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teorias do arreabatamento bible profhecy
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          TEORIAS ( sobre o arrebatamento que não adotamos como                                              ponte de vista,que o sate não adota ) 

                 O Arrebatamento da Igreja – Diversas Teses. 

 

Jesus prometeu que voltaria para arrebatar a sua igreja, como está escrito: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (Jo 14.1-3). Paulo acrescenta: “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (1Ts 4.16-17). 

  

O ARREBATAMENTO 

 

A presente era em relação à verdadeira Igreja, termina com o arrebatamento dos salvos à presença do Senhor. A doutrina do arrebatamento é uma das consideradas mais importantes da escatologia do Novo Testamento (Jo 14.1-3; 1Ts 4.13-18; 1Co 1.8; 15.51,52; Fp 3.20,21;2C5.1-9). É também uma das questões em que os estudiosos da Bíblia mais discordam. Todas as discordâncias giram em torno da relação que haverá entre o arrebatamento e a Tribulação. Eles estão divididos nas seguintes teorias: 

NÃO CREMOS NESTAS TEORIAS POR NÃO SER BIBLICAS.

PARCIALISMO (Arrebatamento Parcial da Igreja) 

PÓS-TRIBLACIONISTA (Arrebatamento após a Tribulação) 

MESOTRIBULACIONISTA (Arrebatamento no meio da Tribulação) 

 

                                    TEORIA DO ARREBATAMENTO PARCIAL 

 

Esta teoria ensina que o arrebatamento ocorre antes da Tribulação, mas apenas os que estiverem totalmente preparados, vigiando e esperando a vinda do Senhor, e tiverem alcançado um certo nível de espiritualidade que os torne dignos de ser incluídos no arrebatamento. Os outros cristãos permanecerão na Terra durante a Tribulação para serem provados e purificados mediante grandes sofrimentos, sendo arrebatados posteriormente. Esta posição tem sido pouco adotada devido a sua semelhança com a doutrina católica do purgatório, segundo a qual o sofrimento pode purgar pecados. 

 

 

Apresente era, em relação à verdadeira igreja, termina com a translação da igreja à presença do Senhor. A doutrina da translação da igreja é uma das considerações mais importantes da escatologia do Novo Tes¬tamento (Jo 14.1-3; 2Ts 2.1; l Ts 4.13-18; 1 Co 1.8; 15.51,52; Fp 3.20,21; 2 Co 5.1-9). É uma das questões em que os estudiosos da Bíblia mais discor¬dam atualmente. Intérpretes da escola pré-milenarista estão divididos em campos como o parcialista, que levanta a questão de quem partici¬pará do arrebatamento, e os pré-tribulacionista, mesotribulacionista e pós-tribulacionista, que levantam a questão da ocasião do arrebatamento em relação ao período tribulacional.

 

Definição de Termos

 

Seria bom, neste momento, apresentar as várias palavras usadas no Novo Testamento em relação ao segundo advento de Cristo: parousia, apokahipsis e epiphaneia. Embora essas palavras sejam muitas vezes consi¬deradas técnicas, com designações específicas, Walvoord escreve:

É a opinião do escritor que todos esses três termos são usados em sentido geral e não técnico, e referem-se tanto ao arrebatamento quanto ao retor¬no glorioso de Cristo à terra [...]

 

I. PAROUSIA

A palavra mais freqüentemente usada nas Escrituras em referência ao retorno de Cristo é [parousia] [...] ela ocorre 24 vezes no Novo Testa¬mento numa variedade de conexões. Como a sua etimologia indica, a palavra significa estar perto ou ao lado [...] Ela envolve tudo o que a pala¬vra portuguesa presença denota [...] Passou a significar não só presença, mas o ato pelo qual a presença é realizada, i.e., a vinda do indivíduo.

Um breve resumo de seu uso no Novo Testamento inclui [...] l Coríntios 16.17 [...] 2Coríntios 7.6,7 [...] Filipenses 1.26 [...] 2Tessalonicenses 2.9... 2Pedro 3.12. Todos são forçados a concordar que esses casos são gerais e não técnicos.

[...] O fato de que é usada freqüentemente com relação ao arrebata¬mento da igreja é claro nas seguintes referências (1 Co 15.23; l Ts 2.19; 4.15; 5.23; 2Ts 2.1 [?]; Tg 5.7,8; 2 Pe 3.4 [?]; l Jo 2.29) [...]

No entanto, a palavra também é usada com relação ao retorno de Cristo à terra com a igreja em várias passagens (Mt 24.3,27,37,39; l Ts 3.13; 2Ts 2.8; 2Pe 1.16) [...]

É inevitável concluir que a mesma palavra é usada em todas essas passagens em sentido geral e não específico. Sua contribuição à doutrina é realçar a presença corporal de Cristo [...]

 

II. APOKALUPSIS

A segunda palavra importante para a vinda de Cristo [...] [apokalupsis] ocorre [...] 18 vezes na forma de substantivo, 26 vezes na forma de verbo. Ela é obviamente derivada de [...] [apo] e... [kaluptõ], a última significando cobrir, ou esconder, e com o prefixo, descobrir ou desvendar, e assim, revelar [...]

Uma pesquisa daquelas passagens em que a palavra é usada em relação a Cristo demonstra que em várias ocorrências ela é usada para descrever a segunda vinda de Cristo (l Pe 4.13; 2Ts 1.7; Lc 17.30) [...]

Em outras passagens, todavia, ela é claramente usada com referência à vinda de Cristo nos ares para buscar a igreja (1 Co 1.7; Cl 3.4; l Pe 1.7,13)

A doutrina em jogo no uso da palavra em relação a Cristo é uma ênfase na manifestação futura da glória de Cristo [...]

 

III. EPIPHANEIA

A terceira palavra usada para o retorno de Cristo é [...] [epiphaneia] [...] [epi] e [phanês]. O significado de trazer a luz, jazer brilhar, mostrar, é encontrado de Homero em diante (Thayer). A adição da preposição dá a ela um significado intensivo [...] ela é usada para a primeira vinda de Cristo à terra em Sua encarnação (Lc 1.79; 2Tm 1.10) [...]

Quando empregada em referência ao retorno do Senhor, em dois casos ela se refere ao arrebatamento da igreja, e em dois casos parece refe¬rir-se à segunda vinda de Cristo [...] parece sã exegese classificar l Timóteo 6.14 e 2 Timóteo 4.8 como referências ao arrebatamento [...]

Em 2Timóteo 4.1 e Tito 2.13, no entanto, parece haver referência à Sua segunda vinda [...]

A ênfase dada à verdade no uso de [...] [epiphaneia] serve para asse¬gurar que Cristo realmente aparecerá, será reconhecido e manifesto de maneira visível. (John F. WALVOORD, New Testament words for the Lord's coming, Bibliotheca Sacra, 101:284-9, July 1944.)

Essas palavras, então, ressaltam três grandes fatos em relação ao se¬gundo advento: Cristo estará visivelmente presente, Sua glória, por conse¬guinte, será de todo revelada, e Ele mesmo será totalmente manifesto.

 

A Teoria do Arrebatamento Parcial

 

A primeira teoria associada à translação da igreja não está relacio¬nada ao período tribulacional, mas sim aos indivíduos que sofrerão a translação. Argumenta-se que nem todos os crentes serão levados na translação da igreja, mas apenas os que estiverem "vigiando" e "espe¬rando" por esse acontecimento, que tenham atingido certo nível de espiritualidade que os torne dignos de ser incluídos. Essa teoria foi de¬fendida por homens como R. Govett, G. H. Lang, D. M. Panton, G. H. Pember, J. A. Seiss e Austin Sparks, entre outros. Essa teoria é defini¬da por Waugh, que diz:

Há, todavia, não poucos homens —alguns deles profundos e devotos estu¬diosos das Escrituras— que crêem que apenas uma parte preparada e es¬perançosa dos crentes será então transladada. Eles crêem que uma conclu¬são clara de Lucas 21.36 é que os crentes que não "vigiarem" não vão "esca¬par de todas estas cousas que têm de suceder", e não serão dignos de "estar em pé na presença do Filho do Homem". Eles extraem de passagens como Filipenses 3.20, Tito 2.13, 2 Timóteo 4.8 e Hebreus 9.28 o conceito de que somente serão levados os que "aguardarem" e "amarem a sua vinda" (Thomas WAUGH, When Jesus comes, p. 108)

 

A. As dificuldades doutrinárias da teoria do arrebatamento parcial. A posição do arrebatamento parcial baseia-se em certos mal-entendidos com relação às doutrinas da Palavra.

1. A posição do arrebatamento parcial está baseada numa inter¬pretação errônea do valor da morte de Cristo para libertar o pecador da condenação e torná-lo aceitável a Deus. Essa doutrina está ligada a três palavras do Novo Testamento: propiciação, reconciliação e redenção.

Com respeito à propiciação, Chafer escreve:

Cristo, ao derramar Seu próprio sangue, como se aspergido, sobre o Seu corpo no Gólgota, torna-se na realidade o Propiciatório. Ele é o Propiciador e fez propiciação ao suprir dessa maneira as justas exigências da santida¬de de Deus contra o pecado, de tal maneira que o céu se tornou propício. O fato de a propiciação existir deve ser aceito [...]

A propiciação é o lado divino do trabalho de Cristo na cruz. A morte de Cristo pelo pecado no mundo alterou toda a posição da humanidade no seu relacionamento com Deus, pois Ele reconhece o que Cristo fez pelo mundo, quer o homem aceite isso, quer não. Nunca se afirma que Deus foi reconciliado, mas Sua atitude em relação ao mundo foi mudada quan¬do a relação do mundo para com Ele se tornou radicalmente diferente por meio da morte de Cristo. (Lewis Sperry CHAFER, Systematic theology, VII, p. 259)

 

Com respeito à reconciliação, o mesmo autor diz:

Reconciliação significa que alguém ou algo é totalmente mudado e ajus¬tado a algo que é um padrão, como um relógio pode ser ajustado a um cronômetro [...] Por meio da morte de Cristo em nosso lugar, o mundo inteiro está totalmente mudado no seu relacionamento com Deus [...] O mundo está tão alterado na sua posição com respeito aos santos julga¬mentos de Deus por meio da cruz de Cristo que Deus não está mais atri¬buindo-lhes seu pecado. O mundo então é declarado redimível [...]

Já que a posição do mundo diante de Deus está completamente muda¬da pela morte de Cristo, a própria atitude de Deus com relação ao homem não pode mais ser a mesma. Ele está disposto a lidar com as almas agora à luz daquilo que Cristo fez [...] Deus [...] acredita completamente naquilo que Cristo fez e o aceita, de forma que continua justo apesar de capaz de justificar qualquer pecador que aceite o Salvador como sua reconciliação. (Ibid., VII, p. 262-3.)

 

Com respeito à redenção, ele escreve:

A redenção é um ato de Deus pelo qual Ele mesmo paga como um resgate o preço do pecado humano que insultou a santidade e o governo que Deus exige. A redenção oferece a solução ao problema do pecado, como a reconciliação oferece a solução ao problema do pecador, a propiciação oferece a solução ao problema de um Deus ofendido [...]

A redenção proporcionada e oferecida ao pecador é uma redenção do pecado [...] Redenção divina é pelo sangue — o preço do resgate— e pelo poder. (Ibid., III, p. 88)

 

O resultado desse tríplice trabalho é uma salvação perfeita, por meio da qual o pecador é justificado, torna-se aceitável a Deus, é colocado em Cristo posicionalmente para ser recebido por Deus como se fosse o próprio Filho. O indivíduo que tem essa posição com Cristo jamais pode ser algo menos que completamente aceitável a Deus. O parcialista, que insiste em que apenas os que estão "aguardando" e "vigiando" serão transladados, subestima a posição perfeita do filho de Deus em Cristo e o apresenta diante do Pai na sua própria justiça experimental. O pecador então deve ser menos que justificado, menos que perfeito em Cristo.

 

2. O parcialista precisa negar o ensinamento do Novo Testamento sobre a unidade do corpo de Cristo. De acordo com l Coríntios 12.12,13, todos os crentes estão unidos ao corpo do qual Cristo é o Cabeça (Ef 5.30). Essa experiência de batismo está presente em todo indivíduo re¬generado. Se o arrebatamento inclui apenas parte dos redimidos, então o corpo, do qual Cristo é o cabeça, será um corpo desmembrado e des¬figurado quando levado a Ele. A construção, da qual Ele é a pedra prin¬cipal, estará incompleta. O sacerdócio, do qual Ele é o Sumo Sacerdote, estará sem uma parte de seu complemento. A noiva, da qual Ele é o Noivo, será desfigurada. A nova criação, da qual Ele é o cabeça, será incompleta. Isso é impossível de imaginar.

 

3. O parcialista precisa negar a totalidade da ressurreição dos cren¬tes na translação. Já que nem todos os santos poderiam ser arrebatados, logicamente nem todos os mortos em Cristo poderiam ser ressurretos, visto que muitos deles morreram em imaturidade espiritual. Mas, já que Paulo ensina que "transformados seremos todos", e que todos "os que dormem" Deus trará (1 Co 15.51,52; l Ts 4.14), é impossível admitir uma ressurreição parcial.

 

4. O parcialista confunde o ensinamento bíblico sobre os galardões. Os galardões são dados gratuitamente por Deus como recompensa pelo serviço fiel. O Novo Testamento deixa bem claro o ensinamento sobre os galardões (Ap 2.10; Tg 1.12; l Ts 2.19; Fp 4.1; 1 Co 9.25; l Pe 5.4; 2 Tm 4.8). Em nenhum lugar no ensinamento sobre os galardões o arrebata¬mento é incluído como recompensa pela vigilância.

Tal ensinamento faria dos galardões obrigação legal por parte de Deus, em vez de pre¬sente de misericórdia.

 

5. O parcialista confunde a distinção entre lei e graça. Se essa posi¬ção estivesse correta, a posição do crente diante de Deus dependeria das suas obras, pois o que ele fez e as atitudes que ele desenvolveu seriam então a base de sua aceitação. Não é preciso dizer que a aceita¬ção por Deus estará somente na base da posição do indivíduo em Cris¬to, não na sua preparação para a translação.

 

6. O parcialista deve negar a distinção entre Israel e a igreja. Será observado na discussão de passagens problemáticas a seguir que ele usa as passagens aplicadas ao plano de Deus para Israel e as aplica à igreja.

 

7. O parcialista precisa colocar parte da igreja crente no período tribulacional. Isso é impossível. Um dos propósitos do período tribulacional é julgar o mundo em preparação para o reino a seguir. A igreja não precisa de tal julgamento, a não ser que a morte de Cristo seja ineficaz. A partir dessas considerações, acredita-se então que a teo¬ria do arrebatamento parcial não possa ser sustentada.

 

B. Passagens problemáticas. Há certas passagens que o parcialista usa para apoiar sua posição, as quais, à primeira vista, parecem apoiar essa teoria.

1. Lucas 21.36: "Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas cousas que têm de suceder e estar em pé na pre¬sença do Filho do Homem" (Cf. G. H. LANG, Revelation, p. 88-9). Observaremos que a referência principal nesse capítulo é à nação de Israel, que já está no período tribulacional, e portanto isso não se aplica à igreja. As coisas das quais é preciso esca¬par são os julgamentos associados "àquele dia" (v. 34), isto é, o Dia do Senhor. A igreja tem ordens de estar vigilante (l Ts 5.6; Tt 2.13) sem que isso implique ser digna de participar da translação.

 

2. Mateus 24.41,42: "Duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra. Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor" (Cf. R. GOVETT, One taken and one left. The Dawn, 22:515-8, Feb. 15,1936). Essa passagem também está no discurso em que o Senhor descreve Seu plano para Israel, que já está no período tribulacional. A levada vai ao julgamento e a deixada fica para a bênção milenar. Essa não é a perspectiva futura da igreja.

 

3. Hebreus 9.28: "... aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação". A expressão "aos que o aguardam" é usa¬da aqui como sinônimo de "crentes" ou a "igreja", já que essa atitude constitui a atitude normal dos redimidos de Deus. Os crentes são os que "aguardam o Salvador" (Fp 3.20) ou esperam a "bendita esperan¬ça" (Tt 2.13). Os que esperam por Ele não são comparados aos que não o esperam. Essa passagem simplesmente ensina que, da mesma forma que Ele apareceu uma vez para tirar o pecado (v. 26) e agora se encontra no céu intercedendo por nós (v. 24), aparecerá novamente (v. 28) para completar o trabalho de redenção. A conclusão é que o mesmo grupo a quem Ele apareceu, e por quem Ele agora intercede, será aquele a quem Ele aparecerá.

 

4. Filipenses 3.11: "Para, de algum modo, alcançar a ressurreição dentre os mortos" (Cf. R. GOVETT, Entrance into the kingdom, p. 35). Alguns acreditam que Paulo duvidava de seu pró¬prio arrebatamento. O contexto não apóia essa teoria. O v. 11 retoma o v. 8, no qual Paulo revela que, por causa do valor superior do conhecimen¬to de Cristo Jesus, ele abriu mão de tudo aquilo em que confiava para "ganhar a Cristo", e, tendo achado Cristo, "alcançar a ressurreição den¬tre os mortos". A ressurreição, então, é demonstrada como resultado de "ganhar a Cristo", não como resultado de se preparar para a translação. Ele revelou o segredo mais profundo de Seu serviço, uma devoção completa a Cristo desde que O encontrou na estrada para Damasco.

 

5. 1 Coríntios 15.23: "Cada um [...] por sua própria ordem". Isto é usado pelo parcialista para ensinar a divisão em níveis para o crente na ressurreição da igreja. No entanto, devemos lembrar, Paulo não está instruindo sobre a ordem da ressurreição da igreja, mas sim sobre as divisões ou os "grupos" dentro de todo o plano de ressurreição, que incluirá não só os santos da igreja, mas também os santos do Antigo Testamento e os santos da tribulação.

 

6. 2 Timóteo 4.8: "... mas também a todos quantos amam a sua vin¬da". Isto é usado pelos defensores dessa posição para mostrar que o arrebatamento deve ser parcial. No entanto, devemos notar que não se tem em mente nessa passagem o sujeito da translação, mas sim a ques¬tão da recompensa. O segundo advento foi criado por Deus para ser uma esperança purificadora (l Jo 3.3). Por causa de tal purificação, uma nova vida é produzida em vista da expectativa do retorno do Senhor. Portanto, os que realmente "amam a sua vinda" experimentarão novo tipo de vida que lhes trará um galardão.

 

7. 1 Tessalonicenses 1.10: "E para aguardardes dos céus o seu Filho [...] que nos livra da ira vindoura" e 1 Tessalonicenses 4.13-18, junta¬mente com 1 Coríntios 15.51,52, são usados pelo parcialista para ensinar que a igreja que não estava preparada para o arrebatamento encon¬trará o Senhor nas nuvens em Seu retorno à terra no segundo advento (Cf. G. H. LANG, op. cit., p. 236-7). Tal posição coincide com a interpretação do pós-tribulacionista, que demonstraremos ser contrária ao ensinamento das Escrituras.

Um exame das passagens bíblicas usadas pelos parcialistas para apoiar sua posição mostra que sua interpretação não é coerente com a verdadeira exegese. Já que essa teoria não está em harmonia com a ver¬dadeira doutrina e a verdadeira exegese, deve ser rejeitada.

 

 

FONTE JAMREIS.BLOGSPOT.COM

 

 

As dificuldades doutrinárias da teoria do arrebatamento parcial.

 

As seguintes considerações argumentam contra a teoria do arrebatamento parcial. 

 

1)    1 Tessalonicenses 4.16 diz: “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Se todos que morreram em Cristo vão ser ressuscitados, certamente todos os que estão vivos “em Cristo” serão arrebatados.

 

2)    Além disso, em 1 Coríntios 15.51, Paulo diz: “Eis que vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos”. Todos os que estão em Cristo serão transformados no arrebatamento. Isto não inclui naturalmente os que são cristãos apenas de nome. 

3)    Se apenas os “dignos” serão arrebatados, quem subirá? Quem pode afirmar que é digno por si mesmo? Nossa posição diante de Deus baseia-se na justiça que há em Cristo, e não na nossa justiça, que não passa de “trapo de imundícia” (Is 64.6). 

4)    Os proponentes da teoria do arrebatamento parcial, assim como os que crêem que a Igreja deve atravessar parte da Tribulação ou toda ela, sustentam que a Tribulação é necessária para purificar a Igreja e prepará-la para o Noivo. Esse conceito defende uma espécie de purgatório. Se os santos vivos no fim dos tempos tiverem necessidades de ser purgados pela Tribulação, parece que o Senhor também teria de ressuscitar os santos mortos anteriormente para um período de tribulação antes do seu arrebatamento, já que para Deus não há acepção de pessoas. Um pensamento naturalmente absurdo. 

 

O parcialista precisa colocar parte da Igreja no período tribulacional. Isso é impossível, porque a Igreja representa o corpo de Cristo. Então o corpo subiria incompleto? 

 

Um dos propósitos da Tribulação é julgar o mundo em preparação para o reino a seguir. A Igreja não precisa de tal julgamento, a não ser que a morte de Cristo tenha sido ineficaz. A partir dessas considerações, acredita-se então, que a teoria do arrebatamento parcial não tem como se sustentar. 

  

                      TEORIA DO ARREBATAMENTO PÓS-TRIBULAÇÃO 

Os que defendem essa teoria acreditam que os cristãos passarão pela Tribulação e que o arrebatamento ocorrerá simultaneamente ou imediatamente antes da vinda do Senhor Jesusem juízo. Elesafirmam que o arrebatamento da Igreja e a volta de Cristo para reinar são apenas aspectos diferentes de um único evento que acontecerá no final da Grande Tribulação, justamente antes da derrota da besta e seus seguidores e início do milênio.

O Arrebatamento meso-Tribulacionista é parecido ao pré-Tribulacionista, porém assume que o Arrebatamento ocorrerá no meio da Tribulação, tomando como base Mateus 24:15,21 e Apocalipse 11:12.

Neste ponto de vista, a Igreja passaria pela ira e a perseguição do anticristo na primeira metade da Tribulação. A posição meso-Tribulacionista usa a profecia das duas testemunhas em Apocalipse 11 para apontar que o Arrebatamento ocorreria no meio da Tribulação:

 

Apocalipse 11:12

"E [as duas testemunhas] ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: Subi para aqui. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram."  

 

 

Era da Igreja

Tribulação

Milênio

Eternidade 

 

3 1/2 anos

1/2 semana de Daniel 9:27

3 1/2 anos

1/2 semana de Daniel 9:27 

 

Primeira vinda de Cristo 

 

Arrebatamento ocorreria no meio da Tribulação (1 Ts 4:13-17)

 

A acordo do antricristo com Israel (Dn 9:27)

 

O aparecimento glorioso de Cristo (Ap 19:11) 

Porém, a posição meso-Tribulacionista tenta se justificar usando os seguintes argumentos:

O termo "Subi para aqui" de Apocalipse 11 seria o momento do Arrebatamento da Igreja, mas nesse versículo fica claro que quem sobe são somente as duas testemunhas, e não a Igreja como um todo

Apocalipse 12:14 estaria em seqüência cronológica a Apocalipse 11 quando diz "um tempo, tempo e metade de um tempo" (42 meses = 3,5 anos) e seria a justificativa de que após o Arrebatamento haveriam somente mais 3,5 anos de Tribulação. Tal conclusão é incorreta porque a Igreja já não é mencionada entre Apocalipse 4 e 18 (o Arrebatamento já ocorreu). Apocalipse 12 marca o meio da Tribulação, mas já sem a Igreja nesse cenário

A posição meso-Tribulacionista não é considerada biblicamente correta pois nega vários versículos bíblicos que garantem que Deus guardará a Igreja da Sua Ira durante a Tribulação2. Clique aqui para saber quais são estes versículos. Outro fator importante é que a Bíblia jamais afirma em lugar nenhum que o anticristo deveria vir primeiro para que o Arrebatamento acontecesse. Basta olhar o gráfico acima para concluir que se a Igreja fosse arrebatada no meio da Tribulação, o anticristo já estaria presente e governando.

Portanto, a posição meso-Tribulacionista para o Arrebatamento não é a mais correta de ser aceita.

O Arrebatamento pós-Tribulacionista2

No Arrebatamento pós-Tribulacionista, o Arrebatamento e o Aparecimento Glorioso de Cristo se fundem em um só evento. Em outras palavras, a posição pós-Tribulacionista não considera o Arrebatamento e o Aparecimento Glorioso de Cristo como dois eventos distintos.

O conceito do pós-Tribulacionismo se apóia na identificação incorreta da Igreja como sendo os santos da Tribulação3, sendo que os santos da Tribulação se referem aos convertidos após o Arrebatamento, quando não há mais Igreja sobre a terra. Ou seja, para a posição pós-Tribulacionista, a Igreja passaria por todo o período de Trbulação, mas em seu final seria arrebatada, com a segunda Vinda de Cristo. Não existe nenhuma passagem bíblica que justifique este argumento e por isso, esta posição tem sido freqüentemente refutada.

 

Era da Igreja

Tribulação

Milênio

Eternidade

 

3 1/2 anos

3 1/2 anos 

 

Primeira vinda de Cristo 

A acordo do antricristo com Israel (Dn 9:27) 

Arrebatamento ocorreria somente no fim da Tribulação (Ap 19:11) 

 

O pós-Tribulacionismo ensina que, como a Igreja é avisada de que sofrerá perseguições e tribulações, então fatalmente ela passaria pelo período de Tribulação2. Tal fato nega as promessas do Senhor de livrar a Igreja da Tribulação e além disso também não distingue a Igreja de Israel. Entre Apocalipse 4 e 18, a Igreja está claramente ausente e o foco de perseguição do anticristo passa a ser Israel.

 

Portanto, a posição pós-Tribulacionista não é biblicamente correta para ser aceita

        Os principais argumentos apresentados a favor dessa teoria são os seguintes:

 

1)    A volta de Cristo é descrita de várias maneiras, mas em ponto algum é citada como dois eventos separados por um intervalo de sete anos (ou três e meio) de tribulação. 

2)    A resposta de Jesus aos seus discípulos sobre os sinais dos fins dos tempos demonstrou que um período de tribulação incomparável (Mt 24.3-22) precederá sua vinda. Outras passagens também predizem tribulação para o povo de Deus (Jo 15.18,19; 16.33). 

3)    A ressurreição é identificada com o arrebatamento, todavia Apocalipse 20.4-6 coloca a “primeira ressurreição” após a volta de Cristo para reinar e justamente antes do milênio; portanto o arrebatamento e a revelação de Cristo deverão acontecer ao mesmo tempo. 

 

Os principais argumentos contra essa teoria são:

 

1)    O período de Tribulação não é um período da Igreja, mas a última semana da visão de Daniel relativo ao trato de Deus com Israel: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo” (Dn 9.24). Também em Daniel 9.25-27. É um período em que Deus irá ocupar-se de Israel e da sua ira contra as nações ímpias (Ap 6.15-17). O período de Tribulação é chamado de “tempo de angústia para Jacó” (Jr 30.4-7).

 

2)    Paulo declara, em relação à Igreja: “Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts 5.9). A Igreja tem sofrido e sofrerá muitas dificuldades e tribulações, mas não o grande dia da ira do Senhor Deus.

3)    O Senhor prometeu aos fiéis que eles serão excluídos dessa hora de ira: “Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra” (Ap 3.10). (Veja também 2Pe 2.9).

4)    Se a Igreja estará na terra durante a Tribulação, por que o testemunho de Deus é atribuído apenas às duas testemunhas? (Ap 11.1-14).

5)    Com respeito à ressurreição registrada em Apocalipse 20.4,5 e referida como a “primeira ressurreição”, uma leitura cuidadosa revelará que os ressurretos mencionados são aqueles que foram decapitados durante a Tribulação, por não aceitarem servir ao Anticristo; nenhuma menção é feita aos santos de toda a era da Igreja, que devem ter sido ressuscitados por ocasião do arrebatamento, antes da Grande Tribulação. 

 

                  TEORIA DO ARREBATAMENTOEM MEIO A TRIBULAÇÃO  

 

Visão menos comum que o arrebatamento pós-tribulacionista, como explicação para o arrebatamento durante a Tribulação é a teoria mesotribulacionista. De acordo com essa interpretação, a Igreja será arrebatada ao final da primeira metade (três anos e meio) da septuagésima semana de Daniel. A igreja suportará os acontecimentos da primeira metade da Tribulação, que segundo os mesotribulacionistas, não são manifestações da ira de Deus. Ela será arrebatada antes que comece a segunda metade da semana, que segundo essa teoria, contém todo derramamento da ira de Deus. Afirma-se que o arrebatamento ocorrerá junto com o soar da ultima trombeta e a ascensão das duas testemunhas de Apocalipse 11. 

A teoria do arrebatamento mesotribulacionista é essencialmente uma via média entre as posições pós-tribulacionista e pré-tribulacionista. Concorda com o pré-tribulacionismo ao afirmar que o arrebatamento da igreja é um acontecimento distinto da segunda vinda de Cristo. Tem em comum com o pós-tribulacionismo as crenças de que a igreja tem promessas de tribulação aqui na terra e necessita de purificação.

 

Os pontos principais desta teoria são:

 

A)    A última trombeta, mencionada com relação ao arrebatamento em 1 Coríntios 15.52, é identificada com a sétima trombeta tocada em Apocalipse 11.15, que ocorre em meio à Tribulação (Ap 11.2-3). Se as duas trombetas são a mesma coisa, o arrebatamento ocorre então em meio à Tribulação. 

B)    Desde que a Igreja é arrebatada antes da Grande Tribulação (os últimos três anos e meio), a Igreja escapa da “ira” de Tessalonicenses 5.9 e da “hora da provação” de Apocalipse 3.10. 

C)    A ressurreição das duas testemunhas em Apocalipse 11.11,12 é declarada como sendo uma referencia ao arrebatamento e à ressurreição dos santos, ou como acontecendo simultaneamente com o arrebatamento. 

 

Argumentos apresentados contra a teoria do arrebatamento em meio a tribulação:

 

A)    As trombetas em 1 Coríntios 15.52 e Apocalipse 11.15 não são as mesmas. A trombeta de Deus narrada por Paulo é um toque de vitória sobre a morte (1Co 15.52-57). A sétima trombeta narrada por João é uma série de anúncios de juízo sobre os perversos e de triunfo final sobre o reino de Satanás. 

B)    As setenta semanas de Daniel tem caráter judaico e, portanto a Igreja não está incluída em parte alguma delas. A ira de Deus é também derramada na primeira metade do período de Tribulação (Ap 6.12-17). Também 1 Ts 5.9; Ap 3.10; 2 Pe 2.9. 

C)    As duas testemunhas parecem ser judias, segundo os símbolos do Antigo Testamento – o templo, as oliveiras e os castiçais (Zc 4.3,12), as chuvas deixam de cair e o povo atacado por pragas (Êx 7.20; 8.1-12, 29). Se a Igreja estivesse na terra, por que Deus designaria profetas judeus para a missão de testemunhar às nações? Até o fim da era da Igreja, é missão desta dar testemunho a todas as nações. 

D)   A mesma objeção pode ser feita à posição do arrebatamento em meio a Tribulação, isto é, que essa posição remove a expectativa da vinda de Cristo a qualquer instante. O período da Tribulação começa com a aliança entre o Anticristo e os judeus, um evento que não será oculto. Então seria fácil a partir dessa aliança do Anticristo com os judeus, prever o momento da vinda de Cristo. 

fonte  www.estudarescatollgiabiblica.blogspot.com