxtase.   No ensaio, publicado na Filadélfia, em 1788 intitulado dois exercícios Universitários em Assuntos portando os seguintes títulos; Millennium, Last-Novidades Edwards argumenta para um evento de êxtase que ele se identifica com 1 Tessalonicenses 4:17 seguido de uma tribulação de 3 anos e meio. [10] A única distinção entre Edwards e pretribulationists posteriores é a duração da tribulação que estabelece a 3 ½ anos em vez de sete. Parte da importância histórica de Edwards é que ele diminui a carga de novidade no pensamento de Darby com respeito à sua escatologia.  

 

Dispensationalism como Teologia Transatlântico

 

Não se pode de alguma maneira significativa discutir a história do rapto da América sem entender que seu contexto mais amplo é quase sempre a de dispensacionalismo e que dispensationalism historicamente em indissociavelmente ligada à John Nelson Darby eo movimento transatlântico e influência de líderes evangélicos no último trimestre de do século XIX.   Nas palavras de John Hannah, dispensacionalismo é um gêmeo inseparável de premillennialism moderna. [11] Também surpreendente para muitos é que há forte calvinista e conexões presbiterianos com dispensationalism nos Estados Unidos. [12] Para ter certeza, há vertentes e expressões do dispensacionalismo e pretribulationism encontrado em Batista (cf. GARB), Santidade Pentecostal, e outros locais denominacionais, mas como um sistema teológico e na sua linhagem histórica, pretribulationism nos Estados Unidos está ligada mais fortemente para irmãos e teologias Presbiteriana. Geograficamente, entraram nos Estados Unidos no norte e, em seguida, mudou-se para o oeste e sul, onde na década de 1890, tornou-se parte das igrejas Batista, santidade e pentecostais, bem como sul presbiterianismo. [13] Para o movimento Holiness-pentecostal, Este foi então reforçado no início de 1900 após o famoso avivamento da Rua Azusa de 1906 e premillennialism (embora nem sempre pretribulationism) manteve-se parte da escatologia de grupos como a Igreja de Deus (e ramos posteriores) e as Assembléias de Deus. [ 14] A ênfase no arrebatamento em grupos, tais como os mencionados acima, historicamente, está marcado para líderes do movimento da teologia Inglês e americano Keswick e que estavam ativas no movimento Conferência Bíblica nos Estados Unidos. Homens como G. Campbell Morgan, AB Simpson (fundador da Aliança Cristã e Missionária) influenciou fortemente líderes Santidade, como Martin W. Knapp, BF Haynes, NJ Holmes, JM Pike, Mattie Perry, JO McClurken e SC Todd. [15]            

 

No rescaldo da Guerra Civil Americana, houve um interesse renovado em estudos proféticos e um ressurgimento do premillennialism futurismo enfatizando, em oposição ao historicismo.   historicismo como defendido anteriormente por William Miller e outros enfatizaram o cumprimento da profecia, especialmente os eventos do Apocalipse, ao longo da história desde o primeiro século.   Ao contrário, futurismo (dispensacionalismo) colocou cumprimento profético no futuro e não tentar amarrar as profecias bíblicas para períodos históricos ou eventos.

 

Dispensationalisms apelo na América era muito forte e tornou-se um ponto de vista generalizado e popular disseminada em parte através Darbys muitas viagens à América, através de uma série de conferências anuais da Bíblia realizada em Niagara-on-the-Lake, Ontario, e através de conferências proféticas . realizadas nas principais cidades dos Estados Unidos   Boyer observa: Em meio às transformações sociais convulsivas dos anos de Appomattox a I Guerra Mundial, versão Darbys de premillennial crença profecia ganhou muitos adeptos entre os evangélicos americanos que descobriram este sistema um valioso se preocupante . fonte de sentido [16] Da mesma forma, Ariel escreve:

 

Os anos de 1860 e 1920 foram os anos de formação para a formação do dispensacionalismo nos Estados Unidos.   Durante este período, a nova convicção escatológica tornou-se um movimento unido e estável que influenciou milhões de americanos.   evangelistas, publicações, conferências proféticas, e instituições de ensino foram . instrumental na divulgação da nova esperança messiânica na América   Fizeram a perspectiva dispensacionalista sobre o povo judeu e seu papel nos acontecimentos do final da peça idade do credo para muitos evangélicos no país. [17]

 

 

 

Líder irmãos John Nelson Darby é creditado como sendo o indivíduo mais responsável por sistematizar a teologia dispensacionalista e promovê-la em toda a Grã-Bretanha.   Charles Ryrie, escreve sobre dispensationalisms origens: Nem Darby nem os irmãos originou os conceitos envolvidos no sistema, e até mesmo se tivessem que não faria mal se pode ser mostrado para ser bíblica. [18] compreensão Darbys da escatologia não era algo que ele inventou, mas foi o agrupamento e organização de idéias já circulam na teologia britânica do século XIX . Ariel observa, Darby não construiu dispensationalism fora do ar. Sua contribuição foi, em grande parte, a formação e cristalização de idéias anteriores sobre a Segunda Vinda de Jesus. [19]    

 

Escatologia Darbys era diferente porque ele colocou a ênfase na interpretação da profecia de um futurista em vez de perspectiva historicista.   futurismo é um dos quatro possíveis interpretações sobre o papel do tempo na profecia bíblica.   Ele aborda a questão interpretativa, Quando vai ser uma profecia ? realizado na história   do Four Views são:. passado (preterismo), presente (historicismo), futuro (futurismo) e atemporal (idealismo)   dos pontos de vista, o historicismo e futurismo ter sido o mais dominante na história da igreja.

 

Até tempo Darbys, muitos protestantes acreditam que a maioria profecia estava sendo cumprida na idade atual (ou seja, desde o início da era cristã).   referências bíblicas para um tempo de tribulação e uma pessoa conhecida como o Anticristo foram associados frequentemente com Roman catolicismo, vários papas, eo fluxo da história europeia.   eventos, tais como a Reforma Protestante, a derrota da Armada Espanhola, ea Revolução Francesa foram frequentemente entendido como tendo significado bíblico e profético.   Durante o século XIX, os grupos americanos, como os mileritas e os santos dos últimos dias seguidos interpretações historicistas.

 

Dispensationalism Darbys e futurismo rejeitado historicismo, argumentando que nem todos os eventos proféticos ocorrerão na era atual, mas em um período de tempo futuro que envolve os acontecimentos proféticos da tribulação, a segunda vinda de Cristo, e do milênio.   Também faz parte da estes eventos futuros são o arrebatamento (a tradução física dos cristãos para o céu antes da tribulação) ea conversão de muitos judeus ao cristianismo após o estabelecimento de um Estado judeu no Oriente Médio. [20] Através Darbys viagens e ligações transatlânticas , o dispensacionalismo ea doutrina do arrebatamento pré-tribulacional veio veio para os Estados Unidos e ganhou destaque e popularidade. 

 

Darby na América

 

John Nelson Darby nasceu em Londres de pais irlandeses e educado como advogado no Trinity College, em Dublin, graduando-se em 1819.   Ele se converteu ao cristianismo evangélico, enquanto o exercício da advocacia e logo depois abandonou a carreira jurídica e foi ordenado diácono na Igreja Anglicana da Irlanda.   No início dos anos 1830 ele se separou de anglicanismo e se juntou ao movimento Irmãos emergente em Plymouth em que ele se tornou um dos principais líderes.   Ele viajou continuamente em toda a Europa, os Estados Unidos e Nova Zelândia, em nome dos irmãos e publicado extensamente sobre bíblica e temas teológicos.   De particular interesse para Darby foi o estudo da profecia.

 

            Entre 1862 e 1877, Darby fez sete viagens para o Canadá e os Estados Unidos ensinar a profecia bíblica com uma duração total de sete anos.   Seus primeiros contatos nos Estados Unidos estavam com irmãos emigrantes, mas isso mais tarde expandido como não-Irmãos líderes religiosos em Nova York, Detroit, San Francisco, Chicago, Boston e St. Louis receberam.   Foi em Chicago, Boston e St. Louis que ele passou a maior parte do tempo e estas cidades se tornaram centros iniciais de dispensacionalismo. [21] Pastores James Salão Brookes (1830-1897) de Walnut Street Presbyterian Church, St. Louis e AJ Gordon (1836-1895) de Clarendon Street Baptist Church, Boston estavam a tornar-se os principais líderes em ascensão da propagação do dispensacionalismo América. Seus vários ministérios e ensino precoce do arrebatamento e dispensacionalismo foi o modelo para a propagação do arrebatamento pensou nas primeiras décadas-, através do ministério da Igreja e profecia conferências.  

 

Em Chicago, Darby se reuniu com evangelista americano Dwight L. Moody (1837-1899), e foi provavelmente por influência Darbys, juntamente com a de outros escritores irmãos, que a Moody veio para defender o pré-milenismo.   Mais tarde, em seu próprio ministério transatlântico, Moody fortemente apoiada e incentivada premillennialists anglicanos e dissidentes na Grã-Bretanha. [22]

 

Crença Darbys no retorno iminente de Jesus Cristo eo arrebatamento era constante.   Ele declarou: Não há nenhum caso entre mim e . céu [23] Através de suas interações pessoais, escritos, e viaja a doutrina do arrebatamento tornou-se parte de teologia americano já em meados de 1860. Mas também importante para a propagação do pré-tribulacionismo foi o método Darbys de divulgação. Moorhead escreve que Darby introduziu o conceito de encontros interdenominacionais, onde os homens se reúnem para examinar questões doutrinais na definição retiro . [24]    

 

Nos primeiros 60 anos do arrebatamento nos Estados Unidos como uma crença religiosa, o ensino do que foi espalhado pelos pastores através dos púlpitos, publicações e conferências bíblicas em que houve uma forte ênfase no estudo bíblico indutivo.   A ênfase no estudo bíblico indutivo pelos primeiros proponentes do dispensacionalismo torna difícil rastrear influência Darbys das declarações autobiográficas dos proponentes, desde os defensores muitas vezes declarou que a sua chegada a uma posição de pré-milenarismo foi um ato de estudo pessoal da Bíblia.   No entanto, em um histórico e social nível, há claras evidências de interação e crença compartilhada (e materiais) entre os proponentes. [25]

 

Antes de meados de 1920, os dispensacionalistas na América tinha adeptos cujas raízes estavam na tradição reformada e no revivalismo do século XIX.   proponentes do dispensacionalismo foram bem representados entre os batistas, presbiterianos, metodistas, pentecostais, Santidade e congregacionais, embora esparsamente entre episcopais e luteranos.   Embora dispensationalisms aceitação nas primeiras décadas era lento, ele eventualmente ganhou força e tornou-se uma convicção aceite por milhões e um movimento estável, cujo impacto sobre a vida religiosa americana durou mais de cem anos. [26]

 

            Entre os defensores proeminentes início do dispensacionalismo na América eram James H. Brookes (1837-1897), William E. Blackstone (1841-1935), AJ Gordon (1836-1895), Arthur T. Pierson (1837-1911), Ruben A . Torrey (1856-1928), Dwight L. Moody (1837-1899), Arno C. Gaebelein (1861-1945), Billy Sunday (1862-1935), James M. Gray (1851-1935), Willaim de Bell Riley ( 1861-1947), e CI Scofield (1843-1921).   Cada um desses líderes (e outros) abraçou pré-milenismo dispensacionalista e fez muito para espalhar o ensinamento do arrebatamento.  material de pesquisa sobre estes líderes e dos anos anteriores a 1920 é muito grande mas uma visão resumida de vários dos defensores do arrebatamento irá mostrar o fluxo da idéia, nos anos pré-Primeira Guerra Mundial.

 

James Hall Brookes (1830-1897)

 

 

 

A doutrina do arrebatamento foi uma idéia transatlântico que cativou muitos estudantes da Bíblia, tanto no Reino Unido e nos Estados Unidos, na última metade do século XIX.   Trazido para a América por Darby, a idéia foi, então, promulgada por ele e por um círculo de pastores da mesma opinião e professores da Bíblia. Grande parte deste crescimento inicial veio como resultado da pregação, ensino e publicações do pastor presbiteriano James Hall Brookes (1830-1897), que bem merece o título de Pai do americano Dispensationalism. [ 27] A partir de seu púlpito em St. Louis, a sua participação na Conferência anual da Bíblia Niagara, e sua caneta prolífica, que produziu best-sellers religiosos, Brookes tornou-se um defensor reconhecido nacionalmente de pré-milenismo dispensacionalista e do arrebatamento pré-tribulação. Brookes foi um dos primeiro a ensinar de forma destacada o arrebatamento pré-tribulacional.   

 

Embora ele era conhecido como um pregador, foi em grande parte através de seus escritos e ministério conferência que Brookes ganharam reconhecimento nacional.  Começando sua carreira de escritor, sendo autor de panfletos para soldados feridos da guerra civil, ele passou a caneta mais de 200 folhetos e 16 livros. Em 1874 ele publicou Maranatha , um volume enorme sobre escatologia que era para ser um de seus trabalhos mais populares. [28]   Outros livros sobre profecia incluído Israel e as Igrejas , Leitura da Bíblia sobre a segunda vinda , e até que ele veio (mais tarde renomeado I estou vindo ).

 

Em 1875, Brookes começou a editar uma revista mensal chamada The Truth que, eventualmente, teve uma circulação de mais de 40.000.  Ele continuou a servir como editor até sua morte, e, através desta publicação, ele encorajou os cristãos no evangelismo, questões de santificação diária, Bíblia . estudo, bem como o estudo da profecia  Após sua morte, o periódico fundiu-se com a palavra de ordem e tornou-se conhecida como a palavra de ordem e Verdade ; no entanto, foi a revista pretribulational Nossa Esperança , primeiro publicado pela AC Gaebelein em 1894 e entusiasticamente apoiado pelo Brookes, que em última análise, passou a ser visto como o sucessor ideológico de A Verdade .

 

Brookes era um dos alunos mais proeminentes e fervorosos da profecia de sua época. Em um artigo 1896 em A Verdade , Como me tornei um Premillennialist, Brookes afirmou que ele chegou à sua escatologia pré-milenarista através de sua própria leitura e estudo do Apocalipse e Daniel depois de entrar no pastorado e depois de muitos anos de negligência da profecia.  Isto independente estudo, juntamente com alguma influência nos anos após a Guerra Civil de Darby e os Irmãos de Plymouth, desde o contexto histórico de suas crenças.  Brookes negou que ele era o destinatário directo do Plymouth Brethren escatologia, embora ele não reconhecer uma apreciação de sua escatológico entusiasmo.  Já em 1871, Brookes estava publicando e ensinando pontos de vista semelhantes ao dispensacionalismo.  Em 1874 o sistema foi bem desenvolvido, e foi Brookes, que introduziria CI Scofield com os ensinamentos de pré-milenismo dispensacionalista.  Seria através Scofield e seu estudo da Bíblia Brookes que teria sua influência mais duradoura.

 

William E. Blackstone (1841-1935)

 

 

 

Darby fez cinco visitas a Chicago e é possível que ele se encontrou com a Blackstone, embora haja nenhum sobrevivente documentos que confirmem tal reunião.   No entanto, a comparação dos Darbys pensou com Blackstones mostra uma clara influência de Darby sobre Blackstone. [29]

 

Blackstone nasceu em Nova York e se converteu ao cristianismo aos dez ou onze anos de idade, durante uma reunião evangelística.   Durante a Guerra Civil Americana que serviu com a Comissão cristã dos Estados Unidos, uma organização de serviço religioso ministrando aos soldados, e trabalhou com tropas em General Ulysses S . Concede sede.   Depois da guerra, ele se casou e se estabeleceram em estabeleceram em Illinois, onde ele ficou rico na construção e nas empresas seguradoras.   Ele também tinha fortes laços familiares e de negócios para a indústria ferroviária em expansão.   Ao longo de sua vida, foi um trabalhador ativo dos leigos na Igreja Metodista Episcopal e outras organizações cristãs. [30]

 

Através de suas atividades cristãs, Blackstone tornou-se associado com alguns dos principais defensores do pré-milenismo dispensacionalista nos Estados Unidos, tais como Dwight L. Moody, James H. Brookes e Horatio G. Spafford (fundador da colônia americana em Jerusalém, em 1881).   Blackstone adotado Darbys escatologia e usou sua extensa viagens de negócios como uma oportunidade de interagir com outros dispensacionalistas. [31]

 

Em 1877, Blackstone pediu Brookes para escrever um tratado religioso sobre o retorno de Cristo que Blackstone poderia distribuir em trens.   , por sua vez, Brookes, a St. Louis, Missouri, ministro presbiteriano, dispensationalist ardente, e apresentador americano Darbys, incentivou Blackstone para escrever o panfleto.   Blackstone escreveu dois setores que foram mais tarde combinadas e publicadas em um livreto de 96 páginas intitulado Jesus está voltando (dos quais mais será dito abaixo).   Eventualmente, se expandiu para mais de duzentos e cinqüenta páginas, permanece na impressão até os dias atuais. Blackstone também foi ativo no movimento Conferência Bíblica e foi um defensor incansável de um lar nacional para os judeus em Israel.

 

Blackstone é muito clara ao separar o arrebatamento da segunda vinda (o que ele chama a Revelação de Cristo. [32] Ele sucintamente escreve:. Ele certamente deve vir para eles antes que Ele pode vir com eles [33] Um leigo que dedicou sua vida, energia e recursos para o avanço do ensino do arrebatamento e da criação de uma pátria judaica, o seu trabalho e escritos juntamente com a CI Scofield deu o ensinamento do arrebatamento a sua presença mais visível nos Estados Unidos antes Mundial Guerra I.

 

CI Scofield (1843-1921)

 

 

 

Kansas advogado CI Scofield se converteu ao cristianismo aos 36 anos e, mais tarde, enquanto em St. Louis, foi sob o ministério e influência de James Hall Brookes que CI Scofield veio para abraçar o dispensacionalismo eo pré-tribulacional.   Através dos escritos Scofields a doutrina do arrebatamento permeou grande parte do protestantismo americano por mais da metade do século XX.   Muito tem sido escrito sobre a vida e ministério Scofields dos críticos e admiradores. [34] trabalho Scofields construída sobre Darbys modelo dispensational mas não foi, como alguns têm afirmado, uma aceitação incondicional dele. Crutchfield escreve: Se há uma coisa que implora refutação é que Scofield e aqueles que o seguiam emprestado por atacado-jota e til-de Darby. [35] Scofields pensava acompanhados mais de perto a de Brookes, que guiou Scofield em seu desenvolvimento espiritual após Scofields conversão evangélica em 1879. Os ensinamentos dispensacionalistas de amigos James Gray e AC Gaebelein também foram influentes. Contudo, havia um acordo básico entre Darby e Scofield. [36]        

 

Scofields crença no arrebatamento, que ele chama de tirar a Verdadeira Igreja é baseada em sua compreensão de João 14: 3; I Coríntios 15: 51-52 e I Tessalonicenses 4: 16-17. [37] Através Scofields muitos escritos, como maneja bem a palavra da Verdade (1885), o Curso por Correspondência Scofield , ea (est 1890.) publicação da Scofield Reference Bible (1909, reeditado 1917) fez muito para popularizar o dispensacionalismo e do arrebatamento.  

 

Isso Scofield acreditavam no arrebatamento está claro a partir dos escritos como maneja bem a Palavra de Deus, Profecia feita claramente, e as notas nas edições da Bíblia de Referência Scofield.  Entretanto, Scofield nem sempre é claro como ele poderia ter sido em distinguir entre o arrebatamento ea Segunda Vinda.

 

Arno C. Gaebelein (1861-1945)

 

 

 

Por mais de meio século evangelista, autor, jornalista e expositor da Bíblia Arno C. Gaebelein apaixonadamente proclamou as verdades proféticas da Bíblia e diariamente viveram com a esperança de sua realização. [38] Com um ministério que em ponte de dois séculos e sofreu dois guerras mundiais, Gaebelein nunca duvidaram da relevância do estudo da profecia para o crescimento espiritual e para a interação com o caos da cultura. No meio das tempestades de trovão da I Guerra Mundial, ele encorajou os cristãos a não se desespere, para os ensaios deste mundo um dia iria dar lugar ao triunfo de Cristo. Em 1915, ele escreveu:

 

O Senhor Jesus Cristo está voltando! Ele pode estar aqui a qualquer momento! Ele pode

 

vir hoje! Agora, isso não é uma afirmação tola que Ele vai vir hoje. Também não é a definição de um horário específico para Ele vir, que seria igualmente insensato e errado; ainda muitos fazem isso. É a afirmação de um fato sóbrio, para despertar as almas de sua negligência e indiferença, e apontá-los para o claro testemunho da única Palavra de Deus que o Senhor Jesus está voltando, e pode estar aqui hoje. [39]

 

 

 

Nascido na Alemanha em em 1861, AC Gaebelein emigrou para os Estados Unidos em 1879.  Ele se estabeleceu em Lawrence, Massachusetts, entre outros alemães imigrantes e começou a frequentar os cultos em uma bolsa Metodista alemão e em 1881 tornou-se assistente do pastor de um alemão congregação metodista em Nova York e, posteriormente, preenchidos vários outros púlpitos antes de entrar no ministério evangelístico entre os imigrantes judeus.

 

. Gaebelein começou a pregar em uma missão judaica e desenvolveu uma paixão por evangelismo judaico  Este novo trabalho obrigou-o a reavaliar seus pontos de vista sobre a profecia, e ele se tornou um premillennialist ardente.   Em 1893 ele começou a publicação de Tiqweth Israel - A Esperança de Israel Mensal . Gaebelein logo foi acompanhado em seu trabalho por Ernst F. Stroeter, um professor da faculdade de Colorado, e em 1894 eles começaram a publicação de Inglês e Alemão edições da revista Nossa Esperança . Dedicado a relatórios sobre o trabalho da Esperança da Missão Israel bem como o estudo da profecia, a revista fez muito para o avanço evangelístico e trabalho social entre o povo judeu. Editado inicialmente por Stroeter, e por Gaebelein depois de 1896, Nossa Esperança desde conservador cristãos informação mundial simpático ao sionismo, judeu assuntos e estudos proféticos.  historiador David Rausch observou: Nossa Esperança , era uma chave periódica no movimento fundamentalista do século XX , através deste periódico, Gaebelein trouxe o ensino da profecia bíblica para a vanguarda do movimento e acoplado a ele em profundidade, estudos bíblicos acadêmicos. [40]   A revista continuou publicação até 1958, quando se fundiu com a Eternidade .

 

Por volta do virar do século, o foco começou a passou de evangelização dos judeus a um ministério de ensino e conferências bíblicas. Ele tinha se tornado um premillennialist em 1887, depois de ler um livro francês, La Futuro D'Israel por Pasteur Guers.  Através de contatos com homens como James H. Brookes, James M. Gray, e CI Scofield, Gaebelein começou a escrever e falar extensivamente na profecia.  Quando Brookes morreu em 1897, nossa esperança passou a ser visto como o sucessor ideológico de Brooks ' The Truth , e tornou-se um instrumento para proclamar ensino profético em todo o país.  Gaebelein acreditava que Israel era a chave não só com a profecia bíblica, mas também de toda a história, e procurou compreender os eventos atuais por meio do ensino cuidadosa e aplicação de profecia.

 

Nos anos entre 1900 e 1915, Gaebelein ganhou uma reputação como um professor de Bíblia e sua importância cresceu significativamente.  Em 1901, ele começou a Conferência Sea Cliff Bible anual em Long Island.  Foi lá que CI Scofield mencionado pela primeira vez o seu desejo de publicar um estudo Bíblia e pediu ajuda Gaebeleins no projeto. Ambos os homens eram dispensacionalistas fervorosos, e Scofield pediu Gaebelein para fornecer as porções proféticas da Referência Scofield Bíblia .   Tão grande era sua admiração Gaebelein, que Scofield escreveu-lhe dizendo, por todos os meios seguir seus próprios pontos de vista de análise profética.  Sento-me seus pés quando se trata de profecia, e felicitar antecipadamente os futuros leitores da Bíblia de Referência em ter em suas mãos um guia seguro, claro, em sã consciência através do que para a maioria é um labirinto. [41]

 

Os eventos e tragédia da Primeira Guerra Mundial incomodado Gaebelein mas ele alertou seus leitores a não identificar a guerra como Armageddon e exortou-os a confiar em Deus e voltar para a Bíblia para o conforto e orientação.  Ele acompanhado de perto os acontecimentos da guerra e quando as forças britânicas capturou Jerusalém, ele alegou que como o evento mais significativo de 1917.   Nos anos após a guerra, tornou-se um defensor Gaebelein vocal eo mais prolífico da

 

fundamentalismo, inerrância e premillennialism partir de uma perspectiva pretribulational.

 

Quando veio a guerra outra vez, no final de 1944 e 1945 Gaebelein se alegrou com a morte de Hitler, mas foi muito triste sobre o Holocausto.  Enquanto ele viu o fim da guerra, ele não viveu para ver tanto o retorno dos judeus para Israel ou o retorno de Jesus Cristo no arrebatamento, como tinha sido a sua esperança. Ele morreu em sua casa no dia de Natal de 1945.  Em 1942, Gaebelein havia escrito uma carta que ele queria publicado em caso de sua morte antes do retorno do Senhor. Nela, ele proclamou a sua fé ao longo da vida e de esperança: só ele sabe o momento exato em que o evento culminante na história da Igreja, a reunião dos santos de Deus para encontrá-Lo no ar ocorrerá.  Talvez em Sua infinita misericórdia Ele ainda pode demorar para adicionar mais membros para seu corpo, sua própria plenitude, que cumpre tudo em todos. [42]

 

Ao longo de seu ministério Gaebelein evitava-definição da data profética e aqueles que

 

praticou argumentando que a nossa esperança e juros não deve estar no Anticristo, mas sim em

 

. Jesus Cristo  Com as nuvens de tempestade de guerra reunindo mais uma vez em 1939, Gaebelein escreveu palavras que não só se aplicava aos seus leitores na época, mas também a nós: Nós olhamos para a tempestade que se aproxima precipitando tudo em um abismo de desespero. Nós olhamos de novo e ver um nascer do sol maravilhoso.  The Morningstar aparece, o arauto do Dia e do Sol em toda a sua glória. Mesmo assim Vinde, ó Deus esperança dos desesperados, Vós Esperança de Israel, Tu esperança do mundo, todas as Nações, e Criação. Mesmo assim, vem Senhor Jesus. [43]

 

Os professores e as instituições do entreguerras Anos

 

Durante o período entre guerras fundamentalismo como um fenômeno social teve uma história muito visível e presença nos Estados Unidos e, enquanto houve perdas denominacionais e institucionais para o modernismo teológico e do liberalismo, em igrejas dispensationalism indivíduo e da doutrina do arrebatamento permaneceu forte.   Ele estava em neste ambiente que o novo instituto bíblico (por exemplo Instituto Sul Bíblia, 1927), escolas bíblicas e seminários evangélicos (por exemplo, Seminário Teológico Dallas em 1924 e Grace Theological Seminary em 1937) surgiu somando-se o número de instituições anteriores, como Moody Bible Institute (1886 ), Instituto Gordon Bíblia (1889), do Instituto Bíblico de Los Angeles (1908) e Philadelphia College of the Bible (1913).   Líderes como Arno Gaebelein (mencionados acima), Reuben A. Torrey (1856-1928), HA Ironside (1876-1951), Wilbur M. Smith (1894-1976), Alva J. McClain (1888-1968), James M. Gray (1851-1935) [44] e uma série de outros consistentemente ensinou o arrebatamento pré-tribulacional. Estes Os líderes, juntamente com centenas (ou talvez milhares) de pastores em todo o país foram determinantes para a criação de uma compreensão do arrebatamento e sua relevância na vida dos cristãos. Uma das mais significativas desses homens com relação à propagação contínua da doutrina da o arrebatamento foi Lewis Sperry Chafer.   

 

Lewis Sperry Chafer (1871-1952)

 

            Nascido em Ohio, professor Presbiteriana Bíblia Lewis Sperry Chafer estava envolvido no ministério evangelístico from 1901-1914 e veio sob a influência do ensino de CI Scofield, que se tornou seu mentor e participou da Conferência Northfield Bíblia anual em Northfield, Massachusetts.  In Scofields mais tarde anos ele ajudou Scofield nos esforços do ministério em Nova York, Pensilvânia e Texas.   Depois da morte Scofields, Chafer tornou-se pastor da Igreja Congregacional em Dallas, dos quais Scofield tinha sido ministro.   Uma vez em Dallas, Chafer começou a criar planos para um seminário que traria o estilo do norte Bíblia ethos conferência e ensino do pré-milenismo e dispensacionalismo, juntamente com o estudo de cada livro da Bíblia para o sul do país. [45] Em 1924, ele foi fundamental na fundação do Seminário Teológico de Dallas (originalmente chamado de evangélico Theological College ). Anteriormente, em 1915, ele publicou O Reino em História e Profecia, um trabalho aprovado por Scofield que era uma defesa de pretribulationism e dispensacionalismo. Em 1926, ele publicou grandes temas da Bíblia (revisada em 1974 por John F. Walvoord) e em 1948, ele publicou sua maior obra, a oito volumes Teologia Sistemática, . um trabalho completamente pretribulational e dispensational Deste trabalho Hannah escreve:       

 

Além de institucionalizar o movimento conferência bíblica, Chafer sistematizou suas ênfases teológicas únicas com a publicação de sua Teologia Sistemática (8 vols.), em 1948, a primeira grande tentativa de estabelecer o ensino do pré-milenismo dispensacionalista dentro do conceito da sistemática tradicional.   Que notas Scofields delineados em uma abordagem dispensacional da Bíblia, Chafers livro teologia simplesmente ampliada.   A obra reflete Chafers apego ao Scofield e as notas da Bíblia de Referência Scofield (1909, 1917).   A obra tornou-se a declaração definitiva da teologia dispensacionalista. [46]

 

 

 

Forras influenciar em uma geração de professores e pastores da Bíblia era enorme.   Através de suas aulas, os escritos (incluindo a aquisição de 1.933 a mais antiga revista teológica na América, Bibliotheca Sacra ) Chafer passou o ensino do arrebatamento pré-tribulacional para uma multidão de leitores, estudantes, professores e pastores.   Ao fazê-lo, ele foi capaz de se multiplicar exponencialmente o ensino do arrebatamento, promovendo o trabalho de Scofield através de seu estudo da Bíblia.   Este então estaria diretamente multiplicado novamente através do ensino dispensacionalista de teólogos J. Dwight Pentecost ( 1915-presente), Charles C. Ryrie (1925-presente), e John F. Walvoord (1910-2002).

 

Os defensores arrebatamento da II Guerra Mundial e além

 

Desde o final dos anos 1930 para a década de 1940 uma nova geração de líderes fundamentalistas e evangélicas surgiram que criaram novas instituições (por exemplo, do Instituto Bíblico Detroit, 1945), os ministérios evangelísticos organizados, capitalizou a aderência afrouxamento da liberal estabelecimentos religiosos aderência das ondas de rádio nacionais e outros meios de comunicação e aumentou o número de ministérios para-eclesiásticos.   Parte deste acarretou a fratura, realinhamento e reenergizar das preocupações sociais e teológicas dos cristãos conservadores. [47] Nestes anos se encontra também o surgimento de pastores batistas e, como evangelistas John R. Rice (1895-1980), WA Criswell (1909-2002), e Jerry Falwell (1933-2007), que pregava e ensinava um arrebatamento pré-tribulacional.

 

John F. Walvoord (1910-2002)

 

 

 

            O teólogo preeminente do arrebatamento no século XX foi John F. Walvoord, presidente do Seminário Teológico de Dallas 1952-1986.   Walvoord seguido Chafer como presidente do seminário e fez muito na sala de aula e através de livros, artigos de periódicos, e falando compromissos de articular a doutrina do arrebatamento como parte integrante do dispensacionalismo e premillennialism.   Walvoord e outros de sua geração desde uma forte continuidade publicação para pretribulationism.   Quanto ao fortalecimento da pretribulationism durante o período entre guerras e logo em seguida, Reiter observa:

 

            Enquanto pretribulationism ganhou uma base mais ampla de apoio popular, ele também recebeu exegética e teológica desenvolvimento depois de 1930 a partir de uma nova geração de estudiosos.   Eles foram treinados em seminários recentemente estabelecidos doutrinariamente comprometidas com o dispensacionalismo.   , por exemplo, Charles L. Feinberg e John F. Walvoord, estudantes menores e colegas de Chafer no Seminário Teológico de Dallas, promoveu uma mudança na exegética argumentação sobre termos teológicos fundamentais para a Segunda Vinda. [48]

 

 

 

Walvoord (e outros) vai continuar esta exegese teológica e desenvolvimento na década de 1990 através de uma pontuação de artigos em Bibliotheca Sacra e livros.   Hannah escreve de influência Walvoords na escatologia, Walvoord fez uma contribuição significativa para a delimitação e defesa dos dispensational premillennialism.   Uma leitura de seus escritos deixa claro que seu foco não estava sobre dispensacionalismo moderno como um sistema, mas em cima de suas implicações escatológicas. [49]

 

Entre Walvoords muitos escritos foram os que tratavam especificamente do arrebatamento, quer na sua totalidade, em parte.   Eram livros, tais como: O Retorno do Senhor (1955), O Tessalônica Epístolas (1956), The Rapture Question (1957, revista, 1979), A Igreja na Profecia (1964), Nosso Senhor Jesus Cristo (1969), Armageddon, Oil, ea crise do Médio Oriente (1974, revista em 1990, atualizada postumamente por Mark Hitchcock de 2005, como Armageddon, óleo e Terror ) , A bendita esperança ea Tribulação (1976), A Profecia Conhecimento Handbook (1990), e major Profecias Bíblicas (1991).   Cada uma dessas obras, além de outros, como comentários sobre Daniel e Apocalipse focados em exegético, bíblica e teológica exposição do arrebatamento pré-tribulacional.

 

            Mais será dito sobre a importância da Walvoords Armageddon, Oil, ea crise do Médio Oriente a seguir, mas é importante para entender não só o papel Walvoords na divulgação e intensificar o ensino sobre o arrebatamento, mas também, a sua atitude em relação a outros . vista   sobre este assunto, ele escreveu em sua autobiografia:

 

            Im muitas vezes perguntou o que eu penso sobre, Intertribulacional ou vistas prewrath posttribulational sobre o Arrebatamento.   Todas essas posições de alguma forma violar a hermenêutica de som e regras contextuais.   Ive descobriu que a maioria dos que defendem uma posição contra um arrebatamento pré-tribulacional fazê-lo por motivos pessoais, e não de interpretação bíblica. . . . Visto que não são pretribulational ir e vir. . . . Muitas pessoas que propõem diferentes pontos de vista simplesmente não reembolsaram pensou-los passar.   Se alguém acredita que a profecia deve ser entendida de forma consistente e, literalmente, um não será longa espera para uma visão errada.   brushfires Teológicos não vai parar, no entanto, até o Senhor Jesus voltar . [50]

 

 

 

Firme em condenações, claro na expressão e de caridade em espírito, promoção Walvoords do arrebatamento pré-tribulacional durou meio século profundamente a incorporação da posição no evangelicalismo americano do século XX.

 

Charles C. Ryrie (1925-presente)

 

 

 

Um triunvirato de estudiosos da Bíblia surgiu a partir do ensino de Lewis Sperry Chafer para promover o arrebatamento pré-tribulacional dentro de sala de aula no Seminário Teológico de Dallas e em publicações e outros ministérios.   Junto com John F. Walvoord, e J. Dwight Pentecost ( Things to Come, 1958 e Profecia para Hoje, 1961), Charles C. Ryrie tem consistentemente apresentado o arrebatamento pré-tribulacional na imprensa popular e acadêmica.   Ryries máximo declaração do arrebatamento em forma de livro é a sua obra O Que Você Deve Saber Sobre a Rapture (1981), mas esta baseia-se em muitos outros livros, incluindo sua primeira obra teológica base na pré-milenista Fé (1953) e seu volume de Dispensationalism Hoje (1965, revisado como Dispensationalism, 1995).   Essas obras, juntamente com a Bíblia de Estudo Ryrie 1978, ampliada em 1995) mais escorada pretribulationism no evangelicalismo como seus escritos, juntamente com outros se tornaram textos padrão no Instituto Bíblico, da Bíblia de colégios e seminários salas de aula.   Em sua exposição de 1 Tessalonicenses 4: 13-18, Ryrie argumenta que existem cinco aspectos do arrebatamento para ser entendido: Haverá um retorno de Cristo (v. 16). . . . Haverá uma ressurreição (v. 16). . . . Haverá um arrebatamento (v.17). . . . Haverá uma reunião (v. 17). . . . Não há garantia de esta doutrina (v. 18). [51] Esta apresentação clara, concisa e memorável do arrebatamento ilustra Ryries eficácia como teólogo e comunicador. Em parte, é este estilo que fez seu nome e trabalha referências-padrão entre os defensores da pré-tribulacionismo.  

 

Os líderes pesquisados ​​acima estavam longe de ser os únicos que defendem um arrebatamento pré-tribulacional, no século XX.   À medida que os anos passaram o número cresceu e solidificou muitas vezes geograficamente em torno de igrejas particulares, instituições de ensino ou outros ministérios.   Contudo, a influência de líderes como aqueles mencionado acima não deve ser subestimada.   Suas opiniões eram (e são) fervorosamente realizada, cuidadosamente estudado, e incansavelmente proclamado de pódios, púlpitos, e na impressão.   Abrangendo um século e um quarto da história americana, fizeram o arrebatamento parte integrante do fundamentalismo e evangelicalismo americano.

 

Conferências e Instituições da Bíblia

 

Não foi só indivíduos que promoveram a crença êxtase nos Estados Unidos.   Eles precisavam ter um local disseminar a vista.   grande parte do impulso cedo para pretribulationism na América veio do século XIX e início do século XX Conferência Bíblica movimento que reuniu teologicamente como -minded pessoas de diferentes origens denominacionais.   historiador Timothy P. Weber Notas: Não há melhor exemplo de cooperação conservador pode ser encontrada do que o movimento conferência bíblica. [52] No verão de 1875, um pequeno grupo de líderes evangélicos reuniram-se para uma conferência sobre o estudo da profecia. Estas reuniões cresceu ao longo dos próximos anos, reunindo em vários locais até se estabelecer em Niagara-on-the-Lake, Ontario, onde a conferência foi conhecida como a Conferência de Niagara (1883-1897). [53] Weber escreve : As novas premillennialists foram nas Conferências Niagara desde o início e, eventualmente, tornou-se a força dominante na sua liderança. [54] Através destes e semelhantes conferências, os defensores e líderes dispensational foram capazes de estabelecer e manter uma rede com grande alcance social, e ramificações eclesiásticas que iria durar até o primeiro trimestre do século XX. Durante a maior história do fundamentalismo e evangelicalismo é importante notar que as suas origens não foram os da caricatura freqüentemente retratada de camponeses iletrados protestantes do sul. O movimento foi um um urbano e educado norte, que também desenhou muitos líderes empresariais de destaque no seu seio. Além de ensinar sobre o arrebatamento, ao longo das palestras conferências e escritos de participantes, houve uma apresentação constante de crença no futuro restauração nacional dos judeus para a Palestina. A retórica em torno desta crença intensificou durante a Primeira Guerra Mundial e na sequência da Declaração de Balfour e captação britânica de Jerusalém. [55] Ao longo de toda a história inicial do dispensacionalismo, pré-milenarismo, e pretribulationism em Estados Unidos, não era (e continua a ser ) uma conexão forte, teologicamente em primeiro lugar, e mais tarde também politicamente, com a idéia de um lar nacional judaico. Este tem sido sempre parte da história religiosa americana, intensificada nos anos posteriores a 1875, e continua no presente. [56]                

 

A representação pretribulational forte (mas não unânime) dentro do movimento conferência bíblica juntamente com o lançamento em 1909 da Bíblia de Referência Scofield alimentada uma população cada vez maior de pretribulationists.   posttribulationism foi respeitado por alguns pré-milenaristas, mas os números foram diminuídos por defensores pretribulationism . O historiador da era Richard Reiter observa:

 

Em contraste, a teologia posttribulational na geração após Niagara faltava a liderança, as bases institucionais, e da extensa literatura para coincidir com o seu homólogo premillennial.   Além disso, houve o contato muito menos pessoal e interação do que existia dentro da irmandade de Niagara. [ 57]

 

 

 

Da mesma forma, mas mais tarde, com a publicação de 1941 Fim: Repensando o Apocalipse por Norman B. Harrison, midtribulationism surgiu uma posição sobre o calendário do arrebatamento, mas ainda mais do que posttribulationism não conseguiu ganhar uma sequência substancial. [58] Como um movimento social, o evangelicalismo do século XIX e início do século XX iria transformar-se no movimento fundamentalista na década de 1920. Isto ocorreu por uma variedade de razões, e alterou ainda mais a paisagem do protestantismo americano. No entanto, o compromisso teológico para pré-milenismo dispensacionalista cresceu dentro o novo movimento. Enquanto fundamentalistas retiraram ou foram expulsos de escolas confessionais, tomadas de publicação, e as igrejas, eles criaram novos, independentes do controle denominacional. Dispensationalism tornou-se uma posição teológica que define nessas novas entidades.        

 

            O espaço não permite uma exploração completa do aumento das instituições de ensino no final do século XIX e XX que defendeu pretribulationism mas havia muitos, alguns ainda inexistência, como Moody Bible Institute, Dallas Theological Seminary Graça Seminário Teológico e outros que já não sobrevivem ( por exemplo, Dallas Bible College).   Ao longo do século XX e no presente, há também escolas, alguns independentes e outros denominacional que flutuaram em sua aceitação de pretribulationism ou que tiveram fortes defensores de pretribulationism mesmo que ele não era uma posição oficial da escola ou denominação.

 

O que começou como uma posição defendida em Chicago, St. Louis, e da Costa Leste espalhou gradualmente para que até o final da Segunda Guerra Mundial, pretribulationism foi fortemente representada em todo os Estados Unidos.   Embora pudessem aumentar e diminuir regionalmente ou em denominações específicas e bolsos da população, em geral seus números foram aumentando.

 

The Rapture na cultura americana

 

 

 

A crença no arrebatamento nunca se confinou exclusivamente para os púlpitos e bancos de igrejas americanas.   Ao longo dos anos, moveu-se gradualmente além dos muros da igreja, colégios e seminários, e na paisagem maior da cultura americana.   Isto foi conseguido através de várias tecnologias (imprensa, rádio, televisão, cinema, Internet), música, cruzadas evangelísticas, e ministérios eclesiásticos.  novos ministérios, como o Navegantes (1933), Palavra de Vida Fellowship (1940), Mocidade para Cristo, Vida Young (1941), e Campus Crusade for Christ (1951) surgiu a evangelizar em tempo de guerra e pós-guerra membros do serviço militar, estudantes e jovens.   Em cada uma delas havia fortes defensores do arrebatamento (por exemplo, fundador Vida Jovem Jim Rayburn começou a organização, enquanto estudava no Seminário Teológico de Dallas) .   Embora as organizações não eram sempre pretribulational em suas declarações doutrinárias, a presença de adeptos êxtase nas organizações, juntamente com a ênfase no estudo bíblico, discipulado, evangelismo e fez muito para espalhar a idéia do arrebatamento.  Entre as associações evangelísticas, ministérios como Bíblia Crentes Associação Evangelística (1970) concentrou-se o arrebatamento como uma ferramenta evangelística através de brochuras, como um mapa da Bíblia (1974) e A Tribulação Mapa (1974). Nas duas últimas décadas do século XX, houve um aumento na evangelização e na Bíblia de ensino ministérios focados na profecia bíblica.   Também não deve ser esquecido é abraço de filme como um meio para comunicar o arrebatamento (ver, por exemplo, a 1941 C. O Baptista filme The Rapture ). [59] Exemplos disso são os populares dos anos 1970 e 1980 filmes de Russ Doughton como um ladrão na noite (1972), A Distant Thunder (1978), Imagem da Besta (1980), e Pródigo Planeta (1983) .

 

A presença evangélica na vida religiosa americana na segunda metade do século XX foi extremamente visível e vocal (especialmente a partir da década de 1970).   Como principais denominações protestantes começou um declínio de cinquenta anos, denominações evangélicas e igrejas não denominacionais floresceu.   evangélicos cada vez mais participaram todos os aspectos da vida pública e sua presença foi sentida na política e no debate público, bem como no púlpito.  Uma área em que houve um crescimento exponencial para os evangélicos era nos meios de comunicação de massa.  professor de comunicação Quentin J. Schultze escreve:

 

O evangelicalismo moldou o sistema americano de comunicação de massa.   evangélicos foram muitas vezes na vanguarda do desenvolvimento e utilização de novas tecnologias de mídia, desde a imprensa para satélites de comunicações. Os meios de comunicação norte-americanos, por sua vez, influenciaram a religião americana, especialmente evangélicos. Essa interação entre o evangelicalismo e da mídia continua a influenciar todos os aspectos da cultura americana, incluindo as empresas, a religião, as artes populares, governo e educação. [60]

 

 

 

Entre o mais proeminente das emissoras e programas foram Charles E. Fuller A Hora Old Fashioned Revival (1937), MR DeHaans Radio Bible Class (1938) e, mais tarde, J. Vernon McGees Através da Rede de Radio Bible (1967).   Houve representação pré-guerra nas ondas do rádio (por exemplo, Sudoeste Radio Ministries, 1933), mas inicialmente estes foram limitados para o público escuta locais e regionais.   Muitos dos indivíduos e organizações (por exemplo, WMBI ) que aproveitou as oportunidades de comunicação de massa, realizada a uma perspectiva pretribulational.   Vinculando a tecnologia ea mensagem aumentado exponencialmente o público que ouviram a idéia do arrebatamento (por exemplo, emissões de rádio e televisão de cruzadas de Billy Graham).   , no século XX, provavelmente o mais visível meios de arroubos tomada de consciência cultural e proeminência através tem sido através da publicação de livros e Bíblias de estudo.

 

The Rapture in Print

 

            Comentário anterior foi feita em relação James Hall Brookes 1874 o volume Maranatha.  Este volume definir o cenário para trabalhos posteriores, maiores e menores, e muitos dos quais eclipsado volumes anteriores em vendas, distribuição e conscientização pública.   Alguns desses trabalhos foram além fundamentalista e públicos de leitura evangélicos e fez muito para tornar a idéia da parte arrebatamento do vocabulário e consciência americana, mesmo quando a idéia foi ridicularizada ou rejeitada.   Há também surgiram publicações como a Moody Monthly (renomeados da anterior Revista Cristã dos Trabalhadores ).   Além Maranatha, dois dos primeiros trabalhos foram influentes Jesus is Coming (1870) por William E. Blackstone ea Bíblia de Referência Scofield (1909). [61]

 

 Jesus está voltando

 

 

 

Partindo de seu envolvimento no início do movimento Conferência Bíblica, William E. Blackstone se convenceu da necessidade de um pequeno livro que seria evangelístico na natureza e expor sobre o arrebatamento ea segunda vinda.   Em 1877, ele sugeriu a James Hall Brookes que Brookes gravação tal volume e Brookes respondeu que Blackstone deve escrevê-lo a si mesmo e que ele, Brookes, então publicá-lo. [62] Blackstone também recebeu incentivo para o projeto de seu amigo HG Spafford (letrista do hino bem-amado é bem com My Soul) Blackstone escreveu o livro e tornou-se uma sensação de publicação e vendedor constante que permanece na cópia ao presente. Moorhead escreve sobre a sua recepção: Blackstone constantemente recebido cartas de leitores que explicam o impacto que o livro teve em suas vidas e até mesmo . conheci pessoas de todo o mundo que haviam se convertido ao premillennialism por causa do livro Os endossos contidas Jesus Is Coming lê como um whos que do movimento proto-fundamentalista. [63] Entre os endossando o livro foram: RA Torrey , J. Wilbur Chapman, AT Pierson, James M. Gray, e AB Simpson. Ele recebeu ampla distribuição. Em um ponto de sua história no início de cada graduado do Seminário Teológico de Princeton foi dada uma cópia depois de exercícios de começo era todo formado pelo Instituto Bíblia de Los Angeles. Além disso, em 1917, Moody Bible Institute enviou exemplares da obra aos ministros, missionários e estudantes de teologia em todo o mundo. [64]            

 

Em 1927, logo após a morte Blackstones, mais de 800.000 cópias foram vendidas e distribuídas em trinta e seis idiomas, incluindo uma edição em hebraico. [65] Jesus Is Coming foi evangelístico em estilo e argumentou que a Segunda Vinda de Cristo profetizou feito urgente a necessidade de salvação. Promoveu pretribulationism e premillennialism. Também fazem parte da mensagem de livros foi a restauração dos judeus à Palestina e restabelecimento do reino de Davi bíblico na terra de Israel. [66] Blackstones obras tiveram enorme influência nos círculos evangélicos do dia. Rausch afirma Blackstones escrita era um impulso duradouro para os esforços políticos dos sionistas cristãos. [67] O livro teve várias edições, e por sua edição de 1908, após o surgimento do sionismo, Blackstone argumentou que, apesar de a liderança sionista foi muitas vezes agnóstico, o sionismo estava cumprindo parte do plano de Deus profética. [68] As idéias apresentadas por Blackstone na obra não eram originais, mas foram um resumo do pensamento dispensacionalista americano e em paralelo as de seu amigo CI Scofield. [69] Blackstones convicções teológicas logo o levou ao ativismo social e político em nome dos judeus. Enquanto muitas pessoas dentro do Cristianismo e do Judaísmo visto tentativas de converter judeus como ofensivo, Blackstone e dispensationalists entendido seus esforços como um sinal de preocupação . ea boa vontade para os judeus [70] Moorhead observa: Atualmente, o livro foi traduzido para quarenta e oito idiomas, já vendeu milhões de cópias e tem sido reconhecido como um dos livros mais influentes sobre o pré-milenismo dispensacionalista. [71] O historiador de evangelicalismo Joel A. Carpenter concurs informando de sua influência precoce Somente a Bíblia de Referência Scofield. . . pode se comparar a sua influência na difusão pré-milenismo dispensacionalista. [72]                

 

 

 

Scofield Reference Bible

 

No início do século XX, a grande propagação do arrebatamento como uma idéia teológica incorporado veio dos escritos de Scofield e publicação de A Bíblia de Referência Scofield em 1909 pela Oxford University Press. [73] Boyer escreve sobre a influência de Scofields estudo da Bíblia :

 

Scofields reputação Continuada descansa em sua Bíblia de Referência (1909), que mais do que qualquer outro trabalho único solidificou o movimento pré-milenar. . . . A Bíblia de Referência Scofield tem sido um importante canal para a divulgação de dispensacionalismo pré-milenista em todo o mundo. [74]

 

 

 

 Após a publicação de 1909 A Bíblia de Referência Scofield, teologia dispensacionalista cresceu enormemente o número de defensores americanos e continuou a fazê-lo com os 1.917 e 1.967 revisões.   Embora a teologia da Scofields estudo bíblico diferiam em detalhes do esquema Darbys, há um amplo consenso em suas perspectivas e um património comum.   Ryrie assinala, ainda não podemos minimizar a grande influência de Darby, a afirmação simplista de que o dispensacionalismo originou com Darby, cujo sistema foi assumido e popularizado por Scofield, não é historicamente preciso. [75] Dispensationalism historiador Larry Crutchfield também apóia esta perspectiva sobre a relação Darby-Scofield, contradizendo historiador Ernest Sandeens visões amplamente promulgadas e declaração de que os americanos [especificamente Scofield] invadiram treasuries Darbys e levou seus ensinamentos como a sua própria . [76] Crutchfield mostra que Scofield e outros americanos beneficiaram de Darby, mas não sem grandes diferenças. [77]   

 

            Pensamento Dispensational nunca foi monolítico tanto na interpretação de passagens bíblicas ou a sua aplicação a eventos atuais.   Enquanto não há acordo sobre o fluxo geral da história e da profecia bíblica, detalhes específicos receberam variadas ênfases.   defensores e críticos do dispensacionalismo reconhecer essas distinções, mas ver neles significados diferentes. [78] Para o crítico, as distinções são vistas como fragilidades e inconsistências de uma hermenêutica falho. Para os proponentes, as distinções são evidências de uma hermenêutica flexível e diferenciada, que continua a se desenvolver. Independentemente de uns postura dentro dispensacionalismo, a questão unificadora básica para todos os dispensacionalistas é que Israel não é a igreja. [79]      

 

 

 

O Late Great Planet Earth

 

 

 

            Na segunda metade do século XX, a crença no arrebatamento pré-tribulacional se mudou para ampla cultura americana.   Na impressão, isso deveu-se em primeiro lugar aos escritos de Seminário Teológico de Dallas graduação Hal Lindsey, especialmente a publicação do 1970 O Late Great Planet Earth (com CC Carlson) e, posteriormente, através do sucesso fenomenal do o Left Behind série de livros cristãos de Tim LaHaye e Jerry Jenkins.           o sucesso fenomenal do The Late Great Planet Earth ajudou a remodelar a indústria editorial religioso e escatologia evangélica popularizado (especialmente pretribulationism) para toda uma geração de americanos da era do Vietnã.   Além de fazer Lindsey o autor, em seguida, mais vendido na história da publicação religiosa, The Late Great Planet Earth (a seguir Late Great ) popularizou o arrebatamento, a tal ponto que se tornou uma figura reconhecida na cultura popular . bem como nos círculos religiosos   Ele escreveu sobre o arrebatamento:

 

Isso vai acontecer! Um dia, um dia que só Deus sabe, Jesus Cristo está vindo para tirar todos aqueles que crêem nEle. Ele está chegando para atender os verdadeiros crentes no ar. Sem benefício da ciência, trajes espaciais, foguetes interplanetários ou, haverá aqueles que serão transportados para um lugar glorioso mais bonito, mais incrível, do que podemos compreender. Terra e todas as suas emoções, emoção e prazeres haverá nada em contraste com este grande evento. Será o fim de vida. A viagem final [80] .

 

 

 

Lindsey conceitos sobre o arrebatamento e os acontecimentos que o rodeiam não eram novos.   Porém, sua apresentação para um público não-religioso habilitado a doutrina a se espalhar na cultura popular. O arrebatamento e evangélica escatologia posteriormente tornou-se objeto de inúmeros livros, filmes, cartazes, pinturas e adesivos em cultura religiosa popular.   Como autor, palestrante e representante do evangelismo americano e, especificamente, pretribulationism, Lindsey tinha estatura insuperável no popular arena. Seus escritos não são técnica ou acadêmica, e muitos dentro da academia evangélica distanciar-se de algumas de suas generalizações teológicas e especulação.   Ele fez no entanto, na parte da frente popular, ganhou os corações e mentes de muitos leitores.

 

Nas quatro décadas seguintes à publicação do Late Great , Lindsey continuou a ser uma presença prolífica e duradoura no mercado editorial evangélico.  Depois do sucesso do Late Great, ele deixou Campus Crusade for Christ e tornou-se envolvido em vários outros ministérios eclesiásticos e, ao mesmo tempo continuar a escrever.  Em 1973, ele publicou um segundo melhor vendedor, Há um novo mundo que vem e seguido isso com um terceiro título em 1974, A Libertação do Planeta Terra. Cada um desses best-sellers, bem como títulos posteriores, reuniu-se com notável sucesso editorial e muitos foram apanhados por editoras seculares como a Bantam Books.   especialmente pertinente neste trabalho é o seu trabalho 1983 The Rapture .  None no entanto, tem acompanhado a popularidade do The Late Great Planet Earth.

 

  Caneta prolífica do Lindsey gerou mais de uma dúzia e numerosos artigos populares e scripts de vídeo. Além dos três melhores vendedores acima, ele publicou: Satanás está vivo e bem no Planeta Terra (com CC Carlson, 1972), A Promessa (1974), A Geração Terminal (1976), A década de 1980: Countdown to Armageddon (1980 ), The Rapture: Truth or Consequences (1983), A Prophetical Caminhada pela Terra Santa (1983), Israel e os Últimos Dias (1983), Fé de Combate (1986), The Road to Holocaust (1989), Planeta Terra-2000 AD [sic] (1994), Amazing Grace (1995), A Batalha Final (1995) e Lua de Sangue (1996) e outros.  A popularidade de Lindsey escritos foi fundamentada na sua capacidade de se relacionar profecia de eventos atuais e falar . à agitação espiritual e social de uma geração inteira em um formato popular  Weber escreve:

 

A importância da Lindseys livro não é tanto a sua tese. . . . sua abordagem interpretativa tem sido em torno de um longo tempo.   Pelo contrário, o livro é importante porque tem sido capaz de alcançar muitas pessoas que estão fora desses grupos tradicionalmente receptivos à sua mensagem.  Anteriormente, livros sobre profecia poderia ser encontrado apenas em Christian ( ou seja evangélica) ou livrarias da Bíblia.  Mas O Late Great Planet Earth começou a mostrar-se em farmácias, supermercados e livrarias seculares, bem ao lado romances góticos, westerns baratos, e livros sobre as últimas modas: dieta, jardinagem orgânica, a vida pessoal e os amores de celebridades de Hollywood, e UFOs. [81]

 

 

 

Em suma, Lindsey escritos feitos teologia dispensacionalista comum e parte da cultura popular americana.

 

Armageddon, Oil, ea crise do Médio Oriente

 

            Crença e apoio a um lar nacional para os judeus eo conseqüente apoio para a nação de Israel sempre fez parte da teologia dispensacionalista.   Após a Segunda Guerra Mundial como acontecimentos políticos e militares no Oriente Médio se desenrolou e se intensificou também fez sustentação premillennial para Israel, especialmente na sequência da guerra de junho Seis Dias em 1967.   Quando a crise do petróleo de 1973-1974 surgiu, houve uma preocupação religiosa, bem como secular sobre os acontecimentos no Oriente Médio, especialmente à luz do outubro 1973 Guerra do Yom Kippur.   Foi neste ambiente cultural e político e, no auge da Guerra Fria [82] que John F. Walvoords Armageddon, Oil, ea crise do Médio Oriente (com John E. Walvoord) foi lançado em 1974 (e revisto duas vezes desde então) proclamando a crença no arrebatamento pré-tribulacional. Este trabalho deu uma audiência sem precedentes para um teólogo de pretribulationism vendendo rapidamente 750.000 cópias. [83] Em 1990, antes da Primeira Guerra do Golfo, uma edição revista iria vender mais de um milhão de cópias e . catapultar Walvoord no centro das atenções da mídia nacional [84] Em sua autobiografia 2001 Walvoord escreve com humor da história e seriamente sobre o significado do trabalho:    

 

O livro foi pela metade quando a Guerra do Yom Kippur 1973 eclodiu.   Enviei o primeiro semestre de Zondervan e perguntou-lhes se queriam imprimi-lo.   Recebi uma carta de volta o que disse, nós começamos o tipo definido no que você enviado. Cadê o resto do livro?   Meu filho João, que é um bom escritor, pulou na água e me ajudou a terminar o projeto. . . . Não muito tempo atrás, eu estava falando em uma escola particular em início Prestonwood Baptist Church, em Dallas quando uma mulher cerca de 40 anos de idade me parou no corredor.   Ela disse: Eu li o seu livro Armageddon e fui salvo!   Apenas isso!   Eu me senti tão satisfeito porque meu objetivo era explicar a profecia para os não crentes. [85]

 

 

 

Walvoords testemunho do poder da profecia no evangelismo é uma afirmação de longa data dos proponentes arrebatamento.

 

Left Behind (e série subsequente)

 

 

 

            Profecia como um meio de evangelização foi foi comprovado em milhares de vidas individuais através da Left Behind série de autores Tim LaHaye e Jerry Jenkins.   que Lindsey e Walvoord fez em não-ficção apocalíptica popular, LaHaye e Jenkins multiplicado na ficção.   A publicação de 1995 Esquerda Atrás: A Novel das terras últimos dias e mais de uma dúzia de seqüelas, bem como livros infantis e outros itens spinoff catapultou pretribulationism na consciência americana do final do século XX, em um nível anteriormente não experimentada por qualquer livro arrebatamento.   Neste sentido, Lindseys The Late Great Planet Earth foi apenas uma prévia das próximas atrações literária.   livros da série foram uma sensação de publicação religiosa e secular de tal forma que há pelo menos uma semana em 1998, os quatro primeiros livros da série realizada, simultaneamente, a quatro melhores posições no New York Times lista de best-seller e agora existem mais de 65 milhões de cópias impressas dos livros da série.

 

. Além de ficção sobre o arrebatamento, LaHaye, como Walvoord, Lindsey, Ryrie, e outros tem sido um autor de obras de não-ficção consistente referentes ao arrebatamento   Entre os mais de uma dezena de títulos específicos da profecia são: The Beginning of the End ( 1972), Apocalipse: Ilustrado e Feito Plain (1973), No Fear of the Storm (1977), e Traçar o Fim dos Tempos (com Thomas Ice, 2001).   Ele também editou e co-editou várias obras de referência sobre a profecia e uma estudo da profecia bíblica.  Tal como acontece com muitos dos LaHayes escritos, há um impulso evangelístico em cada um de seus escritos proféticos que é consistente com os autores anteriores.

 

Escrevendo sobre a influência da ficção profecia americano, crítico arrebatamento Crawford Gribben observa:

 

Left Behind é agora um componente vital na forma como os evangélicos imaginar o seu futuro.   No entanto, respondem por sua popularidade, portanto, romances de ficção profecia são muito mais do que entretenimento efêmero consumida pelos crentes marginais.   Eles demonstram a identidade mudando e aumentando o poder cultural de evangélico América. [86]

 

 

 

Gribben está correto.   ficção Prophecy (e não-ficção) mudou o cenário evangélico americano.   Ao fazê-lo, ele também influenciou e mudou a cultura norte-americana mais ampla.

 

The Rapture in Music

 

            Letras para hinos e outras músicas relacionadas ao arrebatamento são muitas vezes turva com a segunda vinda.   Às vezes, os dois temas são distintos e, por vezes, eles não são.   Às vezes, letras arrebatamento são também baseado na má interpretação de textos bíblicos (embora bem-intencionado) como no caso de Larry normandos 1970 canção   I Wish Wed sido tudo pronto lançada em seu álbum de 1972 Somente visitando este planeta.   Um músico com enorme influência na música indústria fonográfica cristã secular e emergentes, Norman s letras sobre essa música e outros proclamaram a crença no arrebatamento que não era incomum no movimento de contracultura dos Povo de Jesus no fim dos tempos que o evangelismo foi um tema comum e parte importante. [87] Esta música, bem como outros meio do movimento, como o jornal The Hollywood Free Press fez muito para promulgar crença êxtase entre os participantes do movimento e sua influência na década de 1960 e 1970 não deve ser subestimada. [88] Quando combinado com os ministérios da Califórnia que foram fortemente envolvidos com os do movimento de contracultura, como Chuck Smiths Calvary Chapel e Ray Stedmans Península Bible Fellowship houve uma defesa forte arrebatamento como parte do evangelismo e discipulado.  

 

Talvez o mais influente do que a música cristã popular dos anos Vietnã e além (muito do que está escrito como uma resposta ao e como parte do movimento de contra cultura nos Estados Unidos na década de 1960 e início de 1970) são as letras mais conhecidas da música de hinos americanos, a maioria escritos antes de 1950 (e no início dos anos 1890), afirmando a crença no arrebatamento.   ilustrativa de expressões de crença no arrebatamento encontrados em tais hinos bem-amado (mais uma vez, às vezes tremidas de solidez doutrinal) é James H . Blacks 1921 hino quando o rolo é chamado Yonder em que se encontram as letras:

 

Quando a trombeta do Senhor soará,

 

E o tempo não será mais,

 

E quando a manhã rompe brilhante eterno e justo,

 

Quando a economizar em terra se reúnem,

 

Mais em outra margem,

 

E o rolo é chamado lá em cima, eu estarei lá. [89]

 

 

 

Mais recentemente, encontra-se as palavras de Jerry Goffs, Eu te verei no arrebatamento que estado em parte:

 

Se nós nunca nos encontramos novamente,

 

Nesta terra meu precioso amigo,

 

Se a Deus temos sido verdadeiro,

 

E Negociados viveu acima de tudo pecado,

 

Então para nós não vai ser uma saudação,

 

Para theres vai ser uma reunião,

 

Vejo você no Arrebatamento algum dia doce.

 

 

 

REFRÃO

 

Eu te verei no arrebatamento,

 

Vejo vocês no arrebatamento,

 

Vê-lo naquela reunião no ar.

 

Não com o nosso bendito Salvador,

 

Vamos viver e reinar para sempre,

 

Vejo você no Arrebatamento algum dia doce.

 

 

 

Há hinos antigos que expressam a crença na segunda vinda e que soam como letras arrebatamento, mas não são devidos à data da sua escrita (antes do arrebatamento foi articulada em teologia anglo-americana.  Entretanto, um hino primitivo com letras arrebatamento é o bem hino -loved está tudo bem com minha alma , por Horatio Spafford (1873).   Na terceira estrofe (que não é muito conhecido), Spafford afirma que ele está à espera de Cristo voltar. Ele afirma que essa vinda será com a trombeta do anjo ea voz do Senhor (cf. 1 Ts 4:16.):

 

REFRÃO

 

E Senhor, vem o dia quando minha fé será vista,

 

As nuvens ser revertida como um pergaminho;

 

A trombeta ressoará eo Senhor descerá,

 

Mesmo assim, está tudo bem com a minha alma.

 

 

 

The Rapture na Guerra Fria

 

 

 

As limitações de espaço não permitem um estudo totalmente da popularidade do arrebatamento ou idéias sobre o assunto em relação à Guerra Fria, mas há uma enorme quantidade de material primário e secundário no arrebatamento e da era nuclear, especialmente no que diz respeito ao que estava em o tempo esperado por muitos como um possível conflito nuclear EUA-URSS, que pode ou não ter ligações diretas com a batalha bíblica e profética do Armagedom.

 

The Rapture na política americana

 

 

 

Tal como acontece com a Guerra Fria (e também digno de estudo em separado), também tem a parte arrebatamento sido da política americana, tanto em líderes como presidentes Ronald Reagan e George W. Bush, que afirmou a crença nela, e em cidadãos eleitores.

 

 

 

Como os evangélicos americanos na década de 1970 começou a coordenar suas atividades aplicando visões religiosas à escatologia arena política inevitável tornou-se parte da mistura, geralmente, quer em relação ao apoio da Guerra Fria ou Estados Unidos para Israel. [90]

 

Já em 1914 e no início da Primeira Guerra Mundial, alguns pretribulationists viu significado profético em eventos militares contemporâneas. [91] Isto continuou com cada conflito militar sucedendo ao presente (por exemplo, Louis S. Bauman, Luz Da Profecia Bíblica como relacionados ao a atual crise, em 1940; Charles Dyer com Angela Elwell Hunt, The Rise of Babylon: Sign of the End Times, 1991 e atualização Walvoords com Mark Hitchcock Armageddon, óleo e Terror de 2007 .

 

Pretribulationism nunca faltou para os críticos (apesar de que é um assunto para outro artigo).   Às vezes, essa crítica foi merecida como proponentes do arrebatamento não conseguiram deixar a Bíblia falar por si e procurou em vez do sensacionalismo sua escatologia.    Algumas críticas tem sido atencioso , mas muitas vezes os críticos têm sido errada e injusta em suas representações de pretribulationists e não conseguiram interagir objetivamente com o texto bíblico, o processo de desenvolvimento doutrinário e refinamento (e diferenças) dentro dispensacionalismo, o registro histórico, ou as declarações e os escritos de pretribulationists.   Esses ataques continuarão a fazer parte da história do evangelicalismo e escatologia até o fim dos tempos e não deve impedir uma clara, calma e representação fundamentada do arrebatamento.

 

Quase vinte anos atrás, na edição de junho de 1982, da The Atlantic Monthly, William Martin escreveu um resumo conciso da escatologia dispensacionalista de evangélicos americanos.  Neste artigo de capa, Martin forneceu uma análise instigante do dispensacionalismo.  Quando fechou seu artigo , ele sugeriu que por mais estranho que possa parecer dispensationalism aos evangélicos fora, merece consideração séria.

 

Como eu confio esta conta do pensamento pré-milenar mostrou, uma subcultura considerável existe neste país, para quem o passado, o presente eo futuro são interpretados de uma forma radicalmente diferente da forma como eles nos são apresentados nos meios de comunicação e instituições seculares .  estrangeiro como pode parecer para aqueles não familiarizados com ele, essa interpretação é rocha e pedra de toque para milhões de cristãos fundamentalistas, incluindo alguns dos mais estudiosos e pensativo daquele agregado cada vez mais importante.  Porque é de uma tradição intelectual de comprimento, com extensa e sistemática conteúdo, que merece ser reconhecida sério exame, não deve ser descartada como bobagem. [92]

 

 

 

Martin deve ser elogiado por suas palavras.   Crença no Arrebatamento é parte da história americana e da cultura norte-americana.   Sua presença durante quase 150 anos de experiência americana trouxe conforto e esperança para milhares e talvez milhões de cidadãos norte-americanos.   Sua proclamação foi multifacetada e tornou-se parte do vocabulário de ambos os cristãos e não-cristãos.   Enquanto Paul Boyer observado no final de sua obra: Quando tudo estiver dito e feito, somos confrontados com a resistência notável desta antiga forma de compreender o mundo .   crença Prophecy, e especificamente premillennialism, não só sobreviveu à secular do século XX, mas exibiu sinais vigorosos de renovação como o século terminou. [93]

 

            Em conclusão, a história do rapto da América é aquele que envolve idéias, pessoas e instituições interligados através de décadas de pregação, proclamação e publicação.   Ele tem usado cada nova tecnologia que tornou-se disponível a partir de impressão, a rádio, a televisão, ao cinema, e na Internet.   Ele foi transportado através de palavras, música e imagens visuais.   Declaração de crença em que foi encontrado em autocolantes no vidro traseiro, botões, e outdoors.   Para seus defensores, porém, ele é, em sua essência, nem . abstrato nem acadêmica   É intensamente pessoal; é um conforto, uma esperança e uma motivação para o evangelismo e vida piedosa.   Pouco antes de sua morte, John F. Walvoord, o defensor mais ardente do arrebatamento, no século XX, resumiu bem: Eu estava pensando hoje de manhã E se fosse hoje o dia.   The Rapture é uma verdade preciosa para mim, e eu acho que ele deve estar constantemente em nossas mentes que pudesse vir hoje. [94] palavras Walvoords são um testemunho sucinto ao que muitos têm Acredita sobre o arrebatamento na América nos últimos 150 anos. Ele orou por ele, ele esperava por isso, e proclamou a todos que quisessem ouvir que Jesus poderia vir hoje. Talvez seja por isso.   fonte www.pre-tri.org 

 

 

 

                     PRINCIPAIS TERMOS E PASSGENS SOBRE O                                             ARREBATAMENTO DA IGREJA. 

 

 

 

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Quais são os termos e passagens importantes do Novo Testamento que apoiam o arrebatamento pré-tribulacional? Este escritor súmulas todos os termos do Novo Testamento relativos à vinda do Senhor e mostra como eles são usados. Ele também examina as principais passagens que ensinam o arrebatamento no Novo Testamento, descobre seu significado, e mostra as semelhanças entre as passagens. Isso produz um suporte sólido para o arrebatamento pré-tribulacional como você é im-pacted pelo peso desta coleção de passagens do Novo Testamento. Maranatha!

 

B elievers de todas as gerações tiveram um desejo para o retorno de Jesus Cristo. Esta "vinda" do Senhor foi considerado o bendito antecipação, de que Jesus voltaria à Terra e acabar com toda a dor humana. E depois de uma ressurreição geral e juiz-ment, Cristo iria iniciar um novo céu e uma nova terra, até mesmo a própria eternidade. Embora poucos podiam explicar os detalhes de como o Senhor voltar, esta segunda vinda foi dublado por quase todos os cristãos.

 

Com o ressurgimento do estudo da profecia bíblica na aventura iní- do século XIX, os estudantes da Palavra profética notado algo sobre 1 Tessalonicenses 4: 13-18. Nesta passagem, o apóstolo Paulo fala primeiro de uma ressurreição daqueles que morreram "em Cristo" e depois dos "apanhados juntos ao encontro do Senhor nos ares."

 

Como é que isso se encaixa Pauline profecia com Jesus voltar para julgar as nações aqui na terra? Onde é que as declarações bíblicas sobre a ressurreição e julgamento em forma? E o que dizer do novo céu e da terra? Como é que esta passagem reconciliou com a idéia de um chamado milênio, a possível restauração dos judeus, ea igreja como o reino?

 

A maioria dos grandes estudiosos amilenistas ignorou a idéia de que 1 Tessalonicenses 4 poderia ser diferente de outras passagens que ensinam sobre a "vinda" (parousia) de Cristo. Na verdade, para eles a palavra parousia parecia resumir a doutrina de apenas um retorno de Jesus.

 

Perto do final do século XIX, os estudiosos da profecia tornou-se mais consciente estudando passagens escatológicas, com maior atenção à hermenêutica sólidos. Isto levou a uma melhor compreensão de pé sobre: ​​1) como Deus providencialmente trabalhado de forma diferente em várias épocas da história bíblica; 2) como o fim da história teve um esquema profético maior das coisas do que se pensava; e, 3) a importância do papel desempenhado pelo contexto interpretar em todo o âmbito da verdade profética-tamento compre.

 

Com o tempo, tornou-se mais claro para alguns que, pelo estudo contextual, a vinda de Cristo para "arrebatamento" de distância dos santos da igreja foi um evento totalmente diferente do que foi a sua vinda para julgar os pecadores e para governar e reinar por mil anos. Além disso, muitos dos grandes mestres da Bíblia desse período foram capazes de ver que ambos os eventos estavam a ser tomadas como distintas literais, vindas históricas e não poderia simplesmente ser espiritualizado distância. Ainda hoje, é conveniente fazer certas perguntas. Como podemos ter a certeza de esta diferença quando lemos uma determinada passagem profética que fala de Cristo que vem de novo? Como sabemos se é uma passagem arrebatamento ou se os versos estão referindo-se à segunda vinda de nosso Senhor para governar todo o mundo por mil anos em Jerusalém?

 

Este capítulo irá lidar com o distintivo de passagens do Arrebatamento, e vai classificar os fatores comuns que ligam essas passagens juntos. Há verdades que parecem amarrar estes versos arrebatamento em unidades comuns de pensamento, embora alguns dos elementos também podem aparecer em passagens e contextos que lidam com a segunda vinda de Cristo. Embora nem todos os elementos semelhantes podem revelar o doc-trina do arrebatamento, há links que levam argumentos fortes e convincentes que não podem ser simplesmente ignoradas nem demitidos.

 

Ao estudar contextos, pode-se mostrar que há duas ressurreições distintas. Não é a ressurreição para "aqueles em Cristo", que será levado à glória antes do terrível Tribulação. E há uma elevação dos santos do Antigo Testamento e da Tribulação martirizado crentes para desfrutar das bênçãos de um mil anos de reinado reino literal do Senhor.

 

Mas o que são esses fatores comuns que atuam como indicadores e ponteiros que podem ser descobertas em todos os versos do arrebatamento? Abaixo estão 11 categorias que ajudam a classificar os elementos-chave em tais passagens. Enquanto outras categorias podem ser encontrados por outros estudiosos, acreditamos que estes são os mais óbvios. E os versículos listados, apenas um tem menos de cinco das categorias comuns! Depois de listar as categorias, vamos olhá-los com mais profundidade.

 

Ressurreição. Embora a ressurreição é mencionada no segundo próximas passagens, estes versículos e seções de versos revelam alguns elementos especiais quando profetizar sobre aqueles que estarão vindo da sepultura. 1 Coríntios 15: 23-24,51-52; 1 Tessalonicenses 4: 13-18; 5: 1-11.

 

Esperança e conforto. Estas passagens falam de um determinado esperança e conforto, porque os crentes em Cristo serão arrebatados para estar em casa no céu com o seu Senhor. João 14: 1-3; Tiago 5: 7-9; 1 Tessalonicenses l: 9b-10; 2: 17-19; 4: 13-18; 5: 1-11; 2 Tessalonicenses 2: 1-2; 1 Coríntios 15: 23-24; 15: 51-52; Filipenses 3: 20-21; Tito 2:13; 1 João 2:28; 3: 2-3.

 

A MUDANÇA. Um novo corpo é dado tanto para aqueles que são ressuscitados, bem como para aqueles que estão vivos, mas que, de repente, ser transformado para que eles possam ir para casa para estar com o Senhor no céu. 1 Tessalonicenses 4: 13-18; 5: 1-11; 1 Coríntios 15: 51-52; Filipenses 3: 20-21; 1 João 3: 2-3.

 

UM RETORNO AO CÉU. João 14: 1-3; 1 Tessalonicenses 1: 9b-10; 3:13; 4: 13-18; 5: 1-11; 2Thessalonians 2: 1; Filipenses 3:20.

 

Tomada diretamente pelo próprio Senhor, ou, INTIMATELY ENFRENTANDO Cristo, na sua vinda. João 14: 1-3; Tiago 5: 7-9; 1 Tessalonicenses 1: 9b-10; 2: 17-19; 4: 13-18; 5: 1-11; 2 Tessalonicenses 2: 1-2; Filipenses 3: 20-21; Tito 2:13; 1 João 2:28, 3: 2-3.

 

Vida piedosa PORQUE ELE ESTÁ VINDO. Tiago 5: 7-9; 1 Tessalonicenses 5: 1-11; 05:23; 1 Timóteo 6:14; Tito 2: 12-14; 1 João 2:28; 3: 2-3.

 

Os pronomes nós, vós, e nos como uma prova de que o arrebatamento poderia ter acontecido com PAULO própria GENERA-ção. João 14: 1-3; Tiago 5: 7-9; 1 Tessalonicenses 1: 9-10; 2: 17-19; 3:13; 4: 13-18; 5: 1-11; 05:23; 2 Tessalonicenses 2: 1-2; 1 Timóteo 6:14; 1 Coríntios 15: 51-52; Filipenses 3: 20-21; Tito 2:13; 1 João 2:28; 3: 2-3.

 

O USO DO PAROUSIA termo técnico para descrever o arrebatamento. Tiago 5: 7-8; 1 Tessalonicenses 2: 17-19; 3:13; 4: 13-18; 05:23; 2 Tessalonicenses 2: 1-2; 1 Coríntios 15: 23-24; 1 João 2:28; 3: 2-3.

 

OUTRAS expressões utilizadas para os próximos. João 14: 1-3; Tiago 5: 7-9; 1 Tessalonicenses 4:16; 5: 23-24; 2 Tessalonicenses 2: 1-2; Tito 2:13; 1 João 2: 8; 3: 2-3.

 

De ser levado ao PAI. João 14: 1-3; 1 Tessalonicenses 3:13; Tito 2:13.

 

Aqueles em Cristo ou alusões à Igreja. 1 Tessalonicenses 2: 17-19; 4: 13-18; 5: 1-11; 2 Tessalonicenses 2: 1-2; 1 Coríntios 15: 23-24; 15: 51-52; Tito 2:13.

 

The Rapture e Ressurreição

 

A Vida e os santos ressuscitados arrebatados juntamente

 

O que torna a ressurreição como mencionado com o arrebatamento diferente de ressurreição na vinda de Cristo segundo? A ressurreição relacionada com o arrebatamento tem a ver com "os mortos em Cristo", ou "os que nEle." Isso está se referindo especificamente aos santos da igreja, aqueles que se tornaram uma parte do corpo espiritual de Cristo nesta dispensação.

 

Quatro passagens distintas vincular a ressurreição dos santos da igreja para o arrebatamento. Na passagem arrebatamento mais all-inclusive, 1 Tessalonicenses 4: 13-18, o apóstolo Paulo aborda a questão da "aqueles que dormem em Jesus" (4:14). Ele une este "arrebatamento" (Harpaz), ou o arrebatamento dos crentes vivos, com a ressurreição dos santos da igreja, ou aqueles "em Cristo":

 

Mas nós não queremos que vocês sejam ignorantes .... sobre aqueles que estão dormindo ... (v. 13). Deus trará com ele, aqueles que dormem em Jesus (14 v.). O mesmo Senhor descerá ... e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro (v. 16). Então, nós que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares ... (v. 17 NVI).

 

A igreja Tessalonicenses parece ter se preocupado com a morte daqueles que aceitaram a Cristo como Salvador. "Será que eles vão viver?" "Quando eles serão arrebatados?" Essas perguntas não foram respondidas e eles estavam de luto, como os pagãos que não tinham garantias sobre vida após a morte (v. 13). Os tessalonicenses são respondidas como eles são informados de que os crentes que morreram de maneira nenhuma perder a bênção da vinda do Senhor.

 

E a partir do texto grego Paulo acrescenta: "De nenhuma maneira, nem mesmo, devemos proceder os que tenham sido colocados para dormir" (v 15).. A palavra "avançar" (phthasomen) tem com ele uma dupla negativa que carrega a força de um enfático extra, "Nós não devemos absolutamente prosseguir aqueles que foram colocados para dormir!" Isso se torna uma expressão idiomática grega, que leva efetivamente afastado qualquer apreensão sobre os mortos em Cristo sendo deixados. [1] Esta expressão tem o sentido de um futuro enfático, ou seja, "quando chegar o momento esta é a seqüência de eventos". [2] A mortos em Cristo ressuscitarão primeiro (v. 16).

 

Aqueles acordado e dormindo vai conviver com Cristo

 

Em 1 Tessalonicenses 5: 1-ágeis apóstolo Paulo escreve sobre a vinda do "dia do Senhor" (v 2). Ou a "ira" (v 9). Que cairá sobre os perdidos que estão proclamando "paz e segurança" ( v 3.). Nos versículos 2-7 as imagens apóstolo as "dores de parto" de angústia e dor que caem de repente em "eles", os perdidos. Eles estão em [espiritual] escuridão, e eles não vão escapar do terror que irá alcançá-los como um ladrão (vv. 3-4).

 

Nos versículos 5: 9-10 Paul volta para a questão do arrebatamento que ele começou a escrever sobre em 4: 13-17. No versículo 10, ele resume e reafirma o fato de que tanto os que dormem (os mortos em Cristo) e os acordados vão viver juntos com Jesus:

 

Se nós são encontrados entre os vivos ou mortos quando ele vier ... Isto foi projetado para acalmar suas mentes em seus ensaios, e para corrigir um erro que parece ter prevalecido na crença de que aqueles que foram encontrados com vida, quando ele deve retornar teria alguma prioridade sobre aqueles que estavam mortos. [3]

 

A partir do texto grego, o versículo 10 seria:

 

[Cristo] morreu por nós, a fim de que se deveríamos agora estar totalmente acordado ou se devemos agora estar dormindo, teremos no futuro, [e] tudo de uma vez, ao mesmo tempo, estar vivo junto com Ele ( tradução do autor).

 

A expressão "no futuro ... estar vivo" [4] profeticamente vê os santos ressuscitados em Cristo e os crentes arrebatados juntos um dia viver com ele. A força do verbo também pode significar "agora e para sempre viveremos com Ele". [5] E a expressão "tudo de uma vez ao mesmo tempo" lança ainda mais luz sobre essa ressurreição e do arrebatamento. Na verdade, isso representa duas expressões unidas "Junto com" (hama) e "com Ele" (sun auto). Barnes interpreta esta: "Aqueles que estão vivos e os que estão mortos-intencionados que eles estariam juntos ou seria com o Senhor, ao mesmo tempo," [6] Hendricksen acrescenta: "Aqueles que estão despertos são aqueles que estão vivos, os sobreviventes, aqueles que estão de acordo com 04:15 'deixados até a vinda do Senhor' ". [7]

 

Duas Ressurreições ou mais?

 

Mesmo alguns dos mais antigos estudiosos da Bíblia que não estaria aceitando de um arrebatamento dispensational ver duas ressurreições em 1 Coríntios 15: 23-24. Em todo o contexto, Paulo promete uma ressurreição em que "em Cristo todos serão vivificados" (v. 22). A partir do texto grego, os versículos 23-24 pode ler:

 

Para explicar, cada [serão ressuscitados], na sua ordem: Cristo, as primícias, próximo depois disso, esses [os fiéis] que são de Cristo, na sua vinda, após isso, [virão] a consumação sempre que [Cristo] [em o futuro] serão de entregar o reino ao Deus e Pai, [inclusive] sempre que Ele abole todo domínio, e toda autoridade e poder (Tradução do autor).

 

"Todo o contexto é governada por" em Cristo ... vivificados. [8] Dispensacionalmente, versículo 23 claramente tem os santos da igreja em mente e não está descrevendo a vinda de Jesus a reinar sobre Israel como o Filho do homem nem sua vinda para julgar o mundo. Ele está voltando para levar a igreja. Desde o reino é, sem dúvida, separados no versículo 24 a partir do versículo 23, a ressurreição arrebatamento é a única explicação para esta passagem.

 

Notas Comentário de Ellicott:

 

Há de ser uma sequência na ressurreição dos mortos, e São Paulo explica isso pelos três grupos: 1) o próprio Cristo, as primícias; 2) os fiéis em Cristo [grifo meu], na sua vinda; 3) todo o resto da humanidade no final, quando o julgamento final ocorre. O intervalo entre os dois quanto à sua duração, ou de onde ou como ele será gasto, não se fala aqui. O único ponto o apóstolo tem de tratar de é a ordem da ressurreição. [9]

 

Alford escreve:

 

... A ressurreição dos outros mortos, aqui velado durante pelo termo geral para telos [o fim] -que ressurreição não estar neste argumento tratado de forma especial, mas apenas dos cristãos [grifo meu] .... Ele deveria ser desnecessário lembrar ao estudante da distinção entre esta parusia [a vinda para aqueles em Cristo] eo juízo final; é aqui particularmente importante ter em mente. [10]

 

Robertson e Plummer também acredito que esta passagem está aberta a ser interpretado como Cristo vindo exclusivamente para si, os santos da igreja, como separado de um outro que vem em que Ele levanta outros mortos:

 

Destes tagamata [cada um a seu modo] há dois, claramente marcado, na presente passagem; Cristo, que já atingiu a meta da Ressurreição; e de Cristo própria [a Igreja], que vai alcançá-lo quando Ele voltar. Talvez St. Paul está pensando em uma terceira tagama [ordem], algum tempo antes do fim. Mas ao longo do percurso, os incrédulos e os ímpios são bastante no fundo, se eles são vistos em todos. [11]

 

De Cristo própria, os santos da igreja que morreram, ainda estão à espera da ressurreição. [12] Esta passagem mostra uma seqüência no desenrolar dos eventos finais relativas a esse ressurreição. Uma vez que Paulo estava se dirigindo à igreja, ele não estava preocupado com o detalhamento de todos ressurreições futuras. Ele se concentrou em vez de presentes santos da igreja que estão dormindo e seu lugar no esquema das coisas.

 

Esperança e conforto

 

Quase todas as passagens do Arrebatamento falar da bênção da volta do Senhor para a Sua própria, ou mais especificamente, o retorno de Jesus Cristo para levar os seus filhos em casa para o céu. Esta é a esperança e conforto! E é um cenário diferente do que a de Jesus voltar para julgar a terra, para reinar e governar como Messias. Na verdade uma chave para a maioria das passagens do Arrebatamento é esta alegria "ir para casa" e antecipação!

 

Going Home!

 

Em João 14: 1-3, Jesus fez uma promessa aos seus discípulos de ir para preparar um lugar para eles. A partir do texto grego da passagem poderia ler.

 

Não deixe o coração de cada um de vós seja perturbado. Todos vocês juntos estão acreditando em Deus, da mesma forma, todos vocês continuam a confiar em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas, mas se não, eu vos teria dito; pois vou preparar um quarto para você [para viver em]. E se eu estou indo e preparar um quarto para você, eu vou estar chegando novamente e levá-lo ao longo [a minha própria casa], para que onde eu estou, eu e você [juntos]! (Tradução do autor).

 

A esperança e conforto nesta passagem é indicado em uma espécie de negativo, "não deixe o coração ser incomodado." O motivo: Cristo vai preparar um lugar para eles, e Ele virá novamente para eles e para recebê-los para Si mesmo. Esta é uma passagem arrebatamento porque está implícito que sua vinda poderia ter ocorrido enquanto eles estavam vivos. Embora a morte poderia alcançá-los (como o fez), seus novos corpos seriam levados para casa pela ressurreição no momento do arrebatamento.

 

"Casa" do Pai (oikos) não poderia ser a localização do reino terreno em que Jesus reinará. Jesus estaria indo em breve, no contexto histórico da sua morte, a casa de seu pai. Ele virá para a Sua própria e levá-los de volta para um local que Ele preparou. Assim, é uma promessa específica e pessoal sobre a nova dispensação da igreja que em breve substituir a dispensação da lei. Jesus não está dizendo que os seus discípulos vão simplesmente morrer e ir para a casa do Pai (embora isso seria verdade de suas almas se eles morressem antes de vir para eles). Por isso, sua vinda para eles devem se referir tanto ao arrebatamento, enquanto eles estão vivos ou a ressurreição corporal que ocorre simultaneamente. "Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor." (1 Tessalonicenses 4.: 16b- 17 NVI).

 

Espera Steadfastly

 

Tiago 5: 7-9 pode ser uma das primeiras referências ao arrebatamento, além das palavras de Cristo em João 14: 1-3. Quanto esperança e expectativa, versículos 7-9 pôde ler a partir do texto grego:

 

Estar esperando firmemente em seguida, até a hora da visitação (parusia) chega. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando pacientemente a seu respeito, ... Você também, estar à espera firmemente, firmemente estabilizar suas emoções, pois a visitação do Senhor progressivamente foi se aproximando (Tradução do autor).

 

A expressão "estar esperando firmemente" refere-se a paciência e tolerância. [13] Na ilustração do agricultor, é dito que ele também "espera". Este verbo (ekdechetai) tem a idéia de "grande expectativa". [14] James exorta seus leitores não só para esperar ansiosamente com expectativa para a vinda do Senhor, mas também para "firmemente estabilizar suas emoções (Kardia)."

 

Esta passagem êxtase dá confiança e esperança, apesar de perseguições caindo na igreja primitiva. O agricultor aguarda esperançosamente para as chuvas refrescantes que anunciam a vinda de novas culturas. Assim, os crentes podem olhar para o Senhor que vem para eles. Barnes escreve: "No devido tempo, como [o agricultor] espera o retorno da chuva, assim que você pode antecipar a libertação de seus julgamentos." [15]

 

Salvos da ira vinda

 

I Tessalonicenses 1: 9-10 é um poderoso passagem arrebatamento que ainda fala de uma "esperando ansiosamente" tipo de esperança. Ele dá esse conforto ou esperança porque fala de nós que está sendo arrastado para longe do terror da ira que está em seu caminho para este mundo. Em relação a esta esperança do texto grego podia ler:

 

Você virou ... ser atualmente servindo a Deus vivo e verdadeiro, e ser atualmente esperando ansiosamente por seu Filho do céu, a quem [Deus] ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que [será] arrastando (emergência) nos [a Si mesmo] da ira que está chegando! (Tradução do autor).

 

O verbo "ser esperando ansiosamente" (anamen) é dada a intensidade com a preposição ana. E, ele tem uma idéia contínua ou linear, "para manter em espera". [16] Nesta expectativa esperançosa Hendricksen acrescenta:

 

A força do verbo esperar não deve ser perdido de vista. Isso significa olhar para a frente com paciência e confiança .... Implica (tanto em grego e em Inglês) estar pronto para seu retorno .... O pensamento de Sua vinda não especifica terror para o crente. ... Pois é este Jesus que salva (é resgatar) nos da ira vindoura (da ira vindoura). [17]

 

Barnes diz:

 

A esperança de seu retorno ao nosso mundo para ressuscitar os mortos, e para transmitir a sua resgatados para o céu, é a perspectiva mais brilhante e mais aplausos que nasce no homem, e devemos estar prontos, mesmo que isso ocorra, a saudar-lo como nosso Senhor retornar e correr para os braços como o nosso glorioso Redentor. [18]

 

Nossa esperança Quando Jesus

 

Paulo escreve em 1 Tessalonicenses 2: 17-19: "Pois o que é a nossa expectativa, alegria ou coroa de glória não é isso que, na presença de nosso Senhor Jesus Cristo, na sua vinda?" (NVI). Esta é uma forma incomum de falar de esperança e conforto. Mas Paulo está dizendo aos crentes em Tessalônica o quanto ele se alegra em seu estande para o evangelho. Na verdade o seu sofrimento e perseguição pelo nome de Cristo era quase irresistível. Assim, Paulo diz que quando ocorre o arrebatamento, os santos do Senhor estará naquele momento a sua grande alegria quando ele está literalmente perante a face de Jesus. É com essa vinda que os crentes tessalonicenses será apresentado como a alegria de Paulo. Esta não é a vinda de Cristo proferir a sua decisão em todo o mundo. Este é o Senhor de tirar sua própria casa para estar com Ele, claramente o arrebatamento!

 

Uma reconfortante Outro

 

No mais importante passagem arrebatamento central (I Tessalonicenses 4: 13-18) o apóstolo Paulo escreve aos Tessalonicenses igreja sobre este grande evento milagre para que eles possam "não entristecer-vos como os outros que não têm esperança" (v 13). . E conclui: "também seria uma reconfortante outro por estas palavras" (v. 18). A palavra "luto" deve ser traduzida como "talvez [não] ser feita para se lamentar." Paulo diz aos crentes que se aflija, é porque eles permitem pesar sobre seus parentes que estão dormindo para alcançá-los, agindo assim como os incrédulos que olhar a morte como destruição final. [19] Paul, tentando corrigir este pensamento errôneo, imagens o mundo pagão como não tendo esperança, e ele diz ao cristão de bendita segurança de ressurreição para a glória com o Senhor Jesus Cristo.

 

No versículo 18, Paulo exorta os crentes a encontrar e dar conforto com estas palavras do Senhor sobre o arrebatamento ea ressurreição de acompanhamento. Em sua raiz a palavra "conforto" (parakaleo) pode significar "chamar ao lado" ou "conselho". "Da mesma forma, se aconselhar uns aos outros com estas palavras." O presente voz tensa e ativa em grego são usados ​​para enfatizar que eles precisam ser consolam-se agora e até que o Senhor venha. Este é um exercício de fé, a fim de reconhecer a certeza do triunfo final. [20]

 

Depois de escrever sobre o Dia do Senhor (5, 2) e da ira vindoura (5, 9), o apóstolo novamente conclui com o mesmo comando para confortar uns aos outros, porque Deus não vai colocar o seu próprio meio desses dias de horror que vai vir sobre o mundo. A partir do texto grego, Paulo escreve em 5:11:

 

Portanto, ser um continuamente reconfortante outro e construir um outro, assim como [Sei] que hoje vocês estão fazendo (tradução do autor).

 

Alguns crentes tinha adormecido em Jesus (4: 14-15). Alguns estarão vivos quando o arrebatamento ocorre (4:17), e eles vão certamente perder o terrível Dia do Senhor que vem sobre a terra (5, 9). Assim, a esperança maior é que nós estaremos com o nosso Salvador se pelo arrebatamento ou pela ressurreição. Palavras de conforto, de fato!

 

O Dia do Senhor não veio

 

A maioria acredita que 2 Tessalonicenses 2: 1 é uma referência que se referem exclusivamente ao arrebatamento. Do grego poderia ler:

 

Agora eu estou implorando-vos, irmãos, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo mesmo, [relativo] à nossa reunião para Ele ... (Tradução do autor).

 

AT Robertson vê todo o versículo como "referindo-se ao arrebatamento, mencionada em 1 Tessalonicenses 4: 15-17, ..." [21] Em seguida, Paulo escreve: "que você não pode ser rapidamente abalada desde a compostura ..." ( 2: 2). Embora as palavras "esperança" ou "conforto" não são usados ​​aqui, o apóstolo está confortando-os, dizendo que o Dia do Senhor não veio. Ele continua a dizer que a apostasia deve vir em primeiro lugar eo Anticristo (o homem do pecado), primeiro ser revelado (2, 3-4).

 

Paul dá conforto usando dois pontos negativos: "Não vacilar ou hesitar" (saleuo) em [sua] mente, nem "estar apavorado" (throe), no sentido de que o Dia do Senhor vem (v. 2) . Como AT Robertson já notou, Paulo está realmente se referindo ao arrebatamento em 1 Tessalonicenses 4: 15-17 e ampliando a garantia de que os crentes iriam escapar da ira.

 

Ressurreição de Cristo dá a esperança

 

No contexto mais amplo da 1 Coríntios 15, Paulo argumenta que não temos esperança, se Jesus não ressuscitou dos mortos. "Também aqueles que dormiram em Cristo estão perdidos, se a nossa esperança em Cristo só nesta vida, somos de todos os homens os mais dignos de lástima" (15: 18-19 NVI). O apóstolo então dá grande segurança aos santos da igreja: "em Cristo todos serão vivificados" (v 22 NVI.). E após a ressurreição de Cristo, vem a ressurreição dos crentes no arrebatamento ", depois que [a ressurreição de Jesus] os que são de Cristo, na sua vinda" (v. 23 NVI). "Como Ele prometeu (João 14, 2-3) Cristo voltará para aqueles que compõem a igreja e os mortos em Cristo serão ressuscitados" (1 Tessalonicenses 4:16).. [22]

 

Em 15:49, Paulo continua seu hino de esperança em relação à ressurreição ", assim como trouxemos a imagem do terreno, traremos também a imagem do celestial." Ele segue isto com a declaração de esperança: "Eis que eu estou dizendo a você algo que não revelou antes, não vamos todos ser posto para dormir, no entanto, todos seremos transformados, num momento, num piscar de olhos, com o última trombeta, porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós todos seremos transformados "(15: 51-52, tradução do autor).

 

Estes versos verdadeiramente expressar uma esperança e conforto. Dizendo "eis", o apóstolo usa uma exclamação forte para apontar a atenção do leitor para uma "revelação importante ... a que ele chama nossa atenção séria". [23] Trata-se de uma "introdução enfática de informações de grande importância." [ 24] Paul duas vezes diz "nós seremos transformados" (allass) em algum ponto no futuro. Esta palavra tem a força de "alterar" ou, em outros contextos, "mudar os costumes". [25] Assim, "para assumir uma nova posição, uma coisa por outra, a alternância". [26]

 

Por causa da dispensação exclusiva da igreja, eo fato de que os crentes que vivem em Cristo será alterado e traduzido antes da ira vindoura, Paulo proclama com alegria este abençoado "nova" revelação. "Isso [Paulo] não se referem apenas àqueles a quem ele foi, então, abordar, é evidente a partir de toda a discussão. O argumento relaciona-se com os cristãos-para a Igreja em geral". [27]

 

Uma nova cidadania

 

Uma das proclamações mais esperançosos de Paulo encontra-se no grego de Filipenses 3: 20-21: "Mas a nossa cidade realmente existe nos céus, da qual estamos esperando ansiosamente [para acolher] um Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que irá alterar a configuração do nosso corpo [que tem] uma limitação "(tradução do autor).

 

Aqui, Paulo declara a nossa cidadania celestial eo futuro transformação da nossa (humilhado, limitado) corpo humilde. Ele acrescenta: "estamos esperando ansiosamente (apekdechomai) de um Salvador." Esta palavra pode significar "receber, bem-vindo". [28] Paulo inclui-se nessa antecipação. Alford coloca desta forma: "Vamos esperar para, esperar, até que o evento chega. [29] "O coração de Paul está nos céus. Vamos esperar para. vividamente imagens ânsia de Paulo para a ... vinda de Cristo como a atitude normal do colono cristão cujo lar é o céu ". [30]

 

Grandes Esperanças!

 

Paul quase grita seu entusiasmo sobre a possibilidade de o arrebatamento em Tito 2:13. Do grego, a passagem pode ler: "[Estamos] animadamente esperando continuamente, a perspectiva alegre, mesmo aparição gloriosa [a] do nosso grande Deus, até mesmo o [nosso] Salvador, Cristo Jesus!" (Tradução do autor).

 

"Excitedly esperando continuamente" é muitas vezes traduzido simplesmente "procurando" (, prosdechomai) em algumas versões. E, de fato, o tempo presente torna esta "esperando" uma esperança contínua. "Essa expectativa [é] um permanente estado e postura". [31] Mas a palavra também tem a força de "bem-vindo, espere, espere". [32] A "bendita esperança" pode ser traduzido como "a antecipação alegre." Não há dúvida sobre isso "expectativa". Vai acontecer, e que produz dentro de uma grande alegria que aguarda a redenção final. "Isso descreve a grande esperança de que é o pensamento dominante e dominante na vida dos homens olhando para o retorno de seu Senhor". [33]

 

Ter confiança Quando Jesus

 

Cristo poderia revelar-se pelo arrebatamento a qualquer momento. O apóstolo João continua os pensamentos de Paulo em sua carta de amor pessoal, um John. Em dois contextos diferentes, ele fala de "confiança" e esperança em relação à vinda de Jesus. A partir do texto grego, ele escreve:

 

No entanto, agora [eu quero que você especificamente] continuar a insistir com Ele, para que sempre que ele fosse manifestado, podemos ter confiança, e não sejamos longe dEle na vergonha, na sua vinda (2:28). Seremos como-os com Ele, porque O veremos como Ele é. E todo mundo que está tendo essa antecipação Nele, está purificando-se, como que um é [existente como] pura! (3: 2b).

 

Às vezes, "confiança" (parusia) pode ser traduzida como "alegria", "coragem", ou "ousadia". [34] Ao utilizar o "nós" John implica que até ele mesmo pode estar viva quando Jesus vem e que a sua geração de crentes podem não tem que morrer. Ele também incentiva-los a viver a experiência cristã perto de Jesus, para que não se envergonham em sua aparência. John não está se referindo a uma experiência de pós-ressurreição, mas algo que poderia acontecer enquanto ele está vivo

 

Em 3: 2, João declara que quando um crente "antecipa" ou "esperança" para a volta do Senhor produz um efeito purificador dentro. "Aquele que põe sua esperança pela fé no Filho de Deus experimenta uma purificação interior que é tão completa como a própria pureza de Cristo". [35]

 

The Change

 

Quando o arrebatamento acontecer, os crentes receberão imediatamente um novo corpo, glorificado como a de Cristo ea ressurreição dos que dormem em Jesus ocorre. Esta "mudança" realmente afeta tanto os vivos e os mortos, a fim de que eles podem ser levados para a própria presença do Deus vivo e em Seu Filho. Por implicação Paul primeira aborda esta em 1 Tessalonicenses 4: 13-18.

 

Encontro com o Senhor nos ares

 

É claro os mortos em Cristo não poderia ser levantada (4:16) e que nós, os vivos não poderia "seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares" (04:17 NVI), a menos que tinham corpos glorificados. Os selos apóstolo esta questão com a sua conclusão: "Assim, estaremos para sempre com o Senhor" (v. 17 NVI).

 

Vivamos juntamente com ele

 

Desde os crentes em Cristo não estão destinados para a ira (5, 9), mas são para obter a salvação através do Seu sacrifício, são arrebatados para o "viver juntos com Ele" (5: L0B NVI). Este pensamento continua o fato de que os cristãos devem ser alterados a fim de existir com o Senhor.

 

Aqueles que pertencem a Cristo

 

Depois de uma minuciosa explicando a necessidade da ressurreição (1 Cor 15. 12-21), Paulo resume dizendo que "em Cristo todos serão vivificados" (v 22 NVI.). Em seguida, ele acrescenta (grego): "Para explicar, cada [serão ressuscitados], na sua ordem: Cristo, as primícias, próximo depois disso, os [ressuscitado] que são de Cristo, na sua vinda" (v 23).. Mais uma vez, a mudança é especificamente a ressurreição. Mas, em 15: 51-54, que também inclui uma transformação física dos crentes que vivem em Cristo:

 

Nós nem todos dormiremos [fisicamente morrer], mas todos seremos transformados .... Os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Por isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revista da imortalidade (vv. 51b, 52b-53 NVI).

 

Em grego, a palavra "mudança" (allasso) pode significar "para assumir uma nova posição, uma coisa por outra, a alternância". [36]

 

Conforme nosso corpo

 

Do grego, Filipenses 3:21 explica vigorosamente esta necessária e dramática mudança para o nosso corpo: "[Cristo] irá alterar a configuração do nosso corpo [que tem] uma limitação, em um formando em conjunto com o corpo da sua glória." Ele faz isso pela "dinamização do seu poder, mesmo [a capacidade] para submeter todas as coisas para si mesmo."

 

A palavra "alterar", muitas vezes traduzida como "transformar" (metaschamatiz) pode, literalmente, significa "alterar o esquema." Jesus vai "virar sobre" nosso corpo presente em algo novo! A palavra pode significar "mudar a forma de uma pessoa ou coisa, para ser alterado na forma, configuração de mudança, mudança de posição ou postura". [37] "limitação" é muitas vezes traduzido como "estado humilde" (tapeinoseos). A palavra pode significar "mais baixo, reduzir, humilde, abase, uma diminuição". [38] Paulo está falando sobre um corpo que é agora menos do que "o corpo da sua glória." É terrena, natural, carnal, perecível (1 Coríntios. 15). Controles pecado, condena, e traz uma gemendo para a liberação. Assim, nós gememos "dentro de nós mesmos, esperando ansiosamente nossa adoção como filhos, a redenção do nosso corpo" (Rom. 08:23 NVI).

 

A palavra "juntos, formando", muitas vezes traduzida como "conformidade" (summorphon), pode literalmente significa "juntos formado." Homer Kent escreve:

 

O corpo atual é descrita literalmente como "o corpo de humildade" ..., uma descrição chamando a atenção para a sua fraqueza e suscetibilidade a perseguição, doença, apetites pecaminosos e morte. Na vinda de Cristo, no entanto, a aparência terrena, transitória será alterado, seja pela ressurreição dos mortos ou pelo arrebatamento dos vivos, e os crentes serão transformados e receberão corpos glorificados que serão exibidos de forma mais adequada o seu caráter essencial ... como filhos de Deus e participantes da vida divina em Cristo. [39]

 

Ser como Jesus

 

Embora seja difícil totalmente Fathom, João diz: "Sabemos com certeza que, sempre que Ele deve ser revelado, seremos semelhantes a aqueles com Ele, porque O veremos como Ele é" (1 João 3: 2b,

 

em grego) . "Sempre que" soa incerto, mas a construção de gramática implica em certeza. " [40] A gramática grego diz literalmente ", como aqueles com Ele havemos de ser." Teremos um corpo e constituição como ele! "É claramente implícito aqui que haverá uma influência em contemplar o Salvador como ele é, o que tenderá a tornar-nos como ele, ou para nos transformar à sua semelhança". [41]

 

A Return to Heaven

 

Muitas das passagens do Arrebatamento implica ou falar diretamente de um retorno para o céu. Na verdade, sete contextos específicos deixe-nos saber o nosso destino está acima. Estes "arrebatamento" passagens são versos arrebatamento.

 

Para Casa de Meu Pai

 

Jesus disse aos seus discípulos: "Na casa de meu Pai há muitas moradas vou preparar um quarto para você [para viver em] Eu estarei novamente .., onde eu estou, eu e você [juntos]..!" (João 14: 2-3, em grego). Cristo realmente disse: "Mais uma vez eu estou indo". Pelo contexto, este deve ser tomado como um futuro presente. "Eu estarei de novo". [42] Este evento "é considerado tão certo que no pensamento pode ser contemplado como já vem para passar". [43]

 

Resgatado do Pai

 

Em 1 Tessalonicenses 1: 9-10, Paulo diz que espera para o Filho de Deus do céu, que nos livrará da ira vindoura. A implicação é que somos levados a fim de que "estaremos para sempre com o Senhor" (04:17 NVI). Isso tem que dizer que são levados para o céu. Mais uma vez, este não é o Filho do Homem vindo a reinar na terra, mas para nos livrar do caminho que Deus aflige os habitantes da Terra com uma série inigualável de tormentos físicos.

 

Tomada antes do Pai

 

Em 1 Tessalonicenses 3:13, o apóstolo argumenta ainda que nossos corações sejam estabelecidos unbiamable em santidade diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus com todos os seus santos. Como em 02:19 (presença de nosso Senhor Jesus na sua vinda), "antes" é usado como um encontro cara-a-cara! Observe o paralelo: "Antes (a presença de) nosso Senhor Jesus" -2: 19, e "antes (a presença de) nosso Deus e Pai" -3: 13. Isso tem que estar no céu.

 

Sempre com o Senhor

 

Poucos argumentariam que, quando Paulo diz que "assim estaremos para sempre com o Senhor" (1 Tess. 04:17 NVI), ele deve estar se referindo ao céu. Estudiosos de todas as persuasões proféticos sempre tive isso significa voltar para casa para o céu. A passagem em grego ainda sugere mais fortemente esta: "Vamos ser arrebatado (arrebatados) para as nuvens para o ponto de encontro do Senhor nos ares, assim, completamente devemos nos estar juntos com o Senhor.". Além disso, professores da Bíblia concordam que Paulo alude ao céu, quando escreve: "se estamos acordados ou dormindo, vivamos juntamente com ele" (5:10).

 

Reunidos para Ele

 

Muitos acreditam que quando o apóstolo escreve de "a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, a nossa reunião com ele", ele ainda está falando da nossa casa vai para o céu (2 Tessalonicenses 2:. 1). Alguns chamaram este o agrupamento dos santos para o céu! Na verdade, a frase "a ele" pode ser traduzido como "a ele." [44]

 

Nossa Cidadania no Céu

 

Não há dúvida sobre o que Paulo está dizendo em Filipenses 3:20. Cristãos, enquanto vivia na terra, têm a sua cidadania em outros lugares-no céu. Isto contrasta com aqueles que colocam seus pensamentos nas coisas terrenas (03:19). "Sua mente [do mundo] é sobre a terra, o nosso país está no céu, e que nossas afeições se apegar, mesmo durante a nossa peregrinação terrena". [45]

 

Levado diretamente para o próprio Senhor

 

ou Intimamente Diante Cristo na Sua Vinda

 

Esta "tomada" não está diante de Jesus como o Rei de Israel, o Messias quando ele começa seu governo terreno. Todos os contextos de arrebatamento passagens, explicitamente ou não implica "ir para casa para estar com o Senhor no céu." Mas eles também indicam crentes vai ver Jesus instantaneamente pelo arrebatamento dinâmico e alterações mediante as pessoas que vivem ou pela ressurreição dos santos da igreja. O objetivo para este "arrebatamento" da vida é para que a ira pode cair sobre a terra. Quando Ele vier para reinar em sua segunda vinda, santos da igreja voltar com ele.

 

Onde Jesus é que somos

 

Em João 14: 3 Cristo afirma claramente: "Eu estarei de novo e levá-lo ao longo [a minha própria casa], para que onde eu estou, eu e você [juntos]" (tradução do autor). Os discípulos do Senhor poderia ter sido raptada enquanto viver, mas eles morreram e suas almas foram levados para o céu. Assim, a vinda de Cristo de volta com suas almas trará a ressurreição do corpo em que suas almas serão unidas aos seus corpos. Os discípulos, então, receber os seus novos corpos. Mas eles poderiam ter sido arrebatado ao viver e de repente me encontrei com ele no ar.

 

Aguardando o Filho de Deus

 

Os crentes devem ser ansiosamente esperando o retorno de Jesus ressuscitado, o Filho de Deus do céu (1 Ts. 1:10). Eles vão vê-Lo face a face! A palavra grega "esperar" (anamen) poderia ser

 

traduzida como "para continuar esperando-se para o Seu Filho." Hendricksen nota:

 

A força do verbo esperar não deve ser perdido de vista. Isso significa olhar para a frente com paciência e confiança, ... estar pronto para seu retorno .... O pensamento de sua vinda não especifica terror para o crente. [46]

 

O juiz está se aproximando

 

Quando o apóstolo Tiago escreve de Cristo como um juiz que se aproxima (Tiago 5: 9), ele não está se referindo a um acórdão do nosso destino eterno, mas do julgamento BMA para obras. "Porque todos devemos comparecer ante o tribunal (bmatos) de Cristo, para que cada um seja recompensado por suas obras ..." (2 Coríntios. 5:10). A partir do texto grego James realmente diz: "A vinda do Senhor tem sido progressivamente se aproximando, chegando mais perto, aproximando [na mão]" (5, 8). Assim, Cristo, nosso juiz é "aproximados", Ele é "no ponto de" aparecer. [47]

 

Jesus Quem arrasta-nos longe

 

Paulo escreve sobre "Jesus, que nos livra da ira vindoura" (1 Ts. 1:10). O depoente palavra ruomai grego tem a idéia "de entregar, de resgate". [48] Em alguns contextos, é traduzido como "salvo das garras do leão" (2 Tm. 4:17) e "libertou do poder das trevas" (Col. 1:13). Sendo um particípio, alguns vêem isso como um descritivo do escritório de Cristo, "Nosso Libertador". [49] Além disso, ele poderia ser uma denotação substantiva atemporal uma das características de Jesus: "Jesus que vai voltar como salvador". [50] Em clássico grego, a palavra (erru) pode ser traduzida por "arrastar" ou "arrastar". [51] Vincent traduz ruomai com a força da voz média ", para desenhar a si mesmo", com a especificação do mal ou perigo. [ 52] A palavra também pode ter a força de um futuro profético, "o único que vai arrastar-nos [a si mesmo]" da ira que está por vir.

 

Arrebatado

 

Primeira Tessalonicenses 4:17 lê a partir do texto grego: "Vamos ser arrebatado para as nuvens para o ponto de encontro do Senhor nos ares." A palavra "arrebatamento" vem do grego Harpaz que indica ser de repente voou para longe por uma força que não pode ser combatida. [53] Os crentes estão indo ao encontro do Senhor em um lugar designado no ar. O termo "ponto de encontro" (apantesin) tem um significado técnico no mundo helênico em relação às visitas de dignitários. Visitantes seria formalmente satisfeitas pelos cidadãos, ou uma delegação deles, que tinham saído da cidade para este fim. O dignitário seria então cerimonialmente escoltado de volta para a cidade. No arrebatamento, Cristo nos resgatar (1:10) e arrebatar-nos para longe do local da reunião no céu, antes que a ira de Deus cai sobre a terra (5: 1-9).

 

Outras passagens falam desse encontro face-a-face "(na presença de)" com o Senhor (1 Ts. 2:19). E, "estaremos para sempre com o Senhor" (04:17 NVI). Outras frases como deixar claro que quando o arrebatamento vem, estamos, na verdade, estar com Ele! "Não importa se estamos acordados ou dormindo, vivamos juntamente com ele" (5:10). "A nossa reunião com Ele" (2 Tessalonicenses 2:. 1). "Nós aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo" (Fl. 3:20). "Olhando para a bendita esperança ea manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo" (Tito 2:13). Fique com ele, "para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e não sejamos longe Dele [do seu rosto] [54] na vergonha, na sua vinda "(1 João 2:28). "Nós O veremos tal como Ele é" (3, 2).

 

Vida com Deus Porque Ele está vindo

 

Em seis passagens distintas, viver piedoso está ligada à esperança de arrebatamento. Os críticos do arrebatamento afirmam frequentemente esta doutrina é apenas uma fuga para aqueles que ensiná-lo. Mas os apóstolos Tiago e Paulo tanto torná-lo um incentivo para se viver, porque Ele podia aparecer para nos levar a Ele a qualquer momento.

 

Não reclame contra outro

 

James alega: "Não reclame, irmãos, uns dos outros, para que vós não sejais julgados, eis que o juiz está às portas" (. James 5: 9 NVI). Tiago adverte ainda contra juramento e ser irreverente ou profano. O Senhor pode vir a qualquer momento: "Acima de tudo .... não jure, .. deixe o seu sim, sim, eo vosso não, não, de modo que você não pode cair sob julgamento [quando o juiz vem]." ( 05:12 NVI).

 

Não dormir, ser sóbrio

 

Após grande ensinamento de Paulo sobre o arrebatamento ea ressurreição dos santos da igreja que acompanha, ele lembra os crentes em Cristo não estão "destinados para a ira" (1 Tessalonicenses 5:. 9). Os santos vai escapar do "dia do Senhor" (5, 2), que cairá com repentina destruição sobre "eles", os que não creram em Cristo e que estão em trevas (5: 3-7). Mas com este lembrete, Paulo quer que os crentes a viver uma vida piedosa. Ele escreve: "Nós somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação" (5: 8 NVI). O apóstolo diz que somos filhos da luz e não estão a dormir. Nós devemos ser sóbrios (5, 5-6). Paulo está claramente falando sobre como devemos viver na luz do Seu retorno a qualquer momento para aqueles em Cristo.

 

Paulo ora, ainda, que Deus santificar toda a pessoa, para que possamos ser preservados moral intacta e sem diminuição por causa da volta de Cristo:

 

Ora, o Deus de paz vos santifique completamente; eo vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo (05:23 NVI).

 

A palavra "totalmente" podia ler-se "bastante completo" ou "por completo". [55] "Para se concentrar, se separar de coisas profanas .... Só aqui no Novo Testamento, significa a totalidade de cada um de vocês, a cada parte de você por inteiro '(Luther) qualitativamente ao invés de quantitativamente ". [56]

 

Viver Sem Mancha

 

Paulo exorta os em Cristo para "manter o mandamento imaculado, irrepreensível, até à manifestação (epiphaneias) de nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Tm. 6:14). A palavra "mancha" pode se referir a um recife oculto ou uma mancha suja. [57] A palavra "censura" traz a idéia de "conduta irrepreensível". [58] No contexto, o apóstolo parece referir-se às questões de dinheiro e riqueza. Claramente ele tem em vista a vida moral adequada, no que diz respeito ao uso adequado das coisas materiais, a fim de se espiritualmente alto quando Jesus vier para nós.

 

A Bem-Aventurada Esperança e Vida Cristã

 

A graça de Deus ea sua salvação acompanhamento deve levar-nos a ser instruídos e estar procurando "a bendita esperança ...... (Tito 2: 12-13). Esta salvação deve ajudar-nos a negar a impiedade e os desejos mundanos e ajudar-nos a "viver de forma sensata, justa e piedosamente na idade atual." E deve produzir um ambiente acolhedor e uma expectativa do breve retorno do Senhor. Nos dois particípios "instruir" (v 12.) e "olhar" (v 13. ): juntos eles iriam ler "A graça de Deus se manifestou ... ensinando-nos [para que possamos viver de forma sensata] ... [como estamos] procurando a bendita esperança ..."

 

Não recuar

 

Assim como Paulo, o apóstolo João exorta os crentes a "ter confiança" e "não encolher para longe dEle na vergonha, na sua vinda" (1 João 2:28). Como com a gente, pode ter sido fácil para os cristãos da igreja primitiva para esquecer seu Salvador. Para muitos, a vida deve ter sido imperfeito. John (e Paul) amarrar a vida do crente à esperança do arrebatamento, de modo que não pode "encolher longe de seu rosto" com a culpa quando ele chegar. [59]

 

John acrescenta que apenas a fixação nossa esperança na volta de Jesus tem um efeito purificador sobre o filho de Deus.: "Todo aquele que tem esta esperança nele purifica-se ... Aquele que põe sua esperança pela fé no Filho de Deus experimenta uma purificação interior que é tão completa como a própria pureza de Cristo ". [60]

 

Os pronomes Nós, você, nós, como uma prova de que o Arrebatamento

 

Poderia ter acontecido com Geração Própria de Paulo

 

Sem dúvida, a Igreja primitiva e os apóstolos esperavam para breve volta de Cristo. Tal como acontece com alguns compromissos, a data do casamento pode não ter sido definido, ou pode ainda ser incerto quanto ao quando. No entanto, a noiva eo noivo muito para e antecipar sua vinda união. Então, os discípulos tinham esse desejo, mas foi dado nenhum indício quanto ao momento do arrebatamento. Uma vez que não veio sobre eles, nós não questionamos a sua esperança, nem a revelação de Deus sobre a própria doutrina. Significa simplesmente que ele ainda está por vir. Poderíamos ser essa geração!

 

As frases e versos abaixo (traduções do autor) demonstrar essa grande e ansioso "ir para casa" ensinada pelos apóstolos. Às vezes, a nós, você, e nós não podem ser diretamente traduzidos em todas as versões. Mas compreende-se na gramática grega.

 

João 14: 1-3

 

Não deixe seu coração ser incomodado.

 

Pois vou preparar-vos lugar.

 

E se eu preparar um lugar para você.

 

Eu vos receberei para mim mesmo.

 

Onde eu estou, estejais vós também.

 

Tiago 5: 7-9

 

Você ter paciência, pois, irmãos, até a vinda do Senhor.

 

[Você] Eis que o lavrador espera o produto do solo.

 

Você também ser paciente.

 

[Vocês] os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima.

 

[Vocês] não se queixam, ... para que não sejais julgados.

 

[Você] Eis que o juiz está em pé bem na porta.

 

1 Tessalonicenses 1: 9-10

 

Você espera por seu Filho do céu.

 

Jesus, que nos livra da ira vindoura.

 

1 Tessalonicenses 2: 17-19

 

Você [nossa esperança], na presença de nosso Senhor Jesus na sua vinda.

 

1 Tessalonicenses 3:13

 

Isso [Ele pode] fortalecei os vossos corações ... diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus com todos os seus santos.

 

I Tessalonicenses 4: 13-18

 

Nós não queremos que sejais ignorantes, irmãos, sobre aqueles que estão dormindo.

 

Que você não pode lamentar.

 

Se cremos que Jesus morreu .. mesmo assim Deus vai

 

trazer com Ele [Jesus] aqueles que dormem em Jesus.

 

Dizemos a vocês, pela palavra do Senhor.

 

Que nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.

 

Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Então, nós que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares.

 

Nós estaremos para sempre com o Senhor.

 

[Você] consolar uns aos outros com estas palavras.

 

1 Tessalonicenses 5: 1-11

 

Você, porém, irmãos, não estais em trevas, para que o dia [do Senhor] vos surpreenda como um ladrão.

 

Todos vós sois filhos da luz e filhos do dia. Nós não somos da noite nem das trevas. Mas uma vez que somos do dia, sejamos sóbrios.

 

Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo.

 

[Cristo] que morreu por nós, para que se estamos acordados ou dormindo, vivamos juntamente com ele.

 

[Você] encorajar um ao outro, e [que] construir uma outra.

 

1 Tessalonicenses 5:23

 

Que o Senhor vos santifique ... irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.

 

2 Tessalonicenses 2: 1-2

 

No que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele.

 

[Vocês] não ser rapidamente abalada ... no sentido de que o dia do Senhor chegou.

 

1 Timóteo 6:14

 

Você mantém o mandamento imaculado, irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo.

 

1 Coríntios 15: 51-52

 

Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos.

 

Os mortos em Cristo ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.

 

Filipenses 3: 20-21

 

A nossa cidadania está nos céus.

 

Nós aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo.

 

[Cristo] transformará o corpo da nossa humilhação.

 

Tito 2:13

 

[Estamos] procurando a bendita esperança ea manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo.

 

1 João 2:28

 

Podemos ter confiança e não encolher para longe dEle na vergonha, na sua vinda.

 

1 João 3: 2-3

 

Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque O veremos tal como Ele é.

 

Todo mundo que tem esta esperança nele purifica a si mesmo, assim como Ele é puro.

 

O uso do termo técnico Parusia (a vinda) para descrever especificamente o Arrebatamento

 

Não é o propósito desta seção para dar um estudo completo sobre a palavra parousia exceto para simplesmente dizer que a palavra pode ser aplicada ao arrebatamento da igreja ou para a vinda de Cristo para estabelecer o reino milenar. O contexto é a questão-chave para determinar que vem está em vista. Também é importante notar que a palavra não significa simplesmente "uma vinda." Pode, pelo contexto, significa "uma presença", "uma chegada", "uma situação", ou, simplesmente, a vinda de um dignitário de um funcionário "visita". [61]

 

Assim, quando a palavra parousia é usada em passagens do Arrebatamento, que em nada tem de ser entendido como um "vir a ficar." A palavra também não tem automaticamente de se relacionar com a segunda vinda de Cristo; isto é, a Sua vinda à terra para reinar no trono de Davi. Pelo contexto, então, só ele pode ser traduzido o "evento", a "aparência", ou a "visita". À luz disto, as passagens abaixo são traduzidas a partir do texto grego (tradução do autor).

 

Tiago 5: 7-9

 

Seja esperando firmemente em seguida, até a hora da visitação chega.

 

Seja esperando firmemente .... porque a visitação do Senhor progressivamente foi se aproximando.

 

1 Tessalonicenses 2: 17-19

 

Você não está no fato de [nossa alegria] quando nos deparamos com nosso Senhor

 

Jesus na [época da] sua aparência.

 

1 Tessalonicenses 3:13

 

Isso [Ele pode] firmar o coração de vos irrepreensíveis, ... no [muito] presença de Deus, Pai de nós, com a chegada de nosso Senhor Jesus.

 

1 Tessalonicenses 4: 13-18

 

Nós, os vivos e permanecendo até a vinda do Senhor.

 

1 Tessalonicenses 5:23

 

Que Ele possa preservar seu espírito, alma e corpo, com a chegada de nosso Senhor Jesus Cristo.

 

2 Tessalonicenses 2: 1-2

 

No que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo mesmo, [relativo] à nossa reunião até ele.

 

1 Coríntios 15: 23-24

 

Cristo, as primícias [ressuscitados], ao lado, depois disso, os que são de Cristo, na sua visitação.

 

1 João 2:28

 

De modo que quando ele se manifestar, podemos ... não encolher para longe dEle na vergonha, na sua vinda.

 

Outras expressões usadas para os próximos

 

Além parusia, outras palavras e frases descrevem a idéia de retorno arrebatamento de Cristo para pegar seu próprio carro. Estas palavras adicionar peso e confirmar esta doutrina.

 

I Will Return

 

Jesus disse: "Eu virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo" (João 14: 3). Na verdade, diz: "Mais uma vez eu venho" (palma erchomai). Pelo contexto e por causa do "novo", este deve ser tomado como um futuro presente. "Eu estarei de novo." Isto deve ser tido como uma promessa definitiva. [62] "Este uso do tempo presente denota um evento que ainda não ocorreu, mas que é considerado tão certo que no pensamento pode ser contemplado como já acontecendo." [ 63] Cristo deixa claro que ele vai voltar para o seu próprio. Uma vez que Ele estava se dirigindo aos apóstolos, esse retorno poderia ter acontecido mesmo enquanto esses discípulos estavam vivos.

 

A vinda do Senhor é iminente

 

Além de usar a palavra parousia, James acrescenta esta vinda "está próximo" (Tiago 5: 8). Do grego a expressão "está próximo" (engiza) podia ler: "A vinda do Senhor tem sido progressivamente se aproximando, chegando cada vez mais, se aproximando. A palavra tem a idéia de" ser iminente "e pode ser traduzida como" para ser no ponto de. " [64] A palavra engizo está relacionada com o substantivo que tem a ideia de "na vizinhança de, por perto." [65]

 

James vê ainda mais Jesus, o juiz de pé direito na porta (5, 9). Cristo "veio até a porta." Até o tempo perfeito, o apóstolo está dizendo: "Ele é, por assim dizer, mesmo agora que se aproxima a porta .." [66]

 

O Senhor desce do céu

 

Em 1 Tessalonicenses 4:16, a palavra grega "desce" significa "descer" (katabain). "Ele (tempo futuro) que desceu do céu." O resultado é que os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados. Mas observe, Ele não fica aqui na terra. Na verdade, nós, juntamente com o Ressuscitado, são levados até ele. Esta é uma das características mais importantes do conceito de arrebatamento.

 

Reunindo-se dele

 

Em 2 Tessalonicenses 2: 1, embora o apóstolo Paulo usa a palavra parousia para descrever o arrebatamento vinda de Cristo, então ele acrescenta "e à nossa reunião com ele." Vários estudiosos gregos sentir a "vinda" e da "reunião" são o mesmo evento e, assim, a passagem deve ler "a vinda, até mesmo o ajuntamento". Ellicott vê este "encontro" o mesmo que a "ocupar" em 1 Tessalonicenses 4: 14-17. [67] AT Robertson acrescenta: "Paulo está se referindo ao arrebatamento, mencionada em 1 Tessalonicenses 4: 15-17., e o ser para sempre com o Senhor depois. " [68]

 

A Bem-Aventurada Esperança e Aparecendo

 

Embora o substantivo "vinda" (epiphaneia) pode referir-se à segunda vinda de Jesus (. 2 Tessalonicenses 2: 8), duas vezes refere-se ao arrebatamento vinda de nosso Senhor (1 Timóteo 6:14, Tito 2:13.). Como verbo, "aparecer" é usada duas vezes em I João para se referir ao arrebatamento (2:28; 3: 2), "quando ele se manifestar."

 

Em Tito 2:13, Paulo diz "nós" (nós) estão procurando por isso "vinda" da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. "A glória" é um genitivo descritivo, traduzido como um adjetivo. [69] Assim, "a aparição gloriosa." O "e" entre as duas frases "é explicativo, introduzindo a definição do caráter da coisa esperada. Olhando para o objeto da esperança, até mesmo os que aparecem" da glória. [70] "As Ligações gregos" a bendita esperança ea manifestação da glória 'sob o mesmo artigo, o que sugere que a referência é a um evento visto sob dois aspectos. " [71] A referência ao Senhor deve ler, "o grande Deus mesmo Salvador, Jesus Cristo". [72]

 

De ser levado para o Pai

 

Três passagens principais referem-se diretamente ao nosso ser arrebatados ao Pai. O primeiro é João 14: 1-3. "Na casa de meu Pai há muitas moradas; ... 1 vou preparar um lugar para você." Esta casa não poderia ser a localização do reino terreno em que Cristo reinará. Jesus está indo agora, no contexto histórico desta passagem, e em referência ao próximo evento da sua morte, a casa de seu pai. Ele virá para a Sua própria e levá-los de volta para um local no céu Ele preparou.

 

Assim, esta é uma promessa específica e pessoal sobre a nova dispensação da igreja. Jesus não está dizendo a Seus discípulos simplesmente morrer e ir para a casa do Pai. (Apesar de que seria verdadeira de suas almas se eles morreram antes que Ele veio para eles. E, de fato, foi isso que aconteceu.) Assim, sua vinda para eles seria ou a ressurreição corporal, ou o êxtase corporal, enquanto eles ainda estariam vivos . Sabemos agora, é claro, que eles morreram. Eles agora aguardam a ressurreição de seus novos corpos ea união de suas almas para aqueles corpos.

 

I Tessalonicenses 3:13 imagens crentes em Cristo como mantidos "em santidade diante (na presença de) nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo com todos os seus santos". Paulo está defendendo a maturidade do crente, espiritual e moralmente, para que ele possa estar diante de Deus sem censura pela forma como ele viveu.

 

Em uma passagem poderoso sobre a Trindade ea divindade de Cristo, Paulo escreve sobre a "manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo" (Tito 2:13). Embora o Pai eo Filho são pessoas distintas na Divindade, eles compartilham a mesma essência e atributos. Estamos arrebatados por Deus Filho e levado para a presença de Deus, o Pai. Nesta mesma epístola, Paulo diz: "Deus [é] o nosso Salvador" (3, 4) e "Cristo [é] o nosso Salvador" (3, 6).

 

Aqueles em Cristo ou alusões à Igreja

 

O arrebatamento tem a ver com a dispensação da igreja ou aqueles "em Cristo". A era da igreja é um período único, com promessas especiais. Aqueles com Ele agora pela fé não vai enfrentar a ira vinda (1 Tessalonicenses 5:. 9). Não havia nada como o arrebatamento de santos do Antigo Testamento, e não haverá nada semelhante para os crentes da Tribulação.

 

A maioria das passagens do Arrebatamento mencionar a relação do crente com Jesus. Paulo fala de "nosso Senhor Jesus na sua vinda" (1 Tess. 2:19) e dos mortos como aqueles "que dormem em Jesus" (4:14), que agora são chamados de "os mortos em Cristo" e que ressuscitarão primeiro (4:17). A razão para o arrebatamento, diz Paulo, é assim que nós pode escapar da ira vindoura e obter a salvação ", por nosso Senhor Jesus Cristo" (5, 9). Acordado ou dormindo, vamos viver juntos "com Ele" (5:10). O apóstolo continua a pontuar essa relação com o nosso Redentor, quando ele lembra aos tessalonicenses confusas desta "vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com Ele" (2 Tessalonicenses 2:. 1).

 

Na seção ressurreição e arrebatamento grande de Paulo, 1 Coríntios 15: 12-28, ambos os eventos estão fortemente ligada à nossa posição espiritual em Cristo. "Em Cristo todos serão vivificados", diz ele (15:21). Jesus é as primícias da ressurreição e depois os que são de Cristo "na sua vinda" (15:23). E seguindo grande descrição do apóstolo da nossa "mudança" no arrebatamento e da ressurreição dos mortos, ele conclui com esta afirmação triunfante, "graças a Deus, que nos dá a vitória por causa de nosso Senhor Jesus Cristo" (15:57 ).

 

Em Tito, Paulo chama o Senhor "nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo" (2:13). Ele "deu a si mesmo por nós", e, portanto, redime e purifica "um povo para a Sua própria possessão" (2:14).

 

Estas declarações são importantes porque revelam a posição única da igreja tem agora com o seu Salvador que poupa-lo da ira vindoura. Thomas escreve:

 

Quando Deus desabafa sua raiva contra habitantes da terra (Apocalipse 06:16, 17), o corpo de Cristo será no céu, como o resultado de uma série de acontecimentos descritos no 4 [1 Tes.]: 14-17 (cf. 3 : 13). Este é o propósito de Deus. [73]

 

Kent conclui:

 

Na vinda de Cristo, ... a aparência terrena, transitória será alterado, seja pela ressurreição dos mortos ou pelo arrebatamento dos vivos, e os crentes serão transformados e receberão corpos glorificados que serão exibidos de forma mais adequada o seu carácter essencial ... como filhos de Deus e participantes da vida divina em Cristo. [74]

 

Conclusão

 

Estas passagens do Arrebatamento formar redes de temas relacionados que podem ser identificados e catalogados. Versículos-chave interagir uns com os outros e dar a padrões que são inegáveis. Todos os dados arrebatamento acumulado fortalece a doutrina e dá garantia de crentes. Estes versos enunciar que os crentes que vivem em Cristo serão transformados e levados para casa pelo Senhor antes do período terrível da ira começa, e eles revelam que os mortos em Cristo ressuscitarão para receber um novo corpo, eterna. Juntos, vamos para casa com o Senhor e são apresentados a Deus nosso Pai.

 

Muitas vezes o arrebatamento é rejeitado como uma criação imaginária de dispensationalists fanáticos. Mas os padrões definidos aqui reforçar esta doutrina. Como este autor examinou vários comentários gramaticais milenares amilenistas e pós para este estudo, ele encontrou a maioria dos estudiosos nestas convicções verdadeiras à gramática observado nas passagens do Arrebatamento. Mas muitas vezes eles não foram capazes de superar seu preconceito da segunda vinda de Cristo somente. Eles assumiram que todos os versos sobre o retorno de nosso Senhor caiu em apenas uma categoria. Espera-se que esta visão geral e correlação da maioria dos versos arrebatamento vai nos ajudar a ver mais claramente a revelação completa dos eventos do fim dos tempos. (Para os interessados ​​em uma análise gramatical detalhada das passagens do Arrebatamento, eles podem escrever para o livreto Os Rapture Passages, Seminário T'yndale, 6800 Brentwood Stair, Suite 100, Fort Worth, TX 76112.)

FONTE WWW.ESTUDARESCATOLOGIABIBLICA.BLOGSPOT.COM