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doutrina pentecostal parte N.2
doutrina pentecostal parte N.2

 

                    DOUTRINA PENTECOSTAL N.2

 

O avivamento manifestado na Missão da Rua Azusa ocorreu em uma época de profundo racismo e preconceito social. Em 1906, um repórter, opositor do movimento, criticou severamente os eventos ocorridos. No entanto, a crítica registrada no jornal local, serve-nos de provas contundentes da efusão do Espírito e de seu poder transformador, capaz de quebrar qualquer preconceito, seja social ou racial. Assim se expressava o jornalista: “(...) vergonhosa mistura de raças, eles clamavam e faziam grande barulho o dia inteiro e à noite adentro. Corriam, pulavam, tremiam todo o corpo, gritavam com toda a sua voz, faziam rodas, tombavam sobre o assoalho coberto de serragem, sacudindo-se, esperneando e rolando no chão , Eles afirmam estar cheios do Espírito. Eles têm um caolho, analfabeto e negro como seu pregador que fica de joelhos a maior parte do tempo , Não fala muito, mas, às vezes, pode ser ouvido gritando ‘Arrependei-vos!’. Então, permanece na mesma atitude de oração . Eles cantam repetidamente a mesma canção, ‘O Consolador Chegou’”. 

Muitas ministrações divinas são atribuídas simultaneamente ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo: A vocação para a salvação é atribuída ao Pai (1 Co 1.9; 1 Ts 2.12), ao Filho (Mt 11.28; Lc 5.32) e ao Espírito Santo (Jo 16.8-11; 15.16; At 5.32). De modo semelhante, a santificação é operada por Deus (1 Ts 5.23; Ez 37.28), por Cristo (Hb 13.12; Ef 5.26) e, mediante o Espírito Santo (1 Pe 1.2; 1 Co 6.11). No entanto, uma das primeiras ministrações do Espírito no homem, não ocorre quando este é salvo, mas quando ainda está morto em delitos e pecados (Ef 2.1; Jo 3.5-8). Esta ministração ao pecador é dupla: convencer (do pecado, da justiça e do juízo, Jo 16.7-11) e restringir ou deter o mal no mundo (2 Ts 2.6-9). Portanto, a obra inicial do Espírito de Cristo no homem é o convencimento — ato magnânimo operado pelo Espírito na comunicação da graça de Cristo, a fim de que o pecador aceite inteligentemente a Cristo como Senhor e Salvador. A segunda ministração não se restringe ao pecador como indivíduo, mas a totalidade deles sendo guardados da operação do mal no mundo. É evidente de que não se trata de eliminar o mal, mas limitá-lo, restringi-lo, diminuir-lhe a eficácia de acordo com os propósitos divinos, como demonstram o texto citado. Somente então, quando o tempo predeterminado por Deus for cumprido, é que o iníquo se revelará e, durante sete atribulados anos, os pecadores sofrerão, até que o Rei dos reis retorne para exercer total autoridade.

 Em razão de suas operações dinâmicas (Gn 1.2), o Espírito Santo é mais mencionado no Antigo Testamento como “Espírito”. Já no Novo, Ele é citado como “Espírito Santo”, o que destaca seu principal ministério na igreja: santificar o crente.

Esta distinção de ofício do Espírito Santo no Antigo e Novo Testamento é claramente percebida em 2 Coríntios 3.7,8. O versículo 8 assevera: “Como não será de maior glória o ministério do Espírito?”.

 

I. AS MINISTRAÇÕES DO ESPÍRITO SANTO E A SALVAÇÃO 

1. O novo nascimento pelo Espírito (Jo 3.3-8). O novo nascimento abrange a regeneração e a conversão, que são dois lados de uma só realidade. Enquanto a regeneração enfatiza o nosso interior, a conversão, o nosso exterior. Quem diz ser nascido de novo deve demonstrar isso no seu dia-a-dia. A expressão “de novo” (v.3), de acordo com o texto original, significa “nascer do alto, de cima, das alturas”. Isto quer dizer que se trata de um nascimento espiritual realizado pelo Espírito Santo. O homem natural, portanto, desconhece esse novo nascimento (vv.4-12; ler Jo 16.7-11; Tt 3.5).

2. A habitação do Espírito no crente (Jo 14.16,17; Rm 8.9). No Antigo Testamento o Espírito agia entre o povo de Deus (Ag 2.5; Is 63.11b), mas com o advento de Cristo e por sua mediação, o Espírito habita no crente (Jo 20.21,22). Este privilégio é também reafirmado em 1 Co 3.16; 6.19; 2 Co 6.16; Gl 4.6.

3. O testemunho do Espírito de que somos filhos de Deus (Rm 8.15,16). Esse testemunho é uma plena convicção produzida no crente pelo Espírito Santo de que:

a) Deus é o nosso Pai celeste. “Pelo qual clamamos: ‘Aba, Pai’” (v.15).

b) Somos filhos de Deus. “O mesmo Espírito testifica... que somos filhos de Deus” (v.16). É pois, um testemunho objetivo e subjetivo, da parte do Espírito Santo, concernente à nossa salvação em Cristo.

4. A fé pelo Espírito Santo para a salvação. É a vida de fé (Rm 1.17), “pelo Espírito” (Gl 5.5). Tal fé, segundo At 11.24, procede do Espírito a fim de que o crente permaneça fiel por meio da manifestação do fruto do Espírito (Gl 5.22b). Uma coisa decorre da outra. Os heróis de Hebreus 11 venceram “pela fé”, porque o Espírito a supria (2 Co 4.13; Hb 10.38).

5. A santificação posicional do crente. A santificação sob este aspecto é perfeita e completa “em Cristo”, mediante a fé. Ela ocorre por ocasião do novo nascimento (1 Co 1.2; Hb 10.10; Cl 2.10; 1 Jo 4.17; Fp 1.1), sendo simultânea com a justificação “em Cristo” (1 Co 6.11; Gl 2.17a).

 

II. AS MINISTRAÇÕES DO ESPÍRITO SANTO E OS SALVOS 

1. O batismo “do” ou “pelo” Espírito Santo para o crente (1 Co 12.13; Gl 3.27; Rm 6.3). Este batismo “do” ou “pelo” Espírito é algo tão real, apesar de ser espiritual, que a Bíblia o denomina como “batismo”. Em todo batismo, como já afirmamos, há três pontos inerentes: um batizador; um batizando; e um meio em que o candidato é imerso. No batismo pelo Espírito Santo, o batizador é o Espírito de Deus (1 Co 12.13); o batizando é o novo convertido; e, o elemento em que o recém-convertido é imerso, é a igreja, como corpo místico de Cristo (1 Co 12.27; Ef 1.22, 23). Portanto, o Espírito Santo realiza esse batismo espiritual no momento da nossa conversão, inserindo o crente na igreja (Mt 16.18). Logo, todos os salvos são batizados “pelo” Espírito Santo para pertencerem ao corpo de Cristo — a Igreja, mas nem todos são batizados “com” ou “no” Espírito.

2. O batismo “com” ou “no” Espírito Santo (At 1.4,5,8; 2.1-4; 10.44-46; 11.16; 19.2-6). A evidência física desse glorioso batismo são as línguas sobrenaturais faladas pelo crente conforme o Espírito concede. É uma ministração de poder do alto pelo Espírito, provida pelo Pai, mediante o Senhor Jesus (Jo 14.26; At 2.32,33).

3. O fruto do Espírito através do crente (Gl 5.22,23; Ef 5.9; Jo 15.1-8,16). A evidência de que alguém continua cheio do Espírito é a manifestação do fruto do Espírito em sua vida (Mt 3.8; 7.20). Um cristão que afirma ser nascido de novo, mas seu modo de viver dentro e fora da igreja desmente o que ele afirma, é uma contradição; um escândalo e pedra de tropeço para os descrentes e os cristãos mais fracos. É pela sua habitação e presença permanente no crente, regendo-o em tudo, que o Espírito produz o seu fruto, como descrito em Gl 5.22.

4. A santificação progressiva do crente (1 Pe 1.15,16; 2 Co 7.1; 3.17,18). Essa verdade é declarada no texto original de Hebreus 10.10,14. No versículo 10, a ênfase recai sobre o estado ou a posição do crente — santo: “Temos sido santificados”. O versículo 14, no entanto, não só reafirma o estado anterior, “santo”, como declara o processo contínuo de santificação proveniente de tal posição: “sendo santificados” (v.14). Aqui temos a santificação posicional e progressiva.

5. A oração no Espírito (Rm 8.26,27; Ef 6.18; Jd v.20; Zc 12.10; 1 Co 14.14,15). Esta ministração do Espírito no crente, capacita-o a orar, inclusive a interceder por outros. Logo, só podemos orar de modo eficaz se formos assistidos e vivificados pelo Espírito Santo. A “oração no Espírito” de que trata Jd v.20, refere-se a essa capacidade concedida pelo Espírito.

6. O Espírito Santo como selo e penhor (2 Co 1.22; Ef 1.13,14; 4.30; 2 Co 5.5). Devemos observar que nos tempos bíblicos, o selo era usado para designar a posse de uma pessoa sobre algum objeto ou coisa selada. Por conseguinte, indicava propriedade particular, segurança e garantia. Este selo, portanto, não é o batismo com o Espírito Santo, mas a habitação do Espírito no crente, como prova de que o mesmo é posse ou propriedade particular de Deus.

Juntamente com o selo é mencionado o “penhor da nossa herança” (Ef 1.14). De modo semelhante ao selo, o penhor era o primeiro pagamento efetuado a fim de se adquirir uma propriedade. Mediante esse “depósito”, a pessoa assegurava o objeto como propriedade exclusiva. Assim, o Senhor deu-nos o Espírito Santo, como garantia de que somos sua propriedade exclusiva e intransferível. O Senhor Jesus “investiu” em nós imensuráveis riquezas do Espírito como penhor ou garantia de que muito em breve Ele virá para levar para Si sua propriedade peculiar, a igreja de Deus (Tt 2.14).

7. A unção do Espírito para o serviço. Jesus, nosso exemplo, foi ungido com o Espírito Santo para servir (At 10.38; Lc 4.18,19). Assim também a igreja recebeu a unção coletiva do Espírito (2 Co 1.21,22), mas alguns de seus membros são individualmente ungidos para ministérios específicos, segundo os propósitos de Deus. Vejamos a unção do Espírito sobre o crente, conforme 1 João 2.20,27.

a) “Tendes a unção do Santo”. Esta unção santifica e separa o crente para o serviço de Deus.

b) “E sabeis tudo”. Também proporciona conhecimento das coisas de Deus em geral.

c) “Fica em vós” (v.27). É permanente no crente.

d) “Unção que vos ensina todas as coisas” (v.27). É didática, pois possibilita ensino contínuo das coisas de Deus.

e) “É verdadeira” (v.27). Não falha, pois procede da verdade, que é Deus.

f) “E não é mentira” (v.27). É sem dolo; sem falsidade. É possível que houvesse entre certos líderes daqueles dias uma falsa unção, que imitava a verdadeira.

Na conclusão do capítulo em estudo (2 Co 3), prorrompe jubiloso o sacro escritor, a respeito da glória do ministério do Espírito: “Mas todos nós, com cara descoberta, refletindo, como um espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (v.18). São, portanto, maravilhosas as ministrações e dádivas do Espírito Santo, dispensadas aos filhos de Deus (2 Co 3.8). 

SOUZA, E. A. Nos domínios do Espírito. RJ: CPAD, 1998. 

“A Operação do Espírito Santo é Condicional

1. Ministrações do Espírito. As obras e ministrações do Espírito Santo provam a sua divindade, assim como as obras que Jesus realizou como homem provam que Ele é o Filho de Deus (Jo 5.36; 10.25,38; 14.11). Portanto, o Espírito Santo sempre opera em conjunto com a Trindade, pois é o ativador de todas as coisas.

2. Soberania do Espírito. O Espírito Santo é soberano. Ele opera como o vento, isto é, ‘assopra onde quer’ (Jo 3.8). Aquele que se coloca à inteira disposição do Espírito Santo experimentará a sua operação poderosa e irresistível (cf. At 6.10). A Bíblia diz: ‘Operando eu, quem impedirá?’ (Is 43.13). Assim aconteceu nos dias dos apóstolos; apesar de os inimigos os perseguirem, procurando impedi-los de agir, o Espírito Santo operava por meio deles de tal maneira que o Evangelho se espalhou vitoriosamente por toda a parte (At 4.33; 5.40-42; 6.7)”.(BERGSTÉN, E. Teologia Sistemática. 4.ed., RJ: CPAD, 2005, pp.88,120.) 

Após o derramamento do Espírito Santo sobre os irmãos na residência dos Asbery e, como muitos ainda continuavam a freqüentar as orações, Seymour procurou um novo espaço para as reuniões. Encontrou na Rua Azusa, 312, uma estrebaria de dois andares que, em seus primeiros dias, havia sido um templo da igreja episcopal metodista africana. Em fins de abril, o edifício estava limpo e organizado para acomodar cerca de 750 pessoas. Não muitos dias depois, o mover do Espírito naquele lugar atraiu pessoas de todo mundo. Em 18 de abril de 1906, o Daily Times, jornal de Los Angeles, publicou uma reportagem de primeira página sobre o avivamento. Durante quase mil dias, milhares de pessoas de todas as partes do globo visitaram a Rua Azusa e foram profundamente tocadas pelo derramamento abrasador do Espírito Santo. Homens, mulheres, crianças, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, ricos, pobres, analfabetos e doutores — todos foram alcançados pela promessa pentecostal de Atos 2. 

No Antigo Testamento o conceito de santidade, santo ou santificado é expresso por três palavras principais: qādash, qōdesh e qādôsh. O verbo qādash ocorre 170 vezes no hebraico bíblico, com o sentido de “ser consagrado”, “ser santo”, “ser santificado”. Na primeira ocorrência do termo (Gn 2.3) significa “declarar algo santo” (Êx 20.8), mas também o estado daquele que é reservado exclusivamente para Deus (Êx 13.2). No entanto, há 470 ocorrências do substantivo qōdesh com o significado de “consagração”, “santidade”, “qualidade de sagrado”, “coisa santa”. A palavra é empregada para descrever tanto o que é separado para o serviço exclusivo a Deus (Êx 30.31), quanto o que é usado pelo povo de Deus (Is 35.8; Êx 28.2, 38). Já o adjetivo qādôsh, isto é, “santo”, “sagrado”, além de ocorrer 116 vezes é o vocábulo mais difundido entre os estudantes das Escrituras Sagradas. Em Êxodo 19.6, primeira ocasião em que se emprega o termo, designa o estado de santidade do povo de Deus (Nm 16.3; Lv 20.26), e a santidade do próprio Deus (Is 1.4; 5.16; 40.25).

 

A SANTIFICAÇÃO

Salvação e santificação são as obras redentoras realizadas por Jesus no homem integral: espírito, alma, e corpo. A Bíblia afirma que fomos eleitos “desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito” (2 Ts 2.13). Esta verdade está implícita no evangelho de João 19.34, que diz que do lado ferido do corpo de Jesus fluíram, a um só tempo, sangue e água. Isto é, o sangue poderoso de Cristo nos redime de todo pecado, mas a água também nos lava de nossas impurezas pecaminosas. Cristo morreu “para nos remir de toda iniqüidade e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras” (Tt 2.14). Portanto, a salvação e a santificação devem andar juntas na vida do crente. 

I. SANTIDADE, SANTIFICAR E SANTIFICAÇÃO 

1. A santidade de Deus. A Bíblia diz que nosso Deus é santíssimo: “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos” (Is 6.3; Ap 4.8). A santidade de Deus é intrínseca, absoluta e perfeita (Lv 19.2; Ap 15.4). É o atributo que melhor expressa sua natureza. No crente, porém, a santificação não é um estado absoluto, é relativo assim como a lua, que não tendo luz própria, reflete a luz do sol (ver Hb 12.10; Lv 21.8b).

Deus é “santo” (Pv 9.10; Is 5.16), e quem almeja andar com Ele, precisa viver em santidade, segundo as Escrituras.

2. Santificar e santificação. “Santificar” é “pôr à parte, separar, consagrar ou dedicar uma coisa ou alguém para uso estritamente pessoal”. Santo é o crente que vive separado do pecado e das práticas mundanas pecaminosas, para o domínio e uso exclusivo de Deus. É exatamente o contrário do crente que se mistura com as coisas tenebrosas do pecado.

A santificação do crente tem dois lados: sua separação para a posse e uso de Deus; e a separação do pecado, do erro, de todo e qualquer mal conhecido, para obedecer e agradar a Deus. 

II. A TRÍPLICE SANTIFICAÇÃO DO CRENTE 

De acordo com a Bíblia, a santificação do crente é tríplice: Posicional, progressiva e futura.

1. Santificação posicional (Hb 10.10; Cl 2.10; 1 Co 6.11). No seu aspecto posicional, a santificação é completa e perfeita, ou seja, o crente pela fé torna-se santo “em Cristo”. Deus nos vê em Cristo perfeitos (Ef 2.6; Cl 2.10). Quando estamos “em Cristo”, não há qualquer acusação contra nós (Rm 8.33, 34), porque a santidade do Senhor passa a ser a nossa santidade (1 Jo 4.17b).

2. Santificação progressiva. É a santificação prática, aplicada ao viver diário do crente. Nesse aspecto, a santificação do crente pode ser aperfeiçoada (2 Co 7.1). Os crentes mencionados em Hebreus 10.10 já haviam sido santificados, e continuavam sendo santificados (vv.10,14 - ARA).

O crescimento do crente “em santificação” ocorre à medida que o Espírito o rege soberanamente e, o crente, por sua vez, o busca, em cooperação com Deus: “Sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver” (1 Pe 1.15).

a) O lado divino da santificação progressiva. São meios, os quais o Senhor utiliza para santificar-nos em nosso viver diário. Esses recursos divinos são: (1) O sangue de Jesus Cristo (Hb 13.12; 1 Jo 1.7,9); (2) a Palavra de Deus (Sl 12.6; 119.9; Jo 17.17; Ef 5.26); (3) o Espírito Santo (Rm 1.4; 1 Pe 1.2; 2 Ts 2.13); (4) a glória de Deus manifesta (Êx 29.43; 2 Cr 5.13,14); (5) e a fé em Deus (At 26.18; Fp 3.9; Tg 2.23; Rm 4.11).

b) O lado humano da santificação. Deus é quem opera a santificação no crente, embora haja a cooperação deste. Os meios coadjuvantes de santificação progressiva são: (1) O próprio crente. Sua atitude e propósito de ser santo, separado do mal para posse de Deus são indispensáveis. É o crente tendo fome e sede de ser santo (Mt 5.6; 2 Tm 2.21, 22; 1 Tm 5.22); (2) O santo ministério. Os obreiros do Senhor têm o dever de cooperar para a santificação dos crentes (Êx 19.10,14; Ef 4.11,12); (3) Pais que andam com Deus. Assim como Jó (Jó 1.5), os pais devem cooperar para a santificação dos filhos. Eunice, por exemplo, colaborou para a integridade de Timóteo, seu filho (2 Tm 1.5; 3.15). Por outro lado, pais descuidados podem influenciar negativamente seus filhos, como no caso de Herodias que influenciou a Salomé (Mc 6.22-24); (4) As orações do justo (Sl 51.10; 32.6). A oração contrita, constante e sincera tem efeito santificador; (5) A consagração do crente a Deus (Lv 27.28b; Rm 12.1,2). A rendição incondicional do crente a Deus tem efeito santificador nele.

3. Santificação futura. “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Ts 5.23). Trata-se da santificação completa e final (1 Jo 3.2). Ver também: Ef 5.27; 1 Ts 3.13. 

III. ESTORVOS À SANTIFICAÇÃO DO CRENTE 

Estorvos são embaraços que impedem o cristão de viver em santidade. Vejamos alguns deles:

1. Desobediência. Desobedecer de modo consciente, contínuo e obstinadamente à conhecida vontade do Senhor (Êx 19.5,6).

2. Comunhão com as trevas. Comungar com as obras infrutíferas das trevas (Rm 13.12); com os ímpios, seus costumes mundanos e suas falsas doutrinas (Ef 5.3; 2 Co 6.14-17).

3. Erros a respeito da santificação. O próprio Pedro enganou-se a respeito da santificação (At 10.10-15). Vejamos o que não é a santificação bíblica.

a) Exterioridade (Mt 23.25-28; 1 Sm 16.7). Usos, práticas e costumes. Este último, quando bom, deve ser o efeito da santificação, e não a causa (Ef 2.10).

b) Maturidade cristã. Não é pelo tempo que algo se torna limpo, mas pela ação contínua da limpeza. A maturidade cristã varia, como se vê em 1 Jo 2.12, 13: “Filhinhos”; “pais”; “mancebos”; “filhos”.

c) Batismo com o Espírito Santo e dons espirituais. O batismo com o Espírito Santo e os dons espirituais em si mesmos, não equivalem à santificação como processo divino e contínuo em nós (At 1.8; 1 Co 14.3).

4. Áreas da vida não santificadas. Alguns aspectos reservados da vida do crente que não foram consagrados a Deus, devem ser apresentados ao Senhor. Como por exemplo, a mente, sentidos, pensamento, instintos, apetites e desejos, linguagem, gostos, vontade, hábitos, temperamento, sentimento. Um exemplo disso está em Mateus 6.22,23. 

IV. A NECESSIDADE DE O CRENTE SANTIFICAR-SE 

Para esse tópico aconselhamos a leitura meditativa de 2 Coríntios 7.1 e 1 Tessalonicenses 4.7.

1. A Bíblia ordena. A Bíblia afirma que temos dentro de nós a “lei do pecado” (Rm 7.23; 8.2). Daí, ela ordenar que sejamos santos (1 Pe 1.16; Lv 11.44; Ap 22.11), pois o Senhor habita somente em lugar santo (Is 57.15; 1 Co 3.17).

2. Os santos serão arrebatados. O Senhor Jesus que é santo, virá buscar os que são consagrados a Ele (1 Ts 3.13; 5.23; 2 Ts 1.10; Hb 12.14). Por isso, a vontade de Deus para a vida do crente é que ele seja santo, separado do pecado (1 Ts 4.3).

3. A santidade revelada de Deus. Uma importante razão pela qual o crente deve santificar-se é que a santidade de Deus, em parte, é revelada através do procedimento justo e da vida santificada do crente (Lv 10.3; Nm 20.12). Então, o crente não deve ficar observando, nem exigindo santidade na vida dos outros; ele deve primeiro demonstrar a sua!

4. Os ataques do Diabo. Devemos atentar para o fato de que, o Diabo, centraliza seus ataques na santificação do crente. A principal tática que o adversário emprega para corromper a santidade é o pecado da mistura. Isso ele já propôs antes a Israel através de Faraó (Êx 8.25). Esta mistura, inclui: da igreja com o mundanismo; da doutrina do Senhor com as heresias; da adoração com as músicas profanas; etc.

Em muitas igrejas hoje, a santificação é chamada de fanatismo. Nessas igrejas falam muito de união, amor, fraternidade, louvor, mas não da separação do mundanismo e do pecado. Notemos que as “virgens” da parábola de Mateus 25 pareciam todas iguais; a diferença só foi notada com a chegada do noivo. 

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 

DANIELS, R. Pureza sexual. RJ: CPAD, 2000.

HOLLOMAN, H. O poder da santificação. RJ: CPAD, 2003.

HUGES, R. K. Disciplinas do homem cristão. RJ: CPAD, 2004.

KEEFAUVER, L. (ed.). O avivamento da Rua Azusa — Seymour. RJ: CPAD, 2001.

 

 “Santificação e Pentecostes

1. Santificados antes do Pentecostes. Lendo a Bíblia cuidadosamente, vemos que os discípulos eram pessoas salvas e santificadas e haviam recebido a unção do Espírito antes do dia de Pentecostes. Em João 17.15-17, Jesus ora: ‘Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade’. Jesus é a Palavra e a verdade, por isso os discípulos foram santificados pela verdade na mesma noite em que ele orou por eles (Jo 20.21-23). Os discípulos, portanto, já estavam cheios da unção do Espírito Santo antes do dia de Pentecostes, e isso os sustentou até que foram dotados com poder do alto. No primeiro capítulo de Atos, Jesus orienta os discípulos a esperarem pela promessa do Pai. Não era para esperar pela santificação. O sangue de Cristo já havia sido derramado na cruz do Calvário. Ele não ia enviar o seu sangue para limpá-los da carnalidade, mas o seu Espírito, para dotá-los com poder.

2. A Santificação. Não há nada mais doce, mais sublime ou mais santo neste mundo do que a santificação. O batismo com o Espírito Santo é o dom de poder na alma santificada, capacitando-a para pregar o Evangelho de Cristo ou para morrer na fogueira. O batismo reveste o crente até o dia da redenção, de modo que ele esteja pronto para encontrar-se com o Senhor Jesus à meia-noite ou a qualquer momento, porque tem óleo em sua vasilha, junto com a sua lâmpada.

Você é participante do Espírito Santo no batismo pentecostal da mesma maneira que foi participante do Senhor Jesus Cristo na santificação” (SEYMOUR, W. J. Santificados antes do Pentecostes. In KEEFAUVER, L. (ed.). O avivamento da Rua Azusa — Seymour. RJ: CPAD, 2001, p.80-3). 

Quando William Seymour começou a pregar o batismo no Espírito Santo com a evidência de falar noutras línguas e, a ensinar a doutrina pentecostal, os membros da congregação da Santidade o expulsaram da igreja. Em uma de suas mensagens afirmou: “Há uma grande diferença entre a pessoa santificada e a que é batizada com o Espírito Santo e com fogo. O santificado é limpo de seus pecados e cheio do amor divino, mas o batizado no Espírito Santo tem poder de Deus em sua alma, poder com Deus e com os homens e poder sobre todos os demônios de Satanás e todos os seus emissários”. Mensagens como esta suscitaram a ira da congregação e resultaram na expulsão de Seymour da comunidade. No entanto, Seymour foi recebido pelo casal Asbery. Na casa destes, começou a fazer reuniões de oração até que, em 9 de abril de 1906, Seymour orou pela cura de Edward Lee. Além de receber a cura, Lee foi batizado no Espírito Santo e falou noutras línguas. Naquele mesmo dia outras sete pessoas tiveram a mesma experiência pentecostal. Mas somente em 12 de abril de 1906 é que Seymour foi batizado com o Espírito Santo. 

O batismo no Espírito Santo é a experiência subseqüente a salvação que capacita o crente: (1) ao ministério evangelístico (At 1.8; 8.1-40); (2) a falar em outras línguas (At 2.4; 10.45,46); (3) a testemunhar com poder e ousadia (At 4.7-22,31); (4) agir sobrenaturalmente (At 5.1-11; 13.8-12; 6.8; 16.16-20); (5) a servir a igreja em suas necessidades sociais (At 6.1-7); (6) atender a chamada ministerial específica (At 13.1-4; 26.29; 10.1-48; At 20.24); (7) a contribuir com o avanço do Reino de Deus (5.14-16,42; 6.7; 8.25; 9.31; 19.20; 28.31); (8) a glorificar e orar a Deus poderosamente (At 10.45,46; 16.15; 4.31; Ef 5.18-20; Cl 3.16; Rm 8.26; Jd v.20). Por essas e outras inumeráveis razões o crente deve orar e glorificar intensamente a Deus a fim de que receba a magnífica promessa do batismo no Espírito Santo. 

Diversas teorias conhecidas como cessacionistas, negam o batismo no Espírito Santo com a evidência inicial de falar noutras línguas e sua atualidade para os dias hodiernos.

As supostas provas apresentadas pelos cessacionistas, além de inconsistentes quanto à argumentação são improváveis quanto à hermenêutica sagrada. Nesta lição, apresente aos alunos um quadro apologético concernente as evidências do batismo com o Espírito Santo em Atos, subseqüente a efusão do Espírito no dia de Pentecostes. Se você deseja conhecer os principais argumentos cessacionistas, bem como uma apologia a respeito da atualidade do batismo no Espírito Santo, consulte a bibliografia sublinhada. Reproduza o gráfico de acordo com os recursos disponíveis. 

 

O BATISMO COM O ESPIRITO SANTO  

O batismo com o Espírito Santo é um revestimento de poder, com a evidência física inicial das línguas estranhas para o ingresso do crente numa vida de profunda adoração e eficiente serviço a Deus (Lc 24.49; At 1.8; 10.46; 1 Co 14.15,26).

No entanto, o batismo do Espírito, como vemos em 1 Co 12.13; Gl 3.27; Ef 4.5, trata-se de um batismo figurado, apesar de real. Todos aqueles que experimentaram o novo nascimento (Jo 3.5) são imersos no corpo místico de Cristo (Hb 12.23; 1 Co 12.12ss). Nesse sentido, todos os salvos são batizados pelo Espírito Santo, mas nem todos são batizados com o Espírito Santo

I. A PROMESSA DO BATISMO E O SEU CUMPRIMENTO 

Dos cerca de 500 irmãos que viram Jesus ressurrecto e ouviram o seu chamado para o cenáculo em Jerusalém (Lc 24.49), apenas 120 deles atenderam (1 Co 15.6). Que acontecera aos demais que lá foram? Nem todos buscam com sede e perseverança o batismo com o Espírito Santo.

1. Analogia do batismo. Tanto Jesus quanto João Batista empregaram o termo “batismo” para descrever o revestimento de poder do Espírito Santo sobre o crente (At 1.5; 11.16; Mt 3.11; Mc 1.8). Ora, em todo batismo têm de haver três condições para que esse ato se realize: um candidato a ser batizado; um batizador; e um elemento ou meio em que o candidato será imerso. No batismo com o Espírito Santo, o candidato é o crente; o batizador é o Senhor Jesus; e o elemento ou meio em que o filho de Deus é imerso é o Espírito Santo.

2. A promessa do batismo pentecostal. Há várias promessas de Deus no Antigo Testamento a respeito do derramamento do Espírito sobre o povo, mas a principal é a que foi proferida pelo profeta Joel, uns 800 anos antes do advento de Cristo (Jl 2.28-32).

3. Predita por João Batista. João foi o arauto de Jesus; foi homem cheio do Espírito Santo. Em todos os quatro Evangelhos ele confirma a promessa do batismo: Mt 3.11; Mc 1.8; Lc 3.16; Jo 1.32,33; At 11.16.

4. Confirmada por Jesus. Em diversas ocasiões Jesus confirmou a promessa do batismo com o Espírito Santo.

a) Marcos 16.17. Jesus declarou: “falarão novas línguas”.

b) Lucas 24.49. Neste texto, Jesus denominou a promessa como a “promessa de meu Pai”. O batismo com o Espírito Santo foi o último assunto de Jesus aos seus, antes da sua ascensão (vv.50,51).

c) João 7.38,39. Esta passagem deve ser estudada juntamente com Atos 2.32,33. O apóstolo Pedro, após ser batizado com o Espírito Santo e pregar no Dia de Pentecostes, encerrou o seu sermão citando a promessa do batismo, agora cumprida em Jerusalém (At 2.1-4).

5. A promessa divina cumprida. No Antigo Testamento, o privilégio especial do povo de Deus foi receber, preservar e comunicar a revelação divina — as Santas Escrituras (Rm 3.1,2; 9.4; 2 Co 3.7). O privilégio especial do povo de Deus em o Novo Testamento, entretanto, é receber o Espírito Santo: a) na conversão (Jo 3.5; 14.16,17; 16.17; 2 Co 3.8,9; Rm 8.9); b) no batismo com o Espírito Santo; e, c) subseqüentemente, por meio da vida cristã (At 4.8,31; 9.17; 13.9,52; Ef 5.18). 

II. OS CONCEITOS DO BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO 

Da parte de Deus, o batismo com o Espírito Santo é, a um só tempo:

1. Uma ditosa promessa — “a promessa do Pai” (At 1.4). O batismo com o Espírito Santo procede da vontade, amor e promessa de Deus para os seus filhos.

2. Uma dádiva celestial inestimável — “o dom do Espírito Santo” (At 2.38). O batismo é uma dádiva de Deus aos crentes.

3. Uma imersão do crente no sobrenatural de Deus — “sereis batizados com o Espírito Santo” (At 1.5). A partícula original desta última referência também permite a tradução “batizados no Espírito Santo”.

4. Um revestimento de poder do alto — “até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24.49). É como alguém estando vestido espiritualmente, ser revestido de poder do céu.

 

III. COMO RECEBER O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO 

1. Sendo a pessoa já salva. O batismo com o Espírito Santo é para quem já é salvo. Os discípulos ao serem batizados no Dia de Pentecostes: a) Tinham seus nomes escritos no céu (Lc 10.20); b) Eram limpos diante de Deus (Jo 15.3); c) Possuíam em si a vida espiritual (Jo 15.4,5,16); d) Haviam sido enviados para o seu trabalho, dotados de poder divino (Mt 10.1; Lc 9.1,2; 10.19).

2. Crendo na promessa divina do batismo. O batismo é chamado “a promessa do Pai” (Lc 24.49; At 1.4; 2.16,32,33).

3. Buscando com sede, em oração (At 1.4,14; Jo 7.37-39; Lc 11.13). A oração é um elemento necessário e indispensável para o crente obter o batismo com o Espírito Santo.

4. Adorando a Deus com perseverança. Louvando sempre a Deus. Assim fizeram os candidatos antes do primeiro Pentecostes (Lc 24.51,52).

5. Perseverando em unidade fraternal. Isso também eles fizeram antes do primeiro Pentecostes (At 1.14).

6. Vivendo em obediência à vontade do Senhor (At 5.32). Para você que busca o batismo, há alguma área da sua vida não submissa totalmente a Cristo?

 

IV. OS RESULTADOS DO BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO 

1. Edificação espiritual individual. Mediante o cultivo das línguas recebidas com o batismo, o crente é edificado pessoalmente (1 Co 14.4,15).

2. Maior dinamismo espiritual. Isto é, mais disposição e maior coragem na vida cristã para testemunhar de Cristo (Mc 14.66-72; At 4.6-20).

3. Maior desejo e resolução para orar e interceder (At 3.1; 4.24-31; 6.4; 10.9; Rm 8.26). O crente cheio do Espírito ora e intercede constantemente a favor dos filhos de Deus.

4. Maior glorificação do nome do Senhor. Isto “em espírito e em verdade”, nos atos e na vida do crente (Jo 16.13,14). 

De acordo com Atos 2.17, o batismo com o Espírito Santo é para qualquer nação: “Toda carne”. Não há qualquer distinção de sexo para receber o batismo, pois está escrito que é para “filhos e filhas” (At 2.17). Também não importa a idade do candidato (“mancebos e velhos”) ou a camada social do indivíduo (“servos e servas”). Portanto, todos podem e devem buscar essa dádiva celeste. 

DEERE, J. Surpreendido pelo poder do Espírito. RJ: CPAD, 1995.
GEE, D. Como receber o batismo no Espírito Santo. RJ: CPAD, 2001.
KEEFAUVER, L. (ed.). O avivamento da Rua Azusa — Seymour. RJ: CPAD, 2001.
PALMA, A. D. O batismo no Espírito Santo e com fogo. RJ: CPAD, 2002. 

 

“O Vento e o Fogo

Três fenômenos não usuais aconteceram no dia de Pentecostes: ‘um som, como de um vento veemente e impetuoso’, ‘línguas repartidas, como que de fogo’, e o falar em línguas (At 2.1-4). É tentador enxergar as três manifestações do Espírito Santo como indicações de sua atuação em salvação (vento), santificação (fogo) e serviço (línguas).

O vento e o fogo algumas vezes são chamados de teofanias — manifestações visíveis de Deus. Em ocasiões históricas, como a entrega da Lei, houve trovões, relâmpagos e nuvens densas, e um som muito alto de buzinas (Êx 19.16); então naquele dia histórico o Senhor se manifestou de um modo inesquecível com fogo e vento enviados do céu. Precisamos perceber, no entanto, que o vento e o fogo precederam o enchimento do Espírito; não foram parte dele. E mais, em nenhum outro trecho no livro de Atos esses elementos são mencionados novamente em paralelo às pessoas sendo cheias com o Espírito. Esses foram acontecimentos únicos e para marcar a total inauguração de uma nova era no procedimento de Deus com o seu povo.

O fenômeno audiovisual de vento e fogo é remanescente da entrega da Lei no monte Sinai (Êx 19.18; Dt 5.4); o vento não é mencionado em conexão com aquele vento, mas com a travessia do mar Vermelho (Êx 14.21), bem como em outras manifestações especiais no Antigo Testamento da presença de Deus (2 Sm 22.16).

O vento é um emblema do Espírito Santo (Ez 37.9; Jo 3.8); de fato, a palavra hebraica ruach tanto significa ‘vento’ quanto ‘espírito’, como acontece com a palavra grega comparável pneuma”.

(PALMA, A. D. O batismo no Espírito Santo e com fogo. 2.ed., RJ: CPAD, 2002, p.58-9.)

FONTE www.pentecostalteologia.blogspot.com.br