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cartas Pedro 1 e 2 Judas João 1 2 3 Apocalipse
cartas Pedro 1 e 2 Judas João 1 2 3 Apocalipse

 

  

                                                               CARTA DE PEDRO N.1                                                                                                                                                                                                                                                                                   Antecedentes históricos

 Esta epístola afirma que o Apóstolo Pedro escreveu (1:1). Uma vez que existe apenas um Pedro que era um apóstolo, podemos ter a certeza da identidade do escritor. Existe apenas um Pedro que todo o Novo Testamento mencionados. Para paralelos entre 1 Pedro e os sermões de Pedro em Atos, compare 1 Pedro 1:20 com Atos 2:23; (. Cf. Mt 21, 42) 1 Pedro 2:7-8 com Atos 4:10-11; e 1 Pedro 4:05 com Atos 10:42. Os estudiosos não questionaram a autoria de Pedro até o século XIX, quando a crítica bíblica destrutivo se tornou popular. [1]

 

"A epístola tem sido bem conhecido e consistentemente reconhecida como petrino do segundo século bem em tempos modernos. . . .

 

"Além dos quatro Evangelhos e as cartas de Paulo, o atestado externo para 1 Pedro é tão forte ou mais forte, do que para qualquer livro NT. Não há evidência de qualquer controvérsia sobre a sua autoria ou a autoridade "[2]

 

Por outro lado, tem havido muita controvérsia sobre a autoria de 2 Pedro.

 

Peter primeiro enviou esta carta aos crentes que vivem nas regiões do norte da Ásia Menor (1:1). Os locais destes cristãos, bem como alusões na epístola indicar que eles eram principalmente gentios, mas também judeus (por exemplo, 1:14; 2:10).

 

Peter morreu na década de 60 e passou a última década de sua vida em Roma, segundo a tradição confiável. A data exata do martírio de Pedro é uma questão de debate entre os estudiosos. Um deles escreveu que a data tradicional da morte de Pedro foi de 64 AD. [3] Outro alegou que era 67 dC. [4] Muitos intérpretes têm considerado referência de Pedro a Babilônia (5:13) como uma referência a Roma que Pedro descrito como Babilônia para destacar seu paganismo. Tendo em vista todas essas informações, parece provável que Pedro escreveu esta epístola de Roma cerca de 64 dC. [5] para suporte adicional para esta conclusão.

 

 

Características especiais

 

 

Teologicamente esta epístola é escatológico (lidando com o fim dos tempos). Junto com seu foco escatológico há muita ênfase em santidade (pessoal, social e comunitário), esperança, salvação, comunidade, relação com o mundo, a Trindade, e especialmente o sofrimento. [6]

 

"Em nenhum lugar do Novo Testamento. . . são os elementos sacerdotais e proféticas no cristianismo tão intimamente fundido como em I Pedro ". [7]

 

". . . muito do material em 1 Pedro é o material de ensino cristão básico em vez de instrução avançada, que assume o domínio (e talvez a perversão) das noções básicas, como nas cartas paulinas ". [8]

 

". . . apesar de sua brevidade, apenas 105 versos em todo-é um microcosmo da fé cristã e dever, o modelo de um encargo pastoral, composto por materiais de mergulhadores e de muitos temas ". [9]

 

"Em muitos. . . aspectos, 1 Pedro e Tiago formam um par combinado dentro do cânon NT. Eles são letras cristãs da diáspora aproximadamente semelhantes de comprimento, um dirigidas (provavelmente de Jerusalém) para espalhadas judeus messiânicos (ou seja, os cristãos), que são os verdadeiros judeus, eo outro dirigido a partir de 'Babilônia' para espalhadas 'judeus' que são, de facto, os cristãos gentios . "[10]

 

propósito

 

Pedro declarou a sua razão para a escrita, ou seja, para encorajar seus leitores, que estavam enfrentando perseguição por sua fé, para se manter firme (5:12). Evidentemente, esta perseguição foi generalizada entre os seus leitores. Inimigos locais do evangelho não eram as únicas pessoas responsáveis ​​por isso. Quando Paulo viajou por todo o Império Romano, pregando o evangelho, algumas igrejas que ele plantou perseguição experiente dos não salvos em suas comunidades, mas outros não. Porém 1 Pedro reflete a perseguição dos cristãos no norte da Ásia Menor. Esta condição prevaleceu após Nero culpou os cristãos para a queima de Roma, em julho de 64 dC. Enquanto a perseguição parece ter sido generalizada, não pode ter sido oficial ainda. [11]

 

 

                                                                            PEDRO, O AUTOR

 

 

 

1. Seu nome. O nome original de Pedro provém do hebraico: Simão. Não era incomum aos judeus o uso de nomes gregos, especialmente na Galiléia. De acordo com Jo 1.42, Jesus deu a Simão o nome "Pedro", quando o encontrou pela primeira vez. Tanto na versão grega (Pedro) quanto na aramaica (Cefas) este nome significa "rocha", "pedra".

 

 

 

2. Sua vida. Pedro e seu irmão André eram pescadores, sócios de Tiago e João, filhos de Zebedeu (Lc 5.10). Pedro é citado em primeiro lugar em todas as listas dos apóstolos. Ele agia como porta-voz deles (Mt 16.15,16). Simão era da Galiléia e ali, mais do que em Jerusalém, as pessoas apegavam-se às profecias que prometiam a reversão dos destinos de Israel e o estabelecimento do Reino de Deus. Simão provavelmente acalentava tais anseios do povo hebreu. Não é de admirar, pois, que ele e seus amigos fossem à procura de João Batista, alguém que eles talvez esperassem ser o libertador mencionado nas profecias. Mas João, com muita fé e certeza, apontou para outro: Jesus. André, ao falar de Jesus para seu irmão Pedro, declarou-lhe: "Achamos o Messias!" (Jo 1.41). Esta foi a primeira mensagem que Simão ouviu concernente Àquele que se tornou o objeto de todas as suas esperanças.

 

 

 

A partir de então, Pedro prontamente seguiu a Jesus. Como seu discípulo, ele em várias oportunidades demonstrou o seu temperamento impetuoso:

 

 

 

a) Quando Jesus começou a explicar aos discípulos "que convinha ir a Jerusalém, e padecer muitascoisas ... e ser morto" (Mt 16.21), Pedro respondeu: "... de modo nenhum te acontecerá isso" (Mt 16.22). Ele não conseguia compreender que o caminho para o trono passava pelo Calvário. Jesus deveria sofrer antes de entrar em sua glória. Esta foi uma lição extremamente difícil para Simão assimilar.

 

 

 

b) No cenáculo, onde Jesus celebrou sua última páscoa, Pedro a princípio não queria permitir que seu Senhor fizesse o trabalho de escravo e lavasse seus pés e os dos demais discípulos (Jo 13.6-8).

 

 

 

c) No Jardim do Getsêmani, ele resistiu à prisão de Jesus e cortou a orelha de Malco, servo do sumo sacerdote (Jo 18.10).

 

 

 

Certamente muitas dúvidas devem tê-lo afligido enquanto seguia Jesus "de longe" (Mc 14.54) em direção ao local de julgamento. 

 

 

 

Chegou, então, o teste final: ele haveria de negar o Filho de Deus por três vezes. Cumprindo o que Jesus profetizara, lá estava o impetuoso discípulo, afogado num rio de lágrimas, remorso e desilusão. O Messias fora preso. No dia seguinte, Ele foi crucificado e expirou na cruz.

 

 

 

Mas três dias depois, o Mestre amado ressuscitou poderoso, triunfante e apareceu a Pedro (Lc 24.34;1Co 15.5). Suas esperanças renasceram (1 Pe 1.31); ele mesmo renasceu! Enfim, Pedro aprendeu a lição. Mais tarde, após a descida do Espírito Santo, o mesmo apóstolo que primeiro defendeu e depois negou o Senhor, foi submetido a um interrogatório, açoitado, aprisionado e passou uma noite sob a perspectiva de ser executado (At 12.6). Tudo isso fez com que seu antigo espírito inflamado desse lugar a uma nova e viva esperança. Essa transformação pode ser claramente notada no teor dos seus sermões (nos primeiros capítulos de Atos) e também no conteúdo de suas cartas.Cenáculo. Aposento de uma casa, onde as famílias faziam suas refeições regulares (At 1.13; Lc 22.11,12; At 20.7,8).

 

 

 

                                     OS DESTINATÁRIOS

 

 

 

No primeiro versículo da primeira epístola, Pedro declara que sua mensagem destinava-se aos "estrangeiros dispersos no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia". Esses são nomes antigos de algumas províncias que os romanos organizaram no seu império. Os lugares citados localizam-se na região norte da atual Turquia. Havia igrejas estabelecidas em toda aquela área, pelo esforço dos denodados missionários daqueles dias, cheios de fé e de poder pentecostal. A maioria dos habitantes daquela região era de origem gentílica, mas isto não exclui o fato de que parte deles era de judeus. Porém, como podemos perceber, a ênfase na epístola recai sobre o que eles passaram a ser, e não sobre o que originariamente eram.

 

 

 

1. Situação social e econômica. A leitura da Primeira Epístola de Pedro mostra claramente a preocupação do autor com a condição social de seus leitores. Pelo tom geral desta carta parece que os crentes faziam parte das classes menos favorecidas [a epístola menciona servos, mas não os patrões, 2.18-21; os súditos, mas não as autoridades, 2.13-17]. 

 

 

 

2. Circunstâncias históricas. A primeira carta faz-nos imaginar que os cristãos estavam sofrendo muito naquela ocasião (1 Pe 1.6; 2.11,12; 3.14,16,17). Não se sabe ao certo a natureza desse sofrimento. Talvez não fosse uma perseguição oficial ao cristianismo, mas sim alguns tipos de hostilidades comuns, e localizadas, contra aqueles crentes. Em 1 Pe 5.9, vê-se que tais sofrimentos também são experimentados pelos demais cristãos espalhados pelo mundo. 

 

A segunda carta é dirigida aos mesmos leitores (2 Pe 3.1). Entre uma carta e outra ocorreu uma mudança de circunstância quanto aqueles cristãos. A primeira carta serviu para prepará-los para o sofrimento (1Pe 1.7; 2.12-15; 3.14-17; 4.3,4,12,16; 5.8-10); a segunda, para preveni-los contra os falsos mestres (2 Pe 2.1-3, 10-15, 19, 22; 3.3-7, 15-17). Estes pseudo-líderes no meio da igreja se assemelhavam aos falsos profetas do Antigo Testamento, cujos ensinos se caracterizavam pelo engano, arrogância e mentalidade carnal, alienada de Deus.

 

 

 

                                A PRIMEIRA CARTA

 

 

 

1. Propósito. Esta epístola visa, principalmente, orientar o crente nas suas tribulações nesta vida. O tema do sofrimento do cristão neste mundo é patente em toda a carta. Mas, como todo o livro da Bíblia, também tem seus propósitos didáticos para o povo de Deus. A epístola ensina o crente a buscar a santidade em toda a sua maneira de viver (1 Pe 1.15). Usufruímos de uma poderosa e sobreexcelente salvação e devemos viver neste mundo de modo a honrar, pela santidade, o nome do nosso Salvador em meio a uma sociedade corrompida, na presença das autoridades, no nosso próprio lar e na igreja.

 

 

 

2. Resumo. Depois da saudação inicial, o apóstolo Pedro louva a Deus pela esperança eterna e salvação que Ele nos concedeu, mediante a expiação pelo sangue de Cristo. Esta é a base para uma exortação à vida santa e obediente, motivada pelo amor a Cristo. O cristão deve viver submisso às autoridades devidamente constituídas. Há exortações aos servos, às esposas e aos maridos. A comunidade cristã deve seguir o exemplo de Cristo, que nos indica como devemos nos comportar até no sofrimento, se necessário for. O crente já abandonou o estilo pecaminoso de viver do mundo. Agora deve viver de maneira que resulte em louvor ao Todo-Poderoso. Há também na epístola exortações aos presbíteros, aos jovens e aos demais crentes.

 

 

 

 A SEGUNDA CARTA

 

 

 

1. Propósito. A segunda carta objetiva relembrar às igrejas as verdades fundamentais do cristianismo, a fim de preveni-las contra as heresias dos falsos mestres.

 

 

 

2. Resumo. A epístola declara com firmeza que a mensagem sobre Jesus Cristo não consiste em "fábulas engenhosamente inventadas"; ele pessoalmente ouviu os ensinos do Senhor. Pedro alerta sobre falsos mestres e os assemelha aos falsos profetas do passado. Mostra que assim como Deus julgou anjos e pessoas ímpias, estes falsos mestres serão seguramente castigados por seu comportamento mau. O apóstolo lembra a seus leitores aquilo que escreveu em carta anterior e mostra seu desejo de fazê-los lembrar dos ensinos dos profetas e de Jesus, transmitidos através dos apóstolos. 

 

 

 

A vinda do Senhor é certa, embora ela ocorra na cronologia do próprio Senhor e não na nossa. Essa vinda constitui a base de uma exortação ao viver piedoso.

 

 

 



Depois de conhecermos um pouco do autor, sua origem, sua personalidade e as intercorrências de sua fase de aprendizado, não podemos desconsiderar a intrepidez, a convicção, a determinação, o zelo e a visão futurística que completam o seu profícuo apostolado.

 

 

esboço

 

I. Introdução 1:1-2

 

II. A identidade dos cristãos 01:03 - 02:10

 

A. Nosso grande salvação 1:3-12

 

1. A esperança da nossa salvação 1:3-5

 

2. A alegria de nossa salvação 1:6-9

 

3. As testemunhas da nossa salvação 1:10-12

 

B. Nosso novo modo de vida 1:13-25

 

1. Uma vida de santidade 1:13-16

 

2. Uma vida de reverência 1:17-21

 

3. Uma vida de amor 1:22-25

 

C. Nosso sacerdotal chamando 2:1-10

 

1. Ouvindo Deus 2:1-3

 

2. Crescendo em Deus 2:4-5

 

3. Edifício em Cristo 2:6-8

 

4. Resumo afirmação da nossa identidade 2:9-10

 

III. As responsabilidades dos cristãos individualmente 2:11-04:11

 

A. Nossa missão no mundo 2:11-12

 

B. Respeito pelos outros 02:13-03:12

 

1. Respeito para todos 2:13-17

 

2. Respeito Escravos 'para seus mestres 2:18-25

 

Respeito 3. Wives 'para seus maridos 3:1-6

 

4. Respeito dos maridos para suas esposas 03:07

 

5. A importância de amarmos os inimigos 3:8-12

 

C. vindicação eventual 03:13-04:06

 

1. Sofrimento para fazer o bem 3:13-17

 

2. A reivindicação de Cristo 3:18-22

 

3. Viver com a promessa em vista 4:1-6

 

D. A importância do amor mútuo no fim dos tempos vivendo 4:7-11

 

IV. As responsabilidades dos cristãos coletivamente 04:12-05:11

 

A. A prova de fogo 4:12-19

 

1. Sofrimento e glória 4:12-14

 

2. Sofrimento como cristãos 4:15-19

 

B. A igreja sob julgamento 5:1-11

 

1. As responsabilidades dos anciãos 5:1-4

 

2. As responsabilidades dos outros 05:05

 

3. A importância da humildade e confiança em Deus 5:6-7

 

4. A importância de resistir ao diabo 5:8-11

 

V. Conclusão 5:12-14

 

 

                     CARTA SEGUNDO PEDRO

 

 

introdução

 

Antecedentes Históricos

 

Esta epístola afirma que o Apóstolo Pedro escreveu (1:1). Ele também afirma que seguir uma carta anterior por Pedro (3:1), que parece ser uma referência a um Peter, apesar de Pedro pode estar se referindo a uma carta não temos mais. A referência do autor para o fato de que Jesus havia predito um certo tipo de morte para ele (01:14) gravatas com a declaração de Jesus a Pedro registrado em João 21:18.

 

O mais antigo testemunho externo (fora da Bíblia) para petrino autoria vem do terceiro século. [1]).

 

Os escritos dos pais da igreja contêm menos referências à autoria petrina de 2 Pedro, do que a autoria de qualquer outro livro do Novo Testamento. É fácil ver por que os críticos que procuram razões para rejeitar a autoridade das Escrituras têm como alvo este livro para o ataque. Ironicamente nesta carta Peter alertou seus leitores de hereges que partiram do ensinamento dos apóstolos e dos profetas do Antigo Testamento, que é a mesma coisa que alguns desses críticos modernos. Nem todos os que rejeitam a autoria petrina são hereges, no entanto. Os argumentos de alguns críticos têm convencido alguns estudiosos de outra forma conservadores que conservam a crença na inspiração da epístola.

Independentemente da evidência externa, há um forte testemunho interno para o fato de que Pedro escreveu o livro. Isto inclui semelhanças estilísticas a 1 Pedro, vocabulário semelhante em comparação com os sermões de Pedro em Atos, e as declarações específicas já mencionadas (ou seja, 1:01, 14; 03:01). Além disso, o escritor afirmou ter presenciado a transfiguração de Jesus (1:16-18) e ter recebido informações sobre a sua própria morte de Jesus (1:13-14;. Cf João 21:18). Os críticos da autoria petrina ponto para as muitas diferenças entre 1 e 2 Pedro. [2]

 

Assumindo referência de Pedro ao seu antigo carta (3:1) é um Peter, ele parece ter enviado esta segunda epístola para o mesmo público em geral. Esse público era principalmente gentio, mas também judeus cristãos que vivem no norte da Ásia Menor (cf. 1 Pe 1:01.). O fundo dos leitores e da situação que enfrentam, como Pedro descreveu estes, equipar com um público bem. Assim, esta não era uma epístola "católica", isto é, uma epístola geral enviado originalmente a todos os cristãos em geral.

 

A referência de Pedro a sua partida iminente desta vida (1:13-15) sugere que o tempo de composição pode ter sido pouco antes de Pedro sofreu o martírio. Segundo Peter tem algumas das marcas de uma última vontade e testamento (cf. 1:3-11; 2:1-3; 3:1-4), bem como os de uma carta, dois gêneros literários. Os escritos dos pais da igreja colocar a morte de Pedro em AD 67-68, em Roma. Conseqüentemente, uma data de composição sobre AD 67-68 parece mais provável. Tradição da igreja primitiva também diz Peter passou a última década de sua vida em Roma. Nero começou a perseguir os cristãos em Roma em 64 dC.

 

"Segundo Pedro é o canto do cisne de Pedro, assim como 2 Timóteo é o canto do cisne de Paulo. Existem semelhanças entre os dois livros. Ambas as epístolas colocar um sinal de alerta ao longo do caminho peregrino a igreja está viajando para identificar a terrível apostasia que estava a caminho no tempo e que, no nosso tempo chegou agora. O que foi, então, como uma nuvem do tamanho da mão de um homem hoje envolve o céu e produz uma tempestade de proporções do furacão. Pedro adverte de heresia entre os professores; Paulo adverte de heresia entre os leigos ". [3]

 

As semelhanças entre 2 Pedro 2 eo livro de Judas, especialmente Jude 4-18, foram colocadas várias questões. Será que Pedro tem acesso a epístola de Judas, ou Jude se ter uma cópia de 2 Pedro? Qual livro veio primeiro? Será que um homem usar o material do outro, ou se ambos desenhar a partir de uma fonte comum? Os comentaristas e escritores do Novo Testamento introduções lidar com estas questões cuidadosamente. Vê-los para mais esclarecimentos. [4]

 

Basta dizer que a Igreja através dos séculos tem reconhecido o produto final de ambos 2 Pedro e Judas como epístolas que Deus inspirou. Tanto quanto o que veio primeiro, nós podemos nunca saber ao certo até chegarmos ao céu. A visão mais comum entre os estudiosos agora é que Jude provavelmente escreveu antes de Peter (ou seu agente), composta de 2 Pedro. [5] que tendem a favorecer a prioridade de 2 Pedro, assim como muitas autoridades conservadoras. [6]

 

"A maioria dos estudiosos, de fato, o momento 2 Pedro no início do segundo século e considerá-lo o último livro do Novo Testamento ter sido escrito. A afirmação do autor para petrino autoria, portanto, é parte do fenômeno de 'pseudonimato' no mundo antigo, em que a autoridade ea tradição de uma figura religiosa reverenciada foram atribuídas a um trabalho mais tarde por um autor anônimo ". [7]

 

Esta citação reflete a maioria da opinião erudita, mas não a convicção de muitos conservadores, inclusive eu. Moo observou a inconsistência de pseudonimato e infalibilidade. [8]

 

"O propósito de 2 Pedro é chamar os cristãos para o crescimento espiritual, para que possam combater a apostasia como eles ansiosos para o retorno do Senhor". [9]

 

esboço

 

I. Introdução 1:1-2

 

II. A condição do cristão 1:3-11

 

A. Os recursos do crente 1:3-4

 

B. necessidades do crente 1:5-9

 

C. adequação do crente 1:10-11

 

III. A autoridade para o cristão 1:12-21

 

A. A necessidade de um lembrete 1:12-15

 

B. A credibilidade do testemunho dos apóstolos 1:16-18

 

C. A origem divina da Escritura 1:19-21

 

IV. O perigo para o cristão 2:1-22

 

A. As características dos falsos mestres 2:1-3

 

B. As consequências de ensino falso 2:04-10a

 

C. A conduta dos falsos mestres 2:10 b-19

 

D. A condenação dos falsos mestres 2:20-22

 

V. A perspectiva para o cristão 3:1-16

 

A. O objetivo desta epístola 3:1-2

 

B. Scoffing nos últimos dias 3:3-6

 

Eventos do fim dos tempos C. 3:7-10

 

D. Viver em vista do futuro 3:11-16

 

VI. conclusão 3:17-18

 

 

                                                   CARTA DE JUDAS 

 

 

introdução

 

Antecedentes históricos

 

Tradicionalmente, o escritor desta epístola era Judas, o meio-irmão de Jesus Cristo (Mateus 13:55, Marcos 6:3) e irmão de Tiago, o líder da igreja de Jerusalém (Judas 1; Atos 15:13). Alguns estudiosos têm desafiado esta identificação nos últimos anos, mas eles não provaram que ela estava errada. Como tal, Jude (Gr. Judas, Hebreus. Judá "louvor") era um judeu cristão. Como James era um judeu helenizado galileu que escreveu com um estilo grego cultivada. Como seria de esperar, Jude normalmente alusão às Escrituras Hebraicas, em vez de com a Septuaginta, ao contrário de muitos dos escritores do Novo Testamento.

 

Irmãos físicos de Jesus não acreditavam nele enquanto ele estava ministrando (João 7:5). James se tornou um crente após a ressurreição de Jesus (1 Coríntios. 15:7), e pode-se supor que Judas fez também. Os irmãos de Jesus faziam parte do grupo de oração que aguardava a vinda do Espírito Santo (Atos 1:14). Eles eram bem conhecidos no início da igreja (1 Coríntios. 09:05).

 

Muitas alusões de Jude ao Antigo Testamento sugerem que seus leitores originais eram muito familiarizado com ele. Enquanto isso poderia ter sido verdade de qualquer cristão, teria sido particularmente verdade para os cristãos judeus. Consequentemente, muitos comentaristas acreditam Jude dirigida esta epístola aos cristãos judeus, principalmente.

 

". . . não devemos vê-lo como uma "carta católica" dirigida a todos os cristãos, mas como uma obra escrita com um público específico, localizada em mente ". [1]

 

"Um predominantemente, mas não exclusivamente, a comunidade judaica cristã em uma sociedade Gentile parece explicar melhor para o pouco que podemos reunir sobre os destinatários da carta de Judas". [2]

 

O momento da escrita é muito difícil de determinar. Desde Jude era um irmão mais novo de Jesus, ele pode ter vivido no segundo século. Após as revoltas judaicas contra Roma em 66-70 dC, Jude provavelmente viveu fora de Jerusalém e, talvez, fora da Palestina, se ele ainda estava vivo. As referências no texto aos falsos mestres e os apóstolos (vv. 3-5, 17) sugerem uma condição na igreja alguns anos após o dia de Pentecostes. Semelhanças com escritos de Pedro levaram alguns a data Jude sobre o tempo Pedro escreveu. [3] Obviamente estes são todos os palpites muito hesitante. Talvez uma data entre 67 dC e 80 seria correto. Neste momento Jude pode ter vivido em algum lugar fora da Palestina. [4]

 

Felizmente, a indefinição do contexto histórico desta epístola não afeta a sua mensagem ou valor.

 

"A Epístola de Judas tem atestação mais forte do que 2 Pedro". [5]

 

gênero

 

Muitos estudiosos consideram esta carta como um "sermão epistolar". [6] Judas poderia ter entregue o que ele disse nesta epístola como uma homilia (sermão) se ele tinha estado na presença de seus leitores. Ao contrário, ele lança-o na forma de uma carta, uma vez que não podia enfrentá-los diretamente. Outras epístolas do Novo Testamento que são realmente homilias escritos incluem James, Hebreus e 1 João.

 

estrutura

 

Vários estudantes do livro notaram a estrutura basicamente quiástica de Jude, embora eles não vêem os chiasms exatamente o mesmo. [7]

 

propósito

 

"Um pensamento caracteriza esta epístola:. Cuidado com os apóstatas" [8]

 

Incipiente gnosticismo parece ser a heresia, tendo em vista principalmente.

 

"Aqui, de uma forma pouco desenvolvida, são as principais características que passaram a fazer-se mais tarde o gnosticismo-ênfase no conhecimento que foi emancipado de as reivindicações da moralidade; arrogância para com os líderes da igreja 'ignorantes'; interesse em angelologia; divisão; lascívia ". [9]

 

 

                                               Autoria de Judas

 

 

 

A atestação externa a esta carta pequena é antiga e boa. Tem um lugar no Canon Muratoriano; Tertuliano a reconheceu como um docu­mento cristão autorizado, e da mesma forma Clemente de Alexan­dria, que escreveu um comentário sobre ele. Orígenes dá a enten­der que havia dúvidas nos seus dias ("se alguém acrescentar a Epís­tola de Judas", Comentário de Mateus 17:30), mas claramente não participava delas, porque cita Judas como sendo autorizado, e isto com entusiasmo: "E Judas escreveu uma Epístola, extremamente pequena, porém cheia de palavras poderosas e graça celestial" (ibid. x. 17). Além disto, Atenágoras, Policarpo e Barnabé parecem ter citado a Epístola no início do século II, de modo que dificilmente poderia ter sido composta depois do fim do século I. Eusébio a classi­fica entre os livros disputados, e não foi admitida no Cânon sírio anti­go, a Peshitta. A razão não é difícil de ser descoberta. Judas citava escritos apócrifos, e embora nalguns círculos no ocidente isto tendia a dar mais estatura às respectivas obras apócrifas, no oriente esta li­gação com matéria apócrifa foi suficiente para causar a rejeição de Judas. Jerônimo declara este fato. Explica a causa das dúvidas a respeito de Judas como sendo "porque apelou ao Livro de Enoque, apócrifo, como autoridade, a Epístola é rejeitada por alguns. Ainda no fim do século IV, Dídimo de Alexandria tinha de defender Judas contra aqueles que a atacavam porque usava matéria apócrifa." Fica claro que esta era a única razão para a hesitação sentida nalguns luga­res a respeito de Judas. Já em 200 d.C. era aceita nas áreas principais da Igreja Antiga, em Alexandria (Clemente e Orígenes), em Roma (o Cânon Muratoriano), e na África (Tertúliano). Somente na Síria é que havia objeções, e mesmo ali não poderiam ser uníssonas, pois Judas foi aceita nas recensões filoxeniana eharcleana do Novo Testamento.

 

 

 

Clemente de Alexandria diz nas Adumbrações que esta carta foi escrita por Judas, irmão de Tiago, irmão do Senhor.Epifânio diz a mesma coisa, mas o chama de apóstolo também, como fazem muitos dos Pais (Orígenes, Atanásio, Jerônimo, Agostinho). Que os irmãos do Senhor eram frouxamente conhecidos a outras pessoas como sendo apóstolos aparece conforme Gálatas 1:19. Judas, no entanto, não era apóstolo. Apresenta-se como "servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago.'' Não pode haver dúvida a quem se refere. Kümmel resume bem a questão quando escreve: "Como 'irmão de Tiago' é caracteri­zado de modo suficientemente claro. Havia um só Tiago eminente e bem conhecido, irmão do Senhor (Tg 1:1; Gl 1:19; 2:9; 1 Co 15:7). Ju­das, pois, é um dos irmãos de Jesus, o terceiro a ser mencionado em Marcos 6:3, e o quarto em Mateus 13:55. Fora disto, nada sabemos acerca deste Judas." O autor dificilmente poderia ser Judas, o filho (ou irmão) de Tiago (Lc 6:16), um dos Doze, porque o autor desta carta expressamente se desassocia dos apóstolos (17). Nem é prová­vel a sugestão de Streeter, de que foi escrita pela mão do terceiro bispo de Jerusalém que, segundo as Constituições Apostólicas (mas não segundo Eusébio) era Judas. Mas mesmo se este fosse o caso, este tinha um irmão chamado Tiago, e, além disto, um irmão de tal distinção que bastava mencionar seu nome para ele ser identificado? Decerto, é argumento forçado. A carta declara ter sido escrita por Ju­das, irmão de Tiago e, portanto, do Senhor. Esta declaração pode ser substanciada?

 

 

 

Muitos estudiosos a aceitam, notando o colorido profundamente judaico da carta, especialmente o gosto pelos apocalipses judaicos e a estrutura aramaica das frases, com seus tríplices arranjos, junta­mente com o bom grego que se poderia esperar de um nativo da Galiléia bilíngüe. Mayor fez um estudo interessante das afinidades de pensamento e expressão entre as Epístolas de Judas e Tiago, e este, dentro das suas limitações, apóia a atribuição.

 

 

 

Mas por quê, se Judas é o irmão do Senhor, ele não o diz direta­mente? A resposta, tão antiga quanto Clemente de Alexandria, é sua humildade. A igreja chamava Tiago e Judas de irmãos do Senhor (1 Co 9:5), mas eles preferiam pensar em si mesmos como sendo Seus ser­vos, lembrando-se, sem dúvida, que nos tempos do seu próprio convívio com Ele como irmãos, não acreditavam nEle (Jo 7:5). A carta, no entanto, combina autoridade inquestionável com humil­dade pessoal, que é exatamente o que se esperaria de um membro convertido do círculo familiar de Jesus.

 

 

 

Mas Judas poderia ter vivido tempo suficiente para escrever esta carta? Manifestamente vem do fim da era apostólica. A fé apostólica é cristalizada (3), as palavras apostólicas são relembradas (17), e as ad­vertências apostólicas foram cumpridas (18). Esta dificilmente poderia ter sido a situação muito tempo antes de cerca de 70 d.C, embora não haja necessidade de supor, juntamente com Lutero, que o escri­tor "fala dos Apóstolos como sendo ele mesmo um discípulo muito tempo depois". Judas poderia ter sobrevivido até o último quartel do século I? Se Judas fosse um irmão mais jovem de Jesus (conforme sugere sua posição nas listas nos Evangelhos) não haveria dificuldade com esta data, se não fosse uma história registrada, por Hegesipo. Conta-nos que os netos de "Judas, o irmão do Senhor segundo a car­ne", foram trazidos perante o Imperador Domiciano (81-96 d.C.) como revolucionários em potencial (por pertencerem, naturalmente, à linhagem de Davi), mas que foram soltos quando suas mãos calejadas testificaram que eram sitiantes sem aspirações políticas, e quando foi entendido que seu reino era celeste! Hegesipo nos informa que tornaram-sebispos na igreja, e que sobreviveram até os tempos de Trajano (98-117 d.C). Decerto, é argumentado, se Judas teve netos que eram homens maduros nos tempos de Domiciano, ele mesmo deve ter morrido muito tempo antes, cedo demais para ter escrito esta Epístola. J. B. Mayor acaba rapidamente com este ponto de vista: "Judas, como já vimos, era aparentemente o mais jovem dos irmãos do Senhor, e provavelmente nasceu não depois de 10 d.C, se acei­tarmos a data de 6 a.C para a Natividade. Levando em conta a idade jovem em que as pessoas se casavam na Judéia, de modo geral, po­demos supor que tivesse filhos antes de 35 d.C, e netos até 60 d.C. Estes podem ter sido trazidos diante deDomiciano em qualquer ano do reino deste. O próprio Judas, portanto, deve ter tido, desta forma, 71 anos no primeiro ano de Domiciano. Se sua carta fosse escrita em 80 d.C, ele deve ter tido 70 anos de idade, e seus netos, cerca de 20 anos."

 

 

 

As outras objeções contra a autoria desta Epístola por Judas são frívolas. A qualidade razoavelmente boa do seu grego deve surpreen­der apenas aqueles que não têm consciência da extensão da helenização na Palestina no século I, mormente na Galiléia. O fato de que a citação de Enoque no v. 15 corresponde com razoável exatidão à ver­são grega daquela obra não precisa militar contra a autoria por Judas; afinal das contas, ele ouviria a Septuaginta lida todos os sábados na sinagoga. De qualquer forma, não é improvável que a substância de Judas e de 2 Pedro 2 advém de uma origem documentária comum, um tratado catequético contra o falso ensino; neste caso, é bem possível que fosse o catequista desconhecido, e não Judas, que fez esta citação do texto grego de Enoque. Já examinamos o ponto de vista de que a natureza do falso ensino denunciado em Judas indica uma data avan­çada.

 

 

 

Há, pois, muita coisa para apoiar o ponto de vista tradicional de que Judas escreveu esta carta. Se rejeitarmos este fato, seremos re­duzidos à conjectura de que certo Judas desconhecido cujo irmão era um Tiago importante (porém desconhecido!), escreveu a carta, ou te­remos de apelar à pseudepigrafia. E a falta de especificar exatamente quem era este Judas é muito improvável em qualquer destas suposi­ções. No caso da pseudepigrafia, é muito difícil perceber por que uma pessoa tão obscura quanto Judas devesse ter sido escolhida para a atribuição. Era normal escolher alguma pessoa bem conhecida para atribuir a ela a "paternidade" dos escritos pseudepigráficos. Um pseudepígrafo ligado ao nome dalguma pessoa acerca de quem nada mais é conhecido é quase inconcebível.

 

 

 

A conclusão de Barclay é justa. Escreve: "Quando lemos Judas, ela é obviamente judaica; suas referências são tais que so­mente um judeu poderia entendê-las, e suas alusões são tais que so­mente um judeu poderia captá-las. É simples e sólida; e vivida e pictórica. É claramente a obra de um pensador singelo e não a de um teólo­go. Adapta-se à pessoa de Judas, irmão do Senhor. Está ligada ao seu nome, e não poderia haver nenhuma razão para assim ligá-la a não ser que ele realmente a escrevesse."

 

 

 

A ocasião e a data de Judas

 

 

 

Judas escreve sua Epístola com pressa para lidar com um surto de falso ensino acerca do qual acabara de ouvir falar (3,4). Exatamente quando a heresia provocou Judas a escrever este panfleto excitante, não o sabemos. Não há evidências externas para ajudar-nos. Somos reduzidos a ba­sear inferências no conteúdo da própria Epístola. E visto que estas inferências produziram datas que variam entre 60 d.C. e 140 d.C, percebe-se que é uma tarefa precária.

 

 

 

Claramente não tem uma data muito recuada no período neotestamentário. A fé já teve tempo de cristalizar-se e de ser corrompida. As advertências dos apóstolos já tiveram tempo para serem circula­das e comprovadas verídicas (3, 4, 17, 18). Uma vista superficial da Epístola a pronunciaria de data posterior, alegando que o conceito or­todoxo e bitolado da "fé", bem como a referência aos apóstolos como pertencentes a uma era passada, juntamente com as referências ao gnosticismo, marcam a Epístola com os sinais do século II. Ao ser examinado, no entanto, semelhante ponto de vista torna-se difícil de sustentar. Entre outras coisas, os estudiosos hoje em dia têm cons­ciência do crescimento do gnosticismo incipiente dentro do século I, e é muito inseguro utilizá-lo como critério de datação, mormente quando a heresia em epígrafe pode ser demonstrada tão incipiente quanto já vimos que era. Além disto, o escritor não se refere aos apóstolos como pertencentes a uma era passada; simplesmente declara que não era ele mesmo um apóstolo, e conclama seus leitores a se lembrarem das predições dos apóstolos no sentido de que surgi­riam falsos mestres, pois isto realmente ocorreu (daí sua carta). O fato de que Judas refere-se àquilo que os apóstolos disseram ao invés da­quilo que escreveram sugere que ainda estamos nos movimentando dentro do período oral, quando o ensino apostólico era geralmente transmitido pela palavra falada.

 

 

 

Nem sequer a referência à "fé que uma vez por todas foi entregue aos santos'' necessariamente subentende uma data avançada. "A fé" é empregada desta maneira objetiva já em Gálatas 1:23 e Filipenses 1:27. A qualidade incomparável do depósito da fé cristã é fortemente defendida nas Epístolas Pastorais (que muitos estudiosos consideram paulinas, ou pelo menos escritas sob a égide de Paulo). De qualquer maneira, as Epístolas Paulinas reconhecidas como tais deixam claro que a idéia da ortodoxia cristã estava muito bem estabelecida já na década de 50 do século I (ver, p.e., Rm 6:17, Gl 1:8 ss; 1 Ts 2:13; 2 Ts 2:15; 3:6, 14).

 

 

 

Há, pois, pouca coisa como fundamento nesta questão da data. Se Judas fez uso de 2 Pedro, este fato fixa uma data recuada para este escrito, e torna provável uma data pouco depois para Judas. Se, con­forme a maioria dos estudiosos pensa, 2 Pedro empregou Judas, isto também contribui para uma data de Judas bem dentro do século I a fim de adaptar-se à atestação externa de 2 Pedro. Se as duas Epístolas fizeram uso independente de uma origem documentária em comum, isto também argumenta em favor de uma data recuada ao invés de avançada, quando, então, tais "folhetos" apostólicos talvez tenham perecido. Se, conforme Bigg improvavelmente pensava, Judas foi um meio-irmão de Jesus, mais velho do que Ele, é improvável que tenha vivido além de cerca de 65 d.C, e, como conseqüência, uma data pouco antes daquela seria necessária se ele a escreveu. Mas se, con­forme é muito mais provável, Judas era um meio-irmão mais jovem de Jesus (na realidade, o filho mais jovem de José e Maria), então ele po­deria muito bem ter vivido até a década de 80, e ter escrito sua carta em qualquer tempo nos dez ou quinze anos anteriores.

 

 

 

Não temos, infelizmente, qualquer maneira de saber a quem Ju­das estava escrevendo. A carta dele não era uma epístola geral, mas, sim, foi escrita a pessoas que conhecia numa situação específica (3-5, 17, 18, 20). Ele é claramente um judeu pessoalmente, mas isto não quer dizer que seus leitores o sejam. Mesmo assim, as probabilida­des, por tênues que sejam, apontam naquela direção. Pressupõe seu conhecimento da literatura judaica intertestamental e da literatura apócrifa. Fala da "nossa comum salvação", que serviria tanto para leitores judaicos quanto para gentios. Se Judas, irmão de Tiago, fosse realmente o autor, é provável que, como seu irmão, teria se tornado especialmente responsável pela missão cristã judaica. Do outro lado, a linguagem de Judas sugere a familiaridade com o ensino paulino, e bem pode ser que Wand, Harrison e Guthrie tenham razão em ver Antioquia como um destino provável. Fica dentro da áreapalestiniana, dentro da qual Tiago, e, portanto, possivelmente Judas, se confinava; consiste em cristãos judaicos e gentios; além disto, vários dos apósto­los ministravam ali, o que daria um sentido real ao v. 17. A certeza, naturalmente,é impossível; há evidências inadequadas para se ba­sear nelas um julgamento bem considerado.

 

 

 

O uso feito por Judas dos livros Apócrifos

 

 

 

Não pode haver dúvida de que Judas conhecia e fez uso de pelo me­nos dois escritos apócrifos, a Assunção de Moisés eo Livro de Enoque, e provavelmente doutros também, tais como o Testamento de Naftali no v. 6, e o Testamento deAser no v. 8.

 

 

 

Judas cita Enoque livremente. É um livro apócrifo longo, prova­velmente composto em períodos diferentes, desde o século I a.C. até o século I d.C. Judas cita Enoque 1:9 no v. 15, quase palavra por pala­vra. No v. 14 chama Enoque "o sétimo depois de Adão," descrição esta que ocorre em Enoque 40:8, e há muita coisa em Enoque que é usada na descrição que Judas fez dos anjos caídos nos vv. 6 e 13.

 

 

 

A dependência de Judas da Assunção de Moisés (v. 9) não é me­nos certa. De fato, é abertamente asseverada por Orígenes, Cle­mente e Dídimo, que conheciam o livro, que agora existe so­mente em fragmentos: provavelmente foi escrito bem no começo do século 1 d.C. Tanto a Assunção quanto Enoque eram altamente esti­mados na Igreja Primitiva, mas não temos meios de saber se Judas considerava canônicos estes livros. Cita-os como sendo relevantes para a situação para a qual escreve, e bem conhecidos tanto a ele quanto a seus leitores. E surpreendente que os escritores neotestamentários aludem tão raramente à vasta massa de matéria extra-canônica que estava circulando no século I. Paulo faz alusão ao midraxe rabínico sobre a Rocha em 1 Coríntios 10:4; o autor de Hebreus freqüentemente ecoa as obras de Filo; em 2 Timóteo 3:8 somos in­formados que Janes e Jambres eram os mágicos que desafiaram Moi­sés diante de Faraó (um trecho de haggadah baseado em Êx 7:11 e achado em vários escritos extracanônicos). De modo semelhante, a instrumentalidade dos anjos em dar a lei (Gl 3:19; Hb 2:2), e as decla­rações em At 7:22; Tg 5:17 e Hb 11:37, todas se referem a matéria apócrifa.

 

 

 

Isto não nos deve assustar. "Não temos o direito de supor que a inspiração ergue um escritor para a posição intelectual de um histo­riador crítico", escreveu Plummer. "São Judas provavelmente acreditava na história acerca da disputa entre Miguel e Satanás. Mas mesmo se soubesse que era um mito, poderia facilmente usá-la como um argumento ilustrativo, visto que era tão familiar aos seus leito­res." Paulo não tem objeções contra o uso de um poeta pagão desta maneira (At17:28; 1 Co 15:32, 33; Tt 1:12). Chaine faz a observação de que crer na revelação não implica em uma mente tábua rasa para tudo o mais. Um homem inspirado pode muito bem usar as idéias contemporâneas que não eram contrárias à revelação.

 

 

 

Uma coisa curiosa aconteceu a respeito do uso feito por Judas desta matéria apócrifa. De início, alguns destes escritos foram aceitos porque levavam o carimbo da aprovação de Judas. Destarte, Cle­mente de Alexandria escreve: "com estas palavras ele corrobora o profeta" (i.e., Enoque), e, outra vez: "aqui confirma a Assunção de Moisés", e tanto Tertuliano quanto Barnabé consideravam estes livros como sendo Escritura. Mais tarde, porém, mudou-se o clima, e ficou sendo aparente quanto perigo havia no uso irrestrito da matéria apócrifa. Os Apócrifos e suas "fábulas blasfemas" foram atacados por Agostinho e Crisóstomo. Não somente era insufi­ciente a autoridade de Judas para salvar os escritos apócrifos, como também o próprio Judas foi sujeitado a suspeita, e o que Dídimo de Alexandria tinha de pedir que a citação por Judas de livros apócrifos não fosse contada contra ele.

 

 

 

Bibliografia M Green,comentário bíblico novo testamento

 

 

esboço

 

I. Introdução vv. 1-2

 

II. O objetivo desta epístola vv. 3-4

 

III. Advertências contra os falsos mestres vv. 5-16

 

A. anteriores fracassos vv. 5-7

 

1. A exemplo de algumas israelitas v. 5

 

2. A exemplo de certos anjos v. 6

 

3. A exemplo de certos pagãos v. 7

 

Falhas B. Presente vv. 8-16

 

1. A natureza do erro vv. 8-9

 

2. A gravidade do erro vv. 10-13

 

3. As conseqüências do erro vv. 14-16

 

IV. Exortação à vv fiéis. 17-23

 

A. O lembrete para lembrar aviso vv dos apóstolos. 17-19

 

B. A instrução positiva dos leitores vv. 20-23

 

V. vv Conclusão. 24-25

 

FONTE BIBLIA LUMINIA

 

 

                   AS CARTAS DE JOÃO E O LIVRO DO APOCALIPSE

 

                           COMEÇAMOS PELAS CARTAS DE JOÃO N.1

 

                                            Antecedentes Históricos

 

Esta epístola não contém o nome de seu autor, mas a partir de sua história desde muito cedo a igreja acreditava que o apóstolo João escreveu. Vários escritores antigos que se refere a este livro como a escrita de John. [1] Apesar de críticos modernos desafiaram essa visão, eles não destruiu. Também não há qualquer referência a que os primeiros destinatários desta epístola eram ou de onde eles viviam que não eram cristãos (2:12-14, 21; 5:13). Eles podem ter sido os líderes das igrejas (2:20, 27). De acordo com a tradição da igreja primitiva John ministrado em Éfeso, a capital da província romana da Ásia, por muitos anos depois que ele deixou a Palestina. Sabemos que ele sabia que as igrejas e cristãos em que província romana bem de Apocalipse 2 e 3. Talvez seus leitores viveu naquela província. Os falsos mestres e ensinamentos a que aludiu sugerem que João escreveu sobre condições que existiam na Ásia: o judaísmo, o gnosticismo, docetismo, os ensinos de Cerinto (a gnóstica proeminente), e outros. Explainations destes seguirá na exposição. Estas filosofias estendido para além da Ásia, mas eles estavam ali presentes durante a vida de John.

 

Este é um dos mais difíceis de todos os livros do Novo Testamento até à data. Uma das poucas referências no livro que pode nos ajudar a data é 02:19. Se João quis dizer que os falsos mestres se tinha retirado entre os apóstolos, uma data na década de 60 parece possível. Isso pode colocá-lo sobre AD 60-65, antes das revoltas judaicas de 66-70 dC espalhou os judeus da Judéia. Neste caso, John pode ter escrito a partir de Jerusalém. [3] No entanto, muitos estudiosos conservadores acreditam que João escreveu esta epístola muito mais tarde, entre cerca de 85 e AD 97, quando ele evidentemente escreveu o Evangelho de João (ca. 85-95 AD) eo Livro do Apocalipse (ca. AD 95-96). [4] Eu prefiro uma data na década de 90 após a escrita do Evangelho de João que 1 João parece supor. [5] Tendo em conta a natureza ea conclusão do livro de Apocalipse, o que parece ser a palavra de revelação final de Deus para a humanidade, acho que John provavelmente compôs suas Epístolas antes desse livro. Então, uma data para um João no início dos anos 90, AD 90-95, parece mais provável para mim.

Desde que John ministrado e em torno de Éfeso no final de sua vida, Éfeso parece ser o lugar mais provável a partir do qual ele escreveu esta epístola. "O escritor de 1 João estava se dirigindo, portanto, uma comunidade, composta por uma série de casas-igrejas e em torno de Éfeso. . ., Que foi dividido em três formas. Ela consistia das seguintes: (a) Os cristãos joaninos que estavam comprometidos com o evangelho apostólico de Jesus, pois tinha recebido; (b) os membros hereticamente inclinados de um fundo judaico; (c) seguidores heterodoxas de um helenístico (e / ou pagãos) fundo. Os problemas relacionados com os dois grupos "heréticas", (b) e (c), foram principalmente teológica e (por extensão) ético; apesar de dificuldades conexas respeitantes escatologia e pneumatologia pode ter estado presente também (ver em 2:18 e 4:01 ...)"Para completar a imagem, deve notar-se que a vida da comunidade joanina foi marcada pela presença de um quarto grupo de pessoas: os secessionists. Considerando que os membros dos três primeiros grupos podem ser encontradas dentro do círculo de João, os separatistas anti-cristãs começaram a romper com ele. Estes foram hereticamente adeptos inclinadas da comunidade joanina. Em alguns casos eles podem ter sido genuíno, se desinformados, crentes. Mas em outros casos, eles talvez nunca pertenceu corretamente para a igreja de John (embora eles achavam que fez), porque eles nunca realmente pertencia a Deus (ver em 1 João 2:18-19;. Cf também 2:22-23) ".

 

Quando aceitamos a Cristo como nosso Salvador, nos tornamos filhos de Deus e passamos a usufruir a vida eterna pela graça dEle (Jo 5.24).Todos os que têm essa confiança, reconhecem a Jesus como seu Senhor e Salvador, amam a Deus, obedecem aos seus mandamentos e não vivem a pecar de forma consciente e voluntária (Gl 2.20). Estas são algumas das facetas da vida cristã, abordadas na primeira carta de João (1 Jo 5.13). Todo cristão, ao ler esta carta, se sente amado por Deus e seguro pela obra da eterna redenção consumada por Jesus Cristo (2 Co 5.17).

 

 

 

 ENTENDENDO A CARTA DE JOÃO, O APÓSTOLO

 

 

 

Diferente das epístolas escritas pelo apóstolo Paulo, a primeira carta de João não começa nem termina com saudações. Ela também se distingue pelo conteúdo, enriquecido pelas experiências espirituais do autor (1 Jo 1.1-4). Não poderia ser diferente, uma vez que foram três anos de ininterrupta convivência e aprendizagem ministerial com o Mestre. Isto a torna um dos livros da Bíblia mais instrutivos e edificantes para o cristão.

 

 

 

                                 CONHECENDO O AUTOR DA CARTA

 

 

 

João, filho de Zebedeu. É o mesmo que escreveu o Evangelho que leva o seu nome (Jo 20.20; comparar 1 Jo 1.1; 5.7 com Jo 1.1), a epístola que vamos estudar neste trimestre e o livro de Apocalipse. Dentre os discípulos de Jesus, foi o mais íntimo (Jo 20.2; 21.20). Algumas peculiaridades comprovam este fato:

 

a) João compartilhou dos momentos mais difíceis de Jesus (Mc 14.33,34);

 

b) Foi o único dos discípulos que permaneceu, até ao fim, ao pé da cruz (Jo 19.25,26);

 

c) Três dias após o sepultamento do Mestre ele foi ao sepulcro em busca do corpo do seu amigo Jesus, que já não estava lá (20.2).

 

Por tudo isso, mais tarde, entende-se porque Paulo o considera como uma das colunas da igreja (Gl 2.9).

 

 

 

 Um autor com uma característica singular. João consegue demonstrar em suas cartas que foi transformado pelo amor de Deus, o Pai (Jo 3.16), e de seu Filho, Jesus Cristo (Jo 15.13). O apóstolo reconhece no amor do Eterno pela humanidade a essência da vida cristã e do autêntico cristianismo. É isso que se espera ver no comportamento de todos os que foram alcançados pelo evangelho de Cristo Jesus (2 Jo 5,6).

 

A verdade de Deus deve ser dita sem rodeios, entretanto, é preciso fazê-lo com amor (Ef 4.15). Esta é outra característica singular de João, ele apresenta verdades incontestáveis e doutrinárias, mas sempre dosadas com amor. Motivado por este atributo de Deus, João mostra o resultado dos que desobedecem às Santas Escrituras (1 Jo 1.10; 2.11,28; 3.14b). Elas são como uma lâmpada através da qual o cristão enxerga e entende para onde está caminhando (Sl 119.105). Contudo, não basta ler e entender a Bíblia Sagrada, é necessário ser membro do Corpo de Cristo, a sua Igreja (Mt 16.18), e submeter-se ao seu pastor local para cuidar do seu crescimento e aperfeiçoamento espirituais (Ef 4.11-13).

 

 

 

                          O PROPÓSITO DA CARTA DE JOÃO

 

 

 

Os escritos de João têm como propósito apresentar o Senhor Jesus Cristo como a manifestação do amor de Deus. Outro objetivo é fazer os irmãos saberem, com certeza, que os que crêem no nome do Filho de Deus, têm a vida eterna (1 Jo 5.13; Jo 1.12). Naqueles dias surgiram na grande cidade de Éfeso e região, área sobre a qual o apóstolo exercia seu ministério pastoral, muitos enganadores que, através de falsas doutrinas, intentavam induzir os crentes ao erro, razão pela qual João escreveu as três cartas (1 Jo 2.19,26; 3.2; 2 Jo v.7). Surgiram "anticristos" (1 Jo 2.18), mentirosos (2.22), e falsos profetas (4.1), contudo, João expôs a hipocrisia de todos esses e confirmou a fé dos autênticos crentes.

 

 Erro concernente a Cristo. João acusa os hereges de afirmarem “ter” o Pai, mas negar o Filho (2.22-24). Eles ensinavam que Jesus era apenas um homem, filho natural de José e Maria. Em outras palavras, eles não criam em Cristo como o Deus encarnado. Não reconhecer a encarnação de Cristo é negar as profecias do Antigo Testamento e a mensagem do seu cumprimento em o Novo (Is 7.14; 9.6; Jo 1.1,14). Ao dizer que Jesus é o Cristo prometido, João está afirmando que Ele é o Deus encarnado cujo sacrifício resgatou-nos da maldição do pecado. Não considerar esse fato é negar a expiação por Cristo, o Filho de Deus (Is 53.4-10; Jo 4.25,26; 6.69; Mc 15.39). Inclusive, o apóstolo afirmou que a negação deste fato era uma das formas de identificar os “falsos espíritos” (1 Jo 4.3).

 

 Auto-engano moral. Os princípios de comportamento e doutrina desses hereges eram totalmente enganosos, pois ensinavam que o corpo é apenas o invólucro do espírito, de maneira que seu comportamento não compromete o aspecto espiritual, ou seja, nada do que a pessoa faz através do corpo pode prejudicar o espírito. O apóstolo previne os cristãos contra este erro e ensina que quem comete pecado é do Diabo, porque o Adversário peca desde o princípio. Entretanto, ele também ensina que o Filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do Diabo (3.8,9).

 

Ainda hoje há pessoas que se enganam com a falsa premissa de que Deus quer apenas o coração. Não só o apóstolo João, mas Paulo também lutou contra uma falsa doutrina semelhante. Ele nos adverte: o corpo é o templo do Espírito (1 Co 6.19; cf 1 Co 3.16), e seremos julgados por tudo o que fizermos por meio do corpo, bem ou mal (2 Co 5.10). A Bíblia adverte ainda que, para a vinda do Senhor, devemos manter irrepreensíveis espírito, alma e corpo (1 Ts 5.23).

 

Jesus com ênfase alertou uma mulher pecadora trazida à sua presença e um paralítico curado sobre “não pecar mais” (Jo 8.11; 5.14), demonstrando-nos que espera um santo viver de quem o aceita como Salvador. O apóstolo João destaca muito bem no capítulo 1, versículos 7 a 10 de sua primeira epístola, a correta atitude do crente em relação ao pecado. O crente não é impecável, mas ele pode triunfar e vencer o pecado, por Nosso Senhor Jesus Cristo (1 Jo 1.7,9; Rm 8.2; 6.12-14). “Meus filhinhos estas coisas vos escrevo, para que não pequeis: e se alguém pecar, temos um advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo” (1 Jo 2.1).

 

 A auto-exaltação espiritual. Esses heréticos a que se refere João se apresentavam como os homens mais entendidos nos mistérios de Deus e tentavam desviar os irmãos efésios das verdades divinas, com falsas revelações extraordinárias e antibíblicas (4.1-3). Como ocorreu no passado, nos dias atuais o espírito maligno do engano continua agindo através dos que se auto-intitulam concessionários de novas verdades doutrinárias, como se a Bíblia não contivesse tudo que o homem necessita para obter a sua salvação e viver uma vida plena em Cristo Jesus (Rm 5.20). Nestes seus últimos dias na terra, a Igreja deve estar atenta a esta investida satânica de falsas doutrinas (1 Tm 4.1,2; 2 Co 11.13-15; 2 Tm 3.1-5). Ela deve andar embasada somente na verdade que é a Palavra de Deus - as Sagradas Escrituras. 

 

 

 

A visão panorâmica da presente lição realça a importância desta carta do apóstolo João que, como toda a Bíblia, é sempre atual. Ela vem ao encontro das necessidades da Igreja de todas as épocas, principalmente a do presente momento, que vem sendo atacada pela oferta de coisas terrenas, cujos valores são ilusórios e passageiros se comparados às riquezas espirituais e eternas que já temos recebido de Deus por meio de seu Filho. Cada cristão deve, além de estar em contato permanente com a Palavra de Deus - condição básica para manter-se fiel até a volta de Cristo -, permanecer na luz e cultivar o seu amor pelos irmãos.

 

 

 

"Teologia dos Escritos Joaninos".A teologia joanina, em essência, é cristológica. A pessoa de Jesus Cristo está no centro de tudo que o apóstolo escreve. Quer no Evangelho de João, com sua ênfase única na Palavra de vida em meio à controvérsia do cisma da Igreja, quer em Apocalipse, com suas visões doCristo exaltado (Ap 1.12-16) e de seu triunfo final, o principal objetivo do apóstolo é explicar a seus leitores quem Jesus é. Inevitavelmente, a tentativa de discutir a teologia dos escritos joaninos dividindo-os entre as categorias tradicionais da teologia sistemática (por exemplo, antropologia, soteriologia, pneumatologia, escatologia) gera algumas distorções, pois João não organizou seu material de acordo com essas linhas. Ao contrário, ele tinha um foco central, Jesus Cristo. Muito do que João escreveu a respeito de Jesus, em especial, no Evangelho e nas três epístolas, foi temperado por anos de reflexão e experiência cristã, mas Cristo está sempre no centro. Todavia, isso não quer dizer que João não fala nada sobre antropologia, soteriologia, pneumatologia ou escatologia. Isso só quer dizer que tudo que ele diz sobre esses tópicos e outros está quase sempre relacionado à sua ênfase cristológica" (HARRIS W. H. In ZUCK, R. B. (Ed.) Teologia do Novo Testamento. RJ: CPAD, 2008, p.187).

 

 

 

 

 

As expressões utilizadas por João no trato com as suas ovelhas - “Filhinhos” -, podem oferecer uma falsa impressão sobre esse homem, que foi considerado por Paulo como uma das colunas da Igreja (Gl 2.9). É possível que alguém o ache fleumático “por natureza” e, assim, pense que era fácil ser “amoroso”. Não obstante, não se pode perder de vista o fato indiscutível de que este mesmo homem, que é carinhosamente tratado pelos cristãos de “apóstolo do amor”, já foi chamado pelo próprio Senhor Jesus Cristo, juntamente com seu irmão Tiago, de “Filhos do Trovão” (Mc 3.17). No episódio narrado pelo evangelista Lucas, em que o Senhor e os seus discípulos estavam de viagem para Jerusalém, o caminho alternativo para encurtar a rota levava-os a passar justamente por Samaria (Lc 9.51-56). Devido à animosidade que havia entre os samaritanos e judeus, os discípulos que precederam o Senhor não foram recebidos. A reação dos “Filhos do Trovão” foi não somente intempestiva e arbitrária, como odiosa e vingativa: “Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu e os consuma, como Elias também fez?” (Lc 9.54). Esse comportamento não se parece em nada com o João amoroso das epístolas. éa mesma pessoa, entretanto, há uma diferença: aquele era o João carnal, querendo fazer justiça com as próprias mãos, e o das epístolas é o homem que nasceu de novo e foi transformado pelo Senhor Jesus Cristo.

 

 

 

esboço

O esquema a seguir reflete a estrutura de um discurso típico deliberativo que era comum no mundo de John

I. Introdução: o objetivo da epístola 1:1-4

II. Viver na luz da comunhão com Deus 01:05-02:11

A. Manter-se no caminho, caminhando na luz de Deus 01:05-02:02

B. Atingindo o objetivo de conhecer o Deus da luz 2:3-11

III. Inimigos Resistir 2:12-27

A. apreciando avanços espirituais 2:12-14

B. Reconhecendo adversários espirituais 2:15-27

1. Resistindo ao mundo 2:15-17

2. Resistindo os anticristos 2:18-27

IV. Viver na expectativa de o tribunal de Cristo 02:28-04:19

A. Abiding para enfrentar com confiança Cristo 02:28

B. Aprender a ver os filhos de Deus 2:29-3:10 um

C. Aprender a ver o amor cristão 3:10 b-23

1. Que o amor não é 3:10 b-15

2. Que amor é 3:16-18

3. Que amor não para os crentes 3:19-23

D. Aprender a ver o Deus de amor 3:24-04:16

1. Habitação de Deus afirmou 3:24

2. Espírito de Deus reconheceu 4:1-6

3. Habitação de Deus reconhecido 4:7-16

E. Ter ousadia o tribunal de Cristo 4:17-19

V. Aprender a viver obedientemente 4:20-5:17

A. O significado do amor fraterno 4:20-05:03 um

B. O empoderamento do amor fraterno 5:03 b-15

C. As conseqüências do amor fraternal 5:16-17

VI. Certezas cristãs 5:18-21

 

 

                                          CARTA DE JOÃO N.2

 

                                                       introdução

 

                                             Antecedentes Históricos

 

O Escritor se identificou Como "o ancião" (v. 1). Os Escritos dos Pais da Igreja primitiva atribuir a autoria Desta Epístola AO Apóstolo João. Os Primeiros cristãos comumente reconhecido Como "o ancião" vista em. Poderíamos esperar that John parágrafo descrever a si MESMO Como "o apóstolo", Como Paul costumava Fazer, Uma Vez Que Este E hum carga de Maior Autoridade que Opaco Velho. No entanto, o Apostolado de João Localidade: Não era passível de impugnação Como Paulo was. Localidade: Não HÁ Evidência de Que OS Primeiros cristãos questionou Como fizeram Apostolado de Paulo. Era "Elder" um Título Mais carinhoso, e elementos, Sem Dúvida, representou o Papel de John empreendedorismo como Igrejas, Pelo Menos Localidade: Não oficialmente, se Localidade: Não oficialmente. He was, provavelmente, um Homem Mais Velho, Neste Momento also.

"Ao Contrário de 1 João, 2 e 3 João se enquadram na categoria de Cartas Pessoais".

A Identidade fazer destinatario UO Destinatários Desta Epístola ESTA los Questão. Alguns estudiosos TEM Concluído Opaco João escreveu um UMA senhora Específico e SEUS Filhos (v. 1). [2] Destes Intérpretes alguns acreditam Que o Nome Dela era Eklekta (da Palavra grega eklekte significa "escolhido", v 1). Isto É Improvável parece, não entanto, o Porque John also Chamado Irmã Desta senhora eklekte nenhum versiculo 13. OUTROS Que acreditam Que elemento escreveu parágrafo UMA senhora Específico TEM sugerido Que o Nome Dela era Kyria (a Palavra grega traduzida Como "senhora", v 1). No entanto, parece Isto É Improvável, tendão los Conta a Morada do plural John USADO nenhum verso Demasiado 8. A (cf. 1 Ped 5:13). Explicação Mais provável E Opaco João personificada UMA Igreja Específico local, Como UMA senhora E os cristãos Nele Como SEUS Filhos. [3] Essa Visão se harmonização com uma personificação da Igreja Como Noiva de Cristo (Ef 5:22-23;. 2 Coríntios 11:02;. Rev. 19:07). Arena from fazer Ministério de João was a Ásia Menor, um Ser UMA Probabilidade de Este Igreja Naquela Província Romana e bom.

 

Como CONDIÇÔES existentes na Igreja Opaco João abordados São Muito semelhantes EAo Que elemento referido los SUA Primeira Epístola. Portanto, o ritmo de Composição parece ter Sido Muito Próximo daquele de hum John: AD 90-95. Éfeso parece Ser o provável local de fazer Mais Que João escreveu letras.

 

esboço

I. Introdução vv. 1-3

II. A importancia fazer vv Verdade. 4-11

A. Praticando o vv Verdade. 4-6

B. Proteger o vv Verdade. 7-11

III. Vv Conclusão. 12-13

O seguinte E hum bom Esboço expositivo do Livro. [4]

A UMA Verdade gera Comunidade Cristã Exclusivo (vv. 1-3).

A Verdade Exige UMA Ética Cristã distintiva (vv. 4-6).

Um envolvem o Verdade uma doutrina Cristã proposicional (v. 7).

A Verdade requer Vigilância Cristã incessante (vv. 8-11).

 

 

                                       CARTA DE JOÃO N.3

 

                                         introdução

 

                            Antecedentes históricos

 

Terceiro John é provavelmente a letra mais pessoal no Novo Testamento. A maior parte das epístolas originalmente foi, é claro, para as igrejas ou grupos de cristãos. Primeiro e 2 são ambos John deste tipo. As Epístolas Pastorais, enquanto enviados a indivíduos específicos, ou seja, Timóteo e Tito, estavam obviamente escrito com uma grande circulação em mente também. Filemom, também, dá provas de que Paul destina seu destinatário para compartilhá-lo com a igreja que se reunia em sua casa. Terceiro John também tem um valor universal, e os primeiros cristãos reconheceram que beneficiaria toda a igreja cristã. No entanto, o conteúdo desta carta é mais pessoal.

". . . 3 João mostra a independência de convenções epistolares encontrados em outras partes do NT (incluindo 2 João), e mais se conforma com o padrão secular de carta escrita no século I dC. . . Em 3 João o que inclui uma saudação com um desejo de saúde; e expressão de alegria com a notícia do bem-estar do destinatário; o corpo da carta, que contém a promessa de outra epístola; e, no fim, os cumprimentos de e para amigos em comum (cf. os papiros). "

O autor era, evidentemente, o apóstolo João que se identificou como "o ancião" aqui (v. 1), como fez em 2 John. O impressionante semelhança em conteúdo, estilo e terminologia nestas duas epístolas confirma a antiga tradição que João escreveu os dois.

 

Como não há evidência interna a respeito de onde Caio morava, a maioria dos intérpretes tê-lo colocado na província romana da Ásia, o destino mais provável de 1 e 2 de John. Seu nome era comum no mundo grego. Outros Gaiuses mencionados no Novo Testamento incluem o homem Paulo batizou em Corinto (.. 1 Cor 1:14; talvez o mesmo como anfitrião de Paulo em Corinto, Rom 16:23), companheiro macedónio de Paulo em sua terceira viagem missionária (Atos 19: 29), e Gaio de Derbe (Atos 20:04). Nenhum desses Gaiuses viveu na província da Ásia, no entanto, nem quando João escreveu, tanto quanto sabemos.

O processo de estabelecimento de uma data para a escrita de 3 João foi dedutivo também. Provavelmente João escreveu esta carta quase ao mesmo tempo, ele escreveu 1 e 2 de John, AD 90-95, e de Éfeso.

"A linguagem de 3 João sugere que é, em parte, uma carta de recomendação para Demetrius (3 João 12), que é, aparentemente, o mensageiro de que, juntamente com 2 João (e, talvez, um John também ...)" [2]

esboço

 

I. Introdução v. 1

II. Defender a verdade com amor vv. 2-12

A. Comenda de Gaius 'amor vv. 2-4

B. Incentivo para apoiar aqueles que proclamam a verdade vv. 5-10

C. Exortação para continuar este apoio em Demetrius 'caso vv. 11-12

III. Vv Conclusão. 13-14

 

                                            LIVRO DE APOCALIPSE

 

introdução

 

Antecedentes históricos

 

Os versos de abertura do Estado livro que "John", escreveu ele (1:1, 4, 9,. Cf 22:08). Desde o primeiro século até os dias atuais quase todos os estudiosos ortodoxos concluíram que isso significa que o apóstolo João [1]:. Um comentário exegético, pp 2-19; e John F. Walvoord, A Revelação de Jesus Cristo, pp 11-14 para uma discussão mais aprofundada da autoria.

 

Duas exceções notáveis ​​foram Lutero e Zwingli. Hoje muitos estudiosos que aceitam a inspiração divina do livro acreditam que o apóstolo João escreveu. Outros, é claro, acredito que algum outro João escreveu o livro. , p. LVI.

Alguns dos pais da igreja primitiva (Clemente de Alexandria, Eusébio, Irineu, e Vitorino) escreveu que o apóstolo João experimentou o exílio na ilha de Patmos, durante o reinado de Domiciano (1:9). [3]. Para um resumo desta tradição, consulte ISBOA T. Beckwith O Apocalipse de João, pp 366-93; George Eldon Ladd, um comentário sobre o Apocalipse de João, p. 8; e Raymond E. Brown, O Evangelho Segundo João, 1: lxxxviii-xcii.

Eles escreveram que o governo permitiu que John para voltar a Éfeso depois deste imperador morreu. Domiciano morreu em AD 96. Consequentemente, muitos intérpretes conservadores data da escrita deste livro perto AD 95 ou 96. Kenneth Gentry argumentou que João escreveu o Apocalipse, no final dos anos 60. [4] Vários escritores têm refutado essa visão preterista. [5]

"Talvez mais do que qualquer outro livro do NT, o Apocalipse apreciado ampla distribuição eo reconhecimento precoce". Onde foi que John começa a revelação de que ele escreveu este livro? Ele disse que recebeu de Jesus Cristo através da mediação angelical (1:1). A maior parte dos detalhes desta revelação foram, sem dúvida novo para John. No entanto, existem notáveis ​​paralelos entre esta revelação e ensino do Senhor Jesus no Sermão do Monte (Mateus 24-25, Marcos 13, Lucas 21). O livro do Apocalipse claramente constrói sobre essa base e expõe-lo. [7] As seções apocalípticas de certos livros do Antigo Testamento, particularmente Daniel, Isaías, Ezequiel, e Salmos-conter ex-revelação que Deus deu a Seus profetas sobre o fim dos tempos. John também aludiu muitas vezes em Êxodo, Deuteronômio, Jeremias e Zacarias. Um estudioso afirmou que 278 dos 404 versos de Apocalipse contêm referências ao Antigo Testamento. [8] do Reino Sociedade Bíblica grego do Novo Testamento apresenta mais de 500 passagens do Antigo Testamento. [9] Com todas estas alusões, no entanto, não há citações formais do Antigo Testamento. A revelação de que Jesus deu no Sermão do Monte e depois para John em suplementos Patmos que anteriormente revelação.

"Jesus em Seu [Olivet] discurso foi claramente antecipando o que Ele era mostrar John com muito mais detalhes de mais de seis décadas depois, aqui na ilha de Patmos". , pp 53-54.

 

 

                                          APOCALIPSE, O LIVRO PROFÉTICO DO NT

 

                                     Tema do Apocalipse 

 

 

“O Livro de Apocalipse pertence à categoria geral da literatura apocalíptica. A expressão literatura apocalíptica, no entanto, desagrada a alguns estudiosos por causa de sua ambiguidade. A própria expressão está baseada na palavra grega que significa ‘revelação’ (apokalypsis). Um apokalypse é uma revelação recebida através de uma visão, de um sonho, de uma viagem celestial ou (em alguns casos) de um mensageiro angelical. Acompanhando esse conceito, o livro de Apocalipse é um apokalypse, isto é, contém uma série de visões (Ap 9.17; 13.1; 21.2; 22.8), uma viagem celestial (4.1) e um mensageiro angelical (1.12ss; 10.1,8,9; 17.3,7,15; 22.8,16). Contém, também, uma escatologia apocalíptica, como aparece em uma série de outras passagens bíblicas (por exemplo: Is 24-27; 55-66; Ez 37-48; Dn 7-12; Jl [1 - 3]; Zc 14; Mt 24; Mc 13), mas o termo é demasiadamente controvertido e complicado para que possa ser definido através de uma ou duas frases.

 

 A escatologia apocalíptica parece surgir em momentos de grande tensão social [...]. A escatologia apocalíptica é uma tentativa de restaurar ou manter [...] [uma] visão global à luz (ou nas trevas!) de um mundo em rápida transformação” (ARRINGTON, F. L.; STRONSTAD, R. (Eds.). Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento. 1.ed., RJ: CPAD, 2003, pp.1824,25).

 

O próprio autor declina o tema do Apocalipse: “Revelação de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer” (Ap 1.1). “Composto por uma série de visões, imagens, símbolos e figuras, o Apocalipse revela os conflitos do povo de Deus e a sua vitória final sobre o império das trevas. E conclui, mostrando os redimidos a desfrutar de todas as eternas bem-aventuranças” (Dicionário de Profecia Bíblica, CPAD).

 

Divisões do Apocalipse. Assim podemos distribuir o conteúdo do livro: 1) “As coisas que tens visto”: a visão do Cristo glorificado no meio dos sete candelabros (cap. 1); 2) “as que são”: as cartas enviadas por Jesus, por intermédio de João, às sete igrejas da Ásia Menor (caps. 2 e 3); 3) e as coisas “que depois destas hão de suceder”: a ascensão do Anticristo, a Grande Tribulação, o Milênio, o Julgamento Final e a inauguração da Jerusalém Eterna e Celeste (caps. 4-21).

 

No Dicionário de Profecia Bíblica (CPAD), encontramos outras informações acerca da estrutura do Apocalipse: “O conteúdo do livro pode ser dividido em oito partes: 1) As sete cartas às igrejas da Ásia Menor (1-3); 2) Os sete selos (4.1 a 8.1); 3) As sete trombetas (8.2 a 11); 4) As sete figuras simbólicas - a mulher vestida de sol, o dragão, o menino, a besta que saiu do mar, a besta que se levantou da terra, o Cordeiro no monte Sião e o Filho do Homem sobre a nuvem; 5) O derramamento das sete taças (15, 16); 6) A condenação eterna dos ímpios (17-20); 7) As glórias da Nova Jerusalém (21-22.5); 8) Epílogo (22.6-21)”.

 

 Objetivos do Apocalipse. João escreveu o Apocalipse, tendo em vista: 1) corrigir as distorções doutrinárias e desvios de conduta das igrejas da Ásia Menor; 2) consolar os santos que eram impiedosa e duramente perseguidos pelas autoridades romanas; 3) mostrar aos santos o que haveria de acontecer nos últimos dias; e: 4) alertar-nos quanto à brevidade e urgência da vinda do Senhor.

  

                                           A LEITURA DO APOCALIPSE 

 

 A produção de livros no período do Novo Testamento. O livro, na época de João, era um produto dispendioso e caro. Trabalhando cada obra artesanalmente, os escribas, sempre ciosos de sua profissão, cobravam pelo serviço um preço nada módico. Somente os ricos podiam sonhar com um livro à cabeceira.

 

 A leitura das Escrituras Sagradas. Na maioria das congregações, havia apenas um exemplar das Sagradas Escrituras. Para que todos fossem edificados, um oficial da igreja punha-se a ler a Palavra de Deus, enquanto a irmandade ouvia-o reverente e atentamente. Por isso a recomendação do Cristo: “Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo” (Ap 1.3).

 

 A liturgia da Palavra. Embora tenhamos amplo acesso à Bíblia Sagrada, voltemos à liturgia da Palavra. Leiamos os profetas, ouçamos os apóstolos. Nesse ensejo, sugiro a leitura integral do Apocalipse, em voz alta, do púlpito de nossas igrejas, logo no primeiro domingo deste trimestre, para que todos, crentes e não crentes, ouçam-no e sejam bem-aventurados.

  

Que ninguém venha a menosprezar o Apocalipse, alegando tratar-se de um livro difícil e enigmático. Se o lermos com discernimento e paciência, viremos a constatar: a chave para a sua interpretação acha-se em suas próprias páginas. O Noivo jamais enviaria uma carta indecifrável à sua Amada.Você já leu o Apocalipse? Abra a sua Bíblia, e ponha-se a ler, agora mesmo, este maravilhoso e fascinante livro de Deus.

 

 “As Diversas interpretações.Muitos tentam fazer do Apocalipse um livro de adivinhações. Relacionam-no aos acontecimentos de suas respectivas épocas, para descobrir o que há de acontecer no futuro próximo. Esta interpretação é muito proeminente entre os que têm uma visão meramente histórica do livro. Estes intérpretes vêm comparando o Apocalipse com a história da Igreja desde o primeiro século, para realçar coisas como o aparecimento do papado e as invasões mulçumanas. Por conseguinte, não conseguem ver a Grande Tribulação no final dos tempos, pois espalharam os eventos do livro no decorrer da história da Igreja. Como se vê, cada geração de eruditos vem retrabalhando a interpretação do Apocalipse, numa tentativa de encaixar as profecias em suas respectivas épocas.

 

Outros possuem uma visão preterista do livro, e tentam relacionar suas profecias com eventos registrados no final do primeiro século, tendo-se Roma e seus imperadores mais proeminentes como pano de fundo. Noutras palavras: os preteristas creem que a maior parte do Apocalipse já foi cumprida há muito tempo atrás, restando-nos dele apenas interesse histórico. Devemos observar, porém, que o relacionamento que eles fazem entre o texto e o evento é muito subjetivo e precário.

 

Há ainda outros que rejeitam a tentativa de se identificar os eventos do livro com as fontes históricas. Optam por uma visão idealística do Apocalipse. Veem os símbolos e figuras simplesmente como representantes da disputa progressiva que há entre o bem e o mal, com a certeza do triunfo derradeiro da justiça. Acham que não haverá cumprimento literal de nenhum evento do livro. O que vemos, porém, é que apesar de o Apocalipse ter muitas figuras simbólicas, representam estas algo real . O Anticristo é chamado de a besta, mas será uma pessoa real, e cumprirá as predições feitas sobre ele noutras profecias, tais como 2 Ts 2.3-12, onde se diz que Cristo virá pessoalmente trazer triunfo final.

 

 O pré-milenismo interpreta as profecias do Antigo e do Novo Testamento de maneira literal, observando, porém se o contexto assim o permite. Reconheço haver cristãos que se consideram a si mesmos evangélicos, nascido de novo, e que sustentam diferentes posições de interpretar o Apocalipse. Contudo, depois de muitos anos de estudo e de ensino, creio que há mais evidências em favor da visão pré-milenial e da interpretação literal do que a das outras. A perspectiva pré-milenista e a futurista, juntas, encaixam-se melhor nas orientações de Jesus”Notas (HORTON, S. M. Apocalipse: As coisas que brevemente devem acontecer. 2.ed., RJ: CPAD, 2001, pp.5,6,8). 

FONTE BIBLIA LUMINIA

 

 

          LITERATURA DOS PAIS DA IGREJA PERIODO POS APOSTOLICOS

 

 

 

I. Epístola de São Clemente aos Coríntios

 

1 Autoria e Data

 

2. ocasião e Conteúdo

 

3. Apologetic Testemunho

 

4 Testemunho Doutrinária

 

5. Office-Portadores e Organização

 

6. Ritual

 

II. Didaqué

 

1. Desaparecimento e Recuperação

 

2. Data

 

3. ponto de vista, Autoria e objeto

 

4 Depoimento de escritos do Novo Testamento

 

5. Conteúdo e Notabilia

 

III. Epístolas de Inácio

 

1 Autor e Data

 

2. Genuineness

 

3. principais idéias

 

4. Outros Notabilia

 

IV. Epístolas de Policarpo

 

1. Data e genuinidade

 

2. ocasião e Conteúdo

 

3. Notabilia

 

V. Papias FRAGMENTOS

 

1 Autor e Data

 

2 Testemunho de Mateus e Marcos

 

3. Outros Notabilia

 

VI. Epístola de Barnabé

 

1 Autoria

 

2. Data

 

3 Objeto e Conteúdo

 

4. Notabilia

 

VII. PASTOR (Pastor) De Hermas

 

1 Autoria e Data

 

2 Objeto e Conteúdo

 

3. Notabilia

 

VIII. Segunda Epístola de Clemente

 

1 Natureza e Documento

 

2. Data e autoria

 

3. Conteúdo

 

4. Notabilia

 

IX. Apologia de ARISTIDES

 

1. Recovery e Data

 

2. Conteúdo

 

3. Notabilia

 

X. Justino Mártir

 

1. incidentes da vida

 

2. Primeira Apologia

 

3. Segunda Apologia

 

4. Diálogo com o judeu Trifon

 

5. Notabilia

 

XI. Carta a Diogneto

 

1. Data e autoria

 

2. Conteúdo

 

LITERATURA

 

A Idade Sub-apostólica é normalmente realizada para estender a partir da morte de João, o último apóstolo sobrevivente, cerca de 100 dC, com a morte de Policarpo, idade discípulo de João (155-56 dC). A literatura cristã deste período, embora, como um todo, apenas um valor intrínseco moderada, é de interesse histórico e importância. Isto é devido à luz que ele lança para trás em tempos apostólicos, e do testemunho dado a vida cristã, o pensamento, adoração, trabalho e organização durante uma época em que a igreja estava sob a orientação, principalmente, de homens que tinham sido associados com o apóstolos e que se poderia supor, portanto, conhecer a sua mente. Alguns escritos são omitidos a partir desta revisão, tendo sido tratado em artigos anteriores. Para o Protevangelium de Tiago eo Evangelho e Apocalipse de Pedro verEvangelhos apócrifos; Atos apócrifos. Para uma conta de fragmentos existentes de Basilides e Valentino,  Para escritos pseudo-Clementine verPETER , Epístolas de; Simão, o Mago .

 

 

I. Epístola de São Clemente aos Coríntios.

 

1 Autoria e Data:

 

 

Só a maior parte tinha sido anteriormente existente, quando a epístola completo foi recuperado em 1875 por Bryennios, bispo de Nicomédia. O grande honra em que foi realizada no início da cristandade é atestada (1) por sua posição no Códice Alexandrino, no final do Novo Testamento, e em um antigo siríaco MS, entre a Igreja Católica e Epístolas Paulinas; (2) pelo seu que está sendo lido publicamente em muitas igrejas até o século 4. ( Historia Eclesiástica , III, 16). O trabalho é anônimo, mas enviou em nome da igreja romana. Dionísio de Corinto (170 AD) se refere a ela como escrito pela agência de ( diá ) Clement ( Historia Eclesiástica , IV, 23); Clemente de Alexandria afirma claramente a autoria Clementine (Strom., Iv. 17). O escritor é, evidentemente, levando escritório portador de sua igreja, e é identificado com o Clement quem Eusébio designa como terceiro "bispo" (ou chefe presbítero) de Roma, depois de Pedro, e como detentor de cargo entre 92.101 AD ( Historia Eclesiástica , III, 34).Clemente é ainda identificado por Orígenes ( Comentário sobre João ) e em HE , III, 15, com o Clemente de Filipenses 4: 3 ; mas o nome é muito comum eo intervalo muito longo para tornar esta identidade mais do que possível. 

Alguns conjecturam que o escritor a ser o cônsul, Flávio Clemente, que Domiciano (seu primo) condenado à morte em 95AD por alegado "ateísmo", ou seja, provavelmente, profissão do cristianismo (ver Harnack, Gesch. Literatura , I, 253, nota 1). Mas Clement o "bispo" nunca é o contrário referido como um mártir, e um membro da família imperial dificilmente teria sido o cabeça da igreja romana, sem por isso sinalizar um fato a ser observado por algum escritor contemporâneo ou posterior.Lightfoot, com alguma probabilidade, supõe ( Padres Apostólicos , I, 61) que Clemente foi um "liberto ou o filho do liberto, pertencente à família de Flavius ​​Clemens." De tempos de Paulo ( Filipenses 4:22 ) A família imperial incluiu cristãos; e muitos escravos eram homens de cultura. Para tal influência de um liberto Christian conversão do cônsul pode ter sido devido. Evidência interna aponta para Clement ter sido um helenista judeu ou prosélito do judaísmo; pois ele escreve com alguma cultura clássica e com o conhecimento da história do Antigo Testamento e da Septuaginta; seu estilo, além disso, tem um "forte tom Hebraistic" (Lightfoot, p. 59).

 A data da epístola é fixada aproximadamente por uma referência a uma perseguição em Roma, em andamento ou muito recente; esta perseguição (durante o "episcopado" de Clement) foi, sem dúvida, que por Domiciano em 95 dC. Epístola de Clemente, portanto, não é estritamente dentro da Idade Sub-apostólica, mas é uniformemente incluídas nas publicações de sub-apostólica.

 

2. ocasião e conteúdo:

 

A ocasião era um feudo igreja de Corinto, ea expulsão de alguns presbíteros fiéis. O escritor procura obter sua restauração e para curar a dissensão. Ele cita exemplos do Velho Testamento sobre a questão do mal por inveja e porfia, e da bem-aventurança da humildade, submissão e concórdia. Aduz como um padrão a paz ea harmonia da natureza. Neste contexto, ocorre uma antecipação da descoberta geográfica, quando o autor escreve (Capítulo XX) de "o oceano intransitáveis ​​e os mundos além dele" (compare Sêneca, Medea ii 375;.. Estrabão i 4; Plut. Mor ix.41. ).Advertências de Paulo em 1 Coríntios sobre espírito de festa são lembrados; um eco não indigno de 1 Coríntios 13: 1-13 está incorporada; ea comunidade errar é solenemente monished.

 

No decorrer da carta, com referência óbvia ao 1 Coríntios 15 , Clemente apresenta a ressurreição, para a qual ele argumenta a partir do Antigo Testamento e de analogias naturais. Ele se refere ao Phoenix que vive 500 anos, e, quando a dissolução se aproxima, constrói um ninho de especiarias em que se entra para morrer. Como a carne se decompõe, no entanto, um "verme é gerado, que é alimentada a partir da umidade da ave morta e brota asas." A fábula é mencionado por Heródoto e Plínio.

 

A longa oração de intercessão para "todos os tipos e condições dos homens" é abruptamente introduzido perto do fim, em ordem, presumivelmente, para imbuir cristãos de Corinto com a caridade que eles precisavam e que é o principal incentivo para a intercessão. A epístola termina com uma expectativa esperançosa de concórdia e da paz restaurada.

 

 

3. Apologetic Testemunho:

 

Testemunho de desculpas é encontrado para (1) livros do Novo Testamento, ou seja, para a autoria paulina ICorinthians; o Evangelho de Marcos, por meio do qual (capítulo XV), ele cita Isaías 29:13 , reproduzindo variações de Marcos a partir da Septuaginta; Atos, através do qual ele cita de forma semelhante (capítulo XVIII) 1 Samuel 13:14 ; Romanos, Efésios, 1 Timóteo, Tito, Tiago, 1 Pedro (capítulos XXXV, XLVI, xxi, II, XLVI, XLIX, respectivamente). Os paralelos entre Clemente e Ele são tão numerosos que este trabalho tem desde os tempos primitivos foram atribuídas a ele por alguns ( Historia Eclesiástica , VI, 25). Mas o tipo geral, tanto de pensamento e de dicção é diferente; (2) contra a teoria Tubingen de divergência essencial entre a doutrina de Pedro e de Paulo. O chefe presbítero de Roma não poderia ter sido ignorante de tal divergência; no entanto, ele se refere a partidarismo de que os dois apóstolos foram vítimas inteiramente ao Corinthians, não em todos os apóstolos (capítulo XLIX).

 

 

4 Testemunho Doutrinária:

 

Testemunho doutrinário é encontrado: (1) à Trindade, "Vive Deus e do Senhor Jesus Cristo vive, e do Espírito Santo" (capítulo LVIII); (2) para a personalidade de Cristo: "O Senhor Jesus Cristo, a quem seja a glória ea majestade para sempre." Em união e comunhão com Cristo temos vida, são santificados, possuir o amor, a piedade manifesto (Capítulo I, XXXVI); (3) para a expiação: Clemente atribui a morte de Cristo não influência moral meramente subjetiva, mas a eficácia vicária objetivo de garantir a nossa salvação, sem qualquer tentativa, no entanto, para explicar o mistério. Que Cristo "deu sua carne para a nossa carne, a sua vida para nossas vidas" (Capítulo XLIX); (4) para a justificação que é claramente enunciada como diante de Deus por meio da fé (capítulo XXXII). Mas esta fé (como nos escritos de Paulo) é uma "fé que opera" (capítulo XXXV), e essa justificação é consistente com nosso ser justificado pelas obras diante dos homens; (5) para a inspiração das Escrituras, que é real ("diz o Espírito Santo"), mas não verbal; para citações são muitas vezes inexatas. Livros apócrifos são citados, mas não com uma fórmula que indica autoridade divina.

 

 

5. Office-Portadores e Organização:

 

(1) A base da autoridade não é sacerdotal, mas uma combinação de sucessão oficial e apelo popular, funções exercidas são nomeados "pelos apóstolos ou depois por homens de renome, com o consentimento de toda a ecclesia". (2) Clemente indica que não há distinção entre presbítero e bispo. Portadores de escritório designados como presbíteros (capítulos XLVII, liv) são referidos (capítulos XLII, XLIV), como o preenchimento do cargo de bispo. Dirigindo uma igreja congregacional em contenda e insubordinação, ele se refere a nenhum bispo em autoridade sobre a igreja. Teve o episcopado, no sentido pós-Novo Testamento de mono-episcopado, foram intimados apostólico, certamente a liminar teria sido obedecido ou executada em Corinto. (3) No entanto, discernimos em posição e ação própria de Clemente a antecipação do episcopado mais tarde.

 Clemente é um exemplo de como, através das qualidades pessoais e serviços eclesiásticos do homem, o estado de presidir presbítero desenvolvido a partir de antiguidade em superioridade, de representatividade no poder público. (4) O germe início do papado é divulgado na passagem: "Se certas pessoas devem ser desobediente as palavras ditas por Deus através de nós, deixá-los entender que eles vão emaranhar-se em não pequena transgressão e perigo" (capítulo lix) . Tal suposição por um homem reverenciado como Clement pode dar nenhuma ofensa, eo Corinthians claramente necessária correção. Ainda temos aqui a primeira etapa do processo que, em última instância emitida no romanos reivindicação de supremacia espiritual universal. A suposição, no entanto, não se fundamenta em sua posição oficial de Clemente (ele fala sempre no plural primeira pessoa), mas na dignidade superior da igreja romana. A teoria mais tarde da supremacia constrói autoridade romana sobre o primado de Pedro e dos seus sucessores; mas aqui a autoridade do líder presbítero, ao lidar com uma igreja provincial, repousa sobre a primazia sugerido da ecclesia em que ele preside.

 

 

6. Ritual:

 

 

(1) A longa oração (capítulos lix-LXI) traz evidências internas de caráter litúrgico, através do seu estilo equilibrado e rítmico, sua relevância tanto remota para o objeto especial do ep., E maior aptidão para a adoração congregacional, não como parte de um conselho de uma igreja irmã. Este testemunho interno é confirmada pela correspondência da oração em certos detalhes verbais com as primeiras liturgias existentes, particularmente as de Mark e James, apontando para o uso precoce na igreja romana de formas de oração depois incorporadas estas liturgias. Embora não haja evidências de que por pelo menos ao tempo (148 dC), de 1 º de Justin Apology (capítulo LXVII) um ministro ofereceu orações de sua própria composição, esta oração da Epístola de Clemente indica que, antes do final da Idade Apostólica, formas de súplica começou a ser introduzida, não para a exclusão de "oração livre", mas simplesmente como um modo de devoção congregacional tolerada por um líder venerado da igreja em Roma. (2) No capítulo 56 Clemente escreve sobre "memória compaixão deles (ou seja, os irmãos errantes) diante de Deus e dos santos." Por todos os Santos, no entanto, são mais provavelmente quis dizer, não os mortos beatificado, mas a fraternidade cristã viva, como em 1 Coríntios 1: 2 ; 2 Coríntios 8: 4 .

 

Esta epístola deixa na mente dos leitores duas impressões diferentes mas compatíveis entre si - impressões tanto aparentemente feitas na igreja primitiva, pelo qual a carta foi amplamente lido no culto público e ainda excluídos da Canon das Escrituras. Percebemos, por um lado, a inferioridade da redação deste texto para epístolas de apóstolos. Mente de Clemente é receptivo, não criativa;eo frescor do pensamento característica dos escritores do Novo Testamento está ausente. O livro do Novo Testamento, além disso, contém uma lenda tola como a do Phoenix? Por outro lado, esta epístola respira muito do espírito, que adoptar em grande medida, a fraseologia e estilo dos escritos apostólicos. É como se, embora o sol de inspiração especial tinha afundado abaixo do horizonte, restava à igreja por um tempo um arrebol espiritual.

 

 

II. O "Didaqué"

 

1. desaparecimento e recuperação:

 

O " Didaqué "ou Ensino (título mais longo," O Ensino do Senhor, por ( diá ) Dos Doze Apóstolos, para os gentios "). - Tseu trabalho é citado como "Escritura", sem ser chamado, por Clemente de Alexandria (cerca de 170 dC, em Strom., i. 20). Menciona-se em HE , III, 25, como os "ensinamentos chamados de apóstolos", "reconhecido pela maioria dos escritores eclesiásticos", embora "composição e não uma verdadeira" dos apóstolos. Atanásio ( Fest. Epístola , 39) nega a sua canonicidade, mas reconhece a sua utilidade. A última referência antiga para o trabalho a partir do conhecimento pessoal é por Nicephoros (século 9), que o inclui entre os escritos apócrifos. A partir daí ele desaparece até sua recente recuperação em 1875 por Bryennios.

 

 

2 Data:

 

Não há testemunho externo confiável até o momento. Existem semelhanças muito consideráveis ​​para ser acidental entre a Didaqué ea Epístola de Barnabé; mas a opinião é dividida quanto à prioridade de composição. Lightfoot e outros favorecem uma fonte perdida comum. Como a evidência interna a simplicidade da Eucaristia e do batismo como aqui descrito, sem a admissão formal ao catecumenato (capítulo VII); o uso de "bispo" para denotar o mesmo cargo portador como presbítero; ea expectativa de uma iminente Segunda Vinda - apontam para uma data próxima. Por outro lado, é improvável que uma escrita que professa a dar o Ensino dos Doze seria emitida até que todos ou a maioria dos apóstolos havia falecido; eo escritor parece estar familiarizado com os escritos de John ( Didaqué , IX.2; x.2; x.5; ver Schaff, mais velho Manual da Igreja , 90). Provavelmente, o documento passou por uma série de recensões (Harnack em Sch-Herz; Bertlet em DB , V), bem como a data ou datas de composição pode ser colocado entre 80.120 AD.

 

 

3. ponto de vista, Autoria e objeto:

 

O trabalho não professam a ser escritos por apóstolos; mas o autor parece ser um judeu cristão, para que ele chama de sexta-feira "dia da preparação", eo estilo e dicção são hebraica. O trabalho não é nem Judaistic nem Ebionite: a circuncisão, o sábado, e observâncias mosaicas especiais, são ignorados. Do livro, no todo ou em parte, a ser abordada, especialmente, mas não exclusivamente, para os gentios, podemos inferir que a comunidade entre os quais ela foi composta, enquanto Christian principalmente judeus, fez provisão especial para a conversão e instrução dos gentios. O ponto de vista doutrinário não é nem Pauline nem anti-paulino, mas se assemelha ao de Jas. Canon Spence ( Ensino ) conjetura plausível que o autor pode ser Simeão, primo do irmão James do Senhor, que se tornou presbítero chefe da comunidade judaica cristã, primeiro em Jerusalém, depois em Pella, até seu martírio em 107 AD.

 

4 Depoimento de escritos do Novo Testamento:

 

Mt foi certamente nas mãos do escritor; para a Didaqué contém 22 citações, ou reminiscências, que o Evangelho, que se estendem ao longo de dez capítulos do mesmo. Particularmente notável é a Didaqué , viii. 2: "Nem Orai como os hipócritas, mas como o Senhor ordenou em seu Evangelho, após esse ye maneira orar, Pai Nosso", etc (ver também vii 1;. IX.5;. Xvi 6). Há também referências ao Evangelho de Lucas ( Didaqué , iii 5,16.); Escritos de João (ver acima); Atos ( Didaqué , iv. 8), Romanos ( Didaqué , iv. 5), 2 Tessalonicenses ( Didaqué , xiv. 1), um animal de estimação (Didaqué , i. 4). No ditado extra-canônica de nosso Senhor é gravado.

 

5. Conteúdo e Notabilia:

 

Os conteúdos e notabilia pode ser analisado como segue:

 

(1) Didático (capítulos TI través VI):

 

Destinado para catecúmenos em preparação para o batismo. Este manual catequético (a primeira de seu tipo) começa com as palavras: "Há duas maneiras: um de vida e um de morte" (sugerido provavelmente por Jeremias 21: 8 ). A partir deste texto o escritor apresenta um resumo do dever cristão, especialmente para com o próximo, com base no Decálogo, a Regra de Ouro, eo Sermão da Montanha, que é frequentemente citado.

 

Entre preceitos notáveis ​​é um comando para jejuar assim como orar pelos inimigos; uma advertência contra o infanticídio que, no caso de crianças doentes, paganismo aprovado, e contra augúrio e astrologia como a geração de idolatria; uma advertência para não "esticar as mãos para receber e para atraí-los para dar"; liminar para "compartilhar todas as coisas com teus irmãos, e não quer dizer que eles são a tua própria"; um comando de "amar algum acima tua própria vida"; e um corretivo pitoresca contra beneficência indiscriminada e mal informados: "Que a tua esmola sue em tuas mãos até que saibas a quem deves dar."

 Um preceito de "dar com tuas mãos um resgate pelo pecado" pode não significar mais do que os hábitos pecaminosos são subjugados pelas boas obras, mas sugere e prepara o caminho para o erro da eficácia expiatória de esmola. O resumo do dever diz respeito, principalmente, ao segundo Tabela da Lei; dever para com Deus é mais tarde (até agora) tratada no âmbito do "culto". Isto pode explicar a obediência aos pais, sendo estranhamente omitidos; por entre os judeus o Quinto Mandamento foi incluído na primeira tabela.

 

 

(2) Devocional: Adoração e Rites (Capítulos 7 a X, XIV ).

 

A Oração do Senhor é para ser usado três vezes por dia. "Heaven" e "dívida" são encontrados em vez de "céus" e "dívidas". A Doxologia é adicionado (com "reino" omitido) - seu uso mais antigo que a este respeito. Os cristãos devem jejuar na quarta-feira e sexta-feira, os dias da traição e crucificação. O jejum é prescrito por um dia ou dois antes do batismo, tanto em batizador e em batizados; recomenda-se a "outras pessoas que podem." Não há nenhuma menção de óleo, sal, ou exorcismo. A fórmula batismal "Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo", é comandado, confirmando a confiabilidade histórica de Mateus 28:19 . Tríplice imersão na "água viva" é considerado normal; mas onde isso é possível, com excepção de água e aspersão são permitidas (verTRINE IMERSÃO). A Ceia do Senhor é tratado apenas em seu lado eucarística, objeto do escritor não ser para expor a natureza do rito, mas para dar modelos de ação de graças.

 

A frase, "depois de ser preenchido dar graças", sugere que a Agape ainda foi associada com o sacramento: a dissociação tinha começado quando Plínio escreveu a Trajano em 112 dC. Um elemento litúrgico do culto sacramental é indicado pela prescrição de formas de ação de graças para a Copa, o pão quebrado, e misericórdias espirituais. "Dai graças assim." A ação de graças pelo cálice é a seguinte: "Damos graças a ti, nosso Pai, pela santa vinha de Davi, teu servo, que tens feito conhecido a nós através de Jesus Cristo." Mas nada sugere que todo o serviço é litúrgico, e os formulários fornecidos não são rigidamente imposta; para profetas são para agradecer em tais termos como quiserem. No Dia do Senhor adoração congregacional e pão eucarístico-quebra, após a confissão a Deus e à reconciliação com os homens, são claramente intimados.

 

 

(3) Eclesiásticas (capítulos 11 a XIII , XV).

 

Da Igreja detentores de um cargo, duas classes são mencionados, ordinária e extraordinária. Da antiga (essencial para a organização congregacional) apenas bispos e diáconos são mencionados, ou seja, aqueles que foram confiados com a regra e fiscalização, com seus assistentes. Presbítero e bispo parecem ser ainda idênticos, como o primeiro não é especificado (compare Filipenses 1: 1 ). Eleição popular desses funcionários é indicado: "Eleitos para vós"; sem negação, porém, dos que já estão no escritório que tem uma parte no acordo. 

Na segunda classe, apóstolos, profetas e mestres estão incluídos."Apóstolo" é usado, não no sentido restrito de homens chamados ao escritório pessoalmente por Cristo, mas no sentido mais amplo, que engloba todos aqueles cujo chamado para ser Seus embaixadores foi sinalizada por Divinos evangelistas presentes-especialmente credenciadas não relacionados com qualquer comunidade particular . (". Quos ipsi apostolos vocant" Entre os cristãos judeus a designação sobreviveram ao século 4, para o Código desse período Theodosian se refere a presbíteros judeus e aqueles) foram Estes apóstolos para ser recebido como o Senhor ", e entretido hospitaleiramente, mas , ao contrário de apóstolos no sentido especial, eles não eram para permanecer mais tempo do que em qualquer lugar "um ou dois dias.

" Sua função era espalhar amplamente a semente, e qualquer expressão de desejo de permanecer mais tempo foi a ser desencorajado, enquanto a demanda por salário a partir de uma determinada comunidade seria uma evidência de falsa apostolado. a função especial de profetas e mestres, por outro lado, era a instrução eo conforto dos membros da igreja. Assim sendo pode ser incentivado a se estabelecer em uma comunidade e receber "primeiros frutos" pelo seu apoio.

Esses profetas e mestres, no entanto, não foram para substituir os "bispos" ou presbíteros em governar, mas foram a realizar apenas as funções para as quais foram especialmente qualificados., por outro lado, os bispos e diáconos não eram para ser excluídos da pregação e ensino da resolução de profetas e mestres oficiais em determinadas comunidades; e na Didache pode ser rastreada a transição, em seguida, ser realizada gradualmente, das funções de pregação e ensino de extraordinário para detentores de um cargo comuns.

 "Eles também (os bispos e diáconos) Ministro-lhe o ministério de profetas e mestres: portanto, não desprezá-los." Mesmo antes do fim do ministério de Paulo, o epískopos , Cuja função essencial era regra e fiscalização, era esperado, se não for necessário, também para ser didatikós, "Qualificado para ensinar", isto é, juntamente com professores especialmente designados para o efeito ( 1 Timóteo 3: 2 ; 1 Timóteo 5:17 ). Em meados do século 2, os profetas haviam desaparecido, e sua função pregação tinha sido investido no cargo de bispo ou presbítero, assistida pelo diaconato.

 

 

(4) escatológica (Capítulo XVI ).

 

Esta seção final consiste principalmente de exortações à vigilância, tendo em vista o Segundo Advento. Os sinais premonitórios de que a vinda são dadas, com reminiscências de discursos escatológicos de Cristo, ou seja, surgimento de falsos profetas, o declínio do amor, perseguição, ilegalidade, e do aparecimento do Anticristo, que é designado o Mundial-enganador. Sem dúvida afirmando doutrina chiliastic, o escritor sugere que ele; para se referir aos sinais imediatos do advento de Cristo (abertura no céu, a voz de trombeta, a ressurreição de mortos), ele tem o cuidado de acrescentar "Não de todos os mortos, mas o Senhor virá e todos os santos com ele "- o que implica que a ressurreição geral terá lugar numa fase pós-, presumivelmente, como Milenistas realizada, após os 1.000 anos tinha expirado. Sem autoridade dogmática, e com valor espiritual apenas moderado, a Didaqué é importante historicamente como testemunha de crenças, usos e condição da igreja durante a transição entre a Sé Apostólica e da era pós-apostólica. Durante esse período de transição, vemos grande parte da liberdade do cristianismo primitivo misturado com rudimentos de regulamentos eclesiásticos e formulários; e enquanto não podemos assumir que cada crença e uso registrado no Didache foram sancionados por apóstolos, podemos razoavelmente atribuí-los aos tempos apostólicos, e considerá-los como não contestado por aqueles apóstolos a cuja vista que eles devem ter vindo.

 

 

III. Epístolas de Inácio.

 

 

1 Autor e Data

 

Inácio foi bispo de Antioquia, no início do segundo século Orígenes ( Hom . 6 em Lucas) se refere a ele como "segundo depois de Pedro"; Euodius veio entre ( Historia Eclesiástica , III, 22). Como ele se chama éktrōma "Abortivo" (compare 1 Coríntios 15: 8 ), ele provavelmente foi convertida na vida adulta: a lenda de que ele é o "filho" de Mateus 18: 3 ". Theophotos" baseia-se em interpretação equivocada de sua designação Tradições atuais no século 4 representá-lo como um discípulo de João (Eusébio, Chron .) e ordenado por Paul (Apostólicas Constituições, vii. 46).

 

Martyrium de Inácio (século 6) data de seu julgamento em Antioquia, no nono ano do reinado de Trajano (107-8 AD) e representa como realizado diante do imperador. Apenas uma visita, no entanto, de Trajano de Antioquia é conhecido, em 114-15; nem qualquer carta inaciana nem Eusébio, nem qualquer outro escritor precoce refere-se tão memorável uma circunstância como a presidência de um imperador ao julgamento de um cristão, e Inácio fala de uma proposta de tentativa por amigos romanos para garantir uma reversão da sentença, o que teria sido impossível se Trajano pessoalmente pronunciou. Sua suposta presença, portanto, deve ser rejeitado como um enfeite mais tarde.

 

As epístolas, tanto quanto genuíno, foram escritos após a condenação de Inácio, em seu caminho para o martírio em Roma.

 

 

2. Genuineness:

 

As epístolas são existentes em 3 edições: (1) o mais grego, de 15 letras agora admitidos para ser em grande parte espúria; (2) uma recensão siríaco de três letras, agora geralmente realizada a ser um simples epíteto; (3) a edição grega mais curto, contendo 7 cartas de comprimento intermediário, aos Efésios, Magnésia, Trallians, Filadélfia, Esmirna, romanos, e Policarpo.Lightfoot, Zahn, e os críticos mais recentes aceitar a autenticidade substancial destes sete. A evidência externa principal é a de Policarpo ( Phil ., xiii), que, logo após a morte de Inácio, escreve de uma carta dirigida a si mesmo, de outro para os Cristãos de Esmirna, e "todo o resto que temos por nós."Agora duas epístolas de St. Inácio são dirigidas a Policarpo e os cristãos de Esmirna, enquanto 4 professam ser escrito por Inácio em Esmirna, harmonizando bem com cópias destes estar na posse de Policarpo.

 

Outra evidência externa é fornecida por Irineu (v. 29), que cita um ditado de Ignat., Romanos, iv, como a de um mártir, e que usa 8 frases notáveis ​​emprestado aparentemente de Inácio. Este testemunho externo (só se livrou de uma suposição arbitrária da Epístola de Policarpo ser total ou parcialmente falso) é apoiado por forte evidência interna e cumulativa:

 

(1) Frequent Luxação Gramatical:

 

Natural em cartas escritas em uma viagem, mas inexplicável na suposição de uma falsificação posterior (Rom , i;. Mag ., ii; Ef ., i).

 

(2) Indicações Geográficas:

 

Por exemplo, Inácio vai por terra a partir de Antioquia, Esmirna - uma rota incomum que um falsificador dificilmente inventar.

 

(3) Ilustrações históricas:

 

Por exemplo, transporte de prisioneiros de províncias distantes para Roma harmoniza com a conta por Dion Cassius (lxviii. 15) da magnitude de exposições anfiteatro sob Trajano causando extensas ordens para vítimas humanas de todas as partes.

 

(4) Evidência Teológica:

 

Por exemplo, estas epístolas referem-se a um erro Judaistic combinado com um tipo de doutrina negando qualquer encarnação de verdade - uma combinação que deixou após o tempo de Inácio.

 

(5) Uso Eclesiástico:

 

Assim, o Ágape ainda inclui a Eucaristia (Smyr, viii.), enquanto que logo após a morte de Inácio estes foram separados (Plínio, Epístola 96;. Assim, . 1 Ap , 65,67).

 

(6) As referências pessoais.

 

O escritor mostra um excesso e afetação de auto-depreciação - "último dos cristãos Antioquenos" ( Trall"não é digno de ser contado um da irmandade", xiii.) ( Rom , ix.) - como um falsificador depois dificilmente teria introduzido.

 

3. principais idéias:

 

(1) Alegria e glória do martírio.

 

A coragem heróica e lealdade a Cristo estão unidos com ânsia fanática após a morte de um mártir: "Eu prefiro morrer por Cristo que reina sobre toda a terra" ( Rom ;, vi.) "Aquele que está perto da espada é para perto de Deus" ( Smyr ., iv). Este é nobre; mas quando ele escreve, "Seduzir feras para se tornar minha sepultura" ( Rom , iv.); "Posso ter alegria dos animais selvagens e encontrá-los pedir";"Apesar de não estar dispostos vou forçá-los" ( Rom ., iv. 5), percebemos como Aurelius (lembrando talvez algum caso) foi transferida para escrever que "a morte era para ser encontrado, não como pelos cristãos como um militar exibição, mas solenemente, e não como se agiu de uma tragédia "( Med . xi. 3).

 

 

(2) O mal eo perigo de heresia e cisma.

 

"Abster-se de heresia"; "Esses hereges 1009 até Jesus Cristo com o seu próprio veneno" (Trall, vi.); "Fugi daqueles mal outshoots, que produzem frutos morte de rolamento" ( Trall , xi.); "Evite todas as divisões como o início de males"; "Nada é melhor do que a unidade" ( Para Polyc , i;. Phil ., iii).

 

 

(3) A submissão a detentores de um cargo, especialmente ao bispo.

 

"Não faça nada sem o bispo, e estão sujeitos aos presbíteros" ( Mag , vii.); "Tenha em seu guarda contra a heresia: e esta será, se vós permanecerdes na união íntima com Cristo e com o bispo"; "Aquele que faz qualquer coisa sem o conhecimento do bispo serve ao diabo" ( Smyr ., ix). O bispo aqui é maior do que o "primus inter pares"; ele é um novo e separado office-portador. No entanto, sem ir além dessas epístolas, discernimos que tal episcopado não era uma instituição apostólica expressa. Para Inácio tinha sido capaz de ampliar a cargo de apostolicamente intimados, tão zeloso defensor da autoridade episcopal teria apresentado tal liminar como a razão mais convincente para a apresentação. Seu zelo pelo episcopado aparentemente surgiu apenas a partir de sua alta conveniência eclesiástica como a agência mais eficaz para manter a unidade da Igreja contra a heresia e cisma.

 

 

4. Outros Notabilia:

 

(1) As referências ao Evangelho de João.

 

O Evangelho de João não é citado, mas inúmeras frases sugerem que ele estava nas mãos do escritor. Ele fala de Cristo "que procede do Pai", "não fazer nada sem o Pai", "em todas as coisas que agradam a Ele que O enviou." Cristo é a "Porta do Pai" e "água viva". Satanás é o "príncipe deste mundo". "O Espírito Santo saberá de onde ele vem e para onde vai."

 

(2) Doutrina.

 

Inácio afirma enfaticamente verdadeira divindade de Cristo: "O nosso Deus" ( Ef , xviii;. Trall , vii). A Trindade é frequentemente sugerido, embora não expressamente afirmada. Os cristãos são "estabelecida no Filho, o Pai, eo Espírito"; "Sujeita a Cristo eo Pai, e do Espírito." Com forte apoio da autoridade episcopal não sacerdotalism está unido. "Priest" ocorre apenas uma vez, "Os sacerdotes são boas:. Mas Cristo, o Sumo Sacerdote, é melhor" Aqui, como mostra o contexto, o sacerdócio levítico imperfeito é contrastada com perfeita-sumo sacerdócio de Cristo.

 

(3) Uso Eclesiástica.

 

Inácio contém uma das últimas referências à Agape como ainda siameses com a Eucaristia. A carta de Policarpo (Capítulo IV), contém a mais antiga alusão à prática de escravos cristãos resgate à custa da congregação. Os escravos não são para "tempo para ser posto em liberdade", o que implica que tal emancipação, embora não seja necessária como um dever, muitas vezes foi conferida como um privilégio.

 

(4) as características gerais.

 

Inácio apresenta forte contraste, como um escritor, a Clemente. Clement é calma, culta, casto na dicção, mas um tanto banal e deficiente em originalidade; suas melhores passagens são ecos da Escritura. A dicção e estilo de Inácio é apaixonado, robusto, bombástico, mas conciso, fresco e individualista.

 

IV. Epístolas de Policarpo.

 

1. Data e genuinidade:

 

Policarpo não nasceu mais tarde, talvez consideravelmente mais cedo, de 70 dC; pelo seu martírio, de que a data agora aceite Isaías 155 ou 156 (Lightfoot, Padres Apostólicos , II, i, 629), declarou, quando convidado a abjurar sua fé, que ele havia "servido Cristo por 86 anos" ( Mart . Pol. , ix). Ele era discípulo de João, que o ordenado bispo ou presbítero líder de Esmirna antes de 100 AD (Iren., Iii. 3,4). De várias cartas de Policarpo, só que desta epístola permanece: que professa (capítulo XIII) ter sido escrita logo após o martírio de Inácio. A autenticidade da carta é atestada por Irineu, próprio discípulo de Policarpo (no lugar citado), cuja prova não pode ser posta de lado no chão de seu testemunho para as letras inacianos sem mendicância óbvio da questão. A suposição de que as cartas de Santo Inácio e Policarpo da Epístola são partes de uma grande falsificação é outra forma negada pela diferença marcante de estilo e ponto de vista entre aqueles escritos (Lightfoot, LC, 577).

 

 

2. ocasião e conteúdo:

 

A epístola responde a uma carta da igreja de Filipos convidando seu conselho, e pedindo epístolas do Inácio recentemente martirizado. Ele reconhece seu ministério espécie de mártir e que para os outros ", entrelaçada com grilhões santas", que tinha "definir um padrão de toda a paciência." Ele manda que ele tem das cartas de Inácio e pede em troca de qualquer informação que possa ter. Ele elogia a seu cuidadoso estudo epístola de Paulo a si mesmos, reconhecendo sua incapacidade de alcançar a sabedoria do apóstolo.

 Com uma linguagem muito Escritura, entrelaçada com a própria matéria, e dando a sua carta a aparência de um eco apostólica, ele exorta seus leitores a justiça e piedade, caridade e misericórdia, e os adverte contra a cobiça, a maledicência e vingança. Ele habita sobre as relações mútuas e as obrigações dos presbíteros e diáconos, por um lado, e da congregação do outro. Ele repete a advertência de John contra os professores que negavam a realidade da encarnação: "Todo espírito que não confessa", etc ( 1 João 4: 3 ). Ele se entristece com o lapso de um presbítero de Filipos, Valens, que, junto com sua esposa em flagrante pecado;mas ele pede que seus leitores não contam como inimigos, mas procure lembrar-los de suas andanças.

 

3. Notabilia:

 

(1) Policarpo menciona apenas um livro do Novo Testamento, a saber, Filipenses, mas dentro do breve compasso de 200 linhas que cita versos ou reproduz frases de 12 escritos do Novo Testamento, Mateus, 1 Pedro, 1 João, e 9 Epístolas Paulinas, incluindo três cuja data de início foi contestado nos tempos modernos (1,2 Timóteo e Efésios). A ausência de qualquer citação do Evangelho de João é notável, considerando sua relação com o apóstolo; mas a falta da carta impede qualquer conclusão a ser tirada contra a autenticidade de que o Evangelho; e ele cita (como já vimos) a partir de 1 João, que é uma espécie de apêndice do Evangelho (Lightfoot).

 

(2) Numa altura em que Inácio tinha sido enfatizando o dever supremo de submissão ao bispo, Policarpo, mesmo quando ordena a sujeição aos presbíteros, não menciona um bispo. Estas duas inferências são irresistíveis: ( a ) não havia então nenhuma epískopos , No período pós-Novo Testamento, sentir, em Filipos; ( b ) Policarpo não considerou o defeito (?) suficientemente importante perguntar aos filipenses para fornecê-lo. Teve John instituiu o mono-episcopado como uma boa forma de governo da igreja, com certeza seu discípulo Policarpo teria abraçado a oportunidade, quando o Filipenses convidou ao seu advogado, para informá-los da ordenança apostólica, e para fazer cessar a sua adopção.

 

 

V. Papias Fragmentos.

 

1 Autor e Data

 

Papias é chamado pelo seu mais novo Irineu contemporânea (v. 33) um "discípulo de João e amigo de Policarpo". Eusébio escreve ( Historia Eclesiástica , III, 36) que ele era epískopos de Hierápolis na Frígia. O Chronicon Paschale (século 7, mas que incorporam materiais de documentos antigos) afirma que ele foi martirizado sobre o mesmo tempo que Policarpo (155-56). Sua obra, Exposição de provérbios de nosso Senhor , era existente no século 13, mas apenas fragmentos citados por Irineu, Eusébio, etc, permanecem. Estas confirmam a descrição dupla de Papias por Eusébio, como um "homem de pouco juízo" ainda "mais instruído e bem familiarizado com as Escrituras" ( Historia Eclesiástica , III, 39,36). (Mas as palavras de louvor no versículo 36 pode ser um gloss.) Papias afirma que ele acrescenta no fim de suas exposições "Tudo o que eu aprendi com cuidado com os mais velhos e entesouradas em minha memória ... Eu estava acostumado a fazer perguntas a respeito das palavras de os anciãos (ou seja, presumivelmente, os homens de uma geração anterior), o que Andrew ou Peter disse, ou o que Philip ou Thomas, ou James, ou o João ou Mateus, ou qualquer outro dos discípulos do Senhor, disse, bem como sobre o que Aristion, e o presbítero João, o discípulo do Senhor, tem a dizer. "

 

É pacífico se Papias aqui refere-se a dois Johns, o apóstolo e um outro discípulo de mesmo nome; ou ao apóstolo João em duas relações diferentes, ou seja, pela primeira vez como um sobre cujo testemunhoPapias ouvido de outras pessoas e, segundo, como aquele com quem, também, ocupou comunicação pessoal. Em favor do primeiro ponto de vista é, (1) própria opinião de Eusébio (no lugar citado); (2) a suposta improbabilidade de o mesmo John sendo duas vezes mencionado em uma frase; (3) uma declaração de Eusébio ( Historia Eclesiástica , III, 39) que em seus dias dois monumentos ( mnḗmata ) De "John" já existia em Éfeso. Para este último ponto de vista é, (1) nenhum outro escritor, até Eusébio sugere a existência de um presbítero João distinta do apóstolo; (2) a mudança na citação de "disse" para "dizer" parece dar uma razão para John sendo duas vezes mencionado; algumas coisas ditas por John tendo sido ouvido por Papias através de "anciãos", outros tendo sido dito a ele pelo próprio apóstolo. O fato de que João é chamado de presbítero, em vez de apóstolo, há objeção insuperável, uma vez que John assim designa-se em 2 João e 3 João; e Jerome nega que os dois mnēmata dois eram túmulos . Veja Lightfoot,Ensaio sobre Papias , e Nicol, Quatro Evangelhos , 187 se, que vêm a divergentes conclusões.

 

 

2 Testemunho de Mateus e Marcos:

 

 

No testemunho de Mateus e Marcos ver MATTHEW , EVANGELHO; MARK , EVANGELHO .

 

3. Outros Notabilia:

 

(1) De acordo com Eusébio, Papias relata a história de "uma mulher acusada diante de nosso Senhor" - a história, provavelmente, o que acabou penetrou em João 8 ; para que ele, em parte, se deve a preservação de uma narrativa, que, se histórico ou não, finamente ilustra a união em nosso Senhor da santa pureza e caridade misericordioso.

 

(2) Papias é citado pelo cronista Georgius Hamartolos (em um manuscrito do século 9) que declarar em seu Expositon que John "foi condenado à morte pelos judeus", e uma citação semelhante é feita por Filipe de Side ( Epitome manuscrito dos sétimo-oitava séculos ). Por influência deste sobre a questão da residência do apóstolo em Éfeso ver JOHN , O APÓSTOLO .

 

(3) Irineu (v. 32) cita Papias como escrever sobre um milênio pós-ressurreição, e como relatórios, sobre a autoridade de João, como o Senhor disse: "Dias virão em que as videiras devem crescer tendo cada um 10 mil ramos, e em cada filiais 10.000 galhos, e em cada galho 10.000 tiros ", etc Isso pode ser um registro exagerado (incompreendido por Papias ) de alguma afirmação parabólico de Cristo, indicando profeticamente a maravilhosa extensão da igreja.

 

 

VI. Epístola de Barnabé.

 

1 Autoria:

 

Este livro é o primeiro citado expressamente por Clemente de Alexandria (cerca de 190 dC) como a composição de Barnabé, companheiro de Paulo ( Strom ., ii. 6). Orígenes concorda, e chama de "ep Católica." ( . Con Celsum ., i 63), sugerindo assim a posição canônica; Eusébio ( Historia Eclesiástica , III, 25) atesta a atribuição generalizada de que a esta Barnabé, embora ele mesmo considera como "espúria". Codex Sinaiticus coloca-lo imediatamente após o Novo Testamento, como sendo lido nas igrejas, e, portanto, sugere a sua composição por um companheiro, pelo menos, de apóstolos. Perante este testemunho externo, no entanto, a autoria pelos Barnabé de Atos, é uma forte evidência interna: (1) pecado apostólica antes de discipulado é falado em termos exagerados dificilmente credíveis, de um escritor que sabia dos Doze - "extremamente sem lei além de tudo ( ) pecado ordinária "(capítulo V) - um eco aparentemente de Paulo" pecadores, dos quais eu sou o principal "; (2) a ignorância dos ritos judaicos incompreensível em um levita que vivia em Jerusalém, por exemplo, os sacerdotes dizem que comer carne de cabra no grande dia da expiação; (3) extremo anti-judaísmo (veja abaixo), incompatível com a representação de Barnabé em Atos e Gálatas. O escritor pode ter sido alguma outra Barnabé, um convertido judeu alexandrino, ou, mais provavelmente, um Gentileproselyte convertido, treinados na escola de Philo, mas ignoram os ritos judaicos como praticado em Jerusalém, e que possui pouca simpatia real com o judaísmo.

 

 

2 Data:

 

A epístola deve ser datado após 70 dC, como a destruição de Jerusalém é referido (capítulo XVI);também após a publicação do Evangelho de João, do qual existem várias reminiscências. Mas a ausência de qualquer referência à reconstrução de Jerusalém sob Adriano, em 120 AD, numa passagem (capítulo XVI) em que tal alusão que se poderia esperar, sugere uma data anterior a esse ano. Podemos colocar a escrita entre 90.120 AD.

 

3. Objecto e conteúdo:

 

O objetivo é impedir os cristãos judeus e gentios de lapso Judaistic por uma aplicação arrojada do método allegorizing ao Antigo Testamento, muito além do que Philo teria sancionado. Sacrifícios judaicos, festas, encenações sábado, templo do culto, distinção de alimentos puros e impuros, não só não são de obrigação perpétua, mas nunca foram de ligação em tudo, mesmo sobre os judeus. A crença em sua obrigatoriedade repousa sobre uma exegese servilmente liberal do Antigo Testamento, que, devidamente interpretada, não é uma preparação para Cristo, mas o cristianismose disfarçado alegórico.

 

Cerimônias são reforços simplesmente alegóricas de culto espiritual; distinções de puro eo impuro são meramente representações pictóricas da necessidade de separação do vício e os homens viciosos; interdição de carne de porco não significa mais do que "não associado com os homens swinish."

 A única circuncisão realmente ordenado por Deus é a circuncisão do coração.Barnabé ignora o que Paulo percebeu, que as leis e os ritos judaicos, mesmo interpretada literalmente, são uma disciplina Divina de auto-contenção saudável, consideração ao próximo e obediência a Deus. Barnabé não só explica longe decretos do Antigo Testamento, mas encontra em declarações do Antigo Testamento triviais fato e verdade cristã. Assim, a circuncisão dos 318 homens da sua casa de Abraão, a 10,8 são significativamente denotado pelas letras gregas "I" e "H", as letras iniciais de Iēsous (Jesus); enquanto o 300 representada pela grega "T", aponta para a cruz. A auto-complacente escritor dá a entender que "ninguém tenha sido admitido por mim a uma mais verdadeira peça de conhecimento do que isso!" (Capítulo IX).

 

Quando Barnabé, no entanto, deixa alegoria obscura para exortação simples, ele escreve de forma eficaz dos "dois caminhos" de luz e escuridão. Entre edificante advertências a seguir estão em aberto: "Não irás à oração com má consciência"; "Tu não deixe que a palavra de Deus questão dos lábios manchados de impureza"; "Não pronto para Estende a tua mão para tirar, enquanto tu contractest-los a dar"; "Tu não emitir ordens com rancor ao teu servo, para que não te deixam em reverência a Deus, que está acima de você tanto"; "Não farás para um cisma, mas deves reunir os que afirmam"; "O caminho das trevas é torto"; "Desta forma, são (entre outros mencionados) aqueles que o trabalho não para ajudá-lo que é exagerado com labuta" (capítulos XIX, XX).

 

 

4. Notabilia:

 

(1) A divindade de Cristo é enfatizada: "Senhor de todo o mundo"; "Joint Criador, com o Pai, da humanidade" (capítulo V). (2) O escritor, seguindo o método de interpretação alegórica de Alexandria, está livre da doutrina alexandrina do mal essencial da matéria; a necessidade de uma encarnação real é afirmada (capítulo V). (3) No capítulo XI, ele escreve: "Nós vamos para a água cheia de pecados e imundícia, e chegar a dar frutos em nosso coração, com o temor de Deus e confiança em Jesus em nosso espírito." Isto foi interpretado como envolvendo a doutrina dobatismo de regeneração; mas a referência pode ser bastante para a regeneração que o batismo simboliza. (4) do capítulo XV, as palavras: "Nós mantemos o oitavo dia com alegria, o dia em que Jesus ressuscitou," são os primeiros expressa testemunho de que a observância do Dia do Senhor era um memorial da ressurreição de nosso Senhor. 

Esta observação se distingue da guarda do sábado judaico, que é chamado de um erro; o sábado realmente a intenção de ser mantido de ser um período de 1.000 anos depois dos 6000 anos em que todas as coisas serão acabados (capítulo XV). (5) Testemunho de livros do Novo Testamento, (a) a existência ea autoridade canônica do Evangelho de Mt são atestados (Capítulo IV) pela citação de Mateus 22:14 : "Muitos são os chamados, mas poucos escolhidos", introduzido pelo fórmula: "Está escrito"; (B) diversas passagens tomadas em conjunto testemunhar o escritor tendo o Evangelho de João em suas mãos: "Quem come a deles viverá para sempre" (capítulo XI e João 6:58 ); "Abraham olhar antes em Espírito para Jesus" (capítulo IX e João 8:58 ); "A nova lei de nosso Senhor Jesus Cristo" (capítulo II e João 13:34 ); uma referência para a serpente de bronze como um tipo de sofrimento, a glória de Cristo e de cura de energia (capítulo XII e João 3:14 ); (C) "Tu não dizer que tudo é teu" (Capítulo XIX) parece ser uma reminiscência de Atos 04:32 ; (D) a passagem em xv, "O dia do Senhor será como mil anos," parece ser um eco de 2 Pedro 3: 8 , e, nesse caso, é o mais antigo testemunho da existência de que a escrita, e, assim, comprova a sua grande antiguidade, embora não seja a sua canonicidade.

 

 

VII. Pastor (pastor) de Hermas.

 

1 Autoria e Data:

 

Este trabalho é o primeiro exemplo, em larga escala, de alegoria cristã, e não era menos popular na igreja primitiva do que o Progresso do Peregrino em tempos posteriores. Foi contada por muitos quase, por algum conjunto, como "Escritura". Irineu cita-a como "Escritura" (iv 20.); Clemente de Alexandria se refere a ele como "contendo revelações divinamente" ( Strom , i 29..); Orígenes considera como "divinamente inspirada" ( Comentário sobre Romanos 16:14 ). Ele é colocado com a Epístola de Barnabé, no Codex Sinaiticus no fim do Novo Testamento, e foi lida em muitas igrejas até o tempo de Jerome ( Obras , II, 846). O escritor representa-se como um escravo vendido a uma senhora cristã romana. Ele posteriormente obtido a liberdade, viveu com sua família em Roma, tornou-se fervorosamente religiosa e tinha visões que ele comunicadas à comunidade neste livro, com vista ao arrependimento e bem-estar espiritual.

 

Orígenes (seguido por Eusébio, Jerônimo, etc) atribui o trabalho para o Hermes de Romanos 16:14 ; mas sua opinião é pura conjectura ( puto ). A Canon Muratori (170 AD), de autoria italiano descreve o trabalho como "recentemente constituída em Roma pelo irmão da Plus durante episcopado deste último" (137-54).Este testemunho distinto local tem sido amplamente aceito (Hefele, Lightfoot, Charteris, Cruttwell, etc). 

No entanto, o escritor representa a si mesmo ( Visão , ii. 4) como determinado para enviar seu livro para Clement como o homem em posição de autoridade na igreja, que é natural de se identificar com o chefe presbítero de Roma, entre 92 e 101 Esta referência, juntamente com a ausência de qualquer alusão ao gnosticismo ou para o mono-episcopado, levou Schaff, Zahn, e outros para fixar a data do trabalho em cerca de 100 dC. A evidência externa e interna, assim, aparentemente divergentes, podem ser reconciliados por supor (com Kruger e Harnack) que o livro não foi "escrito em um único projecto"; que as parcelas foram emitidos, sucessivamente, durante o episcopado de Clemente; e que sob Plus (cerca de 140) as questões separadas foram reunidos em um volume sob o título de O Pastor . Em Roma, onde o autor era conhecido, a Canon Muratori atestada ao mesmo tempo a sua utilidade religiosa como um "livro para ser lido" ea ausência de qualquer pretensão de autoridade canônica.

 

2 Objeto e Conteúdo:

 

A finalidade do livro não é doutrina mas ético; é um manual alegórica de dever cristão com chamadas sinceros ao arrependimento individual e renascimento da igreja, tendo em vista o próximo Advento.

 

O livro é composto de (1) Cinco Visões, (2) Doze mandatos, (3) Dez Similitudes ou parábolas. Em (1) a igreja aparece 'para o escritor como uma matrona venerável, depois como uma torre perto da conclusão, a partir daí, como Virgem Santa. Na última visão, o anjo do arrependimento, em trajes pastoral, oferece-lhe os mandatos e Similitudes. Os mandatos lidar com a castidade, verdade, paciência, humildade, reverência, oração, penitência e alertar contra entristecer o Espírito. Nos similitudes a igreja é novamente uma torre cujas pedras são examinados para aprovação ou reprovação. Similitudes também são provenientes de árvores. A vinha agarrado ao elm significa união de ricos e pobres na igreja; um grande salgueiro a partir do qual uma multidão recebe ramos ou galhos, alguns destes florescimento ou frutificação, outras secas ou podres, simboliza o efeito diverso de lei e evangelho em diferentes almas. O autor, apesar de um gentio, escreve do ponto de vista de James ao invés de Paul. As palavras de encerramento resumir seu propósito ético e escatológico combinado: "Vós que tenham recebido bem pelo Senhor, fazer boas obras, para que enquanto atraso vós, a torre de ser concluída, e você ser rejeitado."

 

3. Notabilia:

 

(1) Montanistic afinidade.

 

Hermas, de fato, é diferente de Montanistas no processo de licenciamento, embora não animador, segundo casamento, e reconhecendo um possível arrependimento depois de pós-batismal pecado flagrante; mas ele também é o seu precursor, através de sua glosa de readmissão após segundolapso, através expectativa enfática de um advento iminente, e através de sua visão rigorosa do jejum: ". Sobre o gosto rápido dia nada, mas pão e água"

 

(2) O jejum, no entanto, é considerada não como um fim, mas como um meio

 

A disciplina para a humildade, a pureza, a caridade. Jejum para a caridade é ilustrado pela liminar (Sim ., v. 3) para "contar-se o preço do que você quis dizer para comer, e dar isso a uma necessidade."

 

(3) Ausência de nomes "Jesus" e "Cristo".

 

Os nomes "Jesus e" Cristo "nunca ocorrer. Ele é o" Filho de Deus "e" Senhor do Seu povo, "quem" Deus fez habitar em carne ", por quem" o mundo inteiro é sustentado ", que" sofreu grande sofrimentos que Ele pode acabar com os pecados de Seu povo "(Sim, .v 6;... ix 14).

 

(4) Organização da Igreja.

 

Hermas é cobrado (Via., Ii. 4) a "ler seus escritos (ou junto com) os presbíteros que presidem a igreja" em Roma. É razoável concluir que ninguém na comunidade que poderia, então, ser chamado de "bispo", no sentido posterior do titular de um cargo distinto e superior ao presbiterato. Episkopoi ("Bispos") são mencionados (SIM., Ix.27) como "a hospitalidade", a descrição do epískopos em 1 Timóteo 3: 2 , onde bispo assumidamente = presbítero.

 

 

VIII. Segunda Epístola de Clemente.

 

1 Natureza do documento:

 

Esta escrita é duplamente miscalled, não é nem uma epístola, nem uma composição de Clemente.Estilo, pensamento e ponto de vista diferem daqueles do PE aceites., E HE , III, 38, sugere que a autoria Clementine não foi geralmente reconhecida. A recente recuperação por Bryennios da conclusão anteriormente perdido prova que a escrita é um sermão (Capítulo XIX).

 

Antiguidade é indicado por (1) o uso, como uma autoridade, do perdido herético Evangelho dos egípcios, que no momento da Canon Muratori (175 dC) tinha deixado de ser considerados como Escritura por católicos; (2) a aprovação, sem intenção gnóstico, de frases que se tornaram notavelmente associado, após 150 AD com o gnosticismo: "Deus fez macho e fêmea: o macho é Cristo, o feminino, a igreja" (capítulo XIV).

 

2. Data e Autoria:

 

A data geralmente atribuída Isaías 120-150 AD (Lightfoot, Parte I, tomo II, 201). O autor é um Gentilepresbyter; ele tinha "stocks e pedras adorado." O sermão foi pregado em Corinto, provavelmente, para o pregador descreve muitos chegam por via marítima para a pista de corridas, sem mencionar uma porta, o que seria apropriado em um sermão pregado para o Corinthians.

 

3. Conteúdo:

 

Nenhum texto é dado, mas o sermão começa a partir de Isaías 54: 1 , sem citação expressa; Neste capítulo, provavelmente, tinha sido lida no serviço. O discurso, sem grande mérito literário, é sincero e prático. Há exortações ao arrependimento e às boas obras, a pureza, a caridade, a oração eo jejum, com especial referência à vinda do julgamento. O ponto de vista é o de James. "Não vos perturbeis (por isso o sermão conclui) porque vemos os injustos com abundância, e os servos de Deus em Estreito. Vamos ter fé, irmãos e irmãs. Deus teve retribuiu o justo rapidamente, deveríamos ter tido treinamento não na piedade, mas em negociação, e nossa retidão seria uma mera aparência, uma vez que a nossa busca seria não de piedade, mas de ganho ".

 

4. Notabilia:

 

(1) O sermão é o mais antigo existente em tempos pós-Novo Testamento, e parece ter sido lido (Capítulo XIX) a uma congregação. (2) provérbios de Cristo não nos Evangelhos são citados: (a) "O Senhor, sendo solicitado ao Seu reino viria, respondeu: Quando os dois serão uma só (ou seja, quando a harmonia deve prevalecer?), E quando do exterior devem ser como o interior (ou seja, quando os homens serão como parecem?); eo macho com a fêmea, macho nem fêmea "(interpretado por este ascetically pregador como discountenancing casamento, presumivelmente porque" o tempo é curto ", mas explicou misticamente por Clemente de Alexandria, no Strom. 13, iii., como indicando a abolição de todas as distinções no reino de Deus). Clemente atribui a passagem do Evangelho perdido dos egípcios. (B) "O Senhor disse, sereis como cordeiros no meio de lobos Pedro respondeu:. Que se os lobos rasgar os cordeiros Jesus disse: Não deixem que os cordeiros temem os lobos, e vós, AL

 

 

 

ENCYCLOPEDIA STANDARD 1870